<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728</id><updated>2012-02-16T09:33:17.101-02:00</updated><title type='text'>"Novo Dicionário de Geografia"</title><subtitle type='html'>Visite também  www.autores.com.br/claudioterezo

Em Breve mais uma obra do Pof. Claudio Terezo: "TRICOLOR. O Gigante e suas Conquistas".</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>78</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-4909004026004571285</id><published>2012-01-11T14:29:00.002-02:00</published><updated>2012-01-11T14:29:33.994-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>De maneira INDEPENDENTE, estou publicando "Escritos Geográfico- uma compilação de artigos, projetos, entrevistas e textos que publiquei desde 2005.&lt;br /&gt;Essencial para professores e estudantes de Geografia e Ciências afins.&lt;br /&gt;Espero que gostem!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-4909004026004571285?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/4909004026004571285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=4909004026004571285&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4909004026004571285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4909004026004571285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2012/01/de-maneira-independente-estou.html' title=''/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-4888509322294218334</id><published>2011-03-03T14:08:00.004-03:00</published><updated>2011-03-03T14:10:31.634-03:00</updated><title type='text'>BIODIVERSIDADE E BIOPIRATARIA _Artigo presente na edição 35 do mês de Fevereiro da revista Geografia- Conhecimento Prático Editora Escala</title><content type='html'>&lt;b&gt;Artigo presente na edição 35 do mês de Fevereiro da revista Geografia- Conhecimento Prático Editora Escala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Biodiversidade e biopirataria&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A discussão de conceitos amplos e polêmicos em salas de aula propicia ao educador conhecer sua turma e incentivá-la a novas ações. Este artigo oferece alguns caminhos para iniciar esses debates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por Claudio Ferreira Terezo*&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biodiversidade por dentro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;i&gt; A biodiversidade genética refere-se à variação dos genes dentro das espécies, cobrindo diferentes populações da mesma espécie ou a variação genética dentro de uma população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A diversidade de espécies refere-se à variedade de espécies existentes dentro de uma região.&lt;br /&gt;- A diversidade de ecossistemas refere-se à variedade de ecossistemas de uma dada região.&lt;br /&gt;- A diversidade cultural humana também pode ser considerada parte da biodiversidade, pois alguns atributos das culturas humanas representam soluções aos problemas de sobrevivência em determinados locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Bíos é um radical grago que significa vida. Pode-se definir Biodiversidade como o total de genes, espécies e ecossistemas de uma região, ou seja, o encadeamento de ideias e de ciências se faz presente quando o assunto é a tão falada biodiversidade. Muitos acadêmicos, cientistas, estudiosos e outros profissionais se apropriam deste amplo conceito. Ao analisarmos ao pé da letra, a biologia seria a matriz, porém, nunca deixamos o nosso "olhar geográfico" de lado quando o assunto é colocado em pauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Alexander Von Humboldt&lt;br /&gt;Além da afirmativa de não haver conhecimento sem experimentação verificável, atribui-se a Humboldt a invenção de novas expressões como isodinâmicas, isotermas, isóclinas, jurássico e tempestade magnética&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Geografia e a Biologia são companheiras de longa data. Vale lembrar que Alexander Von Humboldt  , sistematizador da Geografia no século XIX , juntamente com Carl Ritter, era um grande estudioso também da Botânica e entendia a geografia como a parte terrestre da ciência do cosmo, isto é, como uma espécie de síntese de todos os conhecimentos relativos à Terra. As relações tratadas e discutidas entre ambas as disciplinas faz com que o estudante e o professor sigam por estes caminhos tão interligados.&lt;br /&gt;A biogeogrifia, voltada ao estudo da distribuição geográfica dos seres vivos no globo terrestre, é disciplina corrente em nossas universidades e representa a junção entre o biótico e o abiótico em nosso planeta. Dentro desta relação, um estudo iniciado no Panamá chama a atenção pela forma que é desenvolvida. Trata-se de um censo florestal realizado em nichos ecológicos, ou seja, em locais restritos de um habitat onde existem condições especiais do ambiente, onde se busca desvendar o porquê do grande número de espécies (fauna e flora) na zona tropical, em comparação às zonas temperadas e outra regiões do planeta.&lt;br /&gt;Teoria neutralista&lt;br /&gt;Uma pesquisa um tanto quanto controversa, utilizada para "explicar" a biodiversidade, é a Teoria Neutralista. Experiências em florestas tropicais realizadas pelo professor Stephen Hubbell, da University of California, Estados Unidos e do Smithsonian Tropical Research Institut de Balboa, no Panamá, ganharam destaque por meio de sua Teoria Unificada Neutra da Biodiversidade (TUNB), que argumenta que grande parte dos genes mutantes é neutra e não apresenta nenhuma vantagem em relação aos genes que veio a substituir. Também, que a determinação da sobrevivência das espécies é aleatória, e não resultado de uma adaptação bem sucedida ao ambiente.&lt;br /&gt;No mínimo essa Teoria pode ser chamada de intrigante, pois de forma geral não se apóia na Teoria de Evolução das Espécies de Charles Darwin, criando um novo campo para discussão.&lt;br /&gt;O trabalho é feito em áreas de 1000 metros por 500 metros (50 Ha) que teve início na Ilha de Barro Colorado, no Panamá, e hoje possui outros 37 lotes espalhados pelo mundo, inclusive dois no Brasil - um em Manaus (AM) e outro na Ilha do Cardoso, litoral Sul do Estado de São Paulo. As árvores são medidas de cinco em cinco anos.&lt;br /&gt;A pesquisa busca responder a uma questão que, para a Biologia, é um enigma: por que a biodiversidade de fauna e flora é maior nas regiões tropicais em relação às demais regiões do planeta?&lt;br /&gt;O que se apresenta para nós é: será que esta indagação poderia ser respondida pela Geografia utilizando as várias ferramentas que temos à mão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bioclima&lt;br /&gt;Relação entre o clima e os organismos vivos. As condições atmosféricas, principalmente a temperatura, a umidade e a insolação, são fatores determinantes de distribuição geográfica das plantas, o que levou à criação de uma classificação climática da cobertura vegetal. Algumas espécies também estão ligadas a zonas climáticas, embora outras sejam adaptáveis a ampla variedade de climas. "Área geográfica homogênea, caracterizada por um regime climático dominante que provoca uma resposta estrutural da vegetação (harmonia/clima/solo/ vegetação)" (Dansereau, 1978). Fonte: Novo Dicionário de Geografia, da Editora Livro Pronto&lt;br /&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luz&lt;br /&gt;A luz é fonte primária de energia para os ecossistemas, ela influencia a atividade diária e sazonal de plantas e animais e participa na definição dos ritmos biológicos. Porém, no caso da luz, a quantidade de energia é variável, pois depende da região (latitude) ou da época do ano (estações). A distribuição de luz irá definir a duração dos dias e das noites e as quantidades de energia disponíveis nas diferentes regiões do globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questões em aberto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se definirmos clima como o conjunto de fenômenos meteorológicos (chuvas, temperatura, pressão atmosférica, umidade e ventos) que caracterizam o estado médio da atmosfera num determinado  ponto da superfície terrestre e Bioclima  , como a relação entre o clima e os organismos vivos, podemos começar a responder sobre a maior biodiversidade nos trópicos.&lt;br /&gt;As condições atmosféricas - principalmente a temperatura, a umidade e a insolação - são fatores determinantes de distribuição geográfica das plantas, o que leva à criação de uma classificação climática da cobertura vegetal. Algumas espécies também estarão ligadas a zonas climáticas, ou seja, endêmicas.&lt;br /&gt;Parece óbvio, a princípio, que luz somada à água propicie uma maior diversidade vegetal e, consequentemente, uma fauna mais diversificada, com número muito maior de indivíduos (em relação à faixa de clima temperado), desde microorganismos, insetos, pequenos mamíferos, peixes, aves, inclusive com maior diversidade da flora e fauna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciclo de água na superfície da terra, mostrando os componentes individuais da transpiração e evaporação que forma a evapotranspiração. Outros processos mostrados são a perda e a recarga do solo. &lt;br /&gt;Como entender este processo?&lt;br /&gt;As florestas tropicais cobrem grandes áreas do globo e influenciam efetivamente o equilíbrio da atmosfera. Por meio da transpiração das folhas das plantas e da perda de água do solo ocorre a evapotranspiração de grandes volumes de água, auxiliando na manutenção das temperaturas dos trópicos úmidos. A relação do clima com a biosfera (toda zona aérea, terrestre e aquática da superfície da Terra que é ocupada por seres vivos) refere-se à quantidade de energia absorvida e devolvida à atmosfera, segundo o conceito de albedo (quantidade de luz refletida/quantidade de luz recebida). &lt;br /&gt;A combinação de vários fatores contribui sensivelmente para a formação de um todo, porém o clima tropical seria um dos responsáveis por essa enorme biodiversidade, já que, neste caso, vida e clima estão intimamente relacionados. Um ecossistema situado na faixa de clima tropical, com elevada quantidade de matéria orgânica - a chamada biomassa - absorve grandes quantidades de energia e devolve à atmosfera, sob a forma de calor, uma quantidade de energia muito menor do que a devolvida por um deserto, por exemplo. &lt;br /&gt;Outro conceito utilizado para analisarmos esta diversidade é o de Domínio, ou seja, unidade territorial com características naturais bem marcantes. &lt;br /&gt;Por esta razão, às vezes o termo é usado como sinônimo para identificar uma região natural. Quando são ressaltadas as formas de relevo, como as planícies, montanhas, planaltos, por exemplo, diz-se que o domínio é morfológico; quando são as condições climáticas que mais se destacam, por exemplo, chuvas, calor, umidade, aridez, diz-se que o domínio é climático; se há predominância de vegetação, o domínio será vegetal, e assim por diante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja que sempre que citamos a Biodiversidade, uma gama de conceitos inter-relacionados se abre como um leque. As possibilidades de abrangência são totalmente indefinidas, graças aos vários fatores que compõem todo um sistema. Entre alguns, podemos analisar os fatores ambientais, que são elementos ou componentes que exercem função específica ou influem diretamente no funcionamento do sistema ambiental; e os fatores climáticos, que proporcionam condições físicas ou geográficas que condicionam o clima, interagindo nas condições atmosféricas, tais como a latitude, a altitude, as correntes marítimas, a distribuição das terras e mares, a topografia, a cobertura vegetal etc. &lt;br /&gt;Realizar uma pesquisa como a Teoria Unificada Neutra, com o objetivo de obter uma análise sobre a biodiversidade com técnicas de parcelamento de solo, através de pequenas amostragens numa região tão extensa e diferenciada topograficamente, com condições climáticas distintas em um grandioso sistema ambiental, serve claramente para uma visão um tanto quanto pequena e frágil dos fenômenos e das relações existentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas inter-relações tão complexas não podem ser estereotipadas de forma simplista como em algumas pesquisas. A necessidade de desenvolver técnicas e conhecimento em condições onde há uma biodiversidade em grande escala, como nas florestas tropicais, nunca nos darão um retrato fiel do que podemos realmente conhecer. Afinal, este retrato vai nos mostrar apenas um dado num determinado momento e, como vimos, as relações não param nunca, pois quem pensa que a natureza é harmoniosa deve repensar seus conceitos. A natureza é caótica e é isso que faz dela algo desconhecido e incontrolável pela sociedade, ao menos por enquanto... &lt;br /&gt;Biopirataria&lt;br /&gt;O termo biopirataria é recente, porém o problema é mais antigo. Surgiu em 1993, lançado pela organização não governamental ETC Group, (Action Group on Erosion, Technology and Concentration, que assume a sigla ETC no sentido de "Et Cetera").&lt;br /&gt;A biopirataria é o ato da retirada ilegal de material genético, espécies de seres vivos e a exploração da sabedoria popular de uma nação com fins de exploração comercial em outros locais, sem pagamento de royalties - valor pago ao detentor (pessoa, empresa, ou outra instituição) de um direito qualquer (patente, marca, obra, etc.) por seu uso comercial. Essa atividade se caracteriza principalmente pelo envio ilegal de animais e plantas para o exterior.&lt;br /&gt;Numa escala local, podemos dizer que a biopirataria começa com a extração do pau-brasil (Caesalpinia echinata) e, desde então, passado meio milênio, o problema se alastrou e claramente não existe uma solução para sanar esta situação em pouco tempo. Flora, fauna, tudo vem sendo levado do país, retirado por vários tipos de práticas nefastas, com grandes corporações por trás desses atos. Um meio onde não há mocinhos, porém, muito difícil de identificar quem é o bandido.&lt;br /&gt;Universidades, empresas, grandes corporações e ONGs internacionais injetam milhares, milhões de dólares, euros e ienes em pesquisas espalhadas pelo Brasil e em outros países subdesenvolvidos que também contam com grande biodiversidade, afirmando estarem promovendo o desenvolvimento de soluções para um futuro melhor para as próximas gerações, quando na verdade este pretexto serve para a aceleração e a proliferação da biopirataria.&lt;br /&gt;O investimento realizado por grandes grupos é enorme em relação ao avanço da biotecnologia e fica mais fácil literalmente "roubá-lo na surdina" a realmente desenvolver alguma coisa relevante nos próprios países de origem desse material genético.&lt;br /&gt;Patentes brasileiras &lt;br /&gt;Outro fato interessante diz respeito às patentes. Empresas estabelecidas em países altamente desenvolvidos levam nossa base genética, seja de flora ou fauna, e simplesmente registram suas patentes e, assim, nós devemos pagar royalties a eles. O caso do açaí (Euterpe oleracea) é dos mais conhecidos, mas vale lembrar.&lt;br /&gt;Essa fruta típica da Amazônia estava, desde 2003, registrada no Japão como marca de propriedade da empresa K.K. Eyela Corporation. Em 2007, o Departamento de Patrimônio Genético do Ministério do Meio Ambiente informou que o registro da marca "açaí" foi cancelado por ordem do Japan Patent Office, o escritório de registro de marcas do Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Andiroba&lt;br /&gt;Árvore de grande porte, é comum encontrá-la na região da Bacia Amazônica, principalmente em regiões de várzeas e áreas alagáveis ao longo dos igapós. Com propriedades fitoterapêuticas, sofre risco de extinção não só pela exploração, como também por fatores climáticos, como fortes chuvas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine haver um produto que pode ser explorado por comunidades de uma região, de forma sustentável, ter seu nome preso a uma empresa do outro lado do mundo! E mais, teríamos que pagar pelo uso deste nome! Porém, esse não é o único caso de patente registrada em outros países.&lt;br /&gt;Vários outros produtos tipicamente brasileiros, como a acerola, a andiroba, o guaraná, o jenipapo, o cupuaçu, a rapadura e até o escapulário - pequeno cordão com imagens de santos usado no pescoço - já foram registrados indevidamente como marcas fora do país. O cupuaçu estava registrado como marca em três países - Alemanha, EUA e Japão. Após negociações, o Brasil obteve ganhos nos três países e conseguiu cancelar o registro em 2004.&lt;br /&gt;Crime, ilegalidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o World Wide Fund for Nature (WWF), o comércio ilegal com animais é a terceira atividade mais rentável para o crime organizado, ficando atrás somente do tráfico de armas e o de drogas. &lt;br /&gt;O comércio legal de plantas e animais é regulado pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - na sigla em inglês, CITES (Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora). O tratado estabelece restrições e proibições às transações que têm como objeto cerca de 5.000 espécies animais e 28.000 espécies de plantas.&lt;br /&gt;O faturamento do comércio ilegal das espécies da fauna e flora é difícil de ser calculado, é algo imensurável e qualquer quantia estipulada pode ser leviana, porém, a aposta é que passe da centena de bilhões de dólares por ano. A Biopirataria é um "grande negócio" e, como tal, a chance de acabar ou ao menos minimizar o problema está longe de acontecer.&lt;br /&gt;Certamente você verá na mídia grupos ligados a governos de países desenvolvidos, grandes empresas, corporações e ONGs querendo "proteger" a biodiversidade do planeta, principalmente em países em desenvolvimento, com discursos enfáticos que estes não conseguem protegê-la. Vale lembrar que eles tiveram a chance de fazer tudo isso em seus países de origem e não conseguiram. Sobra a conta para o mais fraco pagar. E, no lado mais fraco da corda, estão os pobres e os subdesenvolvidos.&lt;br /&gt;A Biopirataria é um "grande negócio" e, como tal, a chance de acabar ou ao&lt;br /&gt;menos minimizar o problema está longe de acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sangue pirateado?&lt;br /&gt;Pode parecer grotesco, mas até sangue humano, como o dos povos caritianas, suruís e ianomâmis foram parar em modernos laboratórios ou bancos de células norte-americanos. A posse desse sangue vem sendo contestada pelas tribos envolvidas. Existem "teorias da conspiração" que afi rmam que este tipo de coleta genética começou com as gigantescas campanhas de vacinação de varíola, impulsionada pelos Estados Unidos pós Segunda Guerra Mundial, na ânsia de contabilizar um megabanco de dados genéticos de várias populações espalhadas pelo planeta. Certamente, este seria um grande caso de biopirataria global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planeta ainda vivo&lt;br /&gt;"As riquezas naturais são parte dos ativos necessários ao crescimento econômico que estamos presenciando, mas deve existir um equilíbrio entre o que é consumido e o que a natureza pode prover". Esta é uma das principais conclusões do Relatório Planeta Vivo 2010, divulgado pela organização não governamental WWF em outubro de 2010, que, entre outros índices, mostra novas análises que comprovam que o declínio mais agudo da biodiversidade ocorre em países de baixa renda.&lt;br /&gt;Produzido em parceria com a Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) e Global Footprint Network (GFN), o relatório aponta que, em um período inferior a 40 anos, o mundo perdeu 30% de sua biodiversidade. A biodiversidade é medida pelo Índice Planeta Vivo (IPV), que estuda a saúde de quase 8 mil populações de mais de 2,5 mil espécies desde 1970.&lt;br /&gt;Nos países tropicais - que também são os mais pobres -, a queda foi muito maior: atingiu 60% da fauna e flora original. A maior queda foi nas populações de água doce: 70% das espécies desapareceram.&lt;br /&gt;Mesmo com a instituição de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, outro relatório recente da ONU mostra que o planeta perdeu um terço do estoque de seres vivos existente em 1970. O documento aponta como ameaçadas de extinção 42% das espécies de anfíbios do mundo e 40% das de aves - e estima em US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões o prejuízo mundial anual com desmatamento.&lt;br /&gt;O relatório Planeta Vivo 2010 está disponível na íntegra em:&lt;br /&gt;www.wwf.org.br/informacoes/ bliblioteca/?26162/Relatrio-Planeta-Vivo-2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Isto é a lei ambiental&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Não podemos dizer que temos problemas com a legislação ambiental brasileira, que é boa, porém, como em toda a sociedade, falta fiscalização e punição para tais crimes. Normalmente ficamos sabendo de casos irrisórios, no qual "peixes pequenos" são servidos como bodes expiatórios. A mídia sempre expõe fatos relativos ao tráfico de animais em feiras livres, como pequenos pássaros de canto, papagaios, tartarugas etc, mostrando a ação da polícia ambiental, como se o trabalho de inibir o tráfico de animais e preservar a ordem estivesse sendo feito, com ONGs aplaudindo tais ações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caso ilustrativo&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Em 2003, o lavrador Josias Francisco dos Anjos foi preso em flagrante numa área de preservação ambiental às margens do Rio Pindaíba, em Planaltina, próximo à Brasília, quando raspava a casca de uma árvore chamada Almesca (Protium heptaphyllum), para fazer chá para sua mulher, que sofria de doença de Chagas. Este fato já se repetia há dois anos, pois, segundo Josias, este chá era benéfi co aos portadores desta doença que acometia sua esposa. O delegado Ivanilson Severino de Melo afi rmou que Anjos causou "danos diretos ao patrimônio ambiental", crime previsto no artigo 40* da lei da Natureza (IBAMA). O lavrador foi colocado numa cela com outros cinco presos, estes sim acusados de homicídio e roubo. &lt;br /&gt;Nós, geógrafos, podemos imaginar o impacto ambiental causado por este crime... Ou o crime cometido a este homem não foi maior?&lt;br /&gt;Enquanto isso as madeireiras exploram de forma violenta nossas florestas, em muitos casos com a conivência de autoridades locais, desrespeitando não apenas a legislação brasileira, mas o patrimônio planetário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Artigo 40. Causar dano direto ou indireto às Unidades de Conservação e às áreas de que trata o art. 27 do Decreto nº 99.274, de 6 de junho de 1990, independentemente de sua localização. Pena - reclusão de um a cinco anos&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prof. Claudio Ferreira Terezo é geógrafo, consultor, pós-graduado pela PUC-SP, autor do livro Novo Dicionário de Geografia&lt;br /&gt;(Editora Livro Pronto) Contato: novodicionáriodegeografia.blogspot.com, Twitter: @claudioterezo&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-4888509322294218334?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://conhecimentopratico.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/35/artigo206915-1.asp?sms_ss=favorites&amp;at_xt=4d3df8178f4652af,0' title='BIODIVERSIDADE E BIOPIRATARIA _Artigo presente na edição 35 do mês de Fevereiro da revista Geografia- Conhecimento Prático Editora Escala'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/4888509322294218334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=4888509322294218334&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4888509322294218334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4888509322294218334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2011/03/artigo-presente-na-edicao-35-do-mes-de.html' title='BIODIVERSIDADE E BIOPIRATARIA _Artigo presente na edição 35 do mês de Fevereiro da revista Geografia- Conhecimento Prático Editora Escala'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-5391814717249991604</id><published>2011-02-07T15:32:00.000-02:00</published><updated>2011-02-07T15:32:17.197-02:00</updated><title type='text'>Professor Claudio Ferreira Terezo _ jornal Band-ufo-ouni-entrevista-geog...</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/VNdAvdYwb0A?fs=1" frameborder="0" allowFullScreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-5391814717249991604?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/5391814717249991604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' 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width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-26212017869329565</id><published>2011-02-07T15:23:00.002-02:00</published><updated>2011-02-07T15:23:47.601-02:00</updated><title type='text'>A revista Geografia com artigo do Prof. Claudio Terezo já está nas bancas!!!</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-26212017869329565?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://conhecimentopratico.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/35/artigo206915-1.asp?sms_ss=favorites&amp;at_xt=4d3df8178f4652af,0' title='A revista Geografia com artigo do Prof. Claudio Terezo já está nas bancas!!!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/26212017869329565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=26212017869329565&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/26212017869329565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/26212017869329565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2011/02/revista-geografia-com-artigo-do-prof.html' title='A revista Geografia com artigo do Prof. Claudio Terezo já está nas bancas!!!'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-7490736989909504468</id><published>2011-01-24T18:34:00.001-02:00</published><updated>2011-01-24T18:35:31.423-02:00</updated><title type='text'>REVISTA GEOGRAFIA   Biodiversidade e biopirataria</title><content type='html'>A discussão de conceitos amplos e polêmicos em salas de aula propicia ao educador conhecer sua turma e incentivá-la a novas ações. Este artigo oferece alguns caminhos para iniciar esses debates.&lt;br /&gt;Por Claudio Ferreira Terezo*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biodiversidade por dentro&lt;br /&gt;- A biodiversidade genética refere-se à variação dos genes dentro das espécies, cobrindo diferentes populações da mesma espécie ou a variação genética dentro de uma população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A diversidade de espécies refere-se à variedade de espécies existentes dentro de uma região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A diversidade de ecossistemas refere-se à variedade de ecossistemas de uma dada região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A diversidade cultural humana também pode ser considerada parte da biodiversidade, pois alguns atributos das culturas humanas representam soluções aos problemas de sobrevivência em determinados locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bíos é um radical grago que significa vida. Pode-se definir Biodiversidade como o total de genes, espécies e ecossistemas de uma região, ou seja, o encadeamento de ideias e de ciências se faz presente quando o assunto é a tão falada biodiversidade. Muitos acadêmicos, cientistas, estudiosos e outros profissionais se apropriam deste amplo conceito. Ao analisarmos ao pé da letra, a biologia seria a matriz, porém, nunca deixamos o nosso "olhar geográfico" de lado quando o assunto é colocado em pauta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONFIRA O RESTANTE NO SITE OU NA REVISTA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-7490736989909504468?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://conhecimentopratico.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/35/artigo206915-1.asp' title='REVISTA GEOGRAFIA   Biodiversidade e biopirataria'/><link rel='enclosure' type='' href='http://conhecimentopratico.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/35/artigo206915-1.asp' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/7490736989909504468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=7490736989909504468&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/7490736989909504468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/7490736989909504468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2011/01/biodiversidade-e-biopirataria.html' title='REVISTA GEOGRAFIA   Biodiversidade e biopirataria'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-5886173498939476607</id><published>2010-02-02T19:55:00.003-02:00</published><updated>2010-02-10T15:20:06.650-02:00</updated><title type='text'>O professor de Geografia e o Aquecimento Global.</title><content type='html'>O professor de Geografia e o Aquecimento Global.&lt;br /&gt;O ensino de geografia em nossas escolas e a problemática do aquecimento global antropogênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;Devemos cuidar e preservar do planeta de uma forma inteligente. A preservação e a educação ambiental devem estar presentes em nosso cotidiano. O que quero com este texto não é tirar do homem a sua responsabilidade para com meio ambiente e sim não jogar ou julgar o homem pelos problemas que ele não provoca.&lt;br /&gt;O debate sobre o aquecimento Global antropogênico deve ser feito em sala de aula, pois, a geografia se faz nas escolas de ensino fundamental e médio espalhadas pelo Brasil e não por meia dúzia de pseudo especialistas em ensino de Geografia enclausurados dentro dos muros das universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras chave: Aquecimento Global Antropogênico, ensino, Geografia.&lt;br /&gt;Professor of Geography and Global Warming.&lt;br /&gt;The teaching of geography in our schools and the issue of anthropogenic global warming.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Summary&lt;br /&gt;We care for and preserve the planet in an intelligent way. The preservation and environmental education should be present in our daily lives. What I want this text is not the man to take his responsibility to the environment but does not play or judge the man for the problems he causes.&lt;br /&gt;The debate over anthropogenic global warming should be done in the classroom, because the geography is done in schools of primary and secondary education throughout Brazil and not by a handful of so-called experts in teaching geography within the cloistered walls of academia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keywords: Anthropogenic Global Warming, education, geography.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se dizem que o clima está mudando?&lt;br /&gt;Sim. Está mudando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aquecimento Global está inserido dentro dos conteúdos de ensino Geografia em todos os seus níveis. Do ensino fundamental ao médio chegando ao nível superior.&lt;br /&gt;Dentro de uma universidade o debate, as discussões sobre o tema podem gerar grandes trabalhos, porém, para crianças e adolescentes em nossas escolas, o tema está presente em livros, apostilas ou em quase todo material didático-pedagógico como uma verdade absoluta: O aquecimento Global antropogênico existe e está destruindo e prejudicando nosso planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo livros espalhados pelo Brasil (e no mundo também, mas vamos ficar em nossa escala) o aquecimento global é uma verdade inquestionável e conseqüentemente é provocado pelas ações humanas, tendo como grande inimigo o CO2(gás Carbônico) que acelera o chamado Efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como professor de Geografia vejo que esse quadro deve ser alterado rapidamente, ampliando o debate e principalmente se qualificando profissionalmente, não servindo apenas de passador de conteúdos pré-estabelecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opinião compartilhada pelo Prof. Luiz Carlos Morion, Prof. PhD do Departamento de Meteorologia da Universidade Federal de Alagoas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me preocupa é que temas como "o homem destrói a camada de ozônio", &lt;br /&gt;o "homem está aquecendo o planeta", "CO2 é poluente", já estão nos livros do &lt;br /&gt;ensino fundamental. &lt;br /&gt;Na minha opinião, somente deveriam fazer parte desses livros os temas já &lt;br /&gt;comprovados cientificamente. Isso não é educação, é "lavagem cerebral"! &lt;br /&gt;Qual será a credibilidade desses futuros cidadãos na Ciência e no &lt;br /&gt;Ensino quanto daqui a 15, 20 anos perceberem que foram enganados? Esses temas &lt;br /&gt;tornam-se problemas sérios, pois os professores não tem capacidade ou &lt;br /&gt;argumentos para refutarem o que está nos livros e apenas os transmitem sem &lt;br /&gt;críticas. (1) &lt;br /&gt;A maioria das publicações trazem as verdades impostas pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre mudanças climáticas), órgão ligado a ONU, como uma bíblia dos tempos modernos. Pois este órgão possui os 2.500 melhores cientistas do mundo em seus quadros. O que passa muito longe de ser verdade, pois, uma parcela desses 2.500 cientistas não possuem esta atribuição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IPCC não representa uma iniciativa cientifica, mas uma agenda política predeterminada para justificar os interesses estabelecidos em torno do “aquecimentismo.” (2) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vê-se claramente que o objetivo dos relatórios do IPCC não é um entendimento sistêmico da dinâmica climática, mas uma avaliação das mudanças climáticas induzidas pelo homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o Prof. Paul Reiter (IPCC e Pasteur institut, Paris), “... Esta afirmação de que o IPCC é a organização mundial com os melhores 1.500 ou 2.500 cientistas... olhem as bibliografias dos indivíduos, simplesmente é falso. Há um bom números de não cientistas.” &lt;br /&gt;“Aquelas pessoas que são especialistas, mas não concordam com a polemica e desistem (e há vários que eu conheço )(ele próprio) simplesmente os põem na lista de autores e se convertem em parte desses 2.500 melhores cientistas do mundo.” (3) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas posições chanceladas como verdadeiras pelos livros didáticos são conseqüência dos efeitos nefastos de uma ideologia ambientalista com argumentos cientificamente insustentáveis, criada para servir os propósitos de grupos hegemônicos, ou em outras palavras o ambientalismo político, em alguns casos, ecofascistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecer semelhante tem Patrick Moore, co-fundador do Greenpeace, que abandonou esta ONG quando começaram a tomar medidas extremas como a campanha para proibir o CLORO em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Moore o extremismo ambiental emergiu com o colapso do comunismo que se transformaram em comunistas ativistas, configurando um neo marxismo. Usando o tema ecológico tendo como inimigo o Capitalismo em ações antiglobalização.&lt;br /&gt;Ambientalistas que ficaram à margem de um processo histórico com a dissolução do comunismo no leste Europeu e se agarraram com unhas e dentes na causa ambiental para sustentar sua raiva anticapitalista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nem sequer gosto de chamá-lo de movimento ambiental, nunca mais, por que realmente é um movimento influente a nível global.”&lt;br /&gt;“O movimento ambiental tem se evoluído na maior força que existe... para evitar o desenvolvimento dos países em desenvolvimento.” afirma Moore (4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a estagnação do desenvolvimento de países pobres, será que as mudanças climáticas num futuro seriam um problema ainda maior para a África, em vista do retrato de total descaso global para com sua população atual? &lt;br /&gt;O Economista e escritor Queniano James Shikwati (Diretor do Inter Region. Economic Network que promove a liberdade de comércio como a solução para a condução da pobreza na áfrica.) diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma coisa clara que emerge de todo o debate ambiental, é o fato de que estão tentando matar o sonho africano. E o sonho africano é o de se desenvolver.” (5) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O continente Africano possui petróleo, gás natural e carvão mineral suficientes para melhorar as condições econômicas e sociais de países pobres e conseqüentemente de sua população, porém, a opinião pública mundial, vide ambientalistas, quer que estes fiquem na condição de miséria atual, pois dessa forma estaríamos preservando o planeta para as futuras gerações.&lt;br /&gt;E a vida da população atual? Preservar pro futuro e esquecer o presente, esta é a proposta? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você ficaria sem energia elétrica em sua casa ou trabalho? Você se imagina sem água potável saindo de sua torneira? E as condições mínimas de saneamento básico? Apelaria para o transporte público deixando o conforto de seu automóvel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois em grande parte do continente africano essas “regalias” da sociedade moderna são completamente negadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nossa matriz energética são as usinas hidrelétricas, que erradamente são chamadas de energia limpa, que culpa a população da África tem em não ter os mesmos benefícios com outro tipo de geração de energia.&lt;br /&gt;Os EUA e países europeus mantém sua geração de energia por meio de queima de carvão, óleo pesados e energia nuclear.&lt;br /&gt;Por que negar condições minimamente humanas à África?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto é a forma como estes ativistas impõem suas verdades. Ignorando dados científicos e colocando sob suspeita qualquer um que se coloque contra o Aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escritor e ex-editor da News Scientist Nigel Calder confirma tal procedimento:&lt;br /&gt;“Eu já vi e escutei ataques de fúria a qualquer um que possa discordar deles, o que não é correto cientificamente.” Todo o negócio do Aquecimento Global se converteu em quase uma religião e as pessoas que discordam as chamam de hereges. Eu sou um herege. ”(6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impressionante é que a mídia de uma forma geral aprova esta mentira do aquecimento global antropogênico, fazendo com que as imagens vinculadas ao redor do mundo sejam sempre as mesmas: Blocos gigantescos de icebergs se desprendendo e caindo ao mar, ursos polares tentando escapar de pequenos pedaços de gelo, e outras imagens que sequer estão relacionadas ao clima, porém, são embutidas como problemas climáticos, como terremotos e atividades vulcânicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o degelo nos pólos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Prof. Syun –Ichi Akasofu, diretor fundador do International Artic Research Center da Universidade Fairbanks do Alaska (UAF) , no Ártico as calotas se retraem e expandem normalmente e no Alasca a imagem do gelo caindo nas bordas é um fenômeno comum na primavera.(7)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Groenlândia que possui cerca de 7% do gelo do planeta Terra, já teve condições climáticas com temperaturas mais elevadas que as atuais. Durante o Período Quente Medieval (PQM, ocorreu entre os séculos X e XII), quando os Vikings ali desembarcaram, estabelecendo colônias e a batizaram com um nome bem sugestivo: Terra Verde. (8) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo que normalmente as denominações de lugares descobertos são dadas pelo que é visto, ou seja, um retrato da paisagem local. Se houve um período em que o que hoje conhecemos como Groenlândia, coberta de gelo, foi verde nos faz visualizar um outro aspecto climático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro lado do mundo, na Antártida, o glaciólogo Jeferson Simões, professor da UFRS e Integrante do IPCC responde:&lt;br /&gt;O gelo da Antártida está realmente derretendo em razão do aquecimento global?&lt;br /&gt;Não. Cada vez que é divulgada uma noticia sobre o impacto do aquecimento global nas regiões polares há uma grande confusão na mídia. Os jornalistas esquecem que a Antártida é um continente onde ocorrem climas diferentes em regiões separadas por milhares de quilômetros. O manto de gelo que cobre 99,6% de sua área tem uma espessura média de quase 2 mil metros e máxima de 4.776m. E a maior parte não está em fusão, muito pelo contrário: a temperatura varia entre 25°C e -35°C, e outra porção considerável está a está a -70°C! (9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simões também critica a postura catastrofista e muitas vezes sensacionalista em relação às mudanças ambientais globais. &lt;br /&gt;“Mudanças no clima sempre ocorreram. Não há motivo para pânico. (10) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que realmente precisamos de uma campanha tão grande contra o aquecimento global antropogênico?&lt;br /&gt;Será que o CO2 realmente é o principal vilão nesta história toda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CO2 e o Aquecimento Global Antropogênico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro engano se faz em relação ao CO2 (gás carbônico), tornado-o o principal responsável dentre os gases do Efeito Estufa e conseqüentemente do tão famigerado Aquecimento global antropogênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007 , quando o IPCC apresentou seu Quarto Relatório de Avaliação (AR4) , salientou que (em português claro): Existe um consenso científico elevado em que o CO2 é o principal elemento incorporado à atmosfera que a faz aumentar sua temperatura e que sua origem é basicamente humana. Ou seja, acharam o inimigo. (11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos (a maioria) isto basta para ser a verdade absoluta. Cientificamente falando, está bem longe da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima do planeta Terra constitui um sistema dinâmico extremamente complexo, cujos fatores causais interagem por meio de múltiplos mecanismos. Em face de semelhante complexidade, chega a ser risível conceder ao CO2 o papel de protagonista principal de sistema climático. (12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: O CO2 não é poluente! O CO2 é o Gás da vida! Os Vegetais retiram CO2 no processo de fotossíntese! Quanto mais CO2 mais produtividade agrícola! O CO2 não controla o clima!&lt;br /&gt;As exclamações são necessárias neste momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, principalmente nos grandes centros urbanos, o grande problema não é CO2 e sim o enxofre, oriundo de uma gasolina de péssima qualidade, mesmo com tanta propaganda da Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo, em escala planetária, os vulcões produzem mais CO2 a cada ano que todas as fábricas, carros e aviões e outras fontes de CO2 humanas juntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande discussão em torno do dogma do CO2 é a contribuição humana no incremento de sua concentração atmosférica. Pois bem, em 2007. A National Geographic News noticiou sobre o derretimento de calotas polares e o aumento de concentração de dióxido de carbono.&lt;br /&gt;Grande notícia para os Ambientalistas de plantão. &lt;br /&gt;A diferença é que a matéria tratava de Marte!&lt;br /&gt;O chefe da pesquisa espacial do observatório astronômico Pulkovo, na Rússia, Habillo Abdussamatov, disse que os dados de Marte são a prova de que as mudanças climáticas globais da Terra estão sendo causadas por alterações no Sol. Pelo menos não há indícios ainda de queima de combustíveis fósseis por parte dos marcianos. (13)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dióxido de carbono é responsável por 3,6% do Efeito Estufa e, desses, 3,5% são naturais, ou seja, apenas 0,1% é responsabilidade nossa. (14)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto de debate entre os “aquecimentistas” vem do final da década de 1970, com o CFC sendo o grande culpado pelo Buraco na Camada de Ozônio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que não há evidências científicas de que a camada de ozônio na estratosfera esteja sendo destruída pelos compostos de clorofluorcarbono (CFCs),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que acabaram com o CFC?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Prof. Molion, o que ocorreu foi que, como os CFCs se tornaram de domínio público e já não podiam ser cobrados direitos de propriedade ("royalties") sobre sua fabricação, as indústrias, que controlam a produção dos substitutos (ICI, Du Pont, Atochem, Hoechst, Allied Chemicals), convenceram "certos" governos de países de primeiro mundo (começou com Sra. Margareth Tatcher, Ministra da Inglaterra) a darem apoio para a "a farsa da destruição da camada de ozônio e do aumento do buraco de ozônio na Antártica", pois, agora, os seus substitutos recebem "royalties”. (15) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquecimento global é uma fábula de como um medo mediático se torna a idéia definidora de uma geração. Resultado de um catastrofismo pseudocientífico.&lt;br /&gt;Tudo isso embaralhado no inconsciente coletivo de uma população que na sua maioria só tem a televisão como veiculo de informação. E se passa na TV certamente deve ser verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, porém não ocorre apenas no Brasil, a mídia mundial se coloca de maneira extremamente parcial. Produções Hollywoodianas são apresentadas como fatos verídicos e plausíveis de acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prof. Richard Alley, da Universidade Estadual da Pensilvânia, E.U.A., formulou uma teoria sobre as mudanças das correntes marítimas do Atlântico norte e como conseqüência uma possível nova Era do Gelo no Hemisfério Norte. Esta idéia foi amplamente difundida na super produção “O dia depois do Amanhã”. (15)&lt;br /&gt;O problema é que este filme serve como apoio as aulas sobre as conseqüências do aquecimento Global. O terrorismo imposto aos alunos é inconseqüente, pois, normalmente não há o outro lado da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada se compara ao sucesso de público e crítica, o “documentário” “Uma verdade inconveniente”, do Ex-vice presidente e atual paladino Ambiental do planeta Terra Sr. Al Gore. Ganhador de Oscar 2007 de melhor documentário e Premio Nobel da Paz em 2007, junto com o IPCC. Até hoje me pergunto qual a relevância do Sr. Al Gore e seu trabalho para a Paz mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com tantos aparatos de mídia, o pseudo-documentário apresenta falhas científicas grotesca, que são facilmente contestadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que um o Juiz Michael Burton, da Alta Corte de Justiça Britânica, caracterizou o filme de Al Gore como “alarmista e exagerado no apoio à sua tese política”. O tribunal, respondendo a uma ação movida por um pai, disse que o filme é “unilateral” e não poderia ser exibido nas escolas britânicas, a menos que contivesse orientações para equilibrar a tentativa de Gore em promover a sua “doutrinação política”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Juiz baseou a sua decisão em nove inverdades que aparecem no filme. Mas o público em geral parece que desconhece essa história.  (16) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você se lembra ou tem noticia de algo que o Sr. Al Gore fez durante seu mandato de vice-presidente dos Estados Unidos? Qual era a postura americana na década de 1990 em relação às questões ambientais planetárias?&lt;br /&gt;A resposta é a negligência. Como há muito se ouve: falar é fácil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando de Al Gore é bom sabermos como é sua participação no controle dos gases do efeito estufa e na economia de energia oriunda de combustíveis fósseis. Afinal quem fala deve dar o exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra daquele velho ditado “Faça o que digo, mas não faça o que faço...”vamos lá.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, al Gore devorou 221.000 kWh, ou seja, mais de 20 vezes o consumo nacional norte americano. &lt;br /&gt;Em agosto de 2007, Gore queimou 22.619 kWh, ou seja, em um mês ele utilizou mais energia que o dobro da média anual dos americanos. Isso representa uma conta mensal de U$ 1.359,00, só em energia elétrica.&lt;br /&gt;Mas os gastos extravagantes de Gore não ficam só na eletricidade, pois, sua conta de gás natural foi em média de U$ 1.080,00 por mês em sua mansão e casa de hóspedes em Nashiville. (17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E claro o patrimônio do senhor Al Gore não pára de crescer. O dinheiro entra mais rápido em sua conta bancária do que o CO2 aquece o planeta (segundo a versão dele).&lt;br /&gt;Os Negócios de Al Gore:&lt;br /&gt;Em 2004 Al Gore criou o fundo de investimentos Genration Investment Managment, sediado em Londres, com o qual pretende capturar uma boa fatia do mercado de créditos de carbono e outros invetimentos “verdes”.&lt;br /&gt;O falido Lehman Brothers era um dos parceiors de Gore no fundo.&lt;br /&gt;Os investimentos “ambientalmente corretos”, seguramente, têm a ver com o espantoso progresso patrimonial de Al Gore, que em apena 8 anos , entre 2000 e 2008, passou de menos de 2 milhões para mais de 100 milhões de dólares, caminhando rapidamente para tornar-se o primeiro “Bilonário do clima”.(18)&lt;br /&gt;Esta é um pouco da credibilidade do maior expoente da causa ambiental do planeta. &lt;br /&gt;Se estas considerações ainda não te convenceram veja  a opinião de 100 cientistas de 19 paises, em Carta aberta ao Secretário-Geral das nações Unidas (ONU) .Quem sabe pode ajudá-lo a persuadilo sobre o aquecimento global Antropogênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta aberta ao Secretário-Geral da ONU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exmo. Sr. Ban Ki-Moon&lt;br /&gt;Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas&lt;br /&gt;Nova Iorque, NY &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado Senhor Secretário &lt;br /&gt;Não é possível frear as mudanças climáticas, um processo natural que afetou a humanidade através dos tempos. Geologia, Arqueologia, relatos escritos e orais da história atestam que mudanças dramáticas atingiram sociedades do passado com alterações na temperatura, precipitação, vento e outras variáveis. Nós, assim, devemos preparar as nações para que sejam mais resistentes a esta variedade de fenômenos mediante a promoção de crescimento econômico e de renda.&lt;br /&gt;O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) tem cada vez mais emitido conclusões alarmantes sobre as influências humanas do CO2 produzido pelo homem, um gás não poluente que é essencial para a fotossíntese das plantas. Apesar de compreendermos as evidências que levaram os cientistas a ver o dióxido ce carbono como prejudicial, as conclusões do IPCC são tão inadequadas como as justificativas para políticas públicas que vão reduzir em muito a prosperidade no futuro. Em particular, não está provado que é possível alterar significativamente o clima global mediante a redução dos gases do efeito estufa emitido pela humanidade. Mais que tudo, porque as tentativas de redução dos gases vão frear o desenvolvimento, a visão da ONU sobre a redução do dióxido de carbono é provável que leve ao aumento do sofrimento humano por mudanças climáticas futuras ao invés de uma diminuição.&lt;br /&gt;O Sumário do IPCC para Formuladores de Políticas é o documento do IPCC mais aceito entre políticos e não cientistas e serve de base para maioria das definições de políticas públicas quanto ao clima. Este sumário é preparado por um grupo pequeno de pessoas e o esboço ainda é aprovado linha por linha por representantes de governos. A grande maioria dos cientistas que contribuem com o IPCC e milhares de outros pesquisadores habilitados a comentar sobre o tema não participam da formulação deste documento. O sumário, então, não pode ser visto apropriadamente como um consenso entre os especialistas.&lt;br /&gt;Ao contrário do que afirma o Sumário do IPCC: &lt;br /&gt;(1) Recentes observações de fenômenos como diminuição de glaciares, aumento do nível do mar e a migração de espécies sensíveis à temperatura não são provas de mudanças climáticas anormais, não tendo sido demonstrado que qualquer mudança ocorrida tenha ocorrido fora dos limites da variabilidade natural.&lt;br /&gt;(2) A média de aquecimento de 0,1 a 0,2ºC por década registrada por satélites durante o final do século XX se enquadra numa taxa natural de resfriamento e aquecimento observada ao longo dos últimos dez mil anos.&lt;br /&gt;(3) Cientistas proeminentes, incluindo alguns dos mais importantes pesquisadores do IPCC, reconhecem que hoje os modelos climáticos computadorizadas não conseguem prever o clima. Com base nisso, e apesar das projeções de aumento da temperatura, não houve aumento bruto da temperatura do planeta desde 1998. A estabilização da temperatura segue um período de aquecimento registrado no final do século XX que é consistente com os ciclos naturais multidecadais e milenares do clima. &lt;br /&gt;(4) Em contraste com a afirmação feita repetidamente que a ciência do clima é hoje incontroversa, importantes trabalhos peer-reviewed trouxeram ainda mais dúvidas quanto à hipótese de um perigoso aquecimento induzido pelo homem. Mas porque os grupos de trabalho do IPCC foram induzidos a considerar trabalhos publicados apenas até maio de 2005, estas revelações importantes não estão incluídas nos relatórios e, assim, as conclusões do IPCC já estão desatualizadas.&lt;br /&gt;A conferência do clima em Bali foi planejada para levar o mundo a um caminho de severas restrições na emissão de dióxido de carbono, ignorando as lições evidentes do fracasso do Protocolo de Kyoto, a natureza caótica do mercado europeu de crédito de carbono e a ineficiência das custosas iniciativas destinadas a reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Não existe relação custo-benefício nas medidas sugeridas para reduzir o consumo de energia com o propósito de restringir as emissões de dióxido de carbono. Além disso, é irracional aplicar o “princípio da precaução” porque muitos cientistas reconhecem que tanto aquecimento como resfriamento do planeta são possibilidades realistas no futuro de médio prazo.&lt;br /&gt;O foco da Organização das Nações Unidas para “combater as mudanças climáticas”, como ilustrado no relatório de 27 de novembro último do Programa de Desenvolvimento Humano da organização, está distraindo os governos da necessidade de adaptação dos países aos riscos impostos por mudanças climáticas inevitáveis, independente de sua forma. Planejamento nacional e internacional para estas mudanças é indispensável com o foco direcionado sim a assistir os cidadãos mais vulneráveis a se adaptar às condições futuras. Tentativas de se evitar uma mudança climática global são inúteis e se constituem em uma trágica má utilização dos recursos disponíveis que teriam melhor uso se fossem gastos nos problemas reais e mais graves da humanidade.&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;Grupo de Cientistas  , Entre eles: Ernst-Georg Beck, Freeman J. Dyson, Vicente Gray, Craig D. Idso, Sherwood B. Idso, Zbigniew Jawarowski, Marcel Leroux, Richard Lindzen, Ross McKitrick, Gart W. Paltridge, S. Fred Singer, Edward J. Wegman.(19)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe extenso material sobre o Aquecimento Global Antropogênico, cabe a cada professor de geografia analisar o material didático a ser utilizado durante o ano letivo e colocar aos alunos os dois lados desta história.&lt;br /&gt;As duas partes devem ser analisadas e discutidas em sala de aula.&lt;br /&gt;Não devemos nos submeter ao jogo político de uma minoria que controla absurdamente a maioria.&lt;br /&gt;O debate deve ser feito, a verdade deve prevalecer.&lt;br /&gt;Não adianta cobrar de superiores, quando temos a possibilidade de inserir em nossos alunos o senso critico, o poder de análise. Isso em nossa escala local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Claudio Ferreira Terezo, Geógrafo, autor do Novo Dicionário de Geografia, consultor do Portal Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.novodicionariodegeografia.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.autores.com.br/claudioterezo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Luiz Carlos B. Molion, 2010, Comunicação pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) LINO, Geraldo Luís, A fraude do Aquecimento Global. Como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial.Rio de Janeiro,Capax Dei,2009. pg. 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) Prof. Paul Reiter, IPCC Instituto Pasteur, Paris, A Grande farsa do Aquecimento Global, 2007, Channel 4, Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(4) Patrick Moore, Co-fundador do GreenPeace, A Grande farsa do Aquecimento Global, 2007, Channel 4, Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(5) James Shikwati, Economista e autor africano, A Grande farsa do Aquecimento Global, 2007, Channel 4, Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(6) Nigel Calder, Editor chefe News Scientist, A Grande farsa do Aquecimento Global, 2007, Channel 4, Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(7) Prof. Syun-Ichi Akasafu, A Grande farsa do Aquecimento Global, 2007, Channel 4, Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(8) LINO, Geraldo Luís, A fraude do Aquecimento Global. como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial.Rio de Janeiro,Capax Dei,2009. pg. 23.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(9) SIMÕES, Jefferson, Scientifc American, ano 6 nº 62, junho de 2007, em http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2007/08/jefferson-simes-verdades-sobre.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(10) SIMÕES, Jefferson, Enganos e Catastrofismos, Agência FAPESP em http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2007/09/jefferson-simes-enganos-e-catastrofismo.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(11) BAPTISTA, Gustavo Macedo de Mello. Aquecimento global: ciência ou religião, Brasília, Hinterlândia, 2009. pg. 143&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(12) LINO, Geraldo Luís, A fraude do Aquecimento Global. como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial.Rio de Janeiro,Capax Dei, 2009. pg. 11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(13) htpp://news.nationalgeographic.com/news/2007/02/070228-mars-warming.html acesso em 25 de fevereiro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(14) BAPTISTA, Gustavo Macedo de Mello. Aquecimento global: ciência ou religião, Brasília, Hinterlândia, 2009. pg. 158.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(15)  ALLEY,Richard B.  Mudança Climática Brusca, SCIENTIFC AMERICAN BRASIL,edição 31 - Dezembro 2004, em &lt;br /&gt;http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2007/08/mudana-climtica-brusca.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(16) http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/as-nove-mentiras-de-al-gore.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(17)) BAPTISTA, Gustavo Macedo de Mello. Aquecimento global: ciência ou religião, Brasília, Hinterlândia, 2009. pg. 174. &lt;br /&gt;http://www.tennesseepolicy.org/main/article.php?article_id =367&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(18) LINO, Geraldo Luís, A fraude do Aquecimento Global. como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial.Rio de Janeiro, Capax Dei, 2009. pg. 105&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(19) http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/carta-aberta-ao-secretario-geral-da-onu.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALMEIDA, Lúcia Marina Alves de; RIGOLIN, Tércio Barbosa. &lt;br /&gt;Geografia: Série novo ensino médio. 1ª ed,São Paulo, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AYOADE, J. O.Introdução à Climatologia dos Trópicos.São Paulo,Difel, &lt;br /&gt;1996.&lt;br /&gt;BAPTISTA, Gustavo Macedo de Mello. Aquecimento global: ciência ou religião, Brasília, Hinterlândia, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUERRA,Antônio Teixeira. Dicionário geológico- geomorfológico. &lt;br /&gt;8ªed.,Rio de Janeiro, Ibge,1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOLANDA,Aurélio Buarque de.Novo Dicionário Aurélio da Língua &lt;br /&gt;Portuguesa. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2ª ed.,1996. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINO, Geraldo Luís, A fraude do Aquecimento Global.Como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial.Rio de Janeiro,Capax Dei,2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OLIVEIRA,Ariovaldo Umbelino de.Para onde vai o ensino de geografia, &lt;br /&gt;5ªed., São Paulo, Contexto, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEREIRA, Diamatino Alves Correia; CARVALHO,Marcos Bernardino &lt;br /&gt;de; SANTOS,Douglas. Geografia:ciência do espaço:o espaço mundial. &lt;br /&gt;4ªed., São Paulo, ed. Atual,1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHNEEBERGER, Carlos Alberto,FARAGO, Luis Antonio.Minimanual &lt;br /&gt;compacto de geografia do Brasil:teoria e prática. São Paulo, Rideel, &lt;br /&gt;2003.&lt;br /&gt;SIMELLI, Marie Elena. Geoatlas. São Paulo, Ática, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEIXEIRA, W.et al. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de textos, &lt;br /&gt;2000.&lt;br /&gt;TEREZO, Claudio Ferreira.Novo Dicionário de Geografia : 2ªed., Livropronto,São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOCABULÁRIO BÁSICO DE RECURSOS NATURAIS E MEIO &lt;br /&gt;AMBIENTE.2 ed. ,IBGE ,Rio de Janeiro, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vídeo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Great global Warning Swindle (A grande farsa do Aquecimento Global).Channel 4, Londres, 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-5886173498939476607?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.autores.com.br/claudioterezo' title='O professor de Geografia e o Aquecimento Global.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/5886173498939476607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=5886173498939476607&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5886173498939476607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5886173498939476607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/02/o-professor-de-geografia-e-o.html' title='O professor de Geografia e o Aquecimento Global.'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-6382061361960130936</id><published>2010-01-31T20:00:00.000-02:00</published><updated>2010-01-31T20:01:26.059-02:00</updated><title type='text'>As nove mentiras de Al Gore</title><content type='html'>As nove mentiras de Al Gore&lt;br /&gt;Al Gore aparece como o principal profeta do apocalipse no debate sobre o aquecimento global, e o documentário Uma Verdade Inconveniente é o evangelho dos que crêem nele. Mas Al Gore os enganou.&lt;br /&gt;Há dois anos, o Juiz Michael Burton, da Alta Corte de Justiça Britânica, caracterizou o filme de Al Gore como “alarmista e exagerado no apoio à sua tese política”. O tribunal, respondendo a uma ação movida por um pai, disse que o filme é “unilateral” e não poderia ser exibido nas escolas britânicas, a menos que contivesse orientações para equilibrar a tentativa de Gore em promover a sua “doutrinação política”.&lt;br /&gt;O Juiz baseou a sua decisão em nove inverdades que aparecem no filme. Mas o público em geral parece que desconhece essa história. Segue um resumo dos atos falhos de Gore, as justificativas e algumas considerações:&lt;br /&gt;1. A alegação: o derretimento das geleiras na Groenlândia ou na Antártida fará com que o nível do mar suba cerca de 7 metros em um futuro próximo. A verdade: O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) concluiu que o nível do mar pode subir até 7 metros, mas ao longo de milênios – e insiste nessa previsão. O IPCC prevê um aumento de 7 a 23 centímetros até 2100. A alegação de Gore é “uma distorção muito perturbadora da ciência” segundo John Day, que discute o caso britânico no documentário Not Evil Just Wrong. O Juiz disse que a alegação de Gore “não está em linha com o consenso científico”.&lt;br /&gt;2. A alegação: os ursos polares estão se afogando porque eles estão tendo que nadar mais para encontrar gelo. A verdade: o Juiz Burton observou que o único estudo que cita o afogamento de ursos polares (entre quatro deles) atribuiu a culpa pelas mortes a uma tempestade, e não a um eventual derretimento devido ao aquecimento global causado pela atividade humana. O Comitê de Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado norte americano, além disso, considerou que a população atual de ursos é de 20.000 a 25.000, bem acima dos 5.000 a 10.000 que havia nas décadas de 1950 e 1960. Day diz em Not Evil Just Wrong que a estória dos ursos polares é “uma peça muito inteligente de manipulação”.&lt;br /&gt;3. A alegação: o aquecimento global causou o furacão Katrina em 2005. A verdade: “É senso comum que não há provas suficientes para demonstrar isso”, escreveu Burton em sua sentença. Um artigo na revista New Scientist em maio de 2007 refutou o argumento do Katrina como sendo um “mito do clima”, já que é impossível estabelecer um vínculo entre um único evento climático e o aquecimento global.&lt;br /&gt;4. A alegação: os aumentos de temperatura são o resultado de aumentos de dióxido de carbono. A verdade: Burton questionou os dois gráficos utilizados por Gore em Uma Verdade Inconveniente. Gore afirmou que há “um encaixe perfeito” entre a temperatura e o CO2, disse Burton, mas os seus gráficos não suportam esta conclusão. Os dados recentes também não apóiam essa tese: a temperatura média global tem diminuído há cerca de uma década, mesmo quando os níveis de CO2 continuam aumentando.&lt;br /&gt;5. A alegação: A neve no Monte Kilimanjaro está derretendo por causa do aquecimento global. A verdade: O derretimento está em curso há mais de um século – muito antes dos jipões SUVs e dos aviões Jumbo – e parece ser o resultado de outras causas. O Juiz Burton observou que os cientistas concordam que a fusão não pode ser atribuída principalmente a “mudanças induzidas pela atividade humana no clima”.&lt;br /&gt;6. A alegação: Lago Chade está desaparecendo por causa do aquecimento global. A verdade: Lago Chade está sim perdendo água, e os humanos estão sim contribuindo para essas perdas. Mas os humanos que vivem nas imediações do lago é que são os culpados – e não toda a humanidade que utiliza combustíveis fósseis. Burton cita fatores como o crescimento da população local, a super exploração e a variabilidade climática regional.&lt;br /&gt;7. A alegação: As pessoas estão sendo forçadas a evacuar atóis do Pacífico, ilhas de coral que circundam as lagoas, por causa da invasão das águas do oceano. A verdade: Por sua própria natureza, os atóis são mais suscetíveis à subida do nível do mar. Mas Burton disse incisivamente em sua sentença que “não há evidência de qualquer evacuação como essa, posto que ainda não aconteceu nenhuma”.&lt;br /&gt;8. A alegação: os recifes de coral estão sofrendo um clareamento e colocando os peixes em perigo. A verdade: Em sua decisão, Burton enfatizou a conclusão do IPCC de que o clareamento poderia matar recifes de coral – se estes não se adaptarem. Um relatório divulgado este ano mostra que os recifes estão prosperando em águas tão quente como algumas pessoas dizem que as águas do oceano serão daqui a 100 anos. Burton também afirmou que é difícil separar o estresse dos recifes de coral do excesso de pesca ou de quaisquer mudanças no clima.&lt;br /&gt;9. A alegação: o aquecimento global poderia interromper “as correntes transportadoras de calor nos oceanos”, provocando uma nova idade do gelo na Europa Ocidental. A verdade: Mais uma vez, os aliados de Gore no IPCC estão em desacordo com este argumento. Burton cita a conclusão do IPCC, de que “é muito improvável que as correntes transportadoras nos oceanos parem de funcionar no futuro”. O fato é que a compreensão científica sobre como funcionam as correntes permanece instável, evidenciando a falha na afirmação de Gore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-6382061361960130936?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/6382061361960130936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=6382061361960130936&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/6382061361960130936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/6382061361960130936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/as-nove-mentiras-de-al-gore.html' title='As nove mentiras de Al Gore'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-3153562661058269185</id><published>2010-01-31T19:57:00.000-02:00</published><updated>2010-01-31T19:58:17.732-02:00</updated><title type='text'>Carta aberta ao Secretário-Geral da ONU - Aquecimento Global Antropogênico</title><content type='html'>Carta aberta ao Secretário-Geral da ONU&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Exmo. Sr. Ban Ki-Moon&lt;br /&gt;Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas&lt;br /&gt;Nova Iorque, NY &lt;br /&gt;Prezado Senhor Secretário &lt;br /&gt;Não é possível frear as mudanças climáticas, um processo natural que afetou a humanidade através dos tempos. Geologia, Arqueologia, relatos escritos e orais da história atestam que mudanças dramáticas atingiram sociedades do passado com alterações na temperatura, precipitação, vento e outras variáveis. Nós, assim, devemos preparar as nações para que sejam mais resistentes a esta variedade de fenômenos mediante a promoção de crescimento econômico e de renda.&lt;br /&gt;O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) tem cada vez mais emitido conclusões alarmantes sobre as influências humanas do CO2 produzido pelo homem, um gás não poluente que é essencial para a fotossíntese das plantas. Apesar de compreendermos as evidências que levaram os cientistas a ver o dióxido ce carbono como prejudicial, as conclusões do IPCC são tãoi inadequadas como as justificativas para políticas públicas que vão reduzir em muito a prosperidade no futuro. Em particular, não está provado que é possível alterar significativamente o clima global mediante a redução dos gases do efeito estufa emitidos pela humanidade. Mais que tudo, porque as tentativas de redução dos gases vão frear o desenvolvimento, a visão da ONU sobre a redução do dióxido de carbono é provável que leve ao aumento do sofrimento humano por mudanças climáticas futuras ao invés de uma diminuição.&lt;br /&gt;O Sumário do IPCC para Formuladores de Políticas é o documento do IPCC mais aceito entre políticos e não cientistas e serve de base para maioria das definições de políticas públicas quanto ao clima. Este sumário é preparado por um grupo pequeno de pessoas e o esboço ainda é aprovado linha por linha por representantes de governos. A grande maioria dos cientistas que contribuem com o IPCC e milhares de outros pesquisadores habilitados a comentar sobre o tema não participam da formulação deste documento. O sumário, então, não pode ser visto apropriadamente como um consenso entre os especialistas.&lt;br /&gt;Ao contrário do que afirma o Sumário do IPCC: &lt;br /&gt;(1) Recentes observações de fenômenos como diminuição de glaciares, aumento do nível do mar e a migração de espécies sensíveis à temperatura não são provas de mudanças climáticas anormais, não tendo sido demonstrado que qualquer mudança ocorrida tenha ocorrido fora dos limites da variabilidade natural.&lt;br /&gt;(2) A média de aquecimento de 0,1 a 0,2ºC por década registrada por satélites durante o final do século XX se enquadra numa taxa natural de resfriamento e aquecimento observada ao longo dos últimos dez mil anos.&lt;br /&gt;(3) Cientistas proeminentes, incluindo alguns dos mais importantes pesquisadores do IPCC, reconhecem que hoje os modelos climáticos computadorizadas não conseguem prever o clima. Com base nisso, e apesar das projeções de aumento da temperatura, não houve aumento bruto da temperatura do planeta desde 1998. A estabilização da temperatura segue um período de aquecimento registrado no final do século XX que é consistente com os ciclos naturais multidecadais e milenares do clima. &lt;br /&gt;(4) Em contraste com a afirmação feita repetidamente que a ciência do clima é hoje incontroversa, importantes trabalhos peer-reviewed trouxeram ainda mais dúvidas quanto à hipótese de um perigoso aquecimento induzido pelo homem. Mas porque os grupos de trabalho do IPCC foram induzidos a considerar trabalhos publicados apenas até maio de 2005, estas revelações importantes não estão incluídas nos relatórios e, assim, as conclusões do IPCC já estão desatualizadas.&lt;br /&gt;A conferência do clima em Bali foi planejada para levar o mundo a um caminho de severas restrições na emissão de dióxido de carbono, ignorando as lições evidentes do fracasso do Protocolo de Kyoto, a ntaureza caótica do mercado europeu de crédito de carbono e a ineficiência das custosas iniciativas destinadas a reduzir a emissão de gases do efeito estufa. Não existe relação custo-benefício nas medidas sugeridas para reduzir o consumo de energia com o propósito de restringir as emissões de dióxido de carbono. Além disso, é irracional aplicar o “princípio da precaução” porque muitos cientistas reconhecem que tanto aquecimento como resfriamento do planeta são possibilidades realistas no futuro de médio prazo.&lt;br /&gt;O foco da Organização das Nações Unidas para “combater as mudanças climáticas”, como ilustrado no relatório de 27 de novembro último do Programa de Desenvolvimento Humano da organização, está distraindo os governos da necessidade de adaptação dos países ao riscos impostos por mudanças climáticas inevitáveis, independente de sua forma. Planejamento nacional e internacional para estas mudanças é indispensável com o foco direcionado sim a assistir os cidadãos mais vulneráveis a se adaptar às condições futuras. Tentativas de se evitar uma mudança climática global são inúteis e se constituem em uma trágica má utilização dos recursos disponíveis que teriam melhor uso se fossem gastos nos problemas reais e mais graves da humanidade.&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;Grupo de Cientistas  , Entre eles: Ernst-Georg Beck, Freeman J. Dyson, Vicente Gray, Craig D. Idso, Sherwood B. Idso, Zbigniew Jawarowski, Marcel Leroux, Richard Lindzen, Ross McKitrick, Gart W. Paltridge, S. Fred Singer, Edward J. Wegman.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-3153562661058269185?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/3153562661058269185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=3153562661058269185&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/3153562661058269185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/3153562661058269185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/carta-aberta-ao-secretario-geral-da-onu.html' title='Carta aberta ao Secretário-Geral da ONU - Aquecimento Global Antropogênico'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-3946017564294454540</id><published>2010-01-29T14:12:00.000-02:00</published><updated>2010-01-29T14:13:57.773-02:00</updated><title type='text'>Escândalo do roubo de e-mails preocupa cúpula de Copenhague</title><content type='html'>O chamado "Climagate", um escândalo relacionado com o roubo de e-mails da prestigiosa universidade britânica de Anglia Oriental sobre a mudança climática, levantou uma onda de suspeitas na cúpula da ONU realizada em Copenhague.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altos cargos das Nações Unidas temem que fique desprestigiado o prolixo relatório elaborado pelo grupo do Painel Intergovernamental de Analistas sobre a Mudança Climática (IPCC) em 2007 sobre as consequências do aquecimento global para o planeta, à luz da informação divulgada nessas mensagens eletrônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, afirmou hoje que esse organismo "não averiguará, mas analisará" o conteúdo dos e-mails "roubados" por um hacker e um cientista britânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista coletiva na cúpula de Copenhague, Pachauri matizou que com o termo "investigação" parece "que algo erra ocorreu", enquanto o IPCC só quer "obter dados e analisar a questão". "Não pretendemos fazer uma investigação e também ninguém nos pediu", manifestou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pachauri criticou ontem, na inauguração da cúpula, a que "as tais ações ilegais" foram divulgadas para desacreditar os "trabalhos" dos cientistas que expõem as consequências da mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje insistiu em que a única "ilegalidade" no assunto - que a imprensa anglo-saxã batizou como "Climagate" - foram cometidos por aqueles que acenderam às "comunicações privadas" desses cientistas, por isso pelo que a polícia britânica e a Universidade de Anglia Oriental já abriram investigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa infeliz ação foi planejada com a intenção de influenciar no processo de Copenhague", afirmou Pachauri, que classificou os críticos sobre a mudança climática de "vozes solitárias".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescentou que a única consequência que deve desprender-se desse assunto é "que se descubra quem está por trás desse roubo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustentou "categoricamente" que não existe "nenhuma dúvida" no IPCC sobre o trabalho da Unidade de Investigação sobre o Clima (CRU) e de seu diretor, o britânico Phil Jones, quem é acusado de manipular os dados sobre a mudança climática, a partir da divulgação de sua correspondência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pachauri afirmou que as pessoas que estão "sendo vítimas de um ato ilegal" são os "cientistas extraordinários" que fizeram uma "grande contribuição" ao trabalho do IPCC e que se encontram agora "injustamente" no "ponto de mira" da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ressaltou que a partir do IPCC estão "completamente satisfeitos" com seu processo de supervisão, que descreveu como "robusto, confiável e transparente" e da redação de seus relatórios, que reúnem dados de organismos "independentes" e nos quais colaboram 2,5 mil cientistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COP-15&lt;br /&gt;A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, de 7 a 18 de dezembro, que abrange 192 países, vai se reunir em Copenhague, na Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes sobre o Clima, a COP-15. O objetivo é traçar um acordo global para definir o que será feito para reduzir as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando termina o primeiro período de compromisso do Protocolo de Kyoto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;agência EFE site Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/cupuladoclimacopenhague/noticias/0,,OI4145892-EI14539,00-Escandalo+do+roubo+de+emails+preocupa+cupula+de+Copenhague.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-3946017564294454540?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/ciencia/cupuladoclimacopenhague/noticias/0,,OI4145892-EI14539,00-Escandalo+do+roubo+de+emails+preocupa+cupula+de+Copenhague.html' title='Escândalo do roubo de e-mails preocupa cúpula de Copenhague'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/3946017564294454540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=3946017564294454540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/3946017564294454540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/3946017564294454540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/escandalo-do-roubo-de-e-mails-preocupa.html' title='Escândalo do roubo de e-mails preocupa cúpula de Copenhague'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-2514823758922999210</id><published>2010-01-20T11:27:00.003-02:00</published><updated>2010-01-20T19:58:06.135-02:00</updated><title type='text'>Citação ao Prof. Claudio Terezo</title><content type='html'>Citação bibliográfica do Prof. Claudio Terezo e do Novo Dicionário de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.geo.ufv.br/simposio/simposio/trabalhos/trabalhos_completos/eixo8/003.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INDICADORES DA GESTÃO AMBIENTAL URBANA, NO CAMPUS DO BACANGA-UFMA,SÃO LUÍS-MA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cordeiro Feitosa DEGEO-NEPA/UFMA&lt;br /&gt;feitos@terra.com.br&lt;br /&gt;Eixo Temático 8: Clima e planejamento urbano/rural&lt;br /&gt;As intervenções do homem na organização do espaço geográfico se refletem diretamente nos elementos do&lt;br /&gt;ambiente, em processo contínuo e com grau de complexidade crescente, como na área do Campus do Bacanga,&lt;br /&gt;cujo sistema ambiental incorpora várias categorias fenômenos, em face do caráter funcional dos elementos que&lt;br /&gt;integram. Com o desenvolvimento da presente pesquisa, propõe se a realização de estudos sistemáticos da&lt;br /&gt;dinâmica espacial da área, na visão sistêmica, compreendendo os elementos e fluxos que interagem no&lt;br /&gt;ambiente. A metodologia envolve os métodos: dedutivo, indutivo e técnicas qualitativas e quantitativas&lt;br /&gt;aplicadas aos seguintes segmentos do ambiente: meio físico, infraestrutura, aspectos sociais, urbanização e&lt;br /&gt;paisagismo, produção e destino de resíduos, serviços prestados e educação ambiental. Os resultados alcançados&lt;br /&gt;nesta etapa da pesquisa correspondem ao diagnóstico ambiental que é o instrumento inicial para a gestão&lt;br /&gt;ambiental.&lt;br /&gt;Palavras-chave: gestão ambiental, Campus do Bacanga-UFMA&lt;br /&gt;The human interferences in the organization of the geographic space are reflected in the environment&lt;br /&gt;on a daly basis, in a continuous process and with a degree of increasing complexity, suc as the one&lt;br /&gt;identified in the área of the Bacanga Campus, whose environmental system incorporates several&lt;br /&gt;phenomenal categories, considering the functional features of the elements which integrat it. With the&lt;br /&gt;development of this research, the realization of systematics studies of the space dynamics of the área&lt;br /&gt;are proposed, following the systematic view, incorporating the elements and the flows that Interact in&lt;br /&gt;the environment. The methodology involves both the deductive and the inductive methods as well as&lt;br /&gt;qualitative and quantitativ techniques apllied to the following environmental segments: physical&lt;br /&gt;environment, infrastructure, social aspects, urbanization and landscaping, production and waste&lt;br /&gt;disposal, services offered and environmental education. The results reached in this phase of the&lt;br /&gt;research correspond to na environmental diagnosis which as in the initial instrument for environmental&lt;br /&gt;management.&lt;br /&gt;Key words: environment ,amagement – Bacanga Campus - UFMA &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;As intervenções do homem na organização do espaço geográfico se refletem diretamente&lt;br /&gt;nos elementos do ambiente em processo contínuo e com grau de complexidade crescente, na medida&lt;br /&gt;em que instrumentos, métodos e técnicas mais sistemáticos são incorporados aos processos produtivos.&lt;br /&gt;A diversidade de atributos dos elementos do ambiente e o nível de emprego do instrumental&lt;br /&gt;técnico condicionaram o homem à escolha de áreas dotadas de maior quantidade de recursos&lt;br /&gt;aproveitados para sua sobrevivência e desenvolvimento. Contudo, registram-se formas variadas de&lt;br /&gt;apropriação dos recursos com igualmente variados níveis de sofisticação consoante com o grau de&lt;br /&gt;desenvolvimento tecnológico alcançado.&lt;br /&gt;Em alguns ambientes, em face da função primordial a que se destinam seus recursos, os&lt;br /&gt;processos de intervenção humana condicionam o emprego de técnicas particulares. É o caso das zonas&lt;br /&gt;desérticas com imensos recursos subsuperficiais e das áreas submersas com muitos recursos em&lt;br /&gt;grandes profundidades.&lt;br /&gt;A área do Campus da UFMA (Figura 1) se localiza numa região de baixa altitude,&lt;br /&gt;delimitada pelos paralelos de 02º33’03” e 02º33’56” e os meridianos de 44º18’10” e 44º18’51”,&lt;br /&gt;ocupada por uma população flutuante cujo contingente aproxima-se de 18.000 pessoas/mês,&lt;br /&gt;segmentada em quatro categorias básicas que congregam: alunos, professores, servidores e visitantes.&lt;br /&gt;A área de estudo compreende o espaço de relações dos servidores da União Federal que&lt;br /&gt;desenvolvem atividades na UFMA, dos alunos matriculados em cursos e programas de: graduação,&lt;br /&gt;pós-graduação e extensão, além de prestadores de serviços nas atividades de infra-estrutura e de apoio&lt;br /&gt;às atividades acadêmicas e dos moradores das áreas circunvizinhas que demandam aos serviços&lt;br /&gt;oferecidos no Campus.&lt;br /&gt;As características e a dinâmica do ambiente, no Campus do Bacanga, expressam alto grau&lt;br /&gt;de intervenção humana nos elementos naturais para a construção da infra-estrutura necessária ao&lt;br /&gt;funcionamento da Universidade, nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. A Universidade possui 42&lt;br /&gt;anos de fundação dos quais 36 ocupando instalações construídas no Campus do Bacanga, embora a&lt;br /&gt;instalação das unidades no Campus tenha sido feita de modo gradativo, culminando com a&lt;br /&gt;transferência dos últimos cursos há cerca de quatro anos, restando apenas um curso a ser transferido.&lt;br /&gt;A infra-estrutura física do Campus conta com 45 prédios e respectivas vias de acesso e de&lt;br /&gt;circulação de pessoas e veículos. Todos os prédios são destinados direta ou indiretamente ao&lt;br /&gt;atendimento das funções da universidade uma vez que apenas pequenos espaços são ocupados com a&lt;br /&gt;prestação de serviços extensivos à população desvinculada da universidade. Outros segmentos de&lt;br /&gt;apoio às atividades acadêmicas compreendem os serviços destinados à segurança e manutenção,&lt;br /&gt;limpeza e conservação, abastecimento de água, paisagismo, energia e transporte. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;3&lt;br /&gt;Figura 01: Mapa de Localização&lt;br /&gt;Fonte: Google Earth .5.0 &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;4&lt;br /&gt;No desenvolvimento da pesquisa, estão sendo realizados estudos da dinâmica espacial da&lt;br /&gt;área do Campus (Figura 2), com abordagem sistêmica, compreendendo os elementos e fluxos que&lt;br /&gt;interagem no ambiente, possibilitados pela regulação das entradas, do processamento e das saídas de&lt;br /&gt;matéria e energia. A área está sendo fechada e isto facilita o controle, notadamente no que concerne à&lt;br /&gt;movimentação de pessoas e veículos.&lt;br /&gt;Considerando a perspectiva da abordagem sistêmica, o ambiente do Campus Universitário&lt;br /&gt;do Bacanga é composto por um conjunto de elementos característicos de três tipos de segmentos&lt;br /&gt;sistêmicos: físico, urbano e universitário. O meio físico compreende os temas: geologia,&lt;br /&gt;geomorfologia, clima, vegetação, hidrografia e solos. A compreensão das interações destes elementos&lt;br /&gt;é fundamental para o desenvolvimento do processo de gestão ambiental.&lt;br /&gt;A litologia expressa estratos de rochas sedimentares inconsolidadas, intercalações de fácies&lt;br /&gt;arenosas e argilosas e presença de silte, que respondem fracamente à ação de processos climáticos. A&lt;br /&gt;morfologia é representada por uma superfície subtabular, rebaixada, que decai sob a forma de colinas&lt;br /&gt;com níveis variados de declividade que, nas zonas de forte declive dificulta as intervenções humanas,&lt;br /&gt;tendo amplitude topográfica em torno de 45 metros. Nas áreas mais baixas conformam-se acumulações&lt;br /&gt;hídricas, registrando-se duas lagoas de grande importância local.&lt;br /&gt;Os índices térmicos e pluviométricos configuram o clima quente e úmido, com altas médias&lt;br /&gt;térmicas e pluviométricas distribuídas em duas estações bem diferenciadas, uma seca e outra chuvosa&lt;br /&gt;cujo comportamento vem sendo sensivelmente modificado, notadamente nas três últimas décadas, em&lt;br /&gt;face da acelerada expansão urbana.&lt;br /&gt;A cobertura vegetal primitiva foi totalmente modificada pelas intervenções humanas,&lt;br /&gt;predominando pequenos bosques de formações secundárias. Em cerca de 15% da área do Campus a&lt;br /&gt;cobertura vegetal apresenta porte arbustivo-arbóreo com forte densidade, exercendo total proteção do&lt;br /&gt;solo.&lt;br /&gt;Apesar da baixa amplitude térmica, o clima e a hidrografia representados pelas altas médias&lt;br /&gt;térmicas e elevada porcentagem da umidade desempenham papel importante na dinâmica do conjunto&lt;br /&gt;da paisagem, em virtude da reduzida cobertura do solo, da fragilidade litológica e da erodibilidade dos&lt;br /&gt;solos. O meio urbano compreende a infraestrutura de suporte ao desenvolvimento das atividades&lt;br /&gt;universitárias relativas a ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão além das&lt;br /&gt;atividades culturais dos alunos com periodicidade semanal e frequência significativa em termos de&lt;br /&gt;número de pessoas.&lt;br /&gt;Devido à inserção do Campus numa área de forte demanda social por diversos tipos de&lt;br /&gt;serviços alem das atividades fins da UFMA, no ambiente universitário são ofertados serviços&lt;br /&gt;bancários, comercialização de alguns produto e transporte urbano que atendem, embora em escala&lt;br /&gt;reduzida, às demandas da população circunvizinha. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;5&lt;br /&gt;Figura 02: Área do Campus do Bacanga.&lt;br /&gt;Vila Embratel&lt;br /&gt;Vila Bacanga&lt;br /&gt;Sá Viana&lt;br /&gt;Jambeiro &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;6&lt;br /&gt;METODOLOGIA&lt;br /&gt;O volume de dados e de informações abrangidos na execução do projeto implica a&lt;br /&gt;segmentação da proposta nos eixos temáticos: meio físico, infra-estrutura, tráfego de pessoas e de&lt;br /&gt;veículos, produção e destino de resíduos, urbanização e paisagismo, educação ambiental e&lt;br /&gt;geoprocessamento, cujo desenvolvimento exige procedimentos metodológicos peculiares.&lt;br /&gt;Considerando o escopo da pesquisa, seu desenvolvimento será feito com fundamentação&lt;br /&gt;nos métodos: dedutivo e indutivo (GUERRA e GUERRA, 1997) e apoio dos métodos: quantitativo,&lt;br /&gt;qualitativo e fenomenológico (TUAN, 1980; KAPLAN, 1975).&lt;br /&gt;O método dedutivo subsidiará os trabalhos de gabinete que compreendem as explorações&lt;br /&gt;relacionadas com a consolidação do referencial teórico, revisão bibliográfica e representação,&lt;br /&gt;interpretação e análise dos dados e informações e elaboração do texto.&lt;br /&gt;O método quantitativo subsidiará o tratamento dos dados relacionados às variáveis&lt;br /&gt;mensuráveis do meio físico e produtos das atividades humanas como volume e características dos&lt;br /&gt;resíduos sólidos, fluxos de matéria e de energia, além do custo de manutenção do sistema.&lt;br /&gt;O método indutivo será empregado como fundamento na observação dos elementos&lt;br /&gt;naturais e humanos da paisagem, subjacente, aos métodos: qualitativo e fenomenológico, relativamente&lt;br /&gt;à percepção ambiental, aplicação de questionário e entrevistas e observação, interpretação e explicação&lt;br /&gt;de fenômenos e caráter local e regional.&lt;br /&gt;Considerando a abrangência temática, atividades do projeto serão desenvolvidas nos eixos:&lt;br /&gt;variáveis ambientais e sócio-ambientais.&lt;br /&gt;Serão utilizados instrumentos materiais de consumo e equipamentos de informática além de&lt;br /&gt;equipamentos específicos como: termômetro; termo-higrômetro, anemômetro, GPS, além de material&lt;br /&gt;para coleta, estocagem e conservação de amostras de sedimentos e de água, classificação e pesagem de&lt;br /&gt;resíduos sólidos. Nas análises em laboratório, serão utilizados materiais específicos.&lt;br /&gt;As técnicas compreendem os procedimentos pertinentes ao alcance dos objetivos da&lt;br /&gt;pesquisa, coerente com o escopo metodológico e uso correto dos instrumentos nas etapas de gabinete,&lt;br /&gt;campo (TROPPMAIR, 1988) e de laboratório (SUGUIO, 1973), compreendendo:&lt;br /&gt;- pesquisa bibliográfica e documental constando de levantamento e análise da bibliografia e&lt;br /&gt;da documentação cartográfica e de sensoriamento remoto com foco na área do Campus do bacanga;&lt;br /&gt;- compatibilização das escalas dos mapas, cartas e imagens para a escala de trabalho em&lt;br /&gt;1:5.000;&lt;br /&gt;- elaboração de questionário e roteiro de entrevista a serem aplicados a professores&lt;br /&gt;servidores, alunos e usuários dos serviços oferecidos na área do Campus, para obtenção de&lt;br /&gt;diagnósticos das atividades desenvolvidas e da percepção ambiental destes, incluindo o imaginário&lt;br /&gt;popular; &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;7&lt;br /&gt;- interpretação dos dados e das informações obtidos com as entrevistas com base em&lt;br /&gt;procedimentos da metodologia qualitativa;&lt;br /&gt;- mensuração das variáveis ambientais: temperatura e umidade do ar, temperatura do solo,&lt;br /&gt;direção e velocidade do vento, evapotranspiração potencial em três espécies de plantas. Estes&lt;br /&gt;procedimentos serão desenvolvidos durante três períodos ao longo de um ano definidos pelos picos das&lt;br /&gt;estações seca e chuvosa e no período de transição entre estas;&lt;br /&gt;- representação, análise e interpretação dos dados das variáveis ambientais e dos&lt;br /&gt;questionários com apoio das técnicas estatísticas: média, desvio padrão, moda e mediana, com&lt;br /&gt;aplicação da melhor técnica segundo a natureza dos dados obtidos;&lt;br /&gt;- coleta e análise de amostras de água dos corpos hídricos e da água de us doméstico para&lt;br /&gt;análise bacteriológica, realizada duas vezes ao longo do ano; &lt;br /&gt;- quantificação, representação, análise e interpretação dos dados obtidos em campo e em&lt;br /&gt;laboratório;&lt;br /&gt;- treinamento da comunidade com vistas à conscientização para a prática da Educação&lt;br /&gt;Ambientall.&lt;br /&gt;A pesquisa será desenvolvida no Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais do&lt;br /&gt;Departamento de Geociências-UFMA, contando-se com parcerias com o IBAMA e a Prefeitura&lt;br /&gt;Municipal de Barreirinhas.&lt;br /&gt;A GESTÃO AMBIENTAL&lt;br /&gt;Ao longo da trajetória do homem na superfície da Terra podem ser identificados diferentes&lt;br /&gt;níveis de intervenção do homem para modificar o ambiente através da retirada de recursos para o&lt;br /&gt;desenvolvimento de suas atividades ou para a simples adaptação ao uso direto. Nos primeiros milênios&lt;br /&gt;da organização social do homem, a baixa capacidade de intervenção do homem no equilíbrio ecológico&lt;br /&gt;e a falta de conhecimentos quanto ao caráter finito dos recursos naturais, inibia quaisquer ações de&lt;br /&gt;gestão ambiental.&lt;br /&gt;O processo de gestão ambiental é entendido com diferentes acepções pelos estudiosos&lt;br /&gt;quando se referem ao conjunto das intervenções do homem no ambiente, em geral remetendo apenas a&lt;br /&gt;um segmento do sistema ambiental estudado. Tais entendimentos merecem reflexões quanto à&lt;br /&gt;apropriação dos conceitos uma vez que são muito diversos quanto ao significante e o significado.&lt;br /&gt;Uma pequena amostragem da diversidade de conceitos relativos à gestão ambiental pode ser&lt;br /&gt;evidenciada nas referências apresentadas a seguir.&lt;br /&gt;Para Philippi Jr, Roméro e Bruna (2004, p. 03) “o processo de gestão ambiental inicia-se&lt;br /&gt;quando se promovem adaptações ou modificações no ambiente natural, de forma a adequá-lo às&lt;br /&gt;necessidades individuais ou coletivas, gerando dessa forma o ambiente urbano nas suas mais diversas&lt;br /&gt;variedades de conformação e escala”. Com efeito, o termo gestão não se refere a uma intervenção &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;8&lt;br /&gt;direta, apenas para a satisfação de interesses pessoais e sim ao um processo de administração que deve&lt;br /&gt;valorizar o equilíbrio entre os elementos do ambiente, submetido a um sistema de controle e&lt;br /&gt;respeitando as características locais.&lt;br /&gt;Segundo Hurtubia (1980), a gestão ambiental é a “tarefa de administrar o uso produtivo de&lt;br /&gt;um recurso renovável sem reduzir a produtividade e a qualidade ambiental”. &lt;strong&gt;Com outra acepção,&lt;br /&gt;Terezo (2008) afirma que a gestão ambiental “é um processo de mediação entre interesses de atores&lt;br /&gt;sociais voltado ao uso ou preservação de um recurso”.&lt;/strong&gt;As referências expressas por Hurtubia (1980) &lt;strong&gt;e Terezo (2008) vinculam o processo de&lt;br /&gt;gestão ambiental a um único recurso do ambiente. Contudo, convém salientar que em todos os&lt;br /&gt;ambientes sobressai-se um pequeno número de recursos que merecem atenção especial quanto à&lt;br /&gt;preservação e, por isso, manejo eficiente das intervenções humanas sobre o ambiente como um todo.&lt;/strong&gt;Mesmo quando apenas um recurso é explorado diretamente, os que são afetados pela exploração&lt;br /&gt;devem se monitorados para evitar ou mitigar a continuidade dos processos de degradação.&lt;br /&gt;Conforme Dias (2006, p. 28) a gestão ambiental á a denominação atual da expressão&lt;br /&gt;administração ambiental. Consiste num conjunto de medidas e procedimentos que permitem identificar&lt;br /&gt;problemas ambientais gerados pelas atividades humanas como: poluição e desperdício e rever os&lt;br /&gt;critérios de atuação incorporando novas práticas capazes de reduzir ou eliminar danos ao meio&lt;br /&gt;ambiente (passivo ambiental).&lt;br /&gt;Segundo Bressan (1996, p. 55), “a Gestão Racional dos Ecossistemas conforma-se&lt;br /&gt;gradativamente, no decorrer do século XX, em oposição às tendências conservadoras, biologistas e&lt;br /&gt;sacralizantes da natureza.&lt;br /&gt;O nível de apropriação da técnica e da tecnologia, pelo homem, transformou seu nível de&lt;br /&gt;atuação na natureza. De simples elemento gregário, no início de sua organização social, tornou-se o&lt;br /&gt;principal agente transformador do ambiente natural criando espaços rurais, urbanos e industriais com o&lt;br /&gt;emprego da tecnologia e pela frequência e magnitude de sua atuação.&lt;br /&gt;Dentre os espaços urbanos, a multiplicidade de formas de atuação do homem conformou&lt;br /&gt;funcionalidades especiais em determinados setores que tornou a cidade em um mosaico dotado, por&lt;br /&gt;vezes, de cenários cuja coerência parece negar a racionalidade. Por outro lado, a aparente incoerência&lt;br /&gt;revela arranjos espaciais modelados, muitas vezes, por manifestações culturais de riqueza inestimável &lt;br /&gt;Segundo Paula (2006, p. 21) “falar das cidades é falar de uma amplíssima realidade que,&lt;br /&gt;sobretudo, deve ser tomada como complexidade, como diversidade econômica, ambiental, cultural,&lt;br /&gt;urbanística, arquitetônica, política e social”. As cidades são a um só tempo, a expressão dos índices de&lt;br /&gt;suas materialidades, a impalpável esperança dos seus habitantes e dos indivíduos que a procuram no&lt;br /&gt;sentido de melhorar suas condições de vida e no desejo de conquistar a felicidade. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;9&lt;br /&gt;Na dinâmica das cidades evidenciam-se as múltiplas dimensões de sua complexidade: os&lt;br /&gt;limiares ambientais físicos e os atributos humanos compõem a dialética do ecúmeno onde interagem:&lt;br /&gt;unidade e diversidade, antiguidade e modernidade, miséria e superabundância, esperança e ceticismo,&lt;br /&gt;medo e tranqüilidade, todas marcadas pelo tempo.&lt;br /&gt;Paula (2006, p. 22), reconhece dimensões e atributos que decorrem e aderem à cidade a&lt;br /&gt;geografia à literatura; sociologia, filosofia; artes, planejamento, arquitetura, política, medicina,&lt;br /&gt;educação, física, biologia, ecologia, história, economia, turismo e lazer, podendo-se acrescentar as&lt;br /&gt;dimensões inerentes à subjetividade e às suscetibilidades humanas.&lt;br /&gt;Do ponto de vista das relações do homem com o ambiente urbano, Jacobi (1997) assinala&lt;br /&gt;que a análise dos impactos não pode prescindir “nem da análise dos determinantes do processo, nem&lt;br /&gt;dos atores envolvidos e das formas de organização social que potencializam novos desdobramento e&lt;br /&gt;alternativas de ação”. Também não se podem negligenciar as influências do meio físico como&lt;br /&gt;elemento determinante de certas orientações em face da tecnologia e dos recursos financeiros. &lt;br /&gt;Considerando-se que no ambiente urbano o meio físico, em quase sua totalidade, foi&lt;br /&gt;substituído ou alterado substancialmente, os impactos ambientais conduzem ao caos socioambiental&lt;br /&gt;(FERREIRA, 1996, p. 76) e são materializados pela degradação da própria cidade sob a forma de:&lt;br /&gt;movimentos de massas, enchentes, esgotos a céu aberto, poluição e contaminação dos mananciais,&lt;br /&gt;poluição sonora e do ar, desemprego, exclusão social, violência, insegurança, medo e engarrafamentos,&lt;br /&gt;entre muitos outros.&lt;br /&gt;O processo de gestão do ambiente, normalmente fundamentado nas variáveis: diversidade de&lt;br /&gt;recursos extraídos, velocidade de extração dos recursos e tratamento dos seus resíduos e efluentes,&lt;br /&gt;pode acentuar ou minimizar os impactos ambientais por sua frequência e magnitude.&lt;br /&gt;Nos ambientes urbanos, o processo de gestão não é fundamentado na extração de recursos&lt;br /&gt;naturais, mas na aquisição destes para abastecimento, na comercialização do produto, restando o&lt;br /&gt;tratamento dos seus resíduos e efluentes. Dependendo das especificidades das funções urbanas, outras&lt;br /&gt;variáveis constituem a base da sustentabilidade que orienta o modelo de gestão. Atenção especial deve&lt;br /&gt;ser dispensada ao nível de concentração populacional, à escala de aglomeração e às características da&lt;br /&gt;população, pois tais variáveis controlam o ritmo das transformações ambientais.&lt;br /&gt;No ambiente universitário, os recursos naturais constituem a base para a sustentação das&lt;br /&gt;estruturas; a diversidade de recursos humanos representa a matéria-prima a ser processada e a gestão&lt;br /&gt;está condicionada à disponibilidade de capital, sua aplicação coerente e consciente, e ao engajamento&lt;br /&gt;em favor de um objetivo comum – a eficiência. Os resíduos e efluentes são produzidos pelas atividades&lt;br /&gt;meio, enquanto o produto das atividades fins não é avaliado por indicadores mensurados de bens&lt;br /&gt;tangíveis, mas expresso através das relações com a sociedade e das contribuições para sua melhoria. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;INDICADORES DA GESTÃO AMBIENTAL&lt;br /&gt;Meio físico&lt;br /&gt;As características do meio físico evidenciam o embasamento de rochas sedimentares&lt;br /&gt;inconsolidadas da bacia sedimentar de São Luís, de forte erodibilidade, expressando relevo com&lt;br /&gt;amplitude topográfica em torno de 35m, modelado em topos tabulares e subtabulares que decaem em&lt;br /&gt;colinas de declividade baixa a média, com máxima em torno de 35º.&lt;br /&gt;O clima predominante é quente e úmido, com períodos distintos: um chuvoso, que se&lt;br /&gt;estende de janeiro a junho, com elevado excedente hídrico, e outro seco, com predominância entre&lt;br /&gt;julho e dezembro, marcado por deficiência hídrica. A média térmica anual situa-se em torno de 27º C&lt;br /&gt;com pluviosidade média de 1.823 mm. Apesar da alta média térmica e da deficiência hídrica, os&lt;br /&gt;índices de umidade oscilam entre 60 e 85%, interferindo diretamente na conservação de estruturas&lt;br /&gt;físicas em face da magnitude das reações químicas dos materiais.&lt;br /&gt;A cobertura vegetal, outrora caracterizada por floresta densa de padrão equatorial, foi&lt;br /&gt;substituída pelas atividades agrícolas e eliminada posteriormente para a construção dos prédios.&lt;br /&gt;Atualmente, restam formações arbustivas ocupando os espaços ainda não urbanizados. Merece registro&lt;br /&gt;o pequeno número de jardins mantidos para conservação da estética da paisagem.&lt;br /&gt;Os altos índices de pluviosidade favorecem a intensidade da drenagem que, influenciada&lt;br /&gt;pela declividade do terreno, podem representar sérios riscos à manutenção e conservação do&lt;br /&gt;patrimônio físico e exigir estudos detalhados para a construção de estruturas capazes de suportarem a&lt;br /&gt;capacidade erosiva e o volume da descarga hídrica.&lt;br /&gt;O Processo de ocupação&lt;br /&gt;A transferência das primeiras unidades da Fundação Universidade do Maranhão, para a&lt;br /&gt;área do Campus Universitário do Bacanga, foi iniciada com a inauguração do Presidente Humberto de&lt;br /&gt;Alencar Castelo Branco, em 1972, que abrigou os cursos da antiga Faculdade Católica, seguindo-se: o&lt;br /&gt;CEB Velho, que abrigou o 1º Ciclo e a Biblioteca Central e o 1º Ciclo das áreas de Ciências Humanas&lt;br /&gt;e Sociais; o Pimentão, ocupado pelos cursos da área de Ciências Sociais; o Integrado, para funcionar&lt;br /&gt;como 1º Ciclo da área Médica; o IML (Minhocão), e o Núcleo de Esportes.&lt;br /&gt;No início da década de 1980, os movimentos sociais organizados para a invasão de terras&lt;br /&gt;foram orientados para a área da Universidade. Tal investida resultou na perda da área atualmente&lt;br /&gt;ocupada pela comunidade do Sá Viana, por invasão, e da Vila Embratel, negociada pela Reitoria para a&lt;br /&gt;desocupação do Sá Viana, fato que resultou na perda das duas áreas.&lt;br /&gt;Significando uma grande conquista pelo encerramento de uma década de problemas, no&lt;br /&gt;início dos anos 1990, foram inaugurados os prédios dos atuais CCET e CCH, fato que oportunizou&lt;br /&gt;uma grade reforma da Universidade com a extinção do Ciclo Básico e a separação física dos cursos&lt;br /&gt;das áreas técnica e humanística. Outros 10 anos transcorreram até a inauguração. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;11&lt;br /&gt;Aspectos socioambientais&lt;br /&gt;A percepção da problemática sócio-ambiental, evidenciada na área do Campus do Bacanga,&lt;br /&gt;pressupõe o reconhecimento de fatos internos e externos cuja dimensão atual exige a gestão eficiente e&lt;br /&gt;comprometida com as causas sociais, sem negligenciar os aspectos legais nem ambientais.&lt;br /&gt;Durante os primeiros anos da transferência dos cursos para o novo campus, o planejamento&lt;br /&gt;físico da instituição registrou alguns prejuízos por ter sido feito dentro de um projeto que não era&lt;br /&gt;absolutamente desejado. Dentre as evidências dos fatos citados, constam: a construção do prédio da&lt;br /&gt;Faculdade de Medicina, que foi recusado pela comunidade respectiva e o do Centro de Estudos&lt;br /&gt;Básicos, construído em caráter emergencial.&lt;br /&gt;A complexidade sócio-ambiental interna é expressa pela dimensão da comunidade atuante&lt;br /&gt;para funcionar os atuais 36 cursos de graduação e 14 de pós-graduação strictu sensu, além dos cursos&lt;br /&gt;latu sensu e dos programas especiais como PQI, PROCAD, DINTER e MINTER.&lt;br /&gt;Considerada dimensão externa, mas com reflexos diretos no sistema de gestão, as&lt;br /&gt;comunidades residentes no entorno do Campus demandam os serviços prestados na área interna pelo:&lt;br /&gt;Instituto de Criminalística, Herbário, Curso de Odontologia, Universidade da Terceira Idade e agências&lt;br /&gt;bancárias, constitui a população flutuante que dever ser reconhecida no âmbito da política&lt;br /&gt;universitária, merecendo atenção especial pela situação de carência que assola a quase totalidade dos&lt;br /&gt;moradores e pelos laços consangüíneos que movem muitos indivíduos e grupos.&lt;br /&gt;Do ponto de vista da segurança, as áreas de entorno oferecem sérios riscos ao patrimônio da&lt;br /&gt;instituição e de pessoas que trabalham no campus, conforme se depreende do elevado número de&lt;br /&gt;roubos e furtos, dentre outras ocorrências freqüentemente registradas.&lt;br /&gt;Infraestrutura&lt;br /&gt;Engenharia&lt;br /&gt;Considerando o grau de complexidade que apresenta e o nível de tratamento exigido, a&lt;br /&gt;estrutura de obras de engenharia do Campus do Bacanga é composta de 28 unidades distribuídas ao&lt;br /&gt;longo de toda a área Campus (Figura 01). Em algumas das unidades, por força de desdobramentos&lt;br /&gt;necessários para atender ao Crescimento da instituição, foram construídos anexos para atender&lt;br /&gt;demandas específicas como é o caso do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia.&lt;br /&gt;Situação dos prédios&lt;br /&gt;A avaliação das condições em que se encontram os prédios foi feita considerando os&lt;br /&gt;elementos: cobertura, estrutura, janelas, portas, grades, paredes, piso, teto, anstalações elétricas&lt;br /&gt;telefônicas, hidrosanitárias e rede lógica tendo, como principais variáveis: as características, o estado&lt;br /&gt;de conservação e as necessidades que apresentam, além do registro de algumas observações&lt;br /&gt;pertinentes. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;Para o estado de conservação foram atribuídos os conceitos: bom, regular e precário. No&lt;br /&gt;primeiro caso não foram indicadas quaisquer necessidades, enquanto para os dois outros foram&lt;br /&gt;registradas as providências necessárias com o caráter desejado.&lt;br /&gt;A situação dos prédios apresenta níveis diferenciados de demanda por serviços em face da&lt;br /&gt;época de construæão e das reformas já executas. Os prédios mais velhos apresentam laiores&lt;br /&gt;nece3sidades nos blocos ainda não reformados e todos necessitam de revisão geral e manutenção&lt;br /&gt;preventiva nos elementos arrolados.&lt;br /&gt;Convém salientar a necessidade de grandes investimentos para a manutenção dos prédios,&lt;br /&gt;uma vez que o conceito “regular”, predominante em quase todos os prédios, demanda revisão$&lt;br /&gt;manutenção preventiva, impermeabilização, substituição de peças e recuperação, além de adaptações,&lt;br /&gt;ampliação e modernização das estruturas.&lt;br /&gt;Projetos para planejamento&lt;br /&gt;Plano Diretor&lt;br /&gt;Visa à criação de um documento que norteia a política de uso, ocupação, intervenção e&lt;br /&gt;conservação do espaço físico do Campus do Bacanga, assim como das edificações situadas fora derse,&lt;br /&gt;em São Luís.&lt;br /&gt;O projeto já venceu algumas fases, como: levantamento de documentação, diagnóstico dos&lt;br /&gt;problemas físicos do Campus, discussão acerca das possíveis soluções, etc. Atualmente, encontra-se&lt;br /&gt;nas fases de visitas in loco e redação do texto preliminar. Esse trabalho deverá ser estendido aos&lt;br /&gt;demais campi, após a conclusão dos trabalhos referentes ao Campus do Bacanga.&lt;br /&gt;Projeto de Acessibilidade&lt;br /&gt;O Projeto de Acessibilidade do Campus do Bacanga foi lançado no dia 23/06/2006 pelo&lt;br /&gt;Núcleo de Ergonomia em Processo e Produtos (NEPP), coordenado pelo professor Raimundo Lopes&lt;br /&gt;Diniz. Em sua etapa inicial, foram levantados os problemas de acessibilidade em geral, além de&lt;br /&gt;entrevistas e análise dos resultados obtidos.&lt;br /&gt;Partindo desses resultados, foi proposta a realização de um projeto piloto, contemplando o&lt;br /&gt;prédio do CEB Velho, que possui um grande fluxo diário de pessoas. Atualmente, está em fase de&lt;br /&gt;execução a obra de acessibilidade externa do CEB Velho, com previsão de conclusão para o final de&lt;br /&gt;setembro/2007.&lt;br /&gt;Devido ao grande número de edificações que compõem o espaço físico do Campus, está&lt;br /&gt;sendo discutida a criação de uma Comissão de Acessibilidade, composta por profissionais habilitados&lt;br /&gt;para o desenvolvimento dos projetos de adequação desses prédios, além das áreas de circulação&lt;br /&gt;externa do Campus. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;13&lt;br /&gt;Plano de Manutenção&lt;br /&gt;O Plano de Manutenção para o Campus do Bacanga foi desenvolvido para que fosse feito&lt;br /&gt;um planejamento das intervenções necessárias nos prédios dessa instituição. Esse Plano está em fase&lt;br /&gt;final de execução e se faz necessária a sua imediata implementação.&lt;br /&gt;Esgotamento Sanitário&lt;br /&gt;Atualmente, o sistema de coleta de esgoto (fossa e sumidouro) é feito de maneira&lt;br /&gt;individualizada, o que traz constantes estrangulamentos, que são causados pela ampliação dos prédios&lt;br /&gt;e/ou aumento populacional. Dessa forma, faz-se necessária a elaboração do projeto de esgotamento&lt;br /&gt;sanitário coletivo e sua imediata execução.&lt;br /&gt;Rede média tensão&lt;br /&gt;A manutenção da Rede de Média Tensão, assim como o Sistema de Iluminação Externa do&lt;br /&gt;Campus do Bacanga, está sendo executada em parceria com a concessionária CEMAR. Entretanto, no&lt;br /&gt;que diz respeito às subestações aéreas e abrigadas, há necessidade premente dos serviços de&lt;br /&gt;manutenção e ampliação.&lt;br /&gt;Sistema de abastecimento de água e combate a incêndio e pânico&lt;br /&gt;Atualmente, alguns prédios do Campus do Bacanga são abastecidos por poços artesianos e&lt;br /&gt;outros pela rede da concessionária CAEMA, funcionando precariamente, causando transtornos à&lt;br /&gt;população.&lt;br /&gt;Essa precariedade está impossibilitando a elaboração do projeto de combate a incêndio do&lt;br /&gt;Campus, bem como sua imediata implementação, o que já vem sendo exigido pelo Corpo de&lt;br /&gt;Bombeiros. Para tanto, sugerimos uma reunião com a Presidência da CAEMA, visando uma parceria&lt;br /&gt;que proporcione a regularização do abastecimento de água do Campus.&lt;br /&gt;Coleta de lixo infectante e resíduos químicos&lt;br /&gt;Foram construídos dois abrigos para coleta do lixo infectante e um almoxarifado de&lt;br /&gt;produtos inflamáveis. Suas utilizações estão condicionadas à contratação de empresa especializada,&lt;br /&gt;assim como ao treinamento de pessoal para manuseio e coleta dos passivos gerados.&lt;br /&gt;Sistema viário e sinalização&lt;br /&gt;O Plano Diretor contempla o redimensionamento da malha viária, a urbanização e a&lt;br /&gt;sinalização, de modo a permitir o adequado fluxo de pedestres e veículos, bem como o perfeito&lt;br /&gt;zoneamento do Campus.&lt;br /&gt;Levantamento planialtimétrico e cadastral&lt;br /&gt;Com uma área de 101,3872 ha, o Campus do Bacanga encontra-se hoje em plena expansão&lt;br /&gt;de suas edificações. Grande parte dos prédios existentes sofreu alterações ao longo do tempo – que não&lt;br /&gt;constam nos registros da PRECAM –, o que dificulta o trabalho de planejamento de reformas e novas&lt;br /&gt;construções. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;14&lt;br /&gt;Para subsidiar o Plano Diretor do Campus, o Levantamento Planialtimétrico de toda a área&lt;br /&gt;e o Levantamento Cadastral das edificações constituem ferramentas indispensáveis para subsidiar o&lt;br /&gt;adequado planejamento das intervenções no espaço físico da Universidade. É relevante destacar que o&lt;br /&gt;Projeto de Acessibilidade, o Plano de Manutenção, a preservação de áreas verdes e o planejamento do&lt;br /&gt;sistema viário são alguns trabalhos que dependem diretamente desse levantamento.&lt;br /&gt;Contratação de recursos humanos&lt;br /&gt;Para otimização do desempenho das diversas atividades de engenharia dessa Prefeitura de&lt;br /&gt;campus, sugere-se uma reestruturação organizacional, com o desmembramento do atual Departamento&lt;br /&gt;de Projetos e Obras em dois departamentos, quais sejam: Departamento de Projetos e Departamento de&lt;br /&gt;Obras. Sugere-se, ainda, a criação do Departamento de Manutenção, conforme quadro em anexo.&lt;br /&gt;Segurança&lt;br /&gt;A segurança patrimonial e das pessoas que circulam na área do Campus do Bacanga tem&lt;br /&gt;sido objeto de reclamações constantes em face da ocorrência de roubos e de furtos dos mais variados&lt;br /&gt;tipos, de apreensões de armas e de entorpecentes, de acidentes de trânsito e de trabalho, e das&lt;br /&gt;características e circunstâncias de alguns fatos, muitas vezes praticados dentro das instalações da&lt;br /&gt;instituição.&lt;br /&gt;Salienta-se que, mediante o sentimento geral de descrédito das pessoas em relação às&lt;br /&gt;autoridades instituídas, em todos os setores da sociedade, muitas vezes as ocorrências deixam se&lt;br /&gt;registradas, pois as vítimas preferem se abrigar na “segurança” do anonimato a terem que se expor a&lt;br /&gt;situações de constrangimento e não representarem qualquer perspectiva de justiça nem de reparação do&lt;br /&gt;dano.&lt;br /&gt;Nos respectivos ambientes de trabalho, alunos, professores e servidores são surpreendidos&lt;br /&gt;com o acesso de pessoas das mais diferentes origens e pelas mais variadas razões, em geral para&lt;br /&gt;vender ou pedir, além dos descuidistas que espreitam qualquer negligência de uns e de outros em&lt;br /&gt;relação a seus pertences, praticando furtos de bens patrimoniais e pessoais. Nestes locais, merece&lt;br /&gt;destaque a falta de equipamentos de segurança, notadamente extintores de incêndio e Equipamentos de&lt;br /&gt;Proteção Individual - EPI´s, nos ambientes onde as atividades impõem risco.&lt;br /&gt;O trânsito de automóveis e de ônibus constitui, igualmente, grave situação de risco para&lt;br /&gt;pedestres e motoristas, além dos prejuízos materiais. A sinalização de tráfego foi melhorada mas não&lt;br /&gt;atenua os males da inobservância do bom senso entre os motoristas que trafegam nas vias de&lt;br /&gt;circulação, sendo comuns situações de tráfego em alta velocidade, na contra mão, e estacionamento em&lt;br /&gt;local de risco ou bloqueando acessos de portadores de necessidades especiais. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;15&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;Os estudos desenvolvidos para produzir o presente documento constituem o diagnóstico do&lt;br /&gt;quadro atual da Infraestrutura do Campus do Bacanga, com o objetivo de subsidiar a imediata tomada&lt;br /&gt;de decisão pela equipe administrativa que assumirá as responsabilidades com a gestão do espaço deste&lt;br /&gt;segmento da UFMA.&lt;br /&gt;Os resultados apresentados denunciam a emergência de muitas ações destinadas ao&lt;br /&gt;atendimento de soluções emergenciais que implicam necessidades de investimentos cuja prioridade&lt;br /&gt;deve ser objeto de avaliações criteriosas.&lt;br /&gt;No que tange às atividades de segurança, algumas ações propostas dispensam grandes&lt;br /&gt;investimentos. Contudo, podem despertar reações de elementos ou segmentos da comunidade,&lt;br /&gt;notadamente aqueles mais reacionários às inovações, mesmo quando estas podem representar&lt;br /&gt;melhorias para a coletividade.&lt;br /&gt;O diagnóstico ora apresentado deve constituir subsídios para a realização de estudos mais&lt;br /&gt;completos que possam nortear a elaboração do Plano Diretor do Campus do Bacanga, cuja concepção&lt;br /&gt;deverá contemplar os anseios da comunidade e a otimização das relações entre a sociedade e a&lt;br /&gt;natureza.&lt;br /&gt;Esperando haver contribuído para um bom planejamento das ações da futura Administração&lt;br /&gt;da UFMA, colocamo-nos a disposição para quaisquer outros esclarecimentos. &lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;BRESSAN, Delmar. Gestão Racional da Natureza. São Paulo: Editora Hucitec, 1996&lt;br /&gt;DIAS, Genebaldo Freire. Educação e Gestão Ambiental. São Paulo: Editora Gaia, 2006.&lt;br /&gt;FERREIRA, Juca. Qualidade de vida e cidade sustentável. In: BANDEIRA DE MELO E SILVA,&lt;br /&gt;Sylvio e GMUNDER, Ulrich (orgs). Metrópolis e desenvolvimento sustentável. Salvador: Goethe&lt;br /&gt;Institut, 1996.&lt;br /&gt;GUERRA, Antonio Teixeira e GUERRA, Antonio José Teixeira. Dicionário geológico-geomorfológico. Rio de&lt;br /&gt;Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.&lt;br /&gt;HURTUBIA, J. Edologia y desarrollo: evolución y perspectivas del pensamiento ecológico. In: Estilos&lt;br /&gt;de desarrollo y medio ambiente. México: Fondo de Cultura Económica, 1980.&lt;br /&gt;JACOBI, Pedro. Meio Ambiente urbano e sustentabilidade: alguns elementos para reflexão. In:&lt;br /&gt;Cavalcanti, C. (ed). Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e políticas públicas. São Paulo:&lt;br /&gt;Editora Cortez: Fundação Joaquim Nabuco, 1997.&lt;br /&gt;KAPLAN, Abraham. A Conduta na pesquisa: metodologia para as ciências do comportamento. São&lt;br /&gt;Paulo: EPU, Ed. da Universidade de São Paulo, 1975.&lt;br /&gt;MENEZES, Claudino Luiz. Desenvolvimento urbano e meio ambiente: a experiência de Curitiba.&lt;br /&gt;Campinas: Papirus, 1996. &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;16&lt;br /&gt;PAULA, João Antônio de. As Cidades. In: BRANDÃO, Carlos Antônio Leite. As Cidaes da Cidade.&lt;br /&gt;Belo Horizonte: Edições IEAT: Editora UFMG, 2006.&lt;br /&gt;PHILIPPI, JR. Arlindo; ROMÉRIO, Marcelo de Andrade e BRUNA, Gilda Collet (Editores). Curso de&lt;br /&gt;Gestão Ambiental. Barueri, SP: Manole, 2004.&lt;br /&gt;SUGUIO, Kenitiro. Introdução à sedimentologia. São Paulo: Edgard Blücher; Ed. da Universidade&lt;br /&gt;de São Paulo, 1973.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TEREZO, Cláudio Ferreira. Novo Dicionário de Geografia: termos e conceitos. 2ª Ed. São Paulo:Livro Pronto, 2008.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;TROPPMAIR, Helmut. Metodologias simples para pesquisar meio ambiente. Rio Claro: Ed. do&lt;br /&gt;autor, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.geo.ufv.br/simposio/simposio/trabalhos/trabalhos_completos/eixo8/003.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-2514823758922999210?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/2514823758922999210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=2514823758922999210&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2514823758922999210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2514823758922999210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/citacao-ao-prf-claudio-terezo.html' title='Citação ao Prof. Claudio Terezo'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-8068013096505053140</id><published>2010-01-07T18:04:00.001-02:00</published><updated>2010-01-07T18:06:38.689-02:00</updated><title type='text'>Profissão : Geógrafo  legislação</title><content type='html'>&lt;strong&gt;LEGISLAÇÃO&gt;estatuto&gt;atuação do profissional de geografia&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INDICE GERAL - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O QUE É O CREA&lt;br /&gt;• SUGESTÕES DE LEITURA&lt;br /&gt;• LEI Nº 6.664/1979 - Que disciplina a profissão de Geógrafo &lt;br /&gt;• LEI Nº 7.399/1985 - Que altera a redação da Lei nº. 6.664/1979 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROFISSÃO GEÓGRAFO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Legislação •&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei n. 6.664/79 e Lei n. 7.399/85, que disciplinam a profissão de geógrafo.&lt;br /&gt;Resoluções do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e&lt;br /&gt;Agronomia sobre o registro dos geógrafos nos CREAs e suas atividades&lt;br /&gt;Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais  informações podem ser conseguidas junto a  "Representação no sistema CONFEA/CREA's" da AGB - Nacional (agbnacional@agb.org.br). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE É O CREA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, com jurisdição em todos os estados da federação, é o órgão de fiscalização, orientação e aprimoramento profissional, instituído com a finalidade de defender a sociedade contra os riscos a que estaria exposta pelo exercício das profissões regulamentadas por leigos, bem como pelo mal desempenho dessas por profissionais habilitados, desempenhando também atividades de valorização profissional. O Sistema CONFEA/CREAs composto pelo CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e pelos CREAs - Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, constituídos nos termos da Lei nº 5.194/66, presta serviço público de normatização e fiscalização do exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto, Agrônomo, Geólogo, Geógrafo, Meteorologista, Tecnólogo, Técnico Industrial e Técnico Agrícola. O CONFEA dotado de personalidade jurídica própria, com sede e foro em Brasília-DF e jurisdição em todo o território nacional, é a instância superior do Sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você poderá entrar em contato com o CONFEA/CREA, através do sítio:  http://www.confea.org.br/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUGESTÕES DE LEITURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt; Geógrafos: legislação, formação e mercado de trabalho&lt;br /&gt;Organização de Nelson Garcia Pedroso&lt;br /&gt;São Paulo, AGB / CONFEA, 1996&lt;br /&gt;Telefone da livraria da AGB – Seção São Paulo: (11) 3818-3758&lt;br /&gt;ou http://www.agb-sp.com.br/catalogo.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 168 - de 17 maio 1968&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre o registro, a expedição de carteira profissional, cartão de registro provisório e cartão termoplástico de identificação de diplomado em cursos superior e médio - revogada em parte pela Resolução nº 261, de 22/06/79 (D.O.U. 06/09/79) - Seção 1 p. 4.966) - revogado a Art. 7 pela Resolução nº 298, de 23/11/84 (D.O.U. 04/12/84 - Seção 1 p. 17.952). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 191 - de 20 março 1970&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a concessão de "visto" em carteira profissional ou cartão de registro provisório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 205 - de 30 setembro 1971&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adota o Código de Ética Profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 6.496 - de 7 dez 1977&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Institui a "Anotação de Responsabilidade Técnica" na prestação de serviços de Engenharia, de Arquitetura e Agronomia; autoriza a criação, pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA, de uma Mútua de Assistência Profissional e dá outras providências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 260 - de 21 abril 1979&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelece normas para o registro de obras intelectuais no Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 261 - de 22 junho 1979&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre o registro de Técnicos de 2º Grau, nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 6.664 - de 26 junho 1979&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disciplina a profissão de Geógrafo e dá outras providências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 85.138 - de 15 setembro 1980&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regulamenta a Lei nº 6.664, de 26 junho 1979, que disciplina a profissão de Geógrafo, e dá outras providências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 292 - de 29 junho 1984&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre o registro de Entidades de Classe nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, e as condições para que neles se façam representar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 7.399 - de 4 novembro 1985&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altera a redação da Lei nº 6.664, de 26 de junho 1979, que disciplina a profissão de Geógrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETO Nº 92.290 - de 10 janeiro 1986&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regulamenta a Lei nº 7.399, de 04 nov 1985, que altera a redação da Lei nº 6.664, de 26 junho 1979, que disciplina a profissão de Geógrafo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 323 - de 26 junho 1987&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre o registro dos Geógrafos nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, revoga a Resolução nº 271 e dá outras providências - regulamentado o parágrafo 2º do Art. 2º pela Resolução nº 392, de 17 mar 95 (D.O.U. 12/04/95 - Seção 1, p. 5.278) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 376 - de 28 setembro 1993&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre a celebração de Convênios entre CREAs e Entidades de Classe, objetivando a fiscalização do cumprimento da Lei nº 6.496, de 07 dez 1977, que institui a Anotação de Responsabilidade Técnica-ART, e dá outras providências - revogado o parágrafo único do Art. 6º, pela Resolução nº 389, de 16 dez 94 (D.O.U. 06/01/95 - Seção 1 - p. 404). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 389 - de 16 dezembro 1994&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revoga o parágrafo único do artigo 6º da Resolução nº 376, de 28 set 1993, que dispõe sobre a celebração de convênios entre CREAs e Entidades de Classe, objetivando a fiscalização do cumprimento da Lei nº 6.496, de 07 dez 1977, que institui a ART, e dá outras providências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 392 -de 17 março 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regulamenta o parágrafo 2º do Art. 2º da Resolução nº 323 que dispõe sobre o registro dos geógrafos nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESOLUÇÃO Nº 396 -de 22 junho 1995&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cria o Programa de Parceria com Entidades Nacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 9.394 - de 20 dezembro 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 9.605 - de 12 fevereiro 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 6.664, de 26 de junho de 1979&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt; Disciplina a profissão de Geógrafo e dá outras providências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente da República&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º. Geógrafo é a designação profissional privativa dos habilitados conforme dispositivos da presente Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º. O exercício da profissão de Geógrafo somente será permitido:&lt;br /&gt;I - aos Geógrafos e aos bacharéis em Geografia e em Geografia e História, formados pelas Faculdades de Filosofia, Filosofia, Ciências e Letras e pelos Institutos de Geociências das Universidades oficiais ou oficialmente reconhecidas;&lt;br /&gt;II - (Vetado);&lt;br /&gt;III - aos portadores de diploma de Geógrafo, expedido por estabelecimentos estrangeiros similares de ensino superior, após revalidação no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º. É da competência do Geógrafo o exercício das seguintes atividades e funções a cargo da União, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios, das entidades autárquicas ou de economia mista e particulares:&lt;br /&gt;I - reconhecimentos, levantamentos, estudos e pesquisas de caráter físico-geográfico, biogeográfico, antropogeográfico e geoeconômico e as realizadas nos campos gerais e especiais da Geografia, que se fizerem necessárias:&lt;br /&gt;a) na delimitação e caracterização de regiões e sub-regiões geográficas naturais e zonas geoeconômicas, para fins de planejamento e organização físico-espacial;&lt;br /&gt;b) no equacionamento e solução, em escala nacional, regional ou local, de problemas atinentes aos recursos naturais do País;&lt;br /&gt;c) na interpretação das condições hidrológicas das bacias fluviais;&lt;br /&gt;d) no zoneamento geo-humano, com vistas aos planejamentos geral e regional;&lt;br /&gt;e) na pesquisa de mercado e intercâmbio comercial em escala regional e inter-regional;&lt;br /&gt;f) na caracterização ecológica e etológica da paisagem geográfica e problemas conexos;&lt;br /&gt;g) na política de povoamento, migração interna, imigração e colonização de regiões novas ou de revalorização de regiões de velho povoamento;&lt;br /&gt;h) no estudo físico-cultural dos setores geoeconômicos destinados ao planejamento da produção;&lt;br /&gt;i) na estruturação ou reestruturação dos sistemas de circulação;&lt;br /&gt;j) no estudo e planejamento das bases físicas e geoeconômicas dos núcleos urbanos e rurais;&lt;br /&gt;l) no aproveitamento, desenvolvimento e preservação dos recursos naturais;&lt;br /&gt;m) no levantamento e mapeamento destinados à solução dos problemas regionais;&lt;br /&gt;n) na divisão administrativa da União, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - a organização de congressos, comissões, seminários, simpósios e outros tipos de reuniões, destinados ao estudo e à divulgação da Geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º. As atividades profissionais do Geógrafo, sejam as de investigação puramente científica, sejam as destinadas ao planejamento e implantação da política social, econômica e administrativa de órgãos públicos ou às iniciativas de natureza privada, se exercem através de:&lt;br /&gt;I - órgãos e serviços permanentes de pesquisas e estudos, integrantes de entidades científicas, culturais, econômicas ou administrativas;&lt;br /&gt;II - prestação de serviços ajustados para a realização de determinado estudo ou pesquisa, de interesse de instituições públicas ou particulares, inclusive perícia e arbitramentos;&lt;br /&gt;III - prestação de serviços de caráter permanente, sob a forma de consultoria ou assessoria, junto a organizações públicas ou privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º. A fiscalização do exercício da profissão de Geógrafo será exercida pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º. O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia somente concederá registro profissional mediante apresentação de diploma registrado no órgão próprio do Ministério da Educação e Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º. A todo profissional registrado de acordo com a presente Lei será entregue uma carteira de identidade profissional, numerada, registrada e visada no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, na forma da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 8º. É vedado o exercício da atividade de Geógrafo aos que, 360 (trezentos e sessenta) dias após a regulamentação desta Lei, não portarem o documento de habilitação expedido na forma prevista na presente Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 9º. A apresentação da carteira profissional de Geógrafo será obrigatoriamente exigida para inscrição em concurso, assinatura em termos de posse ou de quaisquer documentos, sempre que se tratar de prestação de serviço ou desempenho de função atribuída ao Geógrafo, nos termos previstos nesta Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 10. O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 90 (noventa) dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 11. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 12. Revogam-se as disposições em contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO BAPTISTA FIGUEIREDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente da República&lt;br /&gt;Murilo Macedo.&lt;br /&gt;Publicada no D.O. de 27/06/79.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decreto n. 85.138, de 15 de setembro de 1980&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt; Regulamenta a Lei nº. 6.664, de 26 de junho de 1979,&lt;br /&gt;que disciplina a profissão de Geógrafo, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição, e tendo em vista o disposto no artigo 10 da Lei nº. 6.664, de junho de 1979,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º. Geógrafo é a designação reservada exclusivamente aos profissionais habilitados na forma da Lei nº 6.664, de 26 de junho de 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º. O exercício da profissão de Geógrafo somente será permitido:&lt;br /&gt;I - aos Geógrafos que hajam concluído o curso constante de matérias do núcleo comum, acrescidas de duas matérias optativas, na forma do currículo fixado pelo Conselho Federal de Educação;&lt;br /&gt;II - aos bacharéis em Geografia e em Geografia e História, formados pelas Faculdades de Filosofia; Filosofia, Ciências e Letras e pelos Institutos de Geociências das Universidades oficiais ou oficialmente reconhecidas;&lt;br /&gt;III - aos portadores de diploma de Geógrafo, expedido por estabelecimento estrangeiro de ensino superior, e devidamente revalidado ao Ministério da Educação e Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º. É da competência do Geógrafo o exercício das seguintes atividades e funções a cargo da União, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios, das entidades autárquicas ou de economia mista e particulares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - reconhecimentos, levantamentos, estudos e pesquisas de caráter físico-geográfico, biogeográfico, antropogeográfico e geoeconômico e as realidades nos campos gerais e especiais da Geografia, que se fizerem necessárias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) na delimitação e caracterização de regiões e sub-regiões geográficas naturais e zonas geoeconômicas, para fins de planejamento e organização físico-espacial;&lt;br /&gt;b) no equacionamento e solução, em escala nacional, regional ou local, de problemas atinentes aos recursos naturais do País;&lt;br /&gt;c) na interpretação das condições hidrológicas das bacias fluviais;&lt;br /&gt;d) no zoneamento geo-humano, com vistas aos planejamentos geral e regional;&lt;br /&gt;e) na pesquisa de mercado e intercâmbio comercial em escala regional e inter-regional;&lt;br /&gt;f) na caracterização ecológica e etológica da paisagem geográfica e problemas conexos;&lt;br /&gt;g) na política de povoamento, migração interna, imigração e colonização de regiões novas ou de revalorização de regiões de velho povoamento;&lt;br /&gt;h) no estudo físico-cultural dos setores geoeconômicos destinado ao planejamento da produção;&lt;br /&gt;i) na estruturação ou reestruturação dos sistemas de circulação;&lt;br /&gt;j) no estudo e planejamento das bases físicas e geoeconômicas dos núcleos urbanos e rurais;&lt;br /&gt;l) no aproveitamento, desenvolvimento e preservação dos recursos naturais;&lt;br /&gt;m) no levantamento e mapeamento destinados à solução dos problemas regionais;&lt;br /&gt;n) na divisão administrativa da União, dos Estados, dos Territórios e dos Municípios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - a organização de congressos, comissões, seminários, simpósios e outros tipos de reuniões, destinados ao estudo e à divulgação da Geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º. As atividades profissionais do Geógrafo, sejam as de investigação puramente científica, sejam as destinadas ao planejamento e implantação da política social, econômica e administrativa de órgãos públicos ou às iniciativas de natureza privada, se exercem através de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - órgãos e serviços permanentes de pesquisas e estudos, integrantes de entidades científicas, culturais, econômicas ou administrativas;&lt;br /&gt;II - prestação de serviços ajustados para a realização de determinado estudo ou pesquisa, de interesse de instituições públicas ou particulares, inclusive perícia e arbitramentos;&lt;br /&gt;III - prestação de serviços de caráter permanente, sob a forma de consultoria ou acessoria, junto a organizações públicas ou privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º. A fiscalização do exercício da profissão de Geógrafo compete ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Jurisdição em que a atividade for exercida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º. O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia somente efetuará o registro profissional mediante a apresentação do diploma devidamente registrado na forma prevista pelo artigo 27 da Lei nº 5.540, de 28 de novembro de 1968.&lt;br /&gt;Parágrafo único - os diplomas conferidos por estabelecimento particular de ensino deverão ser registrados no órgão próprio do Ministério da Educação e Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º. Aos profissionais registrados de acordo com este Decreto será fornecida a carteira de identidade profissional, cujo modelo o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia adotará em ato próprio.&lt;br /&gt;Parágrafo único - A carteira a que se refere este artigo valerá como documento de identidade e terá fé pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 8º. Os profissionais registrados de conformidade com o que preceitua o presente Decreto são obrigados ao pagamento de anuidade ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.&lt;br /&gt;§ 1º. A anuidade a que se refere este artigo será fixada pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, de acordo com o disposto na letra “p” do artigo 27 da Lei número 5.194, de 24 de dezembro de 1966, é devida a partir de 1º de janeiro de cada ano.&lt;br /&gt;§ 2º. O pagamento da anuidade após 31 de março terá acréscimo de 20% (vinte por cento), a título de mora, quando efetuado no mesmo exercício.&lt;br /&gt;§ 3º. A anuidade paga após o exercício respectivo terá o seu valor atualizado para o vigente à época do pagamento, acrescido de 20% (vinte por cento), a título de mora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 9º. Os profissionais referidos no artigo 1º terão o prazo de 360 (trezentos e sessenta) dias, após a publicação deste Decreto para promoverem seus registros nos respectivos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.&lt;br /&gt;Parágrafo único - Decorrido o prazo fixado neste artigo, será vedado o exercício da atividade de Geógrafo aos que não portarem o documento de habilitação expedido na forma prevista neste Decreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 10. A apresentação da carteira profissional de Geógrafo será obrigatoriamente exigida para inscrição em concurso, assinatura em termos de posse ou de quaisquer documentos, sempre que se tratar de prestação de serviço ou desempenho de função atribuída ao Geógrafo, nos termos previstos neste Decreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 11. Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 15 de setembro de 1980;&lt;br /&gt;159º. da Independência e 92º. da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOÃO FIGUEIREDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Murilo Macêdo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no D.O. de 17/9/80&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VOLTA AO ÍNDICE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEI Nº 7.399, de 4 de novembro de 1985&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt; Altera a redação da Lei nº. 6.664, de 26 de junho de 1979,&lt;br /&gt;que disciplina a profissão de Geógrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente da República,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º. - A Lei nº. 6.664, de 26 de junho de 1979, que disciplina a profissão de Geógrafo, passa a vigorar com seu art. 2º. acrescido dos seguintes dispositivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 2º. -...........................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - aos licenciados em Geografia e em Geografia e História, diplomados em estabelecimentos de ensino superior oficial ou reconhecido que, na data da publicação desta Lei, estejam:&lt;br /&gt;a) com contrato de trabalho como Geógrafo em órgão da administração direta ou indireta ou em entidade privada;&lt;br /&gt;b) exercendo a docência universitária;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - aos portadores de títulos de Mestre e Doutor em Geografia, expedidos por Universidades oficiais ou reconhecidas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI - a todos aqueles que, na data da publicação desta Lei, estejam comprovadamente exercendo, há cinco anos ou mais, atividades profissionais de Geógrafo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º. - Esta Lei será regulamentada no prazo de 60 (sessenta) dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art 3º. - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º. - Revogam-se as disposições em contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 4 de novembro de 1985;&lt;br /&gt;164º. da Independência e 97º. da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ SARNEY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almir Pazzianoto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decreto n. 92.290, de 10 de janeiro de 1986&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt; Regulamenta a Lei n. 7.399, de 4 de novembro de1985,&lt;br /&gt;que altera a redação da Lei m. 6.664, de 26 de junho de 1979,&lt;br /&gt;que disciplina a profissão de Geógrafo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III , da Constituição e tendo em vista o disposto no artigo 2º da Lei nº. 7.399, de 4 de novembro de 1985.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DECRETA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º - Além dos profissionais enumerados no artigo 2º da Lei nº 6.664, de 26 de junho 1979, poderão exercer a profissão de Geógrafo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - os licenciados em Geografia e em Geografia e História, diplomados em estabelecimentos de ensino superior oficial ou reconhecido que, em 28 de junho de 1979, estavam:&lt;br /&gt;a) com contrato de trabalho como Geógrafo em órgão de Administração Direta ou Indireta ou entidade privada.;&lt;br /&gt;b) exercendo a docência universitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - os portadores de títulos de Mestre e Doutor em Geografia, expedidos por universidades oficiais ou reconhecidas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Todos aqueles que, em 28 de junho de 1979, estavam comprovadamente exercendo há cinco anos ou mais atividades profissionais de Geógrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art.2º - A prova de exercício profissional, a que se refere o artigo anterior, poderá ser feita por qualquer meio em direito permitido, notadamente por anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social, pagamento do Imposto sobre serviços de qualquer natureza ou de outros tributos e recolhimentos da contribuição de Previdência Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º - Este Decreto entra em vigor na data de sua Publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ SARNEY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente da República&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almir Pazzianotto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no D.O.U. de 13 de janeiro de 1986 - Seção II - p. 702&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-8068013096505053140?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/8068013096505053140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=8068013096505053140&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8068013096505053140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8068013096505053140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/profissao-geografo-legislacao.html' title='Profissão : Geógrafo  legislação'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-1121551464386629272</id><published>2010-01-01T13:45:00.003-02:00</published><updated>2010-01-01T14:06:09.275-02:00</updated><title type='text'>Bibliografia para prova de professores efetivos - São Paulo</title><content type='html'>Bibliografia para Geografia&lt;br /&gt;1. AB’SABER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. CASTELLS, Manuel. A Galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. CASTROGIOVANNI, A. Carlos;, Helena C.; KAERCHER, Nestor André. Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. DURAND, Marie-Françoise (et. alli), Atlas da Mundialização: compreender o espaço mundial contemporâneo; tradução de Carlos Roberto Sanchez Milani. Saraiva: SP, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. ELIAS, Denise. Globalização e Agricultura. São Paulo: Edusp, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link:&lt;br /&gt;http://books.google.com.br/books?id=f5m4edtzAyYC&amp;dq=ELIAS,+Denise.+Globaliza%C3%A7%C3%A3o+e+Agricultura.&amp;printsec=frontcover&amp;source=bn&amp;hl=pt-BR&amp;ei=ghk-S5ncIpGwtgf7sMiLCQ&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=4&amp;ved=0CBYQ6AEwAw#v=onepage&amp;q=&amp;f=false&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. GUERRA, José Teixeira; COELHO Maria Célia Nunes. Unidades de Conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. HAESBAERT, Rogério; PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Unesp, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link:http://books.google.com.br/books?id=1da4MmJy7k4C&amp;pg=PA4&amp;dq=HAESBAERT,+Rog%C3%A9rio%3B+PORTO-GON%C3%87ALVES,+Carlos+Walter.+A+nova+des-ordem+mundial.+S%C3%A3o+Paulo:+Unesp,+2006.&amp;lr=&amp;ei=QBw-S_jQHKSKzQTTr5T5Dw&amp;cd=1#v=onepage&amp;q=HAESBAERT%2C%20Rog%C3%A9rio%3B%20PORTO-GON%C3%87ALVES%2C%20Carlos%20Walter.%20A%20nova%20des-ordem%20mundial.%20S%C3%A3o%20Paulo%3A%20Unesp%2C%202006.&amp;f=false&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. HUERTAS, Daniel Monteiro. Da fachada atlântica à imensidão amazônica: fronteira agrícola e integração territorial. Fapesp/Annablume/Banco da Amazônia: São Paulo, 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. MAGNOLI, Demétrio. Relações Internacionais: teoria e história. SP:Saraiva, 2004.&lt;br /&gt;10. MARTINELLI, Marcelo. Mapas da Geografia e da Cartografia Temática. São Paulo: Contexto, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. SALGADO-LABOURIAU, Maria Léa. História ecológica da Terra. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. SANTOS, Milton. Por uma outra Globalização. Rio de Janeiro: Record, 2004.&lt;br /&gt;13. SOUZA, Marcelo Lopes. O ABC do Desenvolvimento Urbano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link:&lt;br /&gt;http://books.google.com.br/books?id=EYbGeFN9dY0C&amp;pg=PT49&amp;dq=SANTOS,+Milton.+Por+uma+outra+Globaliza%C3%A7%C3%A3o.+Rio+de+Janeiro:+Record,+2004.&amp;lr=&amp;ei=DR0-S9WrNpS-ywSh5NnaCQ&amp;cd=13#v=onepage&amp;q=SANTOS%2C%20Milton.%20Por%20uma%20outra%20Globaliza%C3%A7%C3%A3o.%20Rio%20de%20Janeiro%3A%20Record%2C%202004.&amp;f=false&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. THÉRY, Hervé; MELLO, Neli Aparecida. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: EDUSP, 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. TOLEDO, Maria Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas Rich; TEIXEIRA, Wilson. Decifrando a Terra. São Paulo: Ibep, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Documentos para Geografia&lt;/strong&gt;1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL, Ministério da Educação. ENCCEJA. História e geografia, ciências humanas e suas tecnologias: livro do professor - ensino fundamental e médio/Coordenação Zuleika de Felice Murrie. Brasília: MEC/INEP, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Ciências Humanas e suas Tecnologias - Geografia. Brasília, MEC/SEB, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais - Geografia. Brasília, MEC/SEB, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Geografia para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_GEO_COMP_red_md_20_03.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-1121551464386629272?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/1121551464386629272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=1121551464386629272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1121551464386629272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1121551464386629272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2010/01/bibliografia-para-prova-de-professores.html' title='Bibliografia para prova de professores efetivos - São Paulo'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-6910050176361325015</id><published>2009-12-21T14:51:00.005-02:00</published><updated>2009-12-21T14:56:09.049-02:00</updated><title type='text'>Projeto Árvore na Escola - Relatório final 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-onMUF6vI/AAAAAAAAALU/QHUTOEkqOnQ/s1600-h/ARVORE+014.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-onMUF6vI/AAAAAAAAALU/QHUTOEkqOnQ/s320/ARVORE+014.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417734268023859954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-ogkLmHJI/AAAAAAAAALM/EPF1EgpWh3Q/s1600-h/ARVORE+011.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-ogkLmHJI/AAAAAAAAALM/EPF1EgpWh3Q/s320/ARVORE+011.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417734154171587730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-oXVi_ZRI/AAAAAAAAALE/EX0i2BalTSY/s1600-h/ARVORE+006.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-oXVi_ZRI/AAAAAAAAALE/EX0i2BalTSY/s320/ARVORE+006.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417733995624359186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-oOpuD5AI/AAAAAAAAAK8/K1x66O4qzV0/s1600-h/ARVORE+005.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-oOpuD5AI/AAAAAAAAAK8/K1x66O4qzV0/s320/ARVORE+005.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417733846420677634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-oEkjgupI/AAAAAAAAAK0/9xPoghjxPQs/s1600-h/ARVORE+002.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-oEkjgupI/AAAAAAAAAK0/9xPoghjxPQs/s320/ARVORE+002.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417733673235561106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E.E. São Paulo da Cruz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Projeto Árvore na Escola 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No dia 15 de dezembro de 2009 foi finalizado o projeto árvore na Escola Estadual São Paulo da Cruz na cidade de Osasco, Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este projeto visava à produção de mudas de árvores por parte dos alunos do ensino fundamental, por meio da utilização de materiais recicláveis – caixas de leite (tipo longa vida) e garrafas PET.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O) resultado obtido foi altamente satisfatório com a produção de 163 mudas, a maioria da espécie Leucena (Leucaena Leucocephala) cujas sementes foram colhidas na própria escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas foram destinadas ao viveiro de mudas do Parque Municipal Chico Mendes em Osasco, onde em pouco tempo estarão prontas para o plantio em ruas, praças, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Considerações Finais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Considero extremamente positiva a participação dos alunos neste projeto.&lt;br /&gt;Alunos envolvidos no Projeto:&lt;br /&gt;7ªA - 37&lt;br /&gt;8ªA – 35&lt;br /&gt;8ªB – 35&lt;br /&gt;8ªC - 38&lt;br /&gt;8ªD - 36&lt;br /&gt;8ªE – 34&lt;br /&gt;8ªF – 36&lt;br /&gt;Total de 251 alunos&lt;br /&gt;Total de mudas produzidas 163, participação de 64% dos alunos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças em relação ao meio ambiente devem começar em escala local. Na sua rua, sua escola, seu bairro, sua cidade. A preocupação ambiental não deve ser colocada apenas com problemas globais, quando não interferimos efetivamente e sim efetivamente no lugar onde vivemos convivemos e mantemos relações.&lt;br /&gt;A sociedade precisa disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Professor Claudio Ferreira Terezo&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-6910050176361325015?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/6910050176361325015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=6910050176361325015&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/6910050176361325015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/6910050176361325015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/12/projeto-arvore-na-escola-relatorio.html' title='Projeto Árvore na Escola - Relatório final 2009'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/Sy-onMUF6vI/AAAAAAAAALU/QHUTOEkqOnQ/s72-c/ARVORE+014.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-4811974380051373120</id><published>2009-12-21T14:49:00.000-02:00</published><updated>2009-12-21T14:51:08.665-02:00</updated><title type='text'>Projeto Dicionário de Geografia do Aluno - relatório final 2009</title><content type='html'>E.E São Paulo da Cruz&lt;br /&gt;Projeto Dicionário de Geografia do Aluno 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatório final ano letivo 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao término do ano letivo de 2009 vejo como extremamente positivo o resultado final do Projeto dicionário de Geografia do Aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação dos alunos das séries – 7ªA, 8ªA, 8ªB, 8ªC, 8ªD, 8ªE, 8ªF do ensino fundamental e 1ªA, 1ªB, 1ªC, do ensino médio, período da manhã, foi efetiva, pois a avaliação realizada bimestralmente auxiliou a produção contínua do trabalho em sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A forma de como fazer o dicionário do aluno alternando cores em cada bimestre foi preponderante para a realização do trabalho. &lt;br /&gt;1ª bimestre azul&lt;br /&gt;2ª bimestre vermelho&lt;br /&gt;3ª bimestre preto&lt;br /&gt;4ª bimestre azul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alunos anotavam os conceitos, termos e expressões que não conheciam ou tinham dificuldades de entendimento e posteriormente encontravam seu significado num verdadeiro trabalho de pesquisa. Uma constante e permanente lição de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero este projeto uma ferramenta importante para o desenvolvimento de meu trabalho em sala de aula. Contribuindo para uma efetiva alfetização geográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Claudio Ferreira Terezo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-4811974380051373120?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/4811974380051373120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=4811974380051373120&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4811974380051373120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4811974380051373120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/12/projeto-dicionario-de-geografia-do.html' title='Projeto Dicionário de Geografia do Aluno - relatório final 2009'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-719899063009682276</id><published>2009-10-14T16:08:00.002-03:00</published><updated>2009-10-14T16:13:19.233-03:00</updated><title type='text'>VI Semana de Geografia USP</title><content type='html'>Dia 21 de Outubro no período da tarde, haverá a apresentação do projeto "Dicionário de Geografia do Aluno"na VI Semana de Geografia da USP. O Prof. Claudio Terezo e os alunos da E.E, São Paulo da Cruz, realizarão um trabalho de campo com uma visita ao Museu Geológico e posteriormente a apresentação dos trabalhos.&lt;br /&gt;Caso queira conhecer o trabalho , apareça, contamos com sua presença!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-719899063009682276?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/719899063009682276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=719899063009682276&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/719899063009682276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/719899063009682276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/10/vi-semana-de-geografia-usp.html' title='VI Semana de Geografia USP'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-4815552785680270121</id><published>2009-09-24T16:32:00.005-03:00</published><updated>2009-09-24T16:35:58.120-03:00</updated><title type='text'>Projeto Árvore na escola 24 de setembro de 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvJzMLa1NI/AAAAAAAAAKY/fZLs1QqfMJU/s1600-h/200909240907_00723.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvJzMLa1NI/AAAAAAAAAKY/fZLs1QqfMJU/s320/200909240907_00723.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385119660731192530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvJmewmFBI/AAAAAAAAAKQ/7nAgYoF8vhU/s1600-h/200909240900_00721.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvJmewmFBI/AAAAAAAAAKQ/7nAgYoF8vhU/s320/200909240900_00721.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385119442380657682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvJc0AtRrI/AAAAAAAAAKI/3yQy9fFPgLU/s1600-h/200909240859_00720.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvJc0AtRrI/AAAAAAAAAKI/3yQy9fFPgLU/s320/200909240859_00720.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385119276286690994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste trabalho com a 8ª série A, recebemos a visita da Vice-Diretora Roseli Matos e das professoras Regina e Josefa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-4815552785680270121?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/4815552785680270121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=4815552785680270121&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4815552785680270121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4815552785680270121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/09/projeto-arvore-na-escola-24-de-setembro.html' title='Projeto Árvore na escola 24 de setembro de 2009'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvJzMLa1NI/AAAAAAAAAKY/fZLs1QqfMJU/s72-c/200909240907_00723.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-5705050764046106130</id><published>2009-09-24T16:25:00.005-03:00</published><updated>2009-09-24T16:31:50.669-03:00</updated><title type='text'>Projeto Árvore na Escola 19 de setembro de 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvI4WLXjbI/AAAAAAAAAKA/C7thted6KqM/s1600-h/200909190855_00718.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvI4WLXjbI/AAAAAAAAAKA/C7thted6KqM/s320/200909190855_00718.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385118649803050418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvIikpC1rI/AAAAAAAAAJ4/QFhvfIxJeuw/s1600-h/200909190855_00717.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvIikpC1rI/AAAAAAAAAJ4/QFhvfIxJeuw/s320/200909190855_00717.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385118275728496306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvISTxwaII/AAAAAAAAAJw/bTAa83ymGto/s1600-h/200909190855_00716.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvISTxwaII/AAAAAAAAAJw/bTAa83ymGto/s320/200909190855_00716.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385117996323727490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvIB2kB9rI/AAAAAAAAAJo/zdz5kWAs7Os/s1600-h/200909190854_00715.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvIB2kB9rI/AAAAAAAAAJo/zdz5kWAs7Os/s320/200909190854_00715.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385117713603622578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto Árvore na escola &lt;br /&gt;19 de setembro de 2009&lt;br /&gt;Coleta de mudas &lt;br /&gt;separação de canteiros&lt;br /&gt;Já está com outra cara o nosso espaço!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-5705050764046106130?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/5705050764046106130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=5705050764046106130&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5705050764046106130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5705050764046106130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/09/projeto-arvore-na-escola-19-de-setembro.html' title='Projeto Árvore na Escola 19 de setembro de 2009'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvI4WLXjbI/AAAAAAAAAKA/C7thted6KqM/s72-c/200909190855_00718.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-4528804254362753836</id><published>2009-09-24T16:17:00.001-03:00</published><updated>2009-09-24T16:25:42.727-03:00</updated><title type='text'>Projeto Árvore na Escola 12 de Setembro de 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvHePehYJI/AAAAAAAAAJg/ghSF4nYgDNA/s1600-h/200909120818_00710.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvHePehYJI/AAAAAAAAAJg/ghSF4nYgDNA/s320/200909120818_00710.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385117101816111250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvHP7pIhPI/AAAAAAAAAJY/jCzPaMer7iQ/s1600-h/200909120924_00711.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvHP7pIhPI/AAAAAAAAAJY/jCzPaMer7iQ/s320/200909120924_00711.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385116855973741810" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvGVOcFg7I/AAAAAAAAAJQ/UW4270HFpXY/s1600-h/200909120818_00709.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvGVOcFg7I/AAAAAAAAAJQ/UW4270HFpXY/s320/200909120818_00709.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385115847407010738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Início da entrega das mudas do Projeto árvore na Escola&lt;br /&gt;Dia 12 de setembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;colocação das placas de identificação das classes&lt;br /&gt;Separação dos canteiros de mudas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-4528804254362753836?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/4528804254362753836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=4528804254362753836&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4528804254362753836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/4528804254362753836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/09/projeto-arvore-na-escola.html' title='Projeto Árvore na Escola 12 de Setembro de 2009'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SrvHePehYJI/AAAAAAAAAJg/ghSF4nYgDNA/s72-c/200909120818_00710.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-1938701920829873342</id><published>2009-05-25T13:38:00.001-03:00</published><updated>2009-06-21T20:00:57.561-03:00</updated><title type='text'>Por que um vulcão entra em erupção?</title><content type='html'>Geografia Você Sabia? Site TERRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que um vulcão entra em erupção?&lt;br /&gt;Embora representem grandes catástrofes naturais e provoquem temor em quem resida nas proximidades, os vulcões também são considerados fontes de observação científica sobre o que acontece nas entranhas da Terra. "As lavas, os gazes e as cinzas expelidos durante as erupções fornecem novos conhecimentos de como os minerais são formados e onde recursos de interesse econômico para a humanidade podem se localizar", pondera o &lt;strong&gt;professor Claudio Terezo, autor do Novo Dicionário de Geografia e professor da Escola São Paulo da Cruz, em Osasco. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tecnicamente, um vulcão pode ser descrito como uma estrutura geológica, muitas vezes em formato de cone, que tem origem na emissão de magma, gases e partículas. Segundo o &lt;strong&gt;professor Terezo&lt;/strong&gt;, os vulcões entram em erupção "devido às atividades endógenas (ou seja, do interior da Terra), que são processos e eventos que permitem e provocam a ascensão de material magmático (lavas, gazes e cinzas) do interior da Terra à superfície, numa liberação espetacular do calor interno acumulado através do tempo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não existe consenso sobre quando um vulcão é ativo ou não. Em algumas formações, ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos, mas atualmente elas não estão em atividade. Hoje, apenas alguns vulcões encontram-se em estado permanente de erupção, como o Stromboli, nas Ilhas Lipari, próximo da Sicília, na Itália, e o Izalco, localizado em El Salvador. Na América do Sul, o Sangay e o Cotopaxi, ambos no Equador, também têm constante atividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação Terra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3771238-EI8401,00.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-1938701920829873342?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3771238-EI8401,00.html' title='Por que um vulcão entra em erupção?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/1938701920829873342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=1938701920829873342&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1938701920829873342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1938701920829873342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/05/por-que-um-vulcao-entra-em-erupcao.html' title='Por que um vulcão entra em erupção?'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-8847524781774694972</id><published>2009-05-25T13:31:00.001-03:00</published><updated>2009-05-25T13:33:58.149-03:00</updated><title type='text'>Vai um cafezinho? Segredo de campeão Site TERRA</title><content type='html'>Segredo de campeão&lt;br /&gt;Segunda, 25 de maio de 2009, 10h18 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vai um cafezinho? Grão cai na prova de História&lt;br /&gt;Um dos símbolos do nosso País, o café tem um dia especial no Calendário Brasileiro de Eventos: 24 de maio, Dia Nacional do Café. Para quem se prepara para o vestibular, a bebida não é apenas uma possível companhia nas longas horas de estudo. A importância política e econômica da cultura do café é um assunto que pode aparecer em provas de História e Geografia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os professores de cursinhos pré-vestibular destacam o período entre o século XIX e o começo do século XX como o mais importante historicamente. "Desde o período regencial, o café já propiciava grandes lucros para o País, mas foi no Segundo Império que a produção atingiu seu apogeu", diz Rafael Menezes, professor de História do Elite Pré-Vestibular de Porto Alegre. &lt;br /&gt;Durante esse período, havia duas áreas principais de cultivo do café no Brasil: "O Vale do Paraíba, do qual faziam parte territórios de São Paulo e Rio de Janeiro, e o Oeste Paulista, que era o centro da Província de São Paulo. No Vale do Paraíba, a mão-de-obra era escrava, enquanto no Oeste Paulista, predominava a mão-de-obra livre, de imigrantes europeus", destaca Ciro de Moura Ramos, professor de História do Curso Objetivo, de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No âmbito político, Ramos destaca as políticas do café-com-leite e a de valorização do café: "Depois da Proclamação da República, em 1889, os cafeicultores passaram a participar do governo federal. Como São Paulo era economicamente mais forte, mas Minas Gerais tinha mais expressão política, as oligarquias se uniram. Formou-se o que ficou conhecida como política do café-com-leite. A política de valorização do café começa em 1906, quando os governos de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ¿ Estados mais importantes da cafeicultura ¿ se comprometem a comprar excedentes para manter os preços internacionais do café. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa política estimulou os cafeicultores a produzirem mais, o que gerou uma superprodução de café no final da década de 20. Getúlio Vargas, ao assumir o poder em 1930, manda queimar os excedentes e erradica muitos cafezais, para substituir por outros produtos". O professor ressalta ainda a participação dos cafeicultores no desenvolvimento econômico do País no final do século XIX e começo do século XX, com investimentos em indústrias e bancos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda hoje, o Brasil é o maior exportador de café do mundo ¿ o que pode ser comemorado, mas também visto com atenção, na opinião do professor Claudio Terezo, autor do livro Novo Dicionário de Geografia, principalmente em relação à questão ecológica, do manejo e preservação do solo nas áreas de plantio. "As áreas produtoras de café, sofrem com a perda de solo provocado pela lixiviação, ou seja, quando a água e as chuvas literalmente lavam o solo, causando degradação com difícil recuperação". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação Terra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3779839-EI11636,00-Vai+um+cafezinho+Grao+cai+na+prova+de+Historia.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-8847524781774694972?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3779839-EI11636,00-Vai+um+cafezinho+Grao+cai+na+prova+de+Historia.html' title='Vai um cafezinho? Segredo de campeão Site TERRA'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/8847524781774694972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=8847524781774694972&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8847524781774694972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8847524781774694972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/05/vai-um-cafezinho-segredo-de-campeao.html' title='Vai um cafezinho? Segredo de campeão Site TERRA'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-7539772056927858438</id><published>2009-05-11T16:32:00.000-03:00</published><updated>2009-05-11T16:33:45.735-03:00</updated><title type='text'>Evite erros mais comuns em Geografia no Vestibular</title><content type='html'>Segredo de campeão&lt;br /&gt;Segunda, 11 de maio de 2009, 14h03 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Evite erros mais comuns em Geografia no vestibular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas provas divididas tradicionalmente em disciplinas ou naquelas que apresentam conteúdos interdisciplinares, a Geografia trata de uma infinidade de assuntos, do tipo de relevo da sua região aos planetas do Sistema Solar, passando por aspectos políticos e econômicos nacionais e internacionais. "Os temas que possivelmente estarão presentes podem estar distribuídos e embutidos em outras ciências, como conhecimentos gerais. Vale ressaltar que a Geografia fala da realidade e como podemos encarar os fatos ocorridos em determinado momento", diz o professor Claudio Terezo, autor do autor do livro Novo Dicionário de Geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao aprender e memorizar tantos conteúdos, os candidatos devem prestar atenção aos mínimos detalhes, sob pena de cometerem deslizes durante as provas que podem comprometer sua aprovação. "As 'pegadinhas', quando ocorrem, não são uma forma direta para prejudicar o estudante, mas para valorizar o aluno que relaciona, compreende os fatos e, principalmente, se mantém concentrado", avalia Terezo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira alguns erros frequentes apontadas pelo professor e que podem ser evitados no vestibular: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Idade da Terra: de acordo com Terezo, uma das confusões mais comuns entre os vestibulandos é sobre a idade da Terra. Estima-se que planeta tenha surgido há 4,5 bilhões de anos, enquanto o Universo teria entre 9 e 15 bilhões, ensina o professor. Esse assunto costuma aparecer em meio a teorias sobre a origem do planeta e sua formação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tempo x clima: é comum também trocar as definições de tempo e clima. "Tempo é o estado momentâneo do ar, num determinado lugar da Terra. Caracteriza o tempo atmosférico desse lugar", diz Terezo. Enquanto clima pode ser: "1. Conjunto de estados do tempo meteorológico que caracteriza uma determinada região durante um grande período de tempo, incluindo o comportamento habitual e as flutuações, resultante das complexas relações entre a atmosfera, geosfera, hidrosfera, criosfera e biosfera. 2. Conjunto de fenômenos meteorológicos (chuvas, temperatura, pressão atmosférica, umidade e ventos) que caracterizam o estado médio da atmosfera num determinado ponto da superfície terrestre. 3. Sucessão habitual dos tipos de tempo, cujos elementos são a temperatura, a pressão e a umidade atmosférica (diferenciando os climas planetariamente)", detalha o professor. Ele ressalta ainda que os fatores do clima altitude, latitude, proximidade do mar, correntes marítimas (diferenças regionais dos climas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fenômenos naturais: quando se trata de fenômenos da natureza, há quem confunda os problemas com a interferência humana no planeta (ação antrópica), como os envolvendo mudanças climáticas e o tão falado aquecimento global, e os fenômenos que independem da ação humana, como terremotos e vulcões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fusos horários: não precisa viajar para ser afetado pelos fusos horários. As mudanças nos relógio de acordo com a posição no planeta fazem parte das questões mais problemáticas para muitos vestibulandos. Segundo Terezo, os problemas aumentam principalmente quando a questão traz informações em mapas. "Fique atento a todas as informações, como cores, legenda e escala do mapa", sugere o professor. &lt;br /&gt;Redação Terra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3757883-EI11636,00-Evite+erros+mais+comuns+em+Geografia+no+vestibular.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-7539772056927858438?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3757883-EI11636,00-Evite+erros+mais+comuns+em+Geografia+no+vestibular.html' title='Evite erros mais comuns em Geografia no Vestibular'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/7539772056927858438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=7539772056927858438&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/7539772056927858438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/7539772056927858438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/05/evite-erros-mais-comuns-em-geografia-no.html' title='Evite erros mais comuns em Geografia no Vestibular'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-3001407684245374307</id><published>2009-05-10T14:25:00.000-03:00</published><updated>2009-05-10T14:26:30.805-03:00</updated><title type='text'>Entenda como enchentes e seca podem cair na prova</title><content type='html'>Entenda como enchentes e seca podem cair na prova&lt;br /&gt;08 de maio de 2009 • 12h06 • atualizado às 12h06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As chuvas no Norte e no Nordeste e a seca no Sul, fenômenos que deixaram centenas de municípios brasileiros em estado de emergência nos últimos dias, podem inspirar questões de vestibular. Para Claudio Terezo, autor do livro Novo Dicionário de Geografia e professor da Escola São Paulo da Cruz, em Osasco, esses acontecimentos recentes podem aparecer relacionados a questões sobre os diferentes tipos de clima no País ou envolvendo assuntos históricos, por exemplo, sobre a seca no Nordeste. &lt;br /&gt;» Governo libera R$ 21 mi para distribuir água em regiões alagadas &lt;br /&gt;"A seca no Nordeste não existe somente na história recente. A região convive com essas condições há muito tempo. Sua vegetação predominante, a caatinga, está adaptada a baixa precipitação anual (menos de 500 mm) e a chuvas irregulares. O sertanejo sabe que não se deve combater a seca e sim conviver com ela", afirma. &lt;br /&gt;Segundo o geógrafo, alterações no clima local podem ocorrer em determinados períodos e não existe uma previsão para controlar a ação das intempéries. "O que pode e deveria ser feito é minimizar os efeitos sofridos. No caso das fortes chuvas que castigam o Nordeste, uma medida seria a não ocupação de áreas de várzea (chamado também de segundo leito). Se tal ocupação não ocorresse, e normalmente ocorrem por motivos envolvendo problemas sociais, o regime de chuvas acima do normal causaria menos transtornos para a população. O que deve ficar claro é que o rio não invade a cidade e sim a cidade invade o rio", analisa. &lt;br /&gt;Sobre a seca na região Sul, Terezo aponta como um dos principais fatores o mal uso da terra, sendo agravado por ações antrópicas (ação do homem) com grandes extensões de terra sendo utilizados pela agricultura intensiva e criação de animais. "Existe no Rio Grande do Sul um grande e grave problema com a desertificação de enormes áreas e, neste caso, o processo de degradação é praticamente irreversível. É importante lembrar que este fenômeno não atinge o Sul por igual. Se hoje essa região enfrenta problemas com seca, há pouco tempo Santa Catarina enfrentou graves problemas com chuvas", ressalta. &lt;br /&gt;As questões envolvendo aspectos climáticos do Brasil podem ser apresentadas em forma de mapas ou gráficos, para análise do aluno. É fundamental saber os tipos de clima do país: "Na Região Norte e parte da Centro-Oeste, aparecem os climas equatorial úmido e equatorial subúmido. O restante da Região Centro-Oeste, o Nordeste e o Sudeste constituem o domínio do clima tropical, que apresentam variações conforme a atuação dos diversos sistema atmosféricos e dos fatores geográficos. O trópico de capricórnio, linha imaginaria que marca o limite meridional da declinação anual do sol, sinaliza o inicio da área de clima subtropical. Atinge principalmente os Estados da Região Sul", ensina o professor. &lt;br /&gt; Redação Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3753050-EI8266,00.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-3001407684245374307?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/3001407684245374307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=3001407684245374307&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/3001407684245374307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/3001407684245374307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/05/entenda-como-enchentes-e-seca-podem.html' title='Entenda como enchentes e seca podem cair na prova'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-5556449914254185980</id><published>2009-05-10T14:24:00.001-03:00</published><updated>2009-05-26T16:04:01.605-03:00</updated><title type='text'>O que é o Triângulo das Bermudas?</title><content type='html'>Geografia   Terra Você sabia? Maio 2009&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O que é o Triângulo das Bermudas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os constantes desaparecimentos supostamente ocorridos nessa área, situada no Oceano Atlântico, podem ter uma explicação bem mais simples do que a intervenção de malignos extraterrestres ou de portais para dimensões desconhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Triângulo dos Bermudas (também conhecido como Triângulo do Diabo) está localizado entre o Estado americano da Flórida e as ilhas de Bermudas e Porto Rico, apesar de não ser apontado em nenhum mapa. Segundo o professor Claudio Terezo, autor do Novo Dicionário de Geografia e professor da Escola São Paulo da Cruz, em Osasco, "a terminologia começou a ser usada a partir da década de 60, para designar um local na qual ocorriam, desde o século XIX, desaparecimentos sem explicação. Primeiro, eram barcos e navios; posteriormente, também aviões que sobrevoavam a localidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora existam listas que apontem inúmeros casos de desaparecimento no Triângulo das Bermudas, nunca houve confirmação oficial. Algumas teorias remetem a seres de outros planetas e explicações místicas, mas é provável que a causa desses eventos não tenha nada de sobrenatural. "Vale lembrar que esta região tem intensa atividade climática, sendo área formadora de grandes tempestades tropicais", informa o professor Claudio Terezo. &lt;br /&gt;Outra possível explicação é que, naquela área, existem diversas zonas de hidrato de metano (gás metano) sobre as placas continentais. Ao entrarem em erupção, essas zonas produziriam regiões de água espumosa, que não dariam sustentação aos barcos devido à perda de densidade da água. A queda de aviões também aconteceria devido à perda de densidade do ar, igualmente influenciada pelo hidrato de metano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na era das Grandes Navegações, nos séculos XV e XVI, quando não havia máquinas a vapor e barcos com motor, as embarcações vindas da Europa procuravam passar por aquela área, justamente para tirar proveito dos ventos da Corrente do Golfo, instável e conhecida por seus furacões. O número de incidentes ocorridos na área nos últimos cinco séculos é incerto, variando de duzentos até mil, conforme especulações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta pergunta foi enviada pelo internauta Francisco Claudino de Paula&lt;br /&gt;Redação Terra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3735570-EI8401,00.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-5556449914254185980?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/5556449914254185980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=5556449914254185980&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5556449914254185980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5556449914254185980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/05/o-que-e-o-tiangulo-das-bermudas.html' title='O que é o Triângulo das Bermudas?'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-5073887646830968221</id><published>2009-04-24T18:10:00.002-03:00</published><updated>2009-05-11T16:35:30.898-03:00</updated><title type='text'>Exoplaneta pode orbitar sua prova de Geografia. Terra Educação.</title><content type='html'>Fique de olho&lt;br /&gt;Sexta, 24 de abril de 2009, 14h13  &lt;br /&gt;Exoplaneta pode orbitar sua prova de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descoberto nesta semana por astrônomos no Chile, o exoplaneta Gliese 581e pode ser assunto de questões das provas de Geografia do próximo vestibular. Com pouco menos do que o dobro da massa da Terra e grandes quantidades de água, é um dos 350 exoplanetas detectados até hoje por salélites e chamou a atenção da comunidade científica por ser o menor já descoberto e o mais parecido com o planeta em que vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Cientistas localizam o menor exoplaneta já descoberto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um exoplaneta é um planeta que orbita a sua estrela, da mesma forma que a Terra ou Júpiter orbitam o Sol - a diferença é que isto acontece fora do nosso sistema solar", explica &lt;strong&gt;o professor Claudio Terezo&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;autor do livro Novo Dicionário de Geografia. &lt;/strong&gt;"Também designados por planetas extra-solares, a maior parte dos que já foram descobertos são gigantes gasosos, do tipo de Júpiter, mas apenas porque os meios de detecção existentes não possuem ainda a sensibilidade necessária para detectar planetas menores e que induzem variações de pouca amplitude na órbita da estrela em torno da qual orbitam", complementa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema Solar, detalha &lt;strong&gt;Terezo&lt;/strong&gt;, é o conjunto de corpos celestes que gira em torno do Sol, sob a influência de sua força gravitacional. Em agosto de 2006, a comunidade científica reclassificou os corpos do sistema solar e passou a reconhecer oito planetas ¿ por ordem de proximidade do Sol são Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno ¿ e três planetas anões: Ceres, Eris e Plutão. O geógrafo explica que, para ser um planeta, é necessário ter uma forma aproximadamente redonda, girar em torno de uma estrela e ser o astro dominante em sua órbita - ou seja, influenciar na trajetória dos corpos celestes próximos a ele (limpando a vizinhança), desviando asteróides, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Até 2006, Plutão era considerado o nono planeta do sistema solar, em distância do Sol. A partir daquele ano, teve sua categoria alterada para planeta anão, já que não atende a esse último requisito, por ter uma órbita muito próxima à de Netuno, que é muito maior do que ele. Assim sendo, é Netuno quem acaba influenciando a trajetória dos corpos celestes mais próximos", explica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor diz que outras questões relacionadas a esses conteúdos podem aparecer no vestibular, como a teoria de formação do Universo (Big Bang) e formação do planeta Terra (cuidado com pegadinhas sobre idade do universo e do planeta Terra); estrelas, constelações, Via Láctea e Sistema Solar (como ocorrem sua formação); movimentos da Terra (rotação e translação); estações do ano (em decorrência do movimento de translação); solstício (posição que a Terra ocupa nos dias 22 de junho e 22 de dezembro, quando começa o verão ou inverno) e equinócio (ponto da órbita em que a duração do dia e da noite são iguais) e dependência de energia solar para vida na Terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3723008-EI11634,00-Exoplaneta+pode+orbitar+sua+prova+de+Geografia.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-5073887646830968221?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3723008-EI11634,00-Exoplaneta+pode+orbitar+sua+prova+de+Geografia.html' title='Exoplaneta pode orbitar sua prova de Geografia. Terra Educação.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/5073887646830968221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=5073887646830968221&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5073887646830968221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5073887646830968221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/04/exoplaneta-pode-orbitar-sua-prova-de.html' title='Exoplaneta pode orbitar sua prova de Geografia. Terra Educação.'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-1320198799980131921</id><published>2009-04-13T14:07:00.001-03:00</published><updated>2009-04-13T14:10:50.826-03:00</updated><title type='text'>L'Aquila pode inspirar questão sobre terremotos</title><content type='html'>Fique de olho&lt;br /&gt;Segunda, 13 de abril de 2009, 09h54  &lt;br /&gt;L'Aquila pode inspirar questão sobre terremotos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abalos sísmicos como o terremoto que atingiu a região central da Itália na madrugada de segunda-feira, deixando mais de 200 mortos e devastando a cidade medieval de L'Aquila, podem ser assunto das provas de Geografia no vestibular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Medo de novos tremores fazem de L'Aquila uma cidade fantasma &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O professor Claudio Terezo, autor do livro "Novo Dicionário de Geografia", &lt;/strong&gt;explica que terremotos são abalos causados pela liberação repentina da energia acumulada durante longos intervalos de tempo em que as placas tectônicas sofreram esforços para se movimentar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando o atrito entre elas é vencido - subducção ou falha transformante - ou quando partes se rompem - separação de placas -, ocorrem os abalos. Eles têm intensidade, duração e freqüência variáveis, podendo resultar em grandes modificações na superfície, não só pela destruição que causam, mas por estarem associados aos movimentos das placas tectônicas", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incidência de terremotos está localizada principalmente nas bordas das placas tectônicas, áreas onde ocorrem colisões entre imensos blocos rochosos, detalha o geógrafo. Regiões como o sul do Chile, a América Central e costa oeste da América do Norte costumam ser atingidas por esse tipo de fenômeno, assim como países como Japão e Indonésia. "Também existe grande movimentação em áreas com dobramentos recentes (altas montanhas) como os Alpes europeus e Himalaia", complementa o professor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terezo&lt;/strong&gt; diz que as ciências da Terra são alvo de vários tipos de questionamentos no vestibular. "A forma como aluno vai trabalhar e relacionar os conteúdos deve seguir uma linha partindo da história de formação do planeta. As teoria da deriva dos continentes e da tectônica de placas, estrutura interna e composição da Terra, transformação do relevo e vulcões", ressalta. Outra dica do professor é lembrar que os terremotos não são provocados pela ação do homem: "Pode ocorrer alguma pegadinha relacionando o tema com questões ambientais e ecológicas envolvendo o tão falado - muitas vezes de maneira equivocada - aquecimento global". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o geógrafo, pode haver ainda outras causas para os terremotos: "Tanto que houve um no Brasil, que é área geologicamente estável, que não está no limite das placas tectônicas. Nos terrenos sedimentares, pode haver um ajuste de terra nas camadas mais profundas do terreno e provocar um abalo sísmico, mas será de baixa amplitude na escala Richter. Esses abalos sísmicos são conhecidos por desmoronamentos internos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação Terra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3693329-EI11634,00-LAquila+pode+inspirar+questao+sobre+terremotos.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-1320198799980131921?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3693329-EI11634,00-LAquila+pode+inspirar+questao+sobre+terremotos.html' title='L&apos;Aquila pode inspirar questão sobre terremotos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/1320198799980131921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=1320198799980131921&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1320198799980131921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1320198799980131921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/04/laquila-pode-inspirar-questao-sobre.html' title='L&apos;Aquila pode inspirar questão sobre terremotos'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-7378149169499299840</id><published>2009-03-04T13:56:00.003-03:00</published><updated>2009-04-20T14:27:44.003-03:00</updated><title type='text'>Dicas de Geografia - Portal Terra</title><content type='html'>Portal Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segredo de campeão&lt;br /&gt;Terça, 3 de março de 2009, 12h09  &lt;br /&gt;Confira as questões que podem cair em Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A complexidade e abundância de assuntos ligados à Geografia nas provas de vestibular tão extensa que, muitas vezes, o candidato não consegue dar conta de todos os conteúdos da disciplina cobrados pela universidade em que pretende estudar. "Vale lembrar que a Geografia num vestibular pode parecer uma grande prova de conhecimentos gerais", diz o professor Claudio Terezo, autor do livro Novo Dicionário de Geografia e professor da Escola São Paulo da Cruz, em Osasco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O geógrafo lembra ainda que é importante que o aluno se foque em três conceitos principais para a aprendizagem: conhecer, perguntar e registrar. "Quando retomar seus estudos no período pré-vestibular, isso trará ótimos resultados", afirma Terezo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para orientar os vestibulandos, ele selecionou cinco temas recorrentes nos exames e diz que o aluno "deve relacionar e fazer um encadeamento de idéias, ligando vários assuntos", fazendo com que um tema possa auxiliá-lo em outras questões. Confira as sugestões do professor: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Globalização: você pode começar pelas revoluções industriais e suas conseqüências para o panorama do mundo atual. Foque na 3ª Revolução Industrial (Revolução tecnocientífica) seguindo o eixo que passa por Nova Ordem Mundial, formação de blocos econômicos, reorganização da economia mundial. Dica: pense na globalização centrada num tripé de interdependência formado por transportes, comércio e telecomunicações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Problemas ambientais: tema sempre atual e que envolve uma enorme gama de variantes. Mudanças climáticas afetadas pelo aquecimento global? O efeito estufa sendo agravado pelas ilhas de calor nas cidades aumentando sensivelmente a temperatura da Terra? Degelo nos pólos pode aumentar o nível dos oceanos e acabar com as cidades litorâneas? Deve haver uma redução da queima de combustíveis fosseis e é primordial o uso consciente dos recursos naturais? Ah! A solução são os biocombustíveis? Veja que um assunto está de alguma forma ligado ao outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Geopolítica mundial: a relação de poder sempre será tema para vestibulares, principalmente com conflitos que se estendem por anos e décadas, como a eterna disputa entre judeus e palestinos na Faixa de Gaza. Sem esquecer do poder exercido pelos países produtores de petróleo, como a questão nuclear ainda permeia nosso mundo e a questão de Cuba. Lembrando que a atual crise econômica (2008) e a posse de Barack Obama podem ser tema de redação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Realidade brasileira: os problemas que o Brasil enfrenta e poderá enfrentar num futuro breve certamente serão pauta para questões de qualquer vestibular. A corrupção e o enfraquecimento do poder público, a falta de credibilidade de nossas instituições são importante foco para planejamento de nosso futuro. Como esquecer do problema de envelhecimento da população brasileira em poucas décadas? A realidade brasileira pode ser contada a partir da distribuição territorial das atividades econômicas, a industrialização brasileira e o processo de urbanização, item básico para a configuração da população brasileira. Lembre-se que a questão sobre a qualidade de vida da população, seus indicadores e taxas, reforma agrária e o processo de redemocratização sempre estão presentes nos vestibulares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amazônia: quando falamos de Amazônia, devemos lembrar que ela não é apenas uma parte do Brasil e sim um enorme território da América do Sul. Trata-se de um assunto de relevância global e, como tal, temos que observar fatos que permeiam este imenso espaço, tais como o uso sustentável da floresta, o ecoturismo, o desmatamento e o processo de desertificação, a complexidade do sistema hidrográfico e até as questões da biotecnologia e da biopirataria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3610144-EI11636,00-Confira+as+questoes+que+podem+cair+em+Geografia.html&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://odia.terra.com.br/educacao/htm/confira_as_questoes_que_podem_cair_em_geografia_233452.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; http://tanahoradovestibular.blogspot.com/2009/03/geografia-confira-as-questoes-que-podem.html&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.jusbrasil.com.br/politica/1801627/confira-as-questoes-que-podem-cair-em-geografia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; http://www.jundiaionline.com.br/portal/noticias/conteudo.asp?id=24850&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.universitario.com.br/noticias/noticias_noticia.php?id_noticia=7435&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-7378149169499299840?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3610144-EI11636,00-Confira+as+questoes+que+podem+cair+em+Geografia.html' title='Dicas de Geografia - Portal Terra'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/7378149169499299840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=7378149169499299840&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/7378149169499299840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/7378149169499299840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2009/03/portal-terra.html' title='Dicas de Geografia - Portal Terra'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-2310841123463453920</id><published>2008-09-05T17:51:00.001-03:00</published><updated>2008-09-05T18:01:34.604-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-2310841123463453920?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/2310841123463453920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=2310841123463453920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2310841123463453920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2310841123463453920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/09/blog-post.html' title=''/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-526622271326462446</id><published>2008-07-21T09:30:00.002-03:00</published><updated>2008-07-21T13:49:51.670-03:00</updated><title type='text'>Conheça um pouco do Novo Dicionário de Geografia!</title><content type='html'>NOVO DICIONÁRIO DE GEOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheça um pouco do Novo Dicionário de Geografia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A (PEDOLOGIA): Horizonte superficial do solo, mineral, caracterizado por uma acumulação de matéria orgânica decomposta, intimamente associada com a fra¬ção mineral. &lt;br /&gt; ABALO: Vibração do solo devido a um sismo (terremoto) ou explosão. &lt;br /&gt;ABALO SÍSMICO: Movimento natural que ocorre no interior da Terra (terremotos, tremores de terra) e se propaga por vibrações. &lt;br /&gt;ABIÓTICO: Componente não-vivo do meio ambiente, como o solo, o ar ou a água. &lt;br /&gt;ABORÍGENES: Nativos; habitantes primitivos da terra; indígenas. &lt;br /&gt;ABISSAL: Corresponde aos abismos submarinos onde as profundidades são superiores a 5000 metros. Esta região morfológica da geografia do fundo do mar equivale a uma área total de 3% dos oceanos. &lt;br /&gt;ABRASÃO: Nome dado por Richthofen ao trabalho destruidor do mar na zona costeira. &lt;br /&gt;ABRASIVO: Material que produz desgaste por choque ou atrito. &lt;br /&gt;ABRUPTO: Tema de natureza qualitativa para descrição da paisagem física, onde aparecem escarpamentos. Íngreme; escarpado. &lt;br /&gt;AB’SABER (AZIZ NACIB): Geógrafo brasileiro (São Luís do Paraitinga, SP, 1924). Professor Titular de Geografia Física da Universidade de São Paulo e pesquisador do Instituto de Estudos avançados daquela instituição. Elaborou uma macroclassificação natural do território brasileiro utilizando o conceito de Domínio Morfoclimático, que une características de clima, relevo e vegetação. Publicou numerosos trabalhos, notadamente na área de geomorfologia. Destacam-se: Geomorfologia do sítio urbano de São Paulo (1957), O relevo brasileiro e seus problemas (1964), A organização natural das paisagens inter e subtropicais brasileiras (1974) e Os domínios de natureza no Brasil (2003). &lt;br /&gt;ABSORÇÃO DE ÁGUA: Diz-se quando as gotas de água das chuvas ficam retidas na camada superficial do solo. A água passa a infiltrar-se por efeito da gravidade, se o solo e o subsolo são porosos; caso contrário, as novas porções de água caídas engrossarão o lençol de escoamento superficial. Este tipo de escoamento das águas só se verifica, por conseguinte, quando a precipitação fluvial for superior à capacidade de absorção e de infiltração. &lt;br /&gt;ACAMADAMENTO (Estratigrafia): Uma das feições mais típicas das rochas sedimentares, uma vez que consiste na disposição em corpos tabulares (cama¬das), com espessura e extensão variáveis, porém com características físicas pró¬prias no que tange à sua granulometria, grau de esfericidade, arredondamento, tipo de cimento e seleção, como também, algumas vezes, por sua coloração. Re¬flete as condições do ambiente deposicional em que se formaram as rochas sedimentares. &lt;br /&gt;AÇÃO (antrópica): Qualquer atividade desenvolvida pelo homem sobre o meio ambiente, independentemente de ser maléfica ou benéfica. &lt;br /&gt;AÇÃO: Documento que representa uma parcela do patrimônio de determinada empresa. Assim, o dono de um conjunto de ações é dono de uma fração da empresa que emitiu esses títulos de propriedade ou ações. Controla a empresa quem for dono da maior parte das suas ações. &lt;br /&gt;ACEIRO: Barreira natural ou construída, destinada a causar descontinuidade do material combustível (ex: rios, estradas). &lt;br /&gt;ACIDENTE DE RELEVO: Denominação usada para qualquer forma de relevo que ofereça contrastes com outras que lhe estão próximas. &lt;br /&gt;ACIDENTE GEGRÁFICO: O mesmo que acidente de relevo. &lt;br /&gt;ACLIVE: Ladeira ou encosta íngreme, quando considerada de baixo para cima. &lt;br /&gt;ACULTURAÇÃO: Processo que ocorre no contato entre duas ou mais culturas, no qual são assimilados traços culturais de cada uma delas pelas outras, prevalecendo o predomínio de uma cultura com maior poder de dominação sobre as demais. A aculturação resulta do processo de interação entre culturas. &lt;br /&gt;ACUMULAÇÃO: O mesmo que sedimentação. &lt;br /&gt;AÇUDE: Lago natural ou artificial, utilizado para represar águas, especialmente para irrigação. &lt;br /&gt;ADAM SMITH: Economista inglês (séc. XVIII) que adotou um critério bastante simples para a divisão do mundo: o bloco das nações “prósperas e civilizadas” e o das nações “selvagens”. Essas últimas constituiriam o bloco que hoje é integrado pelos países do Terceiro mundo (subdesenvolvidos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B (PEDOLOGIA): 1. Horizonte da máxima iluviação do solo, formado sob um horizon¬te E, A ou O, bastante afetado por transformações pedogenéticas, em que pouco ou nada restou da estrutura original da rocha. 2. Símbolo que indica a presença de horizonte soterrado. &lt;br /&gt;BACIA: Área na qual um rio capta sua água. O termo também é utilizado para descrever as fontes de água de lagos e regiões. &lt;br /&gt;BACIA FLUVIAL: Área drenada por um rio principal e seus tributários. As bacias fluviais recebem o nome do rio principal, sendo também chamadas bacias hidrográficas ou bacias de drenagem. &lt;br /&gt;BACIA HIDROGEOLÓGICA: Região geográfica cujas águas subterrâneas escoam para um só exutório. Pode não coincidir com a bacia hidrográfica. &lt;br /&gt;BACIA HIDROGRÁFICA: Conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes. Região compreendida entre divisores de água, na qual toda a água aí precipitada escoa por um único exutório. &lt;br /&gt;BACIA MARGINAL: Bacia do tipo mar epicontinental, adjacente a um continente, sendo que seu fundo é constituído de massa continental submersa. &lt;br /&gt;BACIA SEDIMENTAR: Depressão em que se acumulam detritos ou sedimentos ao longo do tempo. &lt;br /&gt;BACIA URBANA: Conjunto de cidades que, muitas vezes, apesar de próximas, encontram-se entre si pouco integradas pelas trocas de mercadorias e serviços. Normalmente, cada uma delas liga-se diretamente, nessas trocas, com uma única grande cidade. &lt;br /&gt;BACKGROUND: Termo utilizado em geoquímica e geofisica para relacionar um va¬lor, teor ou porcentagem mineral, ou ainda uma propriedade fisica (radiométrica, magnetométrica, etc.) a um padrão regional para efeito de comparação. Os valo¬res podem ser apresentados sob a forma de ppm, ppb, cps, etc. &lt;br /&gt;BACTÉRIAS: Organismos de uma única célula, algumas espécies sendo parasitas de animais ou vegetais. &lt;br /&gt;BACTÉRIAS Bacteria Bactéries Bacterias: Organismos vegetais microscópicos, geralmente sem clorofila, essencialmente unicelulares e universalmente distribuídos (ABNT, 1973). I Bactérias de origem fecal (ver COLlFORME FECAL). &lt;br /&gt;BAÍA: Porção do oceano, mar ou lago que adentra pelo continente, caracterizan¬do-se por apresentar uma linha de costa com a concavidade voltada para o exteri¬or. Pode ser do tipo aberta ou fechada. &lt;br /&gt;BAÍA ABERTA: Baía delimitada por dois pontões rochosos, com uma distância sufi¬ciente de modo a permitir que as ondas no seu interior tenham as mesma caracte¬rísticas das observadas em mar aberto. &lt;br /&gt;BAÍA FECHADA: Baía que se comunica indiretamente com o mar aberto através de passagens estreitas. &lt;br /&gt;BAIRRO: Cada uma das divisões ou áreas principais de uma cidade, com nome próprio. &lt;br /&gt;BAIXA (METEOROLOGIA): Região da atmosfera que apresenta pressão barométrica baixa à superfície e valor ainda mais baixo em seu centro. Quanto mais elevada a diferença de pressão entre o centro e as suas vizinhanças, maior será a intensida¬de do vento em uma baixa. No hemisfério sul, os ventos sopram no sentido dos ponteiros do relógio, enquanto no hemisfério norte ocorre o contrário. &lt;br /&gt;BAIXADA: Depressão entre duas ou mais elevações. No Brasil, a mais famosa é a Baixada Fluminense. &lt;br /&gt;BAIXA-MAR: Elevação mínima alcançada por cada maré vazante. &lt;br /&gt;BAIXIO: Elevação do fundo submarino formada por material inconsolidado, geral¬mente arenoso, podendo contudo ser argiloso ou conchífero, e situado a menos de 20m de profundidade. &lt;br /&gt;BALANÇA COMERCIAL: É a relação entre os valores dados pela exportação e importação de mercadorias de um país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C (PEDOLOGIA): 1. Horizonte ou camada mineral constituída por material inconsolidado, de profundidade, relativamente pouco afetado pelos proces¬sos pedogenéticos, similar ao material a partir do qual, o so/um pode ou não ter se formado. 2. Simbologia utilizada com os horizontes A, E, B e C para desig¬nar acumulação significativa de concreções ou nódulos não concrecionários (solidificação variável), cimentados por material outro que não seja sílica. Não é usado caso os nódulos ou concreções sejam de ferro, alumínio, manganês ou titânio ou quando especificamente provenham da consolidação de plintita (petroplintita). &lt;br /&gt;CAATINGA: 1. Nome genérico dado às formações vegetais típicas do interior semi-árido do Nordeste do Brasil. As plantas da caatinga apresentam adaptação à es¬cassez e irregularidade das chuvas. Predominam espécies arbóreas e arbustivas de pequeno porte, espinhosas, que perdem as folhas na estação seca, associadas a cactáceas e bromeliáceas. 2. Nome indígena que significa “mata branca” e designa a vegetação da região semi-árida predominante nos sertões do nordeste brasileiro, de baixa precipitação anual (menos de 500 mm) e de chuvas irregulares. Na vegetação predominam árvores, arbustos e ervas de folhas coriáceas, duras, espinhosas, como os mandacarus (cacto de caule alto e cheio de espinhos), os facheiros, a coroa de frade, os xiquexiques e a palmatória (cactos de diversos formatos e tamanhos); os gravatás e caroás (bromileáceas) e os juazeiros e canafístula (árvores) são todos os representantes típicos da caatinga. A vegetação espinhosa e agressiva guarda, entretanto, em suas folhas, em seus caules e em suas raízes algo de água e alimento com que irá socorrer, nos dias de sofrimento da seca, os animais e até mesmo o homem. 3. Ecossistema formado por pequenas árvores e arbustos espinhosos esparsos que perdem as folhas durante o período de seca. Flora típica do Sertão Nordestino Brasileiro. &lt;br /&gt;CABEÇA OU FRENTE DO ÍNDIO: É a parte da frente do incêndio onde o fogo avança com mais força, intensidade e rapidez&lt;br /&gt;CABECEIRA: Região circunscrita da nascente de um curso d’água. &lt;br /&gt;CABO: 1. Porção saliente da linha de costa que avança em direção ao mar. Esta feição tanto pode ser resultante de uma erosão diferencial como também ser devida à ação das ondas e correntes marinhas. 2. Ponta de terra que avança isolada, como cabeça ou esquina, mar a dentro. Um exemplo é o cabo de Santo Agostinho, ponto mais próximo entre o litoral do Brasil e o da África; outro, o Cabo Frio, no Estado do Rio de Janeiro. Os cabos são freqüentemente aproveitados para a instalação de faróis, com o objetivo de orientar a navegação. &lt;br /&gt;CABOTAGEM: Navegação que se realiza ao longo das costas ou das águas territoriais de um país. &lt;br /&gt;CAÇA PREDATÓRIA: Caça em que a proporção de indivíduos abatidos é superior à capacidade de recomposição populacional através da reprodução. É praticada clan¬destinamente, com fins lucrativos, provocando a aceleração do processo de exter¬mínio de várias espécies de valor econômico. &lt;br /&gt;CACHOEIRA: Queda d’água ou salto de uma corrente d’água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D: (Pedologia) Denominação utilizada para indicar nos horizontes O e H, uma acentuada decomposição do material orgânico, do qual pouco ou nada resta de reconhecível da estrutura dos resíduos das plantas, acumulados conforme descri¬to nos horizontes O e H. &lt;br /&gt;DALLA: Depressão periférica às cadeias dobradas e situadas entre estas e a região continental intraplaca. &lt;br /&gt;DATAÇÃO: Estudo da idade cronológica de artefatos arqueológicos, fósseis, eventos, estruturas geológicas. São utilizadas várias técnicas, entre elas a datação por radiocarbono ou carbono 14. &lt;br /&gt;DBF: Formato de arquivos de banco de dados desenvolvido para o software DBASE e que se tomou um padrão para intercâmbio de dados. &lt;br /&gt;DÉBITO FLUVIAL: É a quantidade de água que passa por segundo em um determinado ponto do percurso de um rio. Esta medida refere-se à vazão de um rio e é dada por metros cúbicos por segundo (m3/s). &lt;br /&gt;DECIBEL: Medida de intensidade de ruído. &lt;br /&gt;DECLINAÇÃO MAGNÉTICA: Ângulo formado entre o norte geográfico e o norte magnético. &lt;br /&gt;DECLIVE: Inclinação do terreno de cima para baixo. O mesmo que aclive, encosta, ladeira. &lt;br /&gt;DECOMPOSISÂO: Alteração das rochas produzida pelo intemperismo químico. &lt;br /&gt;DDT: Abreviação de dicloro-difenil-tricloretano, um in¬seticida orgânico do grupo dos hidrocarbonetos, clorados. Já foi muito utilizado na agricultura, mas como é sintético, produzido em laboratório, não é biodegradável, ou seja, não se decompõe na natureza e se acumula em animais, como aves e peixes e no próprio homem, intoxicando-os em altas doses. Seu uso foi proibido em muitos paises. &lt;br /&gt;DEFASAGEM: Diferença ou atraso. &lt;br /&gt;DÉFICIT: Saldo negativo. Excesso da despesa em relação à receita em um orçamento ou atividade econômica. &lt;br /&gt;DÉFICIT PÚBLICO: Ocorre quando o governo gasta mais do que arrecada. Em outras palavras, acontece quando as despesas e pagamentos do governo são maiores que o volume de dinheiro arrecadado na forma de tri¬butos, taxas, impostos e contribuições.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E: (Pedologia) Horizonte mineral com evidência de perda de argila silicatada, óxidos de ferro e de alumínio ou matéria orgânica, com a resultante concentração de quartzo e de outros minerais resistentes, com o tamanho da areia ou silte. Zona de máxima eluviação do perfil e de coloração, em geral, mais clara que o horizonte B subjacente. &lt;br /&gt;ECLIPSE: Escurecimento total ou parcial de um corpo celeste desprovido de luz própria, devido à interposição de outro corpo, também sem luz, e um astro luminoso. Um exemplo é o dos eclipses lunares, em que a Terra se interpõe entre o Sol e a Lua; outro é o dos eclipses solares, em que a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol – no último caso, o eclipse é sempre parcial, ou seja, observável apenas em algumas regiões da Terra. &lt;br /&gt;ECLUSA: Diques construídos de forma a permitir a elevação ou descida de embarcações em dois leitos de hidrovias (rios ou canais) que apresentam um grande desnível de altura entre eles. Represa, comporta. &lt;br /&gt;ECOCLIMA: Série gradativa de populações geneticamente adaptadas a certas posições num determinado gradiente ecológico. Semelhante a ecótipo. &lt;br /&gt;ECODESENVOLVIMENTO: Entende a economia e ecologia como parte de um mesmo sistema, cujo fluxo de matéria e energia entre ambos é dinâmico. O que sai do ambiente para o processo produtivo são os recursos positivos, mas o que retorna como subproduto também é visto como recurso, embora negativo. &lt;br /&gt;ECOLOGIA: Ciência que estuda todas as relações entre os organismos atuais e os ambientes envolventes, a distribuição dos organismos nestes ambientes, bem como a natureza das suas interações. &lt;br /&gt;ECONOMIA: Ciência que estuda as questões relativas à produção, armazenamento, comercialização e distribuição de bens voltados para a satisfação das necessidades humanas, à priorização na aplicação de recursos, ao controle da moeda e das contas públicas, entre outras. &lt;br /&gt;ECONOMIA de MERCADO: Sistema econômico, como o capitalismo liberal e neoliberal, que condena a intervenção do Estado na economia e o controle estatal das empresas, sendo favorável à propriedade privada dos meios de produção e de circulação de mercadorias, em uma economia regulada pelos mecanismos de mercado. &lt;br /&gt;F&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F (CLIMATOLOGIA): Símbolo que, na classificação de köppen, significa um clima sempre úmido e com chuva o ano todo. &lt;br /&gt;F (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com os horizontes A, B e C para designar concentração localizada (segregação) de constituintes secundários de minerais ricos em ferro ou alumínio, sendo, contudo, pobre em matéria orgânica em mistura com argila e quartzo. &lt;br /&gt;FÁBRICA: Estabelecimento industrial equipado com máquinas capazes de transformar matéria-prima em produtos prontos para o consumo. &lt;br /&gt;FALÉSIA: Costa escarpada, resultante da ação destruidora das águas do mar. &lt;br /&gt;FALHA: 1. Fratura de rochas da crosta terrestre, caracterizada pela movimentação de duas partes contíguas ou vizinhas. 2. Fratura ou cisalhamento presentes em blocos de rochas que sofreram deslocamentos um em relação ao outro, ao longo de planos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com horizontais A, E, B, e C, para designar desenvolvimento de cores cinzentas, azuladas, esverdeadas ou mosqueamento bem expresso dessas cores, decorrentes da redução do ferro, com ou sem segregação. &lt;br /&gt;GADO BOVINO: Rebanho de bois e vacas. &lt;br /&gt;GADO CAPRINO: Rebanho de bodes e cabras. &lt;br /&gt;GAIA: Entidade mitológica Grega que representa a Terra. Era a mulher de Urano, mãe dos Titãs e dos Ciclopes. É utilizada atualmente como nome do nosso planeta, por uma corrente holística de filósofos, que vêem como único Superorganismo. &lt;br /&gt;GALÁXIA: Aglomerado de estrelas e corpos celestes que giram em torno de si mesmos. &lt;br /&gt;GARIMPO: Local onde se exploram diamantes, pedras preciosas ou ouro. &lt;br /&gt;GARGANTA: Passagem apertada e profunda de um vale. Às vezes também se usa este termo como sinônimo de colo. A garganta é uma passagem mais estreita que um desfiladeiro. &lt;br /&gt;GAROA: Chuva muito fina e constante, caracterizada por gotículas de água e pouco visível. &lt;br /&gt;GASES: São os gases e vapores produzidos pela atividade vulcânica. Os mais comuns são os vapores de água e as fumarolas, verdadeiras nuvens ardentes com temperaturas que podem alcançar até 800ºC. &lt;br /&gt;GEADA: Orvalho que se congela sobre a superfície dos telhados, das folhas das plantas, da grama. Quando, após ter-se formando o orvalho, por condensação da umidade do ambiente, a temperatura baixa para graus centígrados negativos (abaixo de zero) dá-se a ocorrência de geada. A geada destrói as plantações, pois também se congela o líquido do interior das células dos vegetais. &lt;br /&gt;GÊISER: (Do islandês, geyser quer dizer “fúria”) Erupção de vapor e/ou água fervente, que parte do solo em jatos mais ou menos elevados, comum em certas regiões vulcânicas. &lt;br /&gt;GELEIRA: Massas de gelo formadas em regiões onde a queda de neve é superior ao degelo. &lt;br /&gt;GELO: Estado sólido da água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H (PEDOLOGIA): 1. Horizonte ou camada de constituição orgânica, superficial ou não, composto de resíduos orgânicos acumulados ou em processo de acumulação sob condições de prolongada estagnação de água, salvo se drenado artificialmente. 2. Símbolo utilizado exclusivamente com o horizonte B para designar relevante acumulação iluvial: essencialmente de matéria orgânica ou de complexos orgânicos – sesquióxidos amorfos disponíveis, caso o componente sesquióxido seja dominado pelo alumínio e esteja presente somente em quantidades muito pequenas com relação à matéria orgânica. &lt;br /&gt;HÁBITAT: 1. Significa o lugar ou tipo de local onde um organismo ou população ocorre naturalmente. 2. Lugar onde um animal ou planta vive ou se desenvolve normalmente, geralmente diferenciado por características físicas ou por plantas dominantes. São hábitats os desertos, os lagos e as florestas. &lt;br /&gt;HÁBITAT GEOGRÁFICO: Pode ser entendido como a distribuição das habitações dos seres humanos no espaço geográfico. &lt;br /&gt;HACHURAS: Técnica, ao mesmo tempo artística e relativamente pouco precisa, para a representação do relevo no mapa. Quanto mais forte o declive tanto mais serrada as hachuras. &lt;br /&gt;HECTARE: Unidade de área equivalente a um quadrado com 100 m de lado e perfazendo portanto 10 000 m2, e correspondendo a 2, 47 acres. &lt;br /&gt;HEGEMONIA: Predominância, preponderância de um grupo, classe social, povo, nação, no campo político, militar, econômico, cultural, etc., sobre outros grupos, classes, povos e nações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado exclusivamente com o horizonte B para designar transformações pedogenéticas expressas por manifestações tais como: decomposição fraca pouco adiantada do material originário e dos próprios constituintes minerais, originário e secundário, associada a formação de argilas, o desenvolvimento de cor, ou de estrutura, em acréscimo a maior, menor ou total obliteração da estrutura da rocha preexistente; alteração intensa (alteração química) dos constituintes minerais, originais e secundários, associados à formação de argila ou desenvolvimento de cor ou estrutura, com obliteração apenas parcial da estrutura original de rocha preexistente; desenvolvimento de cor em materiais areno-quartzosos edafizados integrantes do solum. &lt;br /&gt;IBAMA: Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. &lt;br /&gt;IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA: Instituição de pesquisa que realiza os censos demográficos e econômicos e que supervisiona, com órgão normativo, as atividades estatísticas, geográficas em geral, no Brasil. &lt;br /&gt;ICEBERG: 1. Grande massa de gelo flutuante que se despendeu de uma geleira ou de uma capa de gelo, e que se apresenta com mais de 5m acima do nível do mar. 2. Massa de gelo solta nos oceanos, desprendida de geleiras; cerca de 8 décimos dos icebergs ficam submersos, e são uma ameaça à navegação. &lt;br /&gt;IDADE: Subdivisão cronológica do tempo inferior à época. Duração de tempo da existência de um ser ou objeto. &lt;br /&gt;IDEOLOGIA: Conjunto de idéias (crenças, tradições, princípios e mitos) próprias de um indivíduo ou grupo social, que refletem, racionalizam e defendem os próprios interesses e compromissos institucionais, sejam eles morais, religiosos, políticos ou econômicos. &lt;br /&gt;IGARAPÉ: Braço de um rio muito estreito, em geral navegável por pequenas embarcações. Termo usado regionalmente na Amazônia. &lt;br /&gt;ILHA: 1. Parte de terra cercada de água por todos os lados. Diferencia-se dos Continentes pelas dimensões: os Continentes são, na verdade, grandes ilhas. As maiores do mundo são a Groelândia, Nova Guiné, Bornéu, Madagascar, Terra de Baffin e Sumatra. 2. Porção de terra firme, situada no mar, lago ou rio, e cercada de água por todos os lados. Ainda que comumente de pequenas dimensões, algumas podem ser consideradas como pequenos continentes, como a Groelândia, que possui cerca de 2.000.000 de km2. &lt;br /&gt;ILHA DE CALOR: A formação das chamadas ilhas de calor ocorre quando a temperatura do ar atmosférico na cidade é mais elevada em relação ao seu entorno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com horizontes H, A, B e E, para designar material palustre, permanente ou periodicamente alagado, de natureza mineral ou orgânica, rico em sulfetos (material sulfídrico). &lt;br /&gt;JAZIDA: Depósito natural de qualquer mineral. &lt;br /&gt;JAZIDA MINERAL: Ocorrência anormal de minerais constituindo um depósito natural que existe concentrado em certos pontos da superfície do globo terrestre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;K&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;K (PEDOLOGIA): Símbolo usado com os horizontes A, B e C, para designar presença de enriquecimento com carbonato de cálcio secundário, contendo, simultaneamente, 15% (por peso) ou mais de carbonato de cálcio equivalente e no mínimo 5% (por peso) a mais eu o horizonte ou camada subjacente, ou que o horizonte C, ou que o material de origem. &lt;br /&gt;KAISEN: Trata do conceito de melhoramento contínuo de produção no sistema toyotista (ohnoísta). &lt;br /&gt;KANBAN: Sistema de auto-ativação do modo de produção toyotista (ohnoísta). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LA NIÑA: Fenômeno oposto ao el niño, ou seja, um fenômeno que ocorre nas águas do pacífico equatorial e altera as condições climáticas de algumas regiões do mundo. Se caracteriza pelo resfriamento anômalo da superfície do mar na região equatorial do centro e leste do pacífico. A pressão na região tende a aumentar e uma das conseqüências é a ocorrência de ventos alísios mais intensos. Tem duração de aproximadamente de 12 a 18 meses. &lt;br /&gt;LA BLACHE, PAUL VIDAL (1845-1918): Geógrafo Francês principal formulador da escola francesa do final do século XIX. Em sua perspectiva, a natureza passou a ser vista como possibilidades para a ação humana; daí o nome Possibilismo dado a esta corrente por Lucien Febvre. A teoria de La Blache concebia o homem como hóspede antigo de vários pontos da superfície terrestre, que em cada lugar se adaptou ao meio que o envolvia, criando, no relacionamento constante e cumulativo com a natureza, um acervo de técnicas, hábitos, usos e costumes, que lhe permitiram utilizar os recursos naturais disponíveis. &lt;br /&gt;LACUSTRE: Relativo a lago. &lt;br /&gt;LADEIRA: Terreno inclinado de uma encosta ou elevação de relevo. &lt;br /&gt;LAGO: Depressões do solo produzidas por causas diversas e cheias da águas confinadas, mais ou menos tranqüilas, pois dependem da área ocupada pelas mesmas. As formas, as profundidades e as extensões dos lagos são muito variáveis. Geralmente são alimentados por um ou mais rios afluentes. Possuem também rios emissários, o que evita o seu transbordamento. &lt;br /&gt;LAGOA: Depressão de formas variadas – principalmente tendendo a circulares – de profundidades pequenas e cheia de água doce ou salgada. As lagoas podem ser definidas como lagos de pequena extensão e profundidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ¬M: (Pedologia) Símbolo utilizado com os horizontes B e C para designar cimentação pedogenética extraordinária e irreversível (mesmo sob prolongada imersão em água), contínua ou quase contínua, em horizontes cimentados em mais de 90%, embora apresente fendas ou cavidades. &lt;br /&gt;MACIÇO: Termo descritivo usado para as áreas montanhosas, que já foram parcialmente erodidas. &lt;br /&gt;MACRO: Elemento de composição de origem grega que se refere a algo grande ou a uma abordagem em escala maior, ou seja, que abrange extensas partes de um fenômeno. O oposto de micro. &lt;br /&gt;MACROCLIMA: Conjunto de características climáticas gerais de uma extensa área, em contraposição ao microclima, que se refere a características particulares de ocorrências climáticas dentro de um macroclima. &lt;br /&gt;MACRORREGIÃO: Região extensa com características naturais gerais mais ou menos homogêneas, em contraposição à microrregião que, mesmo pertencendo a uma macrorregião, apresenta características específicas que a distinguem do conjunto da região.&lt;br /&gt; MACRO-ESCULTURAS: Forças exógenas (climáticas) planalto, planícies, depressões. &lt;br /&gt;MACRO-ESTRUTURAS: Forças endógenas (calor interno) escudos cristalinos, cadeias orogênicas, bacias sedimentares. &lt;br /&gt;MADEIRA de LEI: Madeira dura ou rija, própria para construção ou trabalhos sujeitos às intempéries. &lt;br /&gt;MAGNITUDE: Unidade de medida de brilho. O termo também é usado como medida da intensidade de terremotos. &lt;br /&gt;MAGMA: Matéria rochosa movediça e com elevada temperatura, constituída no todo ou em parte apreciável por uma fase líquida, que apresenta a composição e uma fusão silicatada. Pode conter uma fase gasosa ou se constituir quase inteiramente em fases sólidas e cristalinas. Rocha líquida. &lt;br /&gt;MAGNETISMO TERRESTRE: A Terra possui um denominado “campo magnético”, cuja origem está na propriedade eletromagnética de diversas substâncias e elementos, em especial grandes massas de ferro. É o magnetismo terrestre que faz com que a bússola se oriente no sentido norte-sul, que é o sentido do campo magnético terrestre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NAÇÃO: Grupo de pessoas unidas por laços naturais permanentes, como língua, cultura, costumes, uma história em comum, ou ainda, como bem disse o pensador francês Ernest Renan, unidas pela “vontade de viver junto”. &lt;br /&gt;NACIONAL: Relativo a, pertencente a uma nação. &lt;br /&gt;NACIONALIZAÇÃO: Termo utilizado para designar o ato de incorporar, ao controle econômico majoritário de um Estado nacional, empresas, serviços e bens até então sob controle privado de empresas nacionais ou estrangeiras. &lt;br /&gt;NASCENTE: 1. É o local onde nasce o rio. Cabeceira. 2. Diz-se do Sol quando “nasce”. O lado em que “nasce” o Sol. O mesmo que leste, este, oriente. O oposto de poente. &lt;br /&gt;NATIVO: Natural, que é próprio de um determinado local ou região. &lt;br /&gt;NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM: Navegação costeira, ao longo do litoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OÁSIS: Região coberta de vegetação no meio de um deserto, onde se encontra água e em geral, palmeiras de diversos tipos; serve de pouso para caravanas. &lt;br /&gt;OBJETIVO: Julgamento de valores que satisfaçam uma ou mais necessidades (por exemplo: promover a conservação da biodiversidade). Geralmente, em planejamento se define o conteúdo específico de um programa ou subprograma e se destina a solucionar aspectos relevantes para a gestão da APA. &lt;br /&gt;OBJETIVO GERAL: Objetivo maior ou objetivo de desenvolvimento, principal objetivo, para o qual é suposto que o projeto ou programa contribua a longo prazo e que fundamenta a sua realização&lt;br /&gt;OBJETIVO IMEDIATO (ESPECÍFICO): A razão próxima para o projeto. O resultado que se espera que o projeto atinja, se for completado com sucesso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PADRÕES AMBIENTAIS: Estabelece o nível ou grau de qualidade exigido pela legislação ambiental para parâmetros de um determinado componente ambiental. Em sentido restrito, padrão é o nível ou grau de qualidade de um elemento (substância, produto ou serviço) que é próprio ou adequado a um determinado propósito. Os padrões são estabelecidos pelas autoridades como regra para medidas de quantidade, peso, extensão ou valor dos elementos. &lt;br /&gt;PACTO ANDINO: Criado em 1969, tem como países membros: Bolívia, Colômbia, Equador, Chile (retirou-se em 1977). O Peru teve sua participação suspensa. Objetivo: cooperação entre os países andinos; é um órgão consultivo em assuntos políticos da região andina. &lt;br /&gt;PACTO de VARSÓVIA: Organização militar criada em 1955, que estabelecia um comando soviético sobre as Forças Armadas dos países da Europa Oriental, em contraposição à OTAN. Foi dissolvido em 01 de julho de 1991. &lt;br /&gt;PADRÃO DE VIDA: Termo genérico que se refere aos indicadores socioeconômicos apresentados por dada população, grupo de pessoas ou indivíduos. &lt;br /&gt;PAÍS: Unidade territorial ocupada por uma população e caracterizada por uma realidade geográfica e histórica própria. &lt;br /&gt;PAÍS EM DESENVOLVIMENTO: Termo adotado pela ONU para designar países que apresentam níveis de produção e consumo significativamente inferiores aos dos paises ricos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Q&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Q (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com os horizontes B ou C para designar acumu¬lação de sílica secundária (opala e outras formas). &lt;br /&gt;QUADRATURA: Em astronomia a posição em que um corpo celestial está a 90º ou 270 º de outro. &lt;br /&gt;QUADRO SOCIOAMBIENTAL: Descrição da situação existente em um determinado território, abrangendo as condições ambientais, sociais e econômicas. A abordagem processual, que fundamenta a metodologia deste roteiro, estabelece que a elaboração de um Quadro Socioambiental produz os elementos necessários para uma caracterização ambiental da APA. Este quadro é produzido com base em estudos selecionados de acordo com as necessidades de detalhamento e aprofundamento, nas três fases do processo de planejamento. Os resultados esperados deverão expressar um diagnóstico funcional, que permita captar as principais tendências, indicadores de problemas e potencialidades existentes na área interna da Unidade, em sua área de influência e no contexto macro-regional da APA. Abrange análises do meio biótico e abiótico, socioeconômico e dos aspectos políticos e institucionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAÇA: O conjunto de indivíduos cujas características corporais são semelhantes e transmitidas por hereditariedade, embora possam variar dum indivíduo para outro. &lt;br /&gt;RADIAÇÃO: Energia ou partícula de alta energia que se propagam através do espaço. &lt;br /&gt;RADIAÇÃO SOLAR: Emissão de raios solares que incidem sobre a superfície terrestre e irradiam para a atmosfera aquecendo-a. &lt;br /&gt;RADIOATIVIDADE: Propriedade que possuem certos núcleos atômicos de se desintegrarem espontaneamente, liberando diferentes tipos de radiação, como raios ou partículas alfa, fótons gama, etc. &lt;br /&gt;RADÔNIO: Gás radioativo invisível que ocorre na natureza. Torna-se um problema ambiental quando vaza de fontes naturais no solo para dentro das casas, onde pode ser inalado. As substâncias resultantes da decomposição do radônio, denominamos filhas de radônio, podem causar câncer do pulmão. &lt;br /&gt;RASTEJAMENTO (CREEP): Movimento predominante de movimentos de massa; pode ocorrer em qualquer área com certa declividade. O mais lento e menos catastrófico dos movimentos de massa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S (PODOLOGIA): 1. Símbolo utilizado exclusivamente com o horizonte B para indicar relevante acumulação iluvial ou translocação lateral interna no solo de complexos orgânicos – sesquióxidos amorfos dispersíveis, desde que, tanto a matéria orgânica quanto os sesquióxidos sejam significantes e o valor e o croma do horizonte sejam maiores que 3. 2. Soma de bases trocáveis do solo, isto é, Ca2 + Mg2 + K+ + Na+. &lt;br /&gt;SAHEL: Faixa de terras semi-áridas que emolduram o Saara, formando um cinturão meridional de transição climatobotânica entre as terras áridas do norte e a terras tropicais do sul. &lt;br /&gt;SALINIDADE: Grau de densidade do sal em um líquido. &lt;br /&gt;SALINIZAÇÃO: Degradação de terras férteis causadas pelo sal. A salinização das terras agrícolas é comum em áreas que dependem de irrigação: a evaporação superficial retira sais do solo e das pedras no subsolo, sendo que a redução das águas subterrâneas aumenta o percentual de minerais e sais na água armazenada. &lt;br /&gt;SALTO: Denominação genérica dada a todos os tipos de desnivelamento ou degraus encontrados no perfil longitudinal de um rio, ex.: cascata, queda d’água, cachoeira, corredeira, etc. &lt;br /&gt;SAMBAQUI: Acúmulo de moluscos marinhos, fluviais ou terrestres, feito pelos índios. Nesses jazigos de conchas se encontram, correntemente, ossos humanos, objetos líticos e peças de cerâmica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T (PEDOLOGIA): Símbolo que representa a capacidade de troca de cátions no solo, sendo expresso pela fórmula T = H+ + Al+++. &lt;br /&gt;T (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado exclusivamente com o horizonte B, para designar relevante acumulação ou concentração de argila (fração &lt; 0,002mm), que tanto pode ter sido translocada por iluviação, como ter sido formada no próprio horizonte, ou por concentração relativa devido a destruição ou perda de argila do horizonte A. &lt;br /&gt;TABULEIROS: Forma topográfica que se assemelha a um planalto, terminado de maneira abrupta. &lt;br /&gt;TAIGA: O mesmo que floresta de coníferas. &lt;br /&gt;TALCO: Mineral que cristaliza no sistema monoclínico, classe prismática e composição Mg3 (Si4 O10) (OH)2. Apresenta dureza 1 na escala de Mohls, mostrando brilho nacarado a gorduroso, cor verde-maçã, cinza ou branco, sendo untoso ao tato. &lt;br /&gt;TALIBAN: Plural de talib, que significa “estudante” na língua Pashtu, um dos vários idiomas falados no Afeganistão. O movimento Taliban é composto por estudantes fundamentalistas formados nas escolas islâmicas do Paquistão. &lt;br /&gt;TALUDE: Superfície inclinada do terreno na base de um morro ou de uma encosta do vale onde se encontra um depósito de detritos. &lt;br /&gt;TALUDE CONTINENTAL: Porção integrante da Margem Continental, situado entre a Plataforma Continental e o Sopé Continental. Nas costas onde não se configura, o talude passa diretamente à Planície Abissal ou Fundo Oceânico. Sua inclinação é maior que as da plataforma e do sopé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;U&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;U (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com os horizontes A e H para designar horizon¬te formado ou modificado pelo uso prolongado do solo como lugar de residência ou de cultivo, por períodos relativamente longos, com adição de material orgâni¬co, material estranho e outros, tais como, ossos, conchas, cacos de cerâmica, em mistura ou não com o material original. &lt;br /&gt;UMIDADE: Presença de água nos corpos sólidos ou gasosos. &lt;br /&gt;UMIDADE ATMOSFÉRICA: Resultado da evaporação (maior no mar e menor na terra) e da evapotranspiração (das plantas), conforme a altitude, a latitude, os ventos e a temperatura (quando alta, aumenta o ponto de saturação, Ito é, a capacidade de retenção de vapor d’água pela atmosfera). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com os horizontes B e C para designar material mineral expressamente afetado por propriedades e comportamento mecânico dos constituintes argilosos, que conferem ao material do horizonte ou camada, pro¬nunciadas mudanças em volume e movimentação do material, condicionados por variações de teor de umidade. Indica solos com características vérticas. &lt;br /&gt;VALE: Depressão mais ou menos plana e extensa entre montanhas. Forma de relevo modelada por rios, limitada por duas vertentes. &lt;br /&gt;VALOR AGREGADO: Quantidade de trabalho depositado na fabricação de um produto; quanto mais tecnologia e informação forem necessárias para produzir a mercadoria, maior será o valor agregado. &lt;br /&gt;W&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;W (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado exclusivamente com o horizonte B para desig¬nar intensa alteração com inexpressiva acumulação de argila, com ou sem con¬centração de sesquióxidos. &lt;br /&gt;WEGENER, ALFRED (1880-1930): Filho de um pregador de Berlim, Alfred Wegener era meteorologista, não geólogo, o que causou algum ressentimento nos círculos geológicos. Ele apresentou pela primeira vez sua Teoria da Deriva dos Continentes num artigo publicado em 1912. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;X (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com os horizontes B, C e ocasionalmente o E, para designar cimentação aparente e reversível. &lt;br /&gt;XENOFOBIA: Sentimento de repulsa de uma população ou indivíduos em relação a estrangeiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Z &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Z (PEDOLOGIA): Símbolo utilizado com os horizontes O, A, B e C para indicar acumulação de sais mais solúveis em água fria que o sulfato de cálcio. &lt;br /&gt;ZAIBATSUS: Poderosos grupos financeiros japoneses controlados por famílias tradicionais, proprietárias de grandes empresas, que se unem e buscam parceria com o Estado no desenvolvimento de suas atividades produtivas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-526622271326462446?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/526622271326462446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=526622271326462446&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/526622271326462446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/526622271326462446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/07/conhe-dicion.html' title='Conheça um pouco do Novo Dicionário de Geografia!'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-8848378111529864972</id><published>2008-07-18T09:38:00.002-03:00</published><updated>2008-07-18T10:00:10.110-03:00</updated><title type='text'>Agradecimentos</title><content type='html'>Gostaria de agradecer à Diretoria de Ensino de Osasco, pela menção em seu site da palestra sobre o Novo Dicionário de Geografia que ocorrerá dia 22 de julho, no XV Encontro Nacional de Geógrafos.&lt;br /&gt;Obrigado!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-8848378111529864972?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/8848378111529864972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=8848378111529864972&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8848378111529864972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8848378111529864972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/07/agradecimentos.html' title='Agradecimentos'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-786682365248436214</id><published>2008-07-14T13:43:00.002-03:00</published><updated>2008-07-14T13:47:34.083-03:00</updated><title type='text'>XV Encontro Nacional de Geógrafos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Lançamento de Livros e Revistas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sessão com a presença dos autores, que realizarão uma breve  &lt;br /&gt;apresentação de seus livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TERÇA-FEIRA, DIA 22/07, 19h / ANFITEATRO DE GEOGRAFIA  &lt;/strong&gt;USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cláudio Ferreira Terezo&lt;br /&gt; Novo Dicionário de Geografia – Termos e Conceitos&lt;br /&gt; LivroPronto&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Catia Antonia a Silva e Andrelino Campos (orgs.)&lt;br /&gt; Metrópoles em mutação. Dinâmicas territoriais, poder e vida coletiva&lt;br /&gt; REVAN&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Henri Lefebvre – Tradução de Margarida Maria de Andrade e Sérgio Martins&lt;br /&gt; Espaço e política: o direito à cidade&lt;br /&gt; Ed. UFMG&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cássio Issa&lt;br /&gt; Saberes ambientais&lt;br /&gt; Ed. UFMG&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Teresa Gallotti Florenzano (org.)&lt;br /&gt; Geomorfologia: conceitos e tecnologias atuais (prefácio Aziz Ab´Saber)&lt;br /&gt; Oficina de Textos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Márcio Ackermann&lt;br /&gt; A cidade e o código florestal&lt;br /&gt; Plêiade&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ruy Moreira&lt;br /&gt; O pensamento geográfico brasileiro, vol 1&lt;br /&gt; Contexto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Shoko Kimura&lt;br /&gt; A Geografia no Ensino Básico – Questões e propostas (prefácio Ariovaldo Umbelino de Oliveira)&lt;br /&gt; Contexto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nelson Rego; Antonio Carlos Castrogiovanni; Nestor André Kaercher (orgs.)&lt;br /&gt; Geografia, práticas pedagógicas para o ensino médio&lt;br /&gt; Editora Artes Médicas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nelson Rego; Jacqueline Moll; Carlos Aigner&lt;br /&gt; Práticas e saberes na construção de sujeitos e espaços sociais - educação, geografia e &lt;br /&gt;interdisciplinaridade&lt;br /&gt; Editora da UFRGS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nídia Nacib Pontshka, Tomoko Iyda Paganelli e Núria Hanglei Cacete&lt;br /&gt; Para ensinar e aprender Geografia&lt;br /&gt; Cortez Editora&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Amélia Cristina Alves Bezerra; Cláudio Ubiratan Gonçalves; Flávio do Nascimento e Tadeu Arrais (orgs.)&lt;br /&gt; Itinerários Geográficos&lt;br /&gt; EDUFF&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ricardo Nogueira&lt;br /&gt; Amazonas: a divisão da monstruosidade geográfica&lt;br /&gt; Ed. da UFAM&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Rosemeire Almeida (org.)&lt;br /&gt; A questão agrária no Mato Grosso do Sul: uma visão multidisciplinar&lt;br /&gt; Ed. da UFMS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gleydson Pinheiro Albano&lt;br /&gt; Globalização da agricultura e concentração fundiária no Município de Ipanguaçu-RN&lt;br /&gt; Ed. Universitária da UFPE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Katuta, Ângela Massumi e Silva, William Ribeiro da (orgs.).&lt;br /&gt; O Brasil frente aos arranjos espaciais do século XXI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ed. Humanidades&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Boletim Paulista de Geografia, nº 86 e nº 87&lt;br /&gt; AGB – São Paulo – SP&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Revista: Geografia em Questão&lt;br /&gt; AGB – Marechal Cândido Rondon – PR&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; TERÇA-FERIA, DIA 22/07, 19h / ANFITEATRO DE HISTÓRIA  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;AUTOR LIVRO EDITORA &lt;br /&gt;OLIVEIRA, Márcio Piñon, COELHO, Maria Célia Nunes e CORRÊA, Aureanice de Mello (Orgs.)  O Brasil, a América Latina e o Mundo: Espacialidades Contemporâneas. Lamparina/ANPEGE/CLACSO/FAPERJ &lt;br /&gt;Marcelo Lopes de Souza Fobópole Bertrand do Brasil &lt;br /&gt;Eliseu Savério Sposito Redes e Cidades Ed. UNESP &lt;br /&gt;Regina Célia Bega dos Santos Movimentos Sociais Urbanos Ed. UNESP &lt;br /&gt;Eliane Tomiasi Paulino; João Edmilson Fabrim(orgs.) Campesinato e territórios em disputa Expressão Popular &lt;br /&gt;Olga Lúcia Castreghini de Freitas Firkovski; Eliseu Savério Spósito Indústria, ordenamento do território e transportes. A contribuição de André Fischer Expressão Popular &lt;br /&gt;Gilberto Cunha Franca O trabalho no espaço da fábrica Expressão Popular &lt;br /&gt;Marcos Saquet Abordagens e concepções de território Expressão Popular &lt;br /&gt;Renato Emerson dos Santos (org.) Diversidade, Espaço e Relações Étnico-Raciais – O Negro na Geografia do Brasil Ed. Autêntica &lt;br /&gt;Otávio do Canto Várzea e varzeiros da Amazônia Museu Paraense Emílio Goeldi, Coleção Eduardo Galvão &lt;br /&gt;Otávio do Canto e Adriano Venturieri São Luiz do Tapajós: uso do território na Amazônia Embrapa Amazônia Oriental &lt;br /&gt;Gilberto de Miranda Rocha Todos Convergem para o lago! Hidrelétrica Tucuruí, Municípios e Territórios na Amazônia. Numa/EDUFPA &lt;br /&gt;Pierre Teiserenc; Gilberto de Miranda Rocha;&lt;br /&gt;Sônia Barbosa Magalhães e Gutemberg Armando Diniz Guerra (orgs.) Coletividades locais e desenvolvimento territorial na Amazônia Numa/Edufpa &lt;br /&gt;Luciana Araújo e Valdeir Costa Desvendando a Barra da Tijuca e Jacarepaguá Edição dos autores &lt;br /&gt;Izabel Castanha Gil Nova Alta Paulista, 1930-2006 – Do desenvolvimento contido ao projeto político regional Scortecci Editora &lt;br /&gt;Luiz Carlos Flávio Geografia em poesias: tempos, espaços, pensamentos... GrafiSul &lt;br /&gt;Terra Livre, nº 29 e nº 30 AGB – Diretoria Executiva Nacional   &lt;br /&gt;Revista: Cidade e Região Mestrado em Planejamento Regional e Gestão de Cidades da Universidade Cândido Mendes   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IPê Multimídia AGB AGB&lt;br /&gt;Associação dos Geógrafos Brasileiros&lt;br /&gt;Todos os direitos reservados © 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-786682365248436214?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/786682365248436214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=786682365248436214&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/786682365248436214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/786682365248436214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/07/xv-encontro-nacional-de-gegrafos.html' title='XV Encontro Nacional de Geógrafos'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-1268643604948730416</id><published>2008-06-02T16:55:00.001-03:00</published><updated>2008-06-02T16:55:52.670-03:00</updated><title type='text'>IPÊ AMARELO Projeto árvore na escola</title><content type='html'>Tabebuia alba (Ipê-Amarelo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto&lt;br /&gt;Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo e do Eng. Paulo Henrique Müller&lt;br /&gt;Atualizado em 10/07/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ipê amarelo é a árvore brasileira mais conhecida, a mais cultivada e, sem dúvida nenhuma, a mais bela. É na verdade um complexo de nove ou dez espécies com características mais ou menos semelhantes, com flores brancas, amarelas ou roxas. Não há região do país onde não exista pelo menos uma espécie dele, porém a existência do ipê em habitat natural nos dias atuais é rara entre a maioria das espécies (LORENZI,2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espécie Tabebuia alba, nativa do Brasil, é uma das espécies do gênero Tabebuia que possui “Ipê Amarelo” como nome popular. O nome alba provém de albus (branco em latim) e é devido ao tomento branco dos ramos e folhas novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As árvores desta espécie proporcionam um belo espetáculo com sua bela floração na arborização de ruas em algumas cidades brasileiras. São lindas árvores que embelezam e promovem um colorido no final do inverno. Existe uma crença popular de que quando o ipê-amarelo floresce não vão ocorrer mais geadas. Infelizmente, a espécie é considerada vulnerável quanto à ameaça de extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tabebuia alba, natural do semi-árido alagoano está adaptada a todas as regiões fisiográficas, levando o governo, por meio do Decreto nº 6239, a transformar a espécie como a árvore símbolo do estado, estando, pois sob a sua tutela, não mais podendo ser suprimida de seus habitats naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxonomia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família: Bignoniaceae&lt;br /&gt;Espécie: Tabebuia Alba (Chamiso) Sandwith&lt;br /&gt;Sinonímia botânica: Handroanthus albus (Chamiso) Mattos; Tecoma alba Chamisso&lt;br /&gt;Outros nomes vulgares: ipê-amarelo, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-ouro, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipê-da-serra, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos Ecológicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano). Pertence ao grupo das espécies secundárias iniciais (DURIGAN &amp; NOGUEIRA, 1990).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrange a Floresta Pluvial da Mata Atlântica e da Floresta Latifoliada Semidecídua, ocorrendo principalmente no interior da Floresta Primária Densa. É característica de sub-bosques dos pinhais, onde há regeneração regular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações Botânicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morfologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As árvores de Tabebuia alba possuem cerca de 30 metros de altura. O tronco é reto ou levemente tortuoso, com fuste de 5 a 8 m de altura. A casca externa é grisáceo-grossa, possuindo fissuras longitudinais esparas e profundas. A coloração desta é cinza-rosa intenso, com camadas fibrosas, muito resistentes e finas, porém bem distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ramos grossos, tortuosos e compridos, o ipê-amarelo possui copa alongada e alargada na base. As raízes de sustentação e absorção são vigorosas e profundas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As folhas, deciduais, são opostas, digitadas e compostas. A face superior destas folhas é verde-escura, e, a face inferior, acinzentada, sendo ambas as faces tomentosas. Os pecíolos das folhas medem de 2,5 a 10 cm de comprimento. Os folíolos, geralmente, apresentam-se em número de 5 a 7, possuindo de 7 a 18 cm de comprimento por 2 a 6 cm de largura. Quando jovem estes folíolos são densamente pilosos em ambas as faces. O ápice destes é pontiagudo, com base arredondada e margem serreada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As flores, grandes e lanceoladas, são de coloração amarelo-ouro. Possuem em média 8X15 cm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos frutos, estes possuem forma de cápsula bivalvar e são secos e deiscentes. Do tipo síliqua, lembram uma vagem. Medem de 15 a 30 cm de comprimento por 1,5 a 2,5 cm de largura. As valvas são finamente tomentosas com pêlos ramificados. Possuem grande quantidade de sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes são membranáceas brilhantes e esbranquiçadas, de coloração marrom. Possuem de 2 a 3 cm de comprimento por 7 a 9 mm de largura e são aladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reprodução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espécie é caducifólia e a queda das folhas coincide com o período de floração. A floração inicia-se no final de agosto, podendo ocorrer alguma variação devido a fenômenos climáticos. Como a espécie floresce no final do inverno é influenciada pela intensidade do mesmo. Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada do ipê amarelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As flores por sua exuberância, atraem abelhas e pássaros, principalmente beija-flores que são importantes agentes polinizadores. Segundo CARVALHO (2003), a espécie possui como vetor de polinização a abelha mamangava (Bombus morio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes são dispersas pelo vento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta é hermafrodita, e frutifica nos meses de setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, dependendo da sua localização. Em cultivo, a espécie inicia o processo reprodutivo após o terceiro ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorrência Natural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre naturalmente na Floresta Estaciobal Semidecicual, Floresta de Araucária e no Cerrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o IBGE, a Tabebuia alba (Cham.) Sandw. é uma árvore do Cerrado, Cerradão e Mata Seca. Apresentando-se nos campos secos (savana gramíneo-lenhosa), próximo às escarpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a classificação de Köppen, o ipê-amarelo abrange locais de clima tropical (Aw), subtropical úmido (Cfa), sutropical de altitude (Cwa e Cwb) e temperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A T.alba pode tolerar até 81 geadas em um ano. Ocorre em locais onde a temperatura média anual varia de 14,4ºC como mínimo e 22,4ºC como máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espécie prefere solos úmidos, com drenagem lenta e geralmente não muito ondulados (LONGHI, 1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparece em terras de boa à média fertilidade, em solos profundos ou rasos, nas matas e raramente cerradões (NOGUEIRA, 1977).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pragas e Doenças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com CARVALHO (2003), possui como praga a espécie de coleópteros Cydianerus bohemani da família Curculionoideae e um outro coleóptero da família Chrysomellidae. Apesar da constatação de elevados índices populacionais do primeiro, os danos ocasionados até o momento são leves. Nas praças e ruas de Curitiba - PR, 31% das árvores foram atacadas pela Cochonilha Ceroplastes grandis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZIDKO (2002), ao estudar no município de Piracicaba a associação de coleópteros em espécies arbóreas, verificou a presença de insetos adultos da espécie Sitophilus linearis da família de coleópteros, Curculionidae, em estruturas reprodutivas. Os insetos adultos da espécie emergiram das vagens do ipê, danificando as sementes desta espécie nativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANDRADE (1928) assinalou diversas espécies de Cerambycidae atacando essências florestais vivas, como ingazeiro, cinamomo, cangerana, cedro, caixeta, jacarandá, araribá, jatobá, entre outras como o ipê amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Madeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Tabebuia alba produz madeira de grande durabilidade e resistência ao apodrecimento (LONGHI,1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANIERI (1970) caracteriza o cerne desta espécie como de cor pardo-havana-claro, pardo-havan-escuro, ou pardo-acastanhado, com reflexos esverdeados. A superfície da madeira é irregularmente lustrosa, lisa ao tato, possuindo textura media e grã-direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com densidade entre 0,90 e 1,15 grama por centímetro cúbico, a madeira é muito dura (LORENZI, 1992), apresentando grande dificuldade ao serrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A madeira possui cheiro e gosto distintos. Segundo LORENZI (1992), o cheiro característico é devido à presença da substância lapachol, ou ipeína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usos da Madeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo pesada, com cerne escuro, adquire grande valor comercial na marcenaria e carpintaria. Também é utilizada para fabricação de dormentes, moirões, pontes, postes, eixos de roda, varais de carroça, moendas de cana, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produtos Não-Madeireiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrecasca do ipê-amarelo possui propriedades terapêuticas como adstringente, usada no tratamento de garganta e estomatites. É também usada como diurético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ipê-amarelo possui flores melíferas e que maduras podem ser utilizadas na alimentação humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros Usos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comumente utilizada em paisagismo de parques e jardins pela beleza e porte. Além disso, é muito utilizada na arborização urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo MOREIRA &amp; SOUZA (1987), o ipê-amarelo costuma povoar as beiras dos rios sendo, portanto, indicado para recomposição de matas ciliares. MARTINS (1986), também cita a espécie para recomposição de matas ciliares da Floresta Estacional Semidecidual, abrangendo alguns municípios das regiões Norte, Noroeste e parte do Oeste do Estado do Paraná. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos Silviculturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possui a tendência a crescer reto e sem bifurcações quando plantado em reflorestamento misto, pois é espécie monopodial. A desrrama se faz muito bem e a cicatrização é boa. Sendo assim, dificilmente encopa quando nova, a não ser que seja plantado em parques e jardins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser utilizada em arborização urbana, o ipê amarelo requer podas de condução com freqüência mediana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espécie heliófila apresenta a pleno sol ramificação cimosa, registrando-se assim dicotomia para gema apical. Deve ser preconizada, para seu melhor aproveitamento madeireiro, podas de formação usuais (INQUE et al., 1983).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção de Mudas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação deve realizada através de enxertia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos devem ser coletados antes da dispersão, para evitar a perda de sementes. Após a coleta as sementes são postas em ambiente ventilado e a extração é feita manualmente. As sementes do ipê amarelo são ortodoxas, mantendo a viabilidade natural por até 3 meses em sala e por até 9 meses em vidro fechado, em câmara fria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A condução das mudas deve ser feita a pleno sol. A muda atinge cerca de 30 cm em 9 meses, apresentando tolerância ao sol 3 semanas após a germinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sementes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ipês, espécies do gênero Tabebuia, produzem uma grande quantidade de sementes leves, aladas com pequenas reservas, e que perdem a viabilidade em poucos dias após a sua coleta. A sua conservação vem sendo estudada em termos de determinação da condição ideal de armazenamento, e tem demonstrado a importância de se conhecer o comportamento da espécie quando armazenada com diferentes teores de umidade inicial, e a umidade de equilíbrio crítica para a espécie (KANO; MÁRQUEZ &amp; KAGEYAMA, 1978).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As levíssimas sementes aladas da espécie não necessitam de quebra de dormência. Podem apenas ser expostas ao sol por cerca de 6 horas e semeadas diretamente nos saquinhos. A quebra natural leva cerca de 3 meses e a quebra na câmara leva 9 meses. A germinação ocorre após 30 dias e de 80%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes são ortodoxas e há aproximadamente 87000 sementes em cada quilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço da Madeira no Mercado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço médio do metro cúbico de pranchas de ipê no Estado do Pará cotado em Julho e Agosto de 2005 foi de R$1.200,00 o preço mínimo, R$ 1509,35 o médio e R$ 2.000,00 o preço máximo (CEPEA,2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia Consultada e Citada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANDRADE, E. N. Contribuição para o estudo da Entomologia Florestal Paulista. Boletim Agric:.S. Paulo, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARVALHO, P.E.R. Espécies arbóreas brasileiras. Colombo: Embrapa Florestas, 2003. v.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARROSO, M.G. Sistemática de Angiospermas do Brasil. EDUSP. V.1, V.2, V3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DURIGAN,G.; NOGUEIRA,J.C.B. Recomposição de matas ciliares. IF Série Registros, n.4, p.1-14, set.1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENGEL, V.L.; MORAIS, A.L. &amp; POGGIANI, F. Guia de localização e reconhecimento das principais espécies arbóreas do Parque da Esalq. Relatório de Pesquisa. FEALQ. 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMATIVO CEPEA - SETOR FLORESTAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO • ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA"LUIZ DE QUEIROZ" Agosto, 2005 Nº 44&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INOUE,M.T.; REICHMANN,F.; CARVALHO,P.E.R.; TORRES,M.A.V. A silvicultura de espécies nativas. Curitiba: FUPEF, 1983. 60p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAZARINI,R.A.M. Ipê amarelo. Disponível em: http://www.floraefauna.com/plantamesagosto.htm. Acesso em: 12/11/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOBELLO,M. Árvores no Brasil. São Paulo: Prêmio, 1992, v.2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LONGHI,R.A. Livro das árvores: árvores e arvoretas do Sul. 2.ed., Porto Alegre: L&amp;PM, 1995, 176p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LORENZI,H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, 1992, 382p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LORENZI,H. A flor nacional. Rev.Época edição especial 500 anos, 2000. Disponível em : http://epoca.globo.com/especiais/rev500anos/planta.htm. Consultado em: 12/11/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARITINS,S.S. Estudo do comportamento silvicultural de especies nativas em plantio de enriquecimento: nota previa. Maringa: Universidade Estadual, 1986. 20p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MENDONÇA,R.C.; FELFILI,J.M.; WALTERS,B.M.T.; JÚNIOR,M.C.da S.; REZENDE,A.V.; FILGUEIRAS,T.S.; NOGUEIRA,P.E. Flora Vascular do bioma Cerrado. Diponível em: http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/levantamento/floravascular. Acesso em: 12/11/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MENEZES,A.F. A Craibeira. Disponível em: http://www.ima.al.gov.br/projeto_ima/leisestaduais/craibeira.htm. Acesso em: 12/11/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOGUEIRA,J.C.B. Reflorestamento heterogêneo com essências indígenas. Boletim Técnico do Instituto Florestal, n.24, p.1-71, mar.1977.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;KANO,N.K.; MARQUEZ,F.C.M.; KAGEYAMA,P.Y. 1978 Armazenamento de sementes de ipê dourado. IPEF, n.17, p.13-23, 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULA, J.E.; ALVES, J.L.H. Madeiras nativas: anatomia, dendrologia, dendrometria, produção, uso. Brasília: Fundação Mokiti Okada, 1997. 541p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REYES, A.E.L. Trilhas da Esalq. Disponível em: http://www.esalq.usp.br/trilhas. Acesso em: 12/11/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIO GRANDE ENERGIA. Manual de Arborização. Disponível em: http://www.rge-rs.com.br/gestao_ambiental/arborizacao_e_poda/introducao.asp. Acesso em: 12/11/2005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIZZINI, C.T. Árvores e Madeiras Úteis do Brasil. Manual de Dendrologia Brasileira. São Paulo: Editora Edgard Gomide Blucher. 1971.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZIDKO, A. Coleópteros (insecta) associados as estruturas reprodutivas de espécies florestais arbóreas nativas no estado de São Paulo. Piracicaba, 2002, 43p. Tese (Mestrado) - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Universidade de São Paulo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-1268643604948730416?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/1268643604948730416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=1268643604948730416&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1268643604948730416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/1268643604948730416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/06/ip-amarelo-projeto-rvore-na-escola.html' title='IPÊ AMARELO Projeto árvore na escola'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-19939610404898881</id><published>2008-06-02T15:47:00.000-03:00</published><updated>2008-06-02T15:49:12.298-03:00</updated><title type='text'>Modelos de Curriculum vitae - Faça o seu!</title><content type='html'>Modelo 1 – curriculum vitae&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURRICULUM VITAE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – DADOS PESSOAIS&lt;br /&gt;Objetivo: &lt;br /&gt;Telefones: &lt;br /&gt;Data de nascimento: &lt;br /&gt;Sexo: &lt;br /&gt;Estado Civil: &lt;br /&gt;E-mail: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – FORMAÇÃO ACADÊMICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – CONHECIMENTOS EM INFORMÁTICA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – IDIOMAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – CURSOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 – INTERESSES PESSOAIS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Data: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          ASSINATURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Modelo 2 – curriculum vitae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estado Civil, nacionalidade, idade&lt;br /&gt;Endereço&lt;br /&gt;Telefone Residencial: &lt;br /&gt;Telefone Celular: &lt;br /&gt;E-mail:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiência Profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação acadêmica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idiomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações adicionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local e data&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinatura &lt;br /&gt;Modelo 3 – curriculum vitae &lt;br /&gt;Nome&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;Endereço:&lt;br /&gt;Tel.: &lt;br /&gt;E-mail:  Nacionalidade&lt;br /&gt;Estado Civil&lt;br /&gt;Idade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;Objetivo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação Acadêmica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idiomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Síntese de Qualificações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiência Internacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Experiência Profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local e Data&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinatura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Modelo 4 – curriculum vitae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURRICULUM  VITAE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome&lt;br /&gt;     Endereço&lt;br /&gt;     Fone Residencial: / Fone Comercial: &lt;br /&gt;     Estado Civil, idade, nacionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁREAS OU CARGOS DE INTERESSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FORMAÇÃO ACADÊMICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRINCIPAIS HABILIDADES E QUALIFICAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRINCIPAIS TRABALHOS REALIZADOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;CURSOS CURRICULARES NÃO OBRIGATÓRIOS PARTICIPAÇÃO EM SEMINÁRIOS, CONGRESSOS E PALESTRAS PRINCIPAIS VÍNCULOS DE TRABALHOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresa: &lt;br /&gt;Local:&lt;br /&gt;Cargo Atual:   &lt;br /&gt;Admissão:                       &lt;br /&gt;Cargo Inicial:              &lt;br /&gt;Ramo de Atividade: &lt;br /&gt;Principais Produtos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOCAL E DATA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSINTURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Modelo 5 – curriculum vitae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. IDENTIFICAÇÃO/DADOS PESSOAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome&lt;br /&gt;Filiação&lt;br /&gt;Data de Nascimento&lt;br /&gt;Estado Civil&lt;br /&gt;Endereço Completo na Capital e/ou Município/Estado/País de Origem&lt;br /&gt;Telefone e/ou Fax&lt;br /&gt;Endereço Completo de pessoa a contatar em casos de emergências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. FORMAÇÃO ESCOLAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 Curso Primário&lt;br /&gt;2.2 Curso Secundário&lt;br /&gt;2.3 Curso(s) Superior(es)&lt;br /&gt;       - Indicar o ano de ingresso na FACULDADE&lt;br /&gt;       - Títulos Universitários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. ATIVIDADES EXERCIDAS DURANTE A VIDA ACADÊMICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1    CURSOS FREQÜENTADOS&lt;br /&gt;Dispô-los, se possível, agrupando-os segundo a área de opção no Estágio Curricular Supervisionado e declinando:&lt;br /&gt;- Nome do curso&lt;br /&gt;- Período de ministração (dias e horas)&lt;br /&gt;- Local de realização&lt;br /&gt;- Entidade promotora&lt;br /&gt;- Coordenação&lt;br /&gt;- Período de ministração (dias, carga horária)&lt;br /&gt;- Local de realização&lt;br /&gt;Obs: Não incluir os cursos componentes da programação de congressos, conclaves, etc.dispostos no item 3.4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2.1 ESTÁGIOS REALIZADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispô-los, em ordem cronológica decrescente, declinando:&lt;br /&gt;- Local de estágio (hospitais, clínicas, ambulatórios, laboratórios, zoológicos, departamentos), disciplinas, serviços, secretárias de estado, matadouros, frigoríficos, haras, granjas, fazendas, indústrias, fábricas, etc.&lt;br /&gt;- Entidade concedente&lt;br /&gt;- Orientador/Supervisor&lt;br /&gt;- Período e duração (dias e horas de estágio)&lt;br /&gt;- Avaliação do desempenho (quando houver)&lt;br /&gt;- Declinar, quando em andamento&lt;br /&gt;3.3 ESTÁGIOS REALIZADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incluir os estágios realizados de: iniciação científica, de extensão, com o sem bolsa remuneração na forma de bolsa trabalho, etc.&lt;br /&gt;- Local de trabalho&lt;br /&gt;- Duração&lt;br /&gt;- Título do projeto/trabalho&lt;br /&gt;- Orientação (se possível com manifestação do orientador quanto ao   desempenho)&lt;br /&gt;- Divulgação ou Publicação dos resultados&lt;br /&gt;- Entidade financiadora&lt;br /&gt;- Declinar, quando em andamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4 PARTICIPAÇÃO EM CONGRESSOS, ENCONTROS, SEMANAS&lt;br /&gt;CIENTÍFICA/ACADÊMICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.4.1 Internacionais&lt;br /&gt;3.4.2 Nacionais&lt;br /&gt;3.4.3 Regionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declinar: nome do evento, entidade promotora, período de realização, local de implantação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. ATIVIDADE PROFISSIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referir tipo de atividade profissional já exercida ou em exercício, mesmo sem vinculação à Medicina Veterinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. ATIVIDADE CIENTÍFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.1 Trabalhos publicados em periódicos indexados.&lt;br /&gt;5.2 Comunicações científicas apresentadas em congressos, reuniões científicas, etc.&lt;br /&gt;5.3 Projetos de pesquisa&lt;br /&gt;5.4 Colaboração em teses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declinar: Título do trabalho, autoria, evento de apresentação, local de desenvolvimento, orientação, entidade financiadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. PARTICIPAÇÃO EM CAMPANHAS DE PROFILAXIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declinar: local, entidade promotora, coordenação da campanha, data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. COORDENAÇÃO DE CURSOS, SEMANAS ACADÊMICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declinar: local, entidade promotora, título do evento, coordenação docente, tipo de atividade exercida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8. REPRESENTAÇÃO DISCENTE EM COLEGIADOS E EM ASSOCIAÇÕES&lt;br /&gt;ACADÊMICAS (CONGREGAÇÃO, COMISSÕES, CONSELHOS DEPARTAMENTAIS, CENTROS ACADÊMICOS) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. ATIVIDADES ASSOCIATIVISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declinar: sociedades, associações, centros acadêmicos, atlética, núcleos, tipo de filiação (sócio acadêmico, etc.), atividade exercida, (época de ingresso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. CONHECIMENTOS LINGÜÍSTICOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Idioma estrangeiro (fluência, redação, compreensão)&lt;br /&gt;- Local de aprendizado&lt;br /&gt;- Certificados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. HISTÓRICO ESCOLAR COMPLETO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Média ponderada das Disciplinas cursadas entre o 1° e 8° semestres&lt;br /&gt;- Histórico Escolar&lt;br /&gt;- Nota do Exame Nacional de Cursos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. CERTIFICADOS E COMPROVANTES DE CADA ÍTEM CITADO NO&lt;br /&gt;CURRICULUM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DATA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSINATURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modelo 6 – curriculum vitae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C U R R I C U L U M   V I T A E&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCREVA SEU NOME AQUI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local, mês e ano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 – FORMAÇÃO ACADÊMICA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - CURSOS REALIZADOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – CONGRESSOS, SEMINÁRIOS E EVENTOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - ACG &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – OUTROS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- ANEXOS &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filiação: Nome do seu pai.&lt;br /&gt;     Nome da sua mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Registro Geral: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CPF: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Titulo eleitoral: zona: seção: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certificado de dispensa do Serviço Militar: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalidade: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de nascimento: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Número de matrícula: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – FORMAÇÃO ACADÊMICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - CURSOS REALIZADOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – CONGRESSOS, SEMINÁRIOS E EVENTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – ATIVIDADE COMPLEMENTAR DE GRADUAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – OUTROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7- ANEXOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local e Data&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinatura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Modelo 7 – curriculum vitae &lt;br /&gt;CURRICULUM VITAE&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;IDENTIFICAÇÃO&lt;br /&gt;Nome:&lt;br /&gt;Endereço:                                                                       Bairro:                          Fone:                       &lt;br /&gt;Cidade:                                                       CEP:                         Estado:&lt;br /&gt;Filho de                                                                                                     &lt;br /&gt;e de                                                                        &lt;br /&gt;Nacionalidade:                                        Naturalidade:&lt;br /&gt;Data de Nascimento:                                Estado Civil:                                Grau de Instrução:                     &lt;br /&gt;Cédula de Identidade nº:                           Carteira Profissional  Nº                      Série:       &lt;br /&gt;Carteira de Reservista nº:                        Título de Eleitor nº:                                 Zona:     &lt;br /&gt;Carteira de Habilitação nº:                        Categoria:&lt;br /&gt;CPF:                                                      Inscrito  no ....................................... sob nº:    &lt;br /&gt; (órgão profissional) &lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;Escolaridade&lt;br /&gt;CURSO 1º Grau (1ª a 8ª série)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola:&lt;br /&gt;Cidade:                                                                               Período:&lt;br /&gt;CURSO COLEGIAL OU EQUIVALENTE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escola:&lt;br /&gt;Cidade:                                                                               Período: &lt;br /&gt;CURSO SUPERIOR:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Universidade:&lt;br /&gt;Faculdade:                                                                         Curso:&lt;br /&gt;Cidade:                                                                               Período:&lt;br /&gt;CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO, PÓS GRADUAÇÃO, SEMINÁRIOS, PALESTRAS, ETC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assunto:&lt;br /&gt;Entidade:                                                                               Período:&lt;br /&gt;Assunto:&lt;br /&gt;Entidade:                                                                               Período:&lt;br /&gt;Assunto:&lt;br /&gt;Entidade:                                                                               Período:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Firma:&lt;br /&gt;Endereço:                                                                           Bairro:&lt;br /&gt;Cidade:                                                                               Estado:&lt;br /&gt;Período:                                                                              Cargo:&lt;br /&gt;Funções Desempenhadas:&lt;br /&gt;Firma:&lt;br /&gt;Endereço:                                                                           Bairro:&lt;br /&gt;Cidade:                                                                               Estado:&lt;br /&gt;Período:                                                                              Cargo:&lt;br /&gt;Funções Desempenhadas:&lt;br /&gt;Firma:&lt;br /&gt;Endereço:                                                                           Bairro:&lt;br /&gt;Cidade:                                                                               Estado:&lt;br /&gt;Período:                                                                              Cargo:&lt;br /&gt;Funções Desempenhadas:&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES - PESSOAS QUE POSSAM DAR INFORMAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome:                                                                                           Fone:&lt;br /&gt;Endereço:                                                                                     Cidade:&lt;br /&gt;Nome:                                                                                           Fone:&lt;br /&gt;Endereço:                                                                                     Cidade:________________________________________&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES ECONÔMICAS E FUNCIONAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Último Salário:&lt;br /&gt;Salário Pretendido:&lt;br /&gt;Outras Funções que se propõe a exercer:&lt;br /&gt;.............................................. , ........... de ................................................ de .......&lt;br /&gt;.........................................................................................&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Modelo 8 – curriculum vitae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      CURRICULUM VITAE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME COMPLETO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – DADOS PESSOAIS&lt;br /&gt;Cargo: &lt;br /&gt;Endereço:&lt;br /&gt;Telefones (residencial e celular):&lt;br /&gt;Data de nascimento:&lt;br /&gt;Sexo:&lt;br /&gt;Estado Civil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – ESCOLARIDADE &lt;br /&gt;2º Grau completo&lt;br /&gt;Superior incompleto (Curso, Instituição, semestre)&lt;br /&gt;Superior Completo (Curso, Instituição, ano de conclusão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL E/OU DE ESTÁGIO (digite apenas as três ultimas experiências)&lt;br /&gt;Instituição – período – cargo - principais atividades - motivo da saída&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – CONHECIMENTOS EM INFORMÁTICA (Windows, Word, Excel, Access, Internet, outros)&lt;br /&gt;Básico – Intermediário - Avançado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – DIGITAÇÃO (avalie em termos de velocidade)&lt;br /&gt;Básica, Intermediária, Avançada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – IDIOMAS&lt;br /&gt;Leitura, escrita, Conversação&lt;br /&gt;Básico, Intermediário, Avançado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 – CAPACITAÇÃO (curso, congresso, fórum, palestra, seminário, workshop, outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digite nessa ordem: nome do curso – instituição - carga horária - ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 – INTERESSES PESSOAIS (digite quantos interesses quiser. Informações para fins de banco de dados de hobbies).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 – INFORMAÇÕES ADICIONAIS&lt;br /&gt;Digite qualquer outra informação que não tenha sido solicitada e que você acha necessária para o seu currículo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modelo 9 – curriculum vitae&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETIVO (Indique sua pretensão em relação à empresa, ou sua área de interesse). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.INFORMAÇÃO PESSOAL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome &lt;br /&gt;Endereço &lt;br /&gt;Telefone &lt;br /&gt;Correio eletrônico &lt;br /&gt;Data e local de nascimento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Comece indicando a experiência profissional mais recente) &lt;br /&gt;• Datas (de – até) &lt;br /&gt;• Nome do empregador &lt;br /&gt;• Tipo de empresa ou setor &lt;br /&gt;• Função ou cargo ocupado &lt;br /&gt;• Principais atividades realizadas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; (Comece indicando a experiência profissional mais recente citar principalmente cursos pertinentes a área pretendida) &lt;br /&gt;• Datas (de – até) &lt;br /&gt;• Nome e tipo da organização de ensino ou formação &lt;br /&gt;• Principais disciplinas/competências profissionais adquiridas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.CONHECIMENTO EM LÍNGUAS e CONHECIMENTO EM INFORMÁTICA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Indique o nível de conhecimento em línguas básico, intermediário ou avançado e indique o conhecimentos em informática mais aplicáveis a sua área de conhecimento) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.APTIDÕES E COMPETÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local e Data&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinatura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-19939610404898881?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/19939610404898881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=19939610404898881&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/19939610404898881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/19939610404898881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/06/modelos-de-curriculum-vitae-faa-o-seu.html' title='Modelos de Curriculum vitae - Faça o seu!'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-2678603365026392915</id><published>2008-05-19T18:51:00.004-03:00</published><updated>2008-05-19T19:02:16.358-03:00</updated><title type='text'>Monografia Pós-Graduação PUC-SP</title><content type='html'>Pontifícia Universidade Católica de São Paulo&lt;br /&gt;Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão&lt;br /&gt;Curso de Especialização em Ensino de Geografia&lt;br /&gt;Cláudio Ferreira Terezo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicionário de Geografia do aluno.&lt;br /&gt;O uso de conceitos, termos e expressões geográficas no ensino fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo&lt;br /&gt;2008&lt;br /&gt;Cláudio Ferreira Terezo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho de conclusão de curso apresentado&lt;br /&gt;                                                                       à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,&lt;br /&gt;                                                                Coordenadoria Geral de Especialização,&lt;br /&gt;                                            Aperfeiçoamento e Extensão&lt;br /&gt;Curso de Especialização em Ensino de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                          Orientadora Prof.ª Regina Rizzo Ramires&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo&lt;br /&gt;2008&lt;br /&gt;Cláudio Ferreira Terezo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicionário de Geografia do aluno.&lt;br /&gt;O uso de Conceitos, termos e expressões&lt;br /&gt;       geográficas no ensino fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho de conclusão de curso apresentado&lt;br /&gt;                                                                       à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,&lt;br /&gt;                                                                Coordenadoria Geral de Especialização,&lt;br /&gt;                                            Aperfeiçoamento e Extensão&lt;br /&gt;Curso de Especialização em Ensino de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         Orientadora Prof.ª Regina Rizzo Ramires&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banca examinadora dos trabalhos de conclusão em sessão pública realizada em28 / 05 / 2008, considera o candidato : Aprovado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Examinador (a):Profa. Drª Marta Scarpato&lt;br /&gt;2) Examinador (a):Prof. Dr. Edson Cabral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Depois de muito trabalho, gostaria de agradecer imensamente a Deus, Nossa Senhora de Fátima, minha família, a minha esposa Cibele, pela extrema paciência desde 1994 e meu filho Pedro Manoel que foi uma luz no final deste trabalho.A todos os meus professores pela construção de parte de minha vida. Em especial a memória do meu inesquecível “Vô Mané”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Esta monografia tem por objetivo a apresentação/elaboração de uma ferramenta usual para o trabalho do professor de Geografia: o Dicionário de Geografia do Aluno. &lt;br /&gt;      O proposto é uma forma de direcionar o conhecimento da Geografia e tornar habitual o uso da linguagem geográfica como algo comum e corriqueiro na vida dos estudantes, haja visto, que um dos problemas encontrados por professores no tocante ao ensino de Geografia é a barreira existente quando da chegada dos alunos do ensino básico e sua entrada na 5ª série do ensino fundamental, quanto ao uso de termos, conceitos e expressões geográficas em sala de aula. Evidenciando em sala de aula as etapas de um trabalho a médio e longo prazo, tornando o aluno um protagonista do processo de crescimento intelectual, fazendo com que este se sinta responsável por algo, no caso um projeto que vai envolvê-lo e a seus colegas, atuando como atores principais na construção do pensamento geográfico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-chave : Dicionário de Geografia;  aluno;  alfabetização geográfica;  conceitos;  trabalho;  ensino de Geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                               &lt;br /&gt;1 Introdução   &lt;br /&gt;1.1 Experiência Profissional                                                                                  &lt;br /&gt;2 Objetivo    &lt;br /&gt;3 Procedimentos Metodológicos  &lt;br /&gt;3.1 Análise do Guia de Livros Didáticos PNLD 2008   &lt;br /&gt;4 Projeto Dicionário de Geografia do aluno     &lt;br /&gt;5 Considerações Finais    &lt;br /&gt;6 Referências Bibliográficas   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;      Sempre, desde criança, tive um grande interesse sobre como o mundo funciona, sua dinâmica, enfim, como tudo acontece. Ao longo do ensino fundamental e médio, descobrindo certas verdades (ou supostas verdades), meu interesse pelo planeta Terra somente aumentou, conseqüência: fui para a Graduação de Geografia. Ambiente novo, pessoas novas, idéias diferentes, como foi difícil o primeiro ano, afinal eu adorava a geografia até então, porém, o que via ali na faculdade não era o que eu esperava. Acredito que foi de extrema importância conhecer a história da geografia, seus principais nomes e suas correntes de pensamento geográfico, todavia, os professores falavam uma língua que a principio não conhecia: o geografês! É, o geografês, porque aquilo não era de forma alguma o português que tinha aprendido ao longo dos anos (e olha que sou de família portuguesa, de Seixo de Mira, norte de Portugal) e com absoluta certeza tal idioma era pouco conhecido entre meus colegas de classe.&lt;br /&gt;      Como sempre fui extremamente curioso, comecei, junto às minhas leituras, fichar todos os conceitos, termos e expressões de geografia que desconhecia ou tinha dificuldade de entendimento. Este trabalho começou em 2001 e desde então, venho catalogando o que gerou minha primeira publicação em 2007: o Novo Dicionário de Geografia, uma obra que contém mais de 1900 conceitos geográficos e que me ajudou muito em meu início de licenciatura e espero, contribua para o trabalho de meus colegas professores de geografia. Dentro da minha forma de trabalhar em sala de aula, tenho como idéia ou foco principal a introdução de conceitos, termos e expressões de geografia no dia-a-dia em sala de aula, o que chamo de efetiva alfabetização geográfica. Efetiva porque sai da academia, dos muros das universidades e vai parar na sala de aula, no caderno do aluno, em sua mente. Efetiva por que permite ao professor preparar sua aula com aquilo que realmente faz parte de sua disciplina, daquilo que está em seu entorno, para que esta junção de conhecimento entre professor e aluno seja algo permanente, contínuo. Não algo fragmentado como o que infelizmente vem acontecendo com a geografia, seja com a dicotomia entre geografia física e geografia humana, seja com as eternas rixas ideológicas entre instituições ou pensadores, enfim, com a eterna situação separatista existente dentro da Geografia. &lt;br /&gt;      Cabe a nós, professores, geógrafos, dar um norte a nossa ciência, para que não paire sempre aquela pergunta: para que serve a Geografia? &lt;br /&gt;Serve para abrir os olhos, sejam os nossos e posteriormente o de nossa sociedade, do nosso planeta, pois se não pensarmos em diferentes escalas, não apenas no micro, mas também no macro, para efetuar realmente uma mudança, e que esta, comece em sala de aula, ensinado a verdadeira geografia, a geografia de Humboldt, a geografia de La Blache, de Ratzel, Pierre George, Yves Lacoste, Milton Santos, Aziz Ab’Saber, Douglas Santos, André Martin entre outros, não importando sua linha de pensamento, sua ideologia, ensinando simplesmente geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.1          Experiência Profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Desde o início de minha graduação em geografia no ano de 2001, sempre tive problemas com definições, termos, conceitos e expressões que eram corriqueiras em sala de aula por parte de meus professores, porém, significavam pouco pra mim, pois, não tinha uma base teórica para tais diálogos. Essa dificuldade era compartilhada com meus colegas, pois, não conseguíamos compreender por completo determinado assunto. Culpa dos professores? Não os da graduação. Entendia, toda vida, que não possuía pré-requisitos em se tratando de conceitos básicos em geografia, uma falha que se arrastou durante minha formação desde o ensino fundamental, quando realmente temos um contato direto com a geografia.&lt;br /&gt;      Constatando este problema, comecei a pesquisar e arquivar conceitos, termos e expressões de geografia e ciências afins, para minimizar esta dificuldade que permaneceu a princípio no primeiro semestre de minha graduação. Desde então, venho aprimorando minha pesquisa, procurando em todo e qualquer conteúdo que julgava importante para a construção do material que resultou no Novo Dicionário de Geografia, livro lançado por mim em outubro de 2007, um material com mais de 1900 conceitos, termos e expressões que me auxiliam e espero contribua para o trabalho de meus colegas professores de geografia e estudantes a partir do ensino fundamental.&lt;br /&gt;E dentro desta idéia, de uma pesquisa constante e permanente de termos, conceitos e expressões o que considero como uma efetiva alfabetização geográfica, busco uma forma de trabalhar a partir do ensino fundamental, mais especificadamente a 5ª série (sexto ano), um trabalho com os alunos que permita a eles, construírem seu próprio dicionário de Geografia, buscando conhecer, a partir de um trabalho de pesquisa, um universo das palavras ligadas à geografia.&lt;br /&gt;      O que proponho não é colocar nenhum conceito como definitivo aos alunos, e sim, a busca constante como atividade permanente, para o aperfeiçoamento da linguagem geográfica em sala de aula, algo que, creio eu, deve ter início logo na chegada do aluno ao ensino fundamental. Esta atividade permanente consiste na produção e elaboração de um caderno de geografia que sirva ao longo do ano como uma pesquisa do aluno sobre os conceitos discutidos em sala de aula, permitindo que haja uma interação entre os conteúdos apresentados e as diversas opiniões e pontos de vista sobre determinado assunto ou conceito. Os alunos construiriam seus próprios dicionários e o professor socializaria estes conceitos em sala de aula, ampliando assim as opções de cada conceito com todos os alunos da sala.&lt;br /&gt;      Com base em minha experiência em sala de aula, entendo que construindo o saber geográfico no aluno, posteriormente, em toda uma sala de aula, por meio de uma efetiva alfabetização geográfica, para que esta possa definitivamente sair da academia e chegar ao aluno em sala de aula e, mais importante, em qualquer lugar utilizando o material que o professor e o aluno tenham a mão, sem que ambos fiquem reféns do livro didático. Não que este seja satanizado, porém, que se abram perspectivas para a construção de uma linguagem geográfica mais ampla em sala de aula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 OBJETIVO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Esta monografia tem por objetivo a apresentação/elaboração de uma ferramenta usual para o trabalho do professor de geografia: o Dicionário de Geografia do Aluno.&lt;br /&gt;      Ferramenta esta que deve ser posta visando 3 recursos didáticos pertinentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A primeira em relação aos alunos. Dentro desta proposta vejo como salutar o aprimoramento intelectual na perspectiva de novos conteúdos quando de sua chegada ao ensino fundamental II (5ªsérie, 6º ano). O mundo de conceitos e terminologias novas que se abrem entorno de um aluno de 5ª série do ensino fundamental é um dos primeiros obstáculos que o professor de geografia tem pela frente em seu trabalho. A barreira existente, principalmente colocada em relação aos livros didáticos, quanto aos conceitos e terminologias utilizadas em geografia, torna mais lenta esta absorção de conteúdos novos que podem e devem angariar conhecimentos aos alunos. Livros estes que direcionam os conteúdos em sua maioria, para o processo de localização espacial, tendo a cartografia como porta de entrada para o saber geográfico. Então escala, longitudes e latitudes, orientação espacial, e a localização seja no seu local ou ampliando a escala seu planeta tem que se tornar real num mundo totalmente abstrato de um aluno de 10 ou 11 anos. Visto esta dificuldade, o conhecimento do que é cada coisa cabe como proposta para que o aluno entenda o que é, para depois entender o processo de tal conceito. Um passo-a-passo na alfabetização geográfica passando do lúdico e entrando efetivamente nas realidades que cercam aos alunos tanto em sala de aula com em sua vida em sociedade. E isto só poderá acontecer se o aluno participar efetivamente do processo de construção do conhecimento a partir da prática escolar orientada pelo professor. &lt;br /&gt;      Em relação aos professores coloco a possibilidade de direcionamento do trabalho em sala de aula propondo um trabalho paralelo aos conteúdos básicos do ano letivo. Trabalho este que pode facilitar o entendimento do aluno na perspectiva de um início de trabalho de pesquisa referente aos conceitos, termos e expressões geográficas. Atividade esta que é o início efetivo de um trabalho de pesquisa – Dicionário de Geografia do aluno – que nada mais é do que a antiga e abandonada por muitos, lição de casa. Esta atividade consiste na elaboração de um caderno onde o aluno construiria seu próprio livro de geografia, o seu dicionário de geografia. Tendo como auxílio livros, revistas, Internet ou uma simples conversa com seus familiares sobre assuntos diversos da geografia. Cabendo ao professor o direcionamento das pesquisas a serem realizadas.&lt;br /&gt;      Quanto ao ensino de geografia analiso como essencial qualquer trabalho diferenciado que ocorra nas escolas espalhadas pelo Brasil. Certamente a grande maioria destas propostas não chegará a se transformar de forma efetiva em monografias e trabalhos acadêmicos, porém, norteiam o trabalho de muitos professores e fazem certamente a verdadeira difusão e conseqüente democratização da Geografia. Trabalho este que muitas vezes é difundido sem passar pelo crivo de uma universidade, sem a opinião de algum acadêmico ou especialista em ensino, não ficando restrito aos recônditos da academia. É efetivamente um trabalho que se socializa por intermédio de professores muitas vezes abnegados, que utilizam determinadas ferramentas de trabalho tornando possível o desenvolvimento tanto dos alunos em sala de aula quanto do aperfeiçoamento de professores e da própria geografia.&lt;br /&gt;      Utilizando minha experiência como Geógrafo, professor efetivo de Geografia do Estado de São Paulo e autor do Novo Dicionário de Geografia (livro lançado em outubro de 2007) vejo como de extrema importância a elaboração de um trabalho direcionado para a melhor compreensão por parte dos alunos de conceitos, termos e expressões ligadas a geografia, quando de sua chegada ao ensino fundamental II.                      &lt;br /&gt;      O que proponho é apenas uma forma de direcionar o conhecimento da Geografia e tornar habitual o uso de nossa linguagem geográfica como algo comum e corriqueiro na vida dos alunos para que estes, não enfrentem num futuro, os mesmos problemas que este professor encontrou em sua formação. Esta idéia não surgiu com base num projeto, surgiu aos poucos com minha vivência em sala de aula.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 DESENVOLVIMENTO&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Segundo o Professor Aziz Nacib Ab’Saber “A principal missão do professor de geografia é ajudar o aluno a entender o local onde vive e atuar sobre ele”(Nova Escola,ed.139,jan/2001), esse certamente é o conceito necessário para transformar o aluno em protagonista no processo de aprendizagem e de cidadania. O conceito de protagonista dedicado ao aluno propõe a nós professores a missão de direcionar o conhecimento geográfico para a atuação efetiva no cotidiano dos jovens em formação, e nada melhor que trabalhar numa escala próxima ao aluno, o seu local.&lt;br /&gt;      Mas será fácil conseguir inserir esta idéia no nosso modo de trabalho? Grosso modo, o ensino de geografia está colocado de forma tradicional em escolas espalhadas pelo Brasil, não se trata de um problema isolado, lembro que somente no 2º e 3º anos de extinto colegial pude ter um verdadeiro professor de geografia, haja visto, que todos os meus professores anteriores não eram especialistas em geografia. Ou eram professores de história ou de estudos sociais e tinham uma visão, no mínimo, diferenciada de como ensinar geografia, não que existisse uma fórmula pronta, longe disso, porém, o pensamento geográfico analisado em escalas só pode ser realizado por professores específicos ou geógrafos.&lt;br /&gt;      Se nós, geógrafos, temos dificuldade de análise sobre determinado assunto ou linha de pensamento, penso que isso se tornaria quase impossível vindo de um profissional de outra área. Dentro de minha pesquisa para o Novo Dicionário de Geografia, tive grande dificuldade para definir alguns conceitos básicos de geografia, qual linha de pensamento usar? Teria que enfatizar qual geografia? Digo isso, pois, para conseguir encontrar uma definição para paisagem tive que explorar todos os recursos possíveis, pontos de vista diferenciados, etc. Não conseguindo um consenso, optei por expor 11 pontos de vista diferenciados para o conceito de paisagem.&lt;br /&gt;      Dentro dessa perspectiva cada professor ou pesquisador utilizará aquele conceito que melhor se adapte ao seu trabalho. Com outros conceitos não foi diferente, qual a melhor maneira de resolver esta questão? Região, território, lugar e espaço (geográfico) são conceitos primordiais para o início de um trabalho de alfabetização geográfica, porém, quando da chegada do aluno a 5ª série do ensino fundamental (sexto ano), não serão essas, a princípio, suas primeiras dúvidas. As perguntas realizadas por crianças ou pré-adolescentes com idade média de 11 anos normalmente são: o que é Geografia? Existem duas Geografias? O que é Estado ou estado? Qual a diferença entre Estado e nação? Lugar? Sítio não fica no interior? Ambiente ou meio ambiente é a mesma coisa? Terra é relacionada a planeta ou onde se pisa ou se planta? Hoje o clima está quente ou será o tempo? Mas o tempo não está no relógio? Professor o que é hegemonia?&lt;br /&gt;      Todos estes conceitos estão colocados em livros didáticos utilizados em escolas espalhadas pelo Brasil. Será que esses alunos que estão chegando ao ensino fundamental possuem um vocábulo tão complexo para tal entendimento? Não seria prático e necessário, tanto ao professor quanto ao aluno trabalhar no dia-a-dia com um caderno à parte, pesquisando, angariando estes conceitos tão usuais em livros didáticos numa atividade que perdure ao longo do ano letivo ou numa segunda fase até o término do ensino fundamental? A partir da minha experiência em sala de aula, creio que sim. Seria uma forma de inserir um desdobramento do conhecimento através de uma efetiva alfabetização geográfica, primeiramente num trabalho individual (Dicionário de Geografia do aluno), que posteriormente se transformaria num projeto de ensino de geografia para uma sala inteira.&lt;br /&gt;      Este tipo de trabalho não pode nem deve ser uma receita pronta, cada professor deve, com o conhecimento de sua escola, de sua clientela, direcionar da melhor maneira possível tal atividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1 Análise do Guia de Livros Didáticos PNLD 2008 Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Nos anos de 2006 e 2007, durante o curso de Pós-Graduação em ensino de Geografia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, pude ter contato com diversos pontos de vistas dentro da Geografia, os processos de aula e de avaliação foram essenciais para o amadurecimento de minhas idéias e pensamentos acerca do ensino de geografia. Os processos de avaliação diferenciados em relação a cada professor, mesmo que determinadas atividades fossem muito parecidas quanto a sua realização, fizeram-me enxergar com outros olhos as possibilidades de crescimento profissional como professor de geografia ou enfim um profissional que busca discutir o conhecimento científico.&lt;br /&gt;      As disciplinas “A Formação do Pensamento Geográfico Brasileiro” ministrada pelo Prof. Drº Jorge Luis Barcellos da Silva, “A Paisagem e Meio Ambiente” ministrada pelo Prof. Drº Élvio Rodrigues Martins e “A Regionalização na Escala do Brasil e do Mundo”, ministrada pelo Prof. Drº Gustavo Coelho Oliveira de Souza, tiveram como avaliação final de módulo um trabalho de pesquisa sobre os conteúdos de livros didáticos. Uma análise comparativa sobre os conteúdos apresentados em cada livro didático. A partir destes conteúdos estudados desenvolvi, junto aos meus colegas de grupo, Marcelo Paixão e Kamila Boico, um primeiro parecer e, posteriormente, um aprofundamento sobre as qualidades e problemas dos livros didáticos. Haja visto que na disciplina “A Formação do Pensamento Geográfico Brasileiro”, conhecemos os caminhos trilhados pelos autores dos livros didáticos ao longo da história  do ensino de geografia no Brasil, partindo do Padre Manoel Aires de Casal passando por Delgado de Carvalho, Haroldo de Azevedo, Melhem Adas, chegando a José Willian Vesentini entre outros autores recentes, ligados aos livros didáticos para geografia. Um estudo importante dentro da área de pesquisa na qual me dedico e trabalho. Quanto à disciplina “A Paisagem e Meio Ambiente” realizamos uma análise comparativa de dois livros didáticos, porém, sobre outra ótica, vislumbrando as características paisagísticas brasileiras e sua relação com as sociedades. Um trabalho que, sem dúvida, acresceu, profundamente, minha visão das dinâmicas existentes entre paisagem e sociedade e o quanto isso pode ser importante na formação de meus alunos.&lt;br /&gt;      Diante deste quadro e após ter efetuado com distinção as avaliações propostas aprofundei minhas pesquisas a respeito da qualidade dos livros didáticos, tendo em mãos o Guia de livros didáticos PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) 2008 de Geografia, um trabalho do Ministério da Educação com participação efetiva na Comissão Técnica da ProfªDrª Marísia Margarida Santiago Buitoni, da PUC-SP onde 26 coleções foram inscritas e analisadas e 19 recomendadas para os professores de ensino fundamental de geografia.&lt;br /&gt;      Vejo que meus pontos de vista são semelhantes quanto ao do relatório, pois tive acesso aos livros, quando da escolha para a escola na qual leciono – E.E. São Paulo da Cruz, em Osasco e compartilho em grande parte com o parecer do relatório.&lt;br /&gt;Parte destas informações trago a seguir com breves comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guia de Livros Didáticos PNLD 2008 Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Cada processo de avaliação referente aos livros didáticos ocorre de três em três anos, alternando-se de 1ª. a 4ª. e de 5ª. a 8ª. séries. A presente apresentação refere-se ao PNLD 2008 no qual, de um conjunto de 26 coleções de Geografia inscritas e analisadas, 19 foram recomendadas para os professores das séries finais do Ensino Fundamental.&lt;br /&gt;      Segundo o Guia de livros didáticos PNLD 2008, “nos livros da 5ª série, abordam-se noções básicas de Geografia e cartografia. Assuntos relacionados à orientação, coordenadas geográficas, escalas, fusos horários, movimentos de rotação e translação são recorrentes no primeiro volume das coleções. Em algumas delas, enfatiza-se o estudo de aspectos naturais, enquanto que em outras são enfocados os aspectos humanos e econômicos a partir dos espaços de vivência do aluno”. &lt;br /&gt;      Postura que compartilha com a idéia do professor Aziz Nacib Ab’Saber onde “a principal missão do professor de geografia é ajudar o aluno a entender onde vive e atuar sobre ele”.&lt;br /&gt;      De acordo com guia do PNLD “o volume da 5ª série da maioria das coleções trabalha, com ênfase, as noções de orientação e representação do espaço geográfico, os elementos da natureza e as relações sociedade e natureza. As coleções Construindo o espaço, Géia, Construindo a Geografia, Geografia (Temas), Geografia (espaço geográfico), Geografia do século XXI, Geografia paratodos e Olhar geográfico abordam, principalmente, os elementos da natureza. As coleções A Geografia da gente, Construindo a Geografia, Projeto Araribá, Geografia do século XXI, Trilhas da Geografia e Geografia (Elos) estudam a cidade e o campo. As coleções Geografias do Mundo (Marcos e Diamantino) e construindo consciências dão ênfase à noção de lugar e Géia, Link do espaço e Geografia (Séries) abordam os conteúdos a partir da noção de paisagem”.&lt;br /&gt;      Independente do enfoque dado a determinado aspecto ou tema, todos os livros apresentados abordam de uma forma direta ou com formas transversais, alguns dos principais conceitos da geografia. A forma como será utilizada pelo professor deriva de sua própria formação ou linha de pensamento, seja ela, ligada a (eterna dicotomia entre) geografia humana ou geografia física.&lt;br /&gt;      Segundo o guia do PNLD todas as coleções têm, como conceito norteador de seus conteúdos, o espaço geográfico. Outros também são utilizados, embora não explicitamente em todas as coleções. Esses conceitos, natureza, paisagem, território, lugar e tempo, são utilizados na maior parte das coleções, acrescidos do conceito de região e de noções como mundo, técnicas e tecnologia. No entanto, eles não são utilizados com a mesma freqüência nem com a mesma conotação e articulações diferentes entre si. Por exemplo, os pares paisagem e lugar, assim como espaço e território têm, por vezes, seus termos utilizados como sinônimos; além disso, não há distinção clara entre os elementos da natureza e os aspectos ambientais.&lt;br /&gt;      Existe então um equívoco no tratamento e uso destes conceitos e este erro deve ser corrigido e trabalhado de forma diferenciada pelo professor em sala de aula, pois, diferente do que dizem e nos mostram esses livros, cabe a nós, professores, adotarmos posturas didáticas que alternem e direcionem o uso desses conceitos em sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      “No desenvolvimento dos conteúdos, a maior parte das coleções apresenta definições e conceitos como eles são concebidos e adotados no conhecimento geográfico, além de glossário que os complementam: Série Link do espaço, Construindo a Geografia, Projeto Araribá, Geografia (Elos) e Geografia (Séries). As coleções Construindo o espaço, Geografia da gente, Géia e Geografia para todos apresentam fragilidades conceituais ao tratar dos aspectos naturais e ambientais. Outros problemas também foram encontrados nas coleções A Geografia da gente e Trilhas da Geografia, no desenvolvimento de conteúdos referentes aos aspectos urbanos e rurais”.&lt;br /&gt;      Neste trecho é feita uma análise onde os autores utilizam os conceitos geográficos dentro de uma perspectiva de conclusão final sobre o que é isso ou aquilo dentro da geografia. O glossário seria um complemento para essas definições. A pergunta no caso é: não cabe ao professor de geografia alertar os alunos sobre a possibilidade de ampliação do conhecimento do aluno sobre uma pesquisa que possa ser realizada para averiguação de possíveis respostas, que não apenas aquelas encontradas no livro? Penso que sim, dentro de uma perspectiva positiva para o conhecimento e crescimento do aluno.&lt;br /&gt;      “A localização correta dos fenômenos geográficos e a qualidade das representações cartográficas são características das coleções Geografias do mundo, Geografia (Temas), Geografia (espaço geográfico), Geografia para todos e Geografia (Séries). Esses elementos comparecem com menor precisão nas coleções Construindo o espaço, Geografia da gente, Géia e Construindo consciências, que apresentam algumas imprecisões ou problemas na distribuição espacial dos fenômenos, principalmente nos mapas e na identificação das legendas”.&lt;br /&gt;      Um grave e constante problema encontrado nos livros didáticos, é a qualidade das figuras, fotos, imagens e mapas apresentados. Houve uma sensível melhora nestas coleções apresentadas, porém, o trabalho dos autores ainda é prejudicado pelas escolhas efetuadas pelas editoras. &lt;br /&gt;      Segundo o guia do PNLD, “conceitos são construções intelectuais da ciência que servem como elementos que estruturam a leitura e a interpretação da realidade. Por outro lado, noções são conhecimentos elaborados no nível do senso comum. Assim, algumas coleções têm, como eixos norteadores, noções que são utilizadas como conceitos, como, por exemplo, cidade, urbanização, desenvolvimento, subdesenvolvimento e desenvolvimento sustentável, numa demonstração de que as obras expressam ora simplificadamente, ora em escala muito ampla e ora corretamente, o que compreendem por conceito”.&lt;br /&gt;      O que no caso seria simplificadamente ou escala ampla ou ainda o que seria corretamente em se tratando de escala? Será que os conceitos utilizados são necessariamente os mais precisos segundo a visão do professor em sala de aula? Teria o aluno de 5ª série o discernimento para compreender as diferenças entre conceitos e noções existentes em determinado texto? Ou seria melhor que o aluno conhecesse os dois lados, o científico e o senso comum para o princípio, aumentar seu conhecimento e depois sim, fomentar a busca pelo conhecimento científico dentro da sala de aula junto a seus colegas e professor?  Esta é a questão que discuto dentro deste meu trabalho, buscar um crescimento do conhecimento intelectual do aluno, seja ele retirado de um livro didático ou de uma revista semanal, um jornal, da Internet. Se a princípio a busca for feita através do senso comum, que seja feita, cabe então a nós professores direcionarmos este aluno para uma pesquisa onde ele realmente possa descobrir outras possibilidades de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCEITOS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Segundo o guia “Essa pluralidade de entendimentos faz com que as coleções incorporem noções bem diferentes e distantes do rigor científico, exigindo do professor a complementação de seu conhecimento em outras fontes bibliográficas e o cuidado de definir corretamente os sentidos das palavras utilizadas nos livros”. &lt;br /&gt;      Cabe então ao professor verificar e atualizar estes conceitos em sala de aula de uma forma que o aluno possa ter uma gama de variáveis em relação aos conceitos apresentados pelos livros didáticos. E é esse trabalho que proponho com o dicionário de Geografia do aluno, que seria essencial para essa busca do conhecimento geográfico, uma forma de apresentar ao aluno não só diferentes vertentes de um determinado conceito, mas também inserindo este aluno num papel de protagonista dentro de um primeiro encontro com um trabalho de pesquisa.&lt;br /&gt;      A seguir, a descrição de com estão apresentados os conceitos nas coleções aprovadas no PNLD 2008 e posteriormente os mesmos conceitos segundo o Novo Dicionário de Geografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPAÇO GEOGRÁFICO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O conceito de espaço geográfico é o principal norteador dos conteúdos das coleções. Ele é balizador, por exemplo, nas coleções Construindo o espaço, Geografia crítica, Geografia da gente, Geografia do mundo, Géia, Geografia (Temas), Geografia (espaço geográfico), Série Link do espaço, Trilhas da Geografia, Geografia para todos, Construindo consciências, Geografia (Séries) e Homem &amp; espaço, não necessariamente com os mesmos significados, mas, predominantemente, correspondendo ao produto resultante das relações sociedade e natureza, considerando-se o tempo como referência para apreensão das suas sucessivas transformações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo Dicionário de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPAÇO: 1. Para Milton Santos, o espaço é materializado pelas formas da paisagem, mais a vida (trabalho/ serviços) que as anima. 2. O espaço constitui a matriz sobre a qual as novas ações substituem as ações passadas. 3. É o não aparente, a essência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESPAÇO GEOGRÁFICO: Segundo Milton Santos: “É a natureza modificada pelo homem através do seu trabalho” [...] “O espaço se define como um conjunto de formas representativas de relações sociais do passado e do presente e por uma estrutura representada por relações sociais que estão acontecendo diante dos nossos olhos e que se manifestam através de processos e funções”. &lt;br /&gt;PAISAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A paisagem, outro importante conceito da Geografia, é estruturadora das coleções Série link do espaço, Construindo o espaço, A Geografia da gente, Geografias do mundo, Geografia para todos e Homem &amp; espaço. No entanto, o sentido do conceito não é o mesmo em todas as obras. Na coleção Construindo o espaço, a paisagem é compreendida como a diversidade de lugares e como componente do espaço. Na Geografia do mundo, o conceito é valorizado pelo uso de fotografias, partindo-se do que é visível para compreender que as paisagens se modificam à medida que se altera a dinâmica que as produz. Na Geografia paratodos, considera-se que a paisagem é transformada pela ação da natureza e do homem, sendo que sua modificação pela ação humana permite contextualizá-la territorialmente e como resultado da relação entre lugares. Na Construindo consciências: Geografia, a paisagem é base para a compreensão das relações espaço-temporais problematizadas a partir de situações do cotidiano do aluno e como sinônimo de lugar. Na coleção A Geografia da gente, por sua vez, a paisagem (e oespaço) é referência da relação entre sociedade e natureza por meio das noções de apropriação e de construção social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo Dicionário de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAISAGEM: 1. Para Milton Santos é o conjunto de formas que, num dado momento, exprime as heranças que representam as sucessivas relações localizadas entre o homem e a natureza. 2. Paisagem é uma categoria do fenômeno. 3. Espaço geográfico cuja individualidade ocorre na presença dos seus elementos mais característicos, com desertos, planícies, montanhas, florestas, oceanos, mares, etc. 4. Tudo aquilo que a vista alcança, a partir da visão do geógrafo. 5. “Unidade visível do arranjo espacial que a nossa visão alcança, a paisagem tem seu caráter social, pois é formada de movimentos impostos pelo homem através do seu trabalho, cultura e emoção. Ela é produto da percepção, mas necessita passar a conhecimento espacial organizado, para se tornar verdadeiro dado geográfico”. (Ministério da Educação e Desporto. PCN – Ensino Médio, dez. 1999, p. 30.) 6. BERTRAND (1968) A Paisagem é resultante de três componentes principais: o potencial abiótico (todos os elementos abióticos), a exploração biótica (conjunto das comunidades vegetais e animais) e a utilização antrópica interferindo nos dois primeiros. 7. Tricart (1981) Paisagem é uma porção perceptível a um observador onde se inscreve uma combinação de fatos visíveis e invisíveis senão o resultado global. A paisagem é originalmente um ser lógico, espacial, concreto e só tardiamente adquiriu a dimensão lógica de um sistema. Segundo Tricart, o termo paisagem na França possui uma forte conotação territorial. 8. Delpoux (1974) A Paisagem é o objeto concreto, materialmente palpável, diretamente perceptível no terreno. Certamente de estrutura complexa, diversificada, dinâmica, podendo ser descrita de maneira objetiva. De acordo com Delpoux, a paisagem é uma entidade espacial correspondendo à soma de um tipo geomorfológico e de uma cobertura no sentido mais amplo desse termo (da floresta à aglomeração e à zona industrial passando pelas culturas ou superfícies aquáticas). E a percepção da paisagem está em função da escala, correspondendo também à soma de caracteres próprios de cada um dos elementos fundamentais. 9. DEFFONTAINES (1945) Deffontaines define a paisagem como sendo o suporte de uma informação original sobre numerosas variáveis relativas notadamente aos sistemas de produção e cuja superposição ou vizinhança, revelam ou sugerem interações. 10. A paisagem se dá como um conjunto de objetos reais-concretos. 11. Para Alexander Von Humboldt: “característica total de uma região terrestre”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Território &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Um outro importante conceito utilizado é o de território. Diferentemente da paisagem, ele é explicitado, em todas as coleções em que aparece como elemento do texto, como produto histórico e cultural, definido pela estrutura de poder. Isso se observa nas coleções Construindo o espaço, Geografias do mundo, Géia, Geografia (Temas) e Geografia para todos. No entanto, há diferentes conotações do conceito, mesmo que a base explicativa seja a mesma. Por exemplo, na coleção Geografia para todos, a noção de território é enriquecida tratando-se o território como conteúdo da explicação de processos, fatos e fenômenos com suas articulações espaço temporais e entre a sociedade e a natureza e, na coleção Geografias do mundo, desenvolve-se a noção de território mais nos volumes das 7ª. e 8ª. séries. Por outro lado, na coleção Géia, aborda-se o território no livro da 6ª. série por meio da interrelação dos aspectos políticos, sociais, econômicos e culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo Dicionário de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TERRITÓRIO: 1. Área terrestre, seu espaço aéreo e mares vizinhos, organizados em um Estado soberano. 2. Espaço pertencente a algo, alguém ou alguma coisa, delimitado por fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Região&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Um conceito que faz parte da construção histórica do pensamento geográfico é o de região. Ele está implícito, em várias coleções, como Série link do espaço, Geografia, sociedade e cotidiano e Geografia (Temas), mas nenhuma delas focaliza-o como um conceito estruturador, apenas como uma referência de recorte analítico. Por exemplo, na coleção Série link do espaço, a referência à região é feita no conteúdo que trata das primeiras tentativas de regionalizar o Brasil, cujo critério adotado baseava-se nos elementos naturais, com ênfase no clima, acrescentando que, atualmente, é preciso considerar as alterações feitas na natureza pela sociedade. Na coleção Geografia, sociedade e cotidiano, macro, meso e micro regiões são vinculadas unicamente à sua dimensão territorial, levando a uma regionalização do espaço mundial que se dá a partir da perspectiva socioeconômica. Na coleção Geografia (Temas), região é interpretada pela predominância da homogeneidade física ou base natural na sua delimitação; para tentar superar essa limitação, dá-se ênfase a critérios de regionalização que privilegiam os aspectos econômicos, mesmo que se mantenha a finalidade estatística das informações. Na coleção Geografia do século XXI, a definição está correta, mas incompatível com os exemplos de regionalização do Brasil, cujas fontes são de 1967.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo Dicionário de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO: 1. Para Milton Santos, a “Região seria o resultado das possibilidades ligadas a uma certa presença de capitais fixos e exercendo o papel ou funções técnicas e das condições do seu funcionamento econômico, dada pela rede das relações políticas, econômicas, geográficas, formas, funções, processo e estrutura”. 2. Porção de território contínua e homogênea em relação a determinados critérios pelos quais se distingue das regiões vizinhas. As regiões têm seus limites estabelecidos pela coerência e homogeneidade de determinados fatores, enquanto uma área tem limites arbitrados de acordo com as conveniências. 3. Região é um conceito que se fundamentam em uma reflexão política de base territorial, com um poder central, jogos de interesses de comunidades, limite entre autonomia e poder central, fundamento político de controle e gestão de um território. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Algumas coleções priorizam o conceito de lugar, articulando-o com o espaço próximo e do cotidiano do aluno, como pode ser verificado nas coleções Série Link do espaço, Géia, Construindo a Geografia, Geografia (Temas), Projeto Araribá, Geografia para todos e Geografia (Séries). Em duas coleções, entretanto, verificaram-se conflitos conceituais, pois se trata lugar como sinônimo de local (Trilhas da Geografia e Homem &amp; espaço). Na coleção Geografia (Temas), lugar é entendido como sinônimo do local onde o aluno vive e como ele vê o mundo; esse conceito está ausente dos livros das 5ª e 6ª séries. Por outro lado, na coleção Geografia, sociedade e cotidiano, lugar adquire o significado de área, que precisa ser compreendido por meio das experiências do aluno, o que significa que é estudado pelo recorte empírico. Embora não seja destacado como o principal conceito estruturador das coleções, como nos casos anteriores, o conceito de lugar é trabalhado como o espaço vivenciado e percebido pelos alunos na coleção Construindo o espaço. Na coleção Geografias do mundo, ele é síntese dos elementos socioculturais e físico-ambientais que produzem espaços e ambientes com diversas identidades territoriais. Neste caso, há articulação, nos conteúdos da obra, do conceito de lugar com os de espaço e de território. Na coleção Construindo a Geografia, esse conceito é par dialético de mundo para a compreensão do espaço. Na coleção Geografia para todos, lugar é referência na produção do espaço por meio da localização diferenciada da produção industrial, do consumo e do deslocamento migratório. Nessa obra, por exemplo, a concepção de espaço vivido é trabalhada, no volume da 5ª. série, a partir da letra de uma canção infantil e de uma criança de uma tribo indígena, para explicar a relação entre sentimento e lugar. Na coleção Construindo consciências, lugar se diferencia na identificação das relações espaço-temporais, na tentativa de explicar a construção histórica do espaço pelas relações entre sociedade e natureza. Nessa coleção, por outro lado, o conteúdo da obra inicia-se pelo estudo de lugar como referência da escala das moradias na 5ª. série, partindo-se para a expansão urbana na 6ª. e a evolução tecnológica como superação das dificuldades naturais na 7ª. série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novo dicionário de Geografia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUGAR: Espaço com o qual as pessoas vivem e com o qual passam a se identificar. Porção ou parte do espaço terrestre; local, sítio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Depois de analisar, comparar as formas como são utilizados os principais conceitos da Geografia, seja, pela equipe de trabalho do PNLD, vinculado ao Ministério de Educação, ou por grupos de pesquisa espalhados pelo Brasil, grupos de estudos e listas de geografia pela internet, venho não com um argumento centrado numa verdade, venho pela reflexão que deve e pode ser feito quanto a utilização de conceitos, termos e expressões geográficas no cotidiano dos alunos a partir da 5ª série, fato que pode tornar mais prazeroso tanto para o aluno, quanto para o professor.   &lt;br /&gt;      O que proponho é apenas uma forma de direcionar o conhecimento da geografia e tornar habitual o uso de nossa linguagem geográfica como algo comum e corriqueiro na vida dos alunos para que estes, não enfrentem num futuro, os mesmos problemas que este professor encontrou em sua formação.  &lt;br /&gt;Sem me preocupar se estes alunos serão ou não geógrafos (a maioria esmagadora certamente não será), porém, que entendam que estarão inseridos num processo de crescimento intelectual, adquirindo uma nova experiência logo em sua chegada ao ensino fundamental a partir do Dicionário de Geografia do Aluno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 PROJETO DICIONÁRIO DE GEOGRAFIA DO ALUNO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Um dos problemas encontrados por professores no tocante ao ensino de geografia é a barreira existente quando da chegada dos alunos do ensino básico e sua entrada na 5ª séria do ensino fundamental, quanto ao uso de termos, conceitos e expressões geográficas em sala de aula. Existe a vontade por parte dos professores de mudar este quadro, saindo de uma postura tradicional em sala de aula baseado no trabalho a partir do livro didático e adotando novos conceitos no cotidiano do aluno, seja em sua escala local, regional ou mesmo global. A proposta do projeto do Dicionário de Geografia do aluno, na qual os alunos a partir do ensino fundamental possam conhecer em forma de um trabalho efetivo de pesquisa, conceitos, termos e expressões do conhecimento geográfico, até então totalmente desconhecidas de seu vocábulo usual.  E conseqüentemente podendo auxiliar para que essa etapa na vida do aluno possa ter um acréscimo quanto à linguagem utilizada tanto pelos livros didáticos quanto pelos professores de Geografia. Construindo com o dicionário de Geografia do aluno uma possível e efetiva alfabetização geográfica. Digo efetiva, pois as dúvidas dos alunos são pertinentes aos vocábulos totalmente desconhecidos até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público Alvo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Alunos de Geografia do ensino fundamental a partir da 5ª série (sexto ano). Pois a partir desta série o aluno encontrará um profissional especialista em geografia, saindo muitas vezes do lúdico aplicado na educação básica e partindo para um aprofundamento dentro do conhecimento geográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os alunos possam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Discutir e se expressar sobre o tema geografia. O que afinal estudaremos, o que é geografia, por que devo estudar geografia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Conhecer as etapas de pesquisa de um trabalho a médio e longo prazo, tornando o aluno um protagonista do processo de crescimento intelectual, fazendo com que o aluno sinta-se responsável por algo, no caso um projeto que vai envolvê-lo e a seus colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sentir-se como atores principais na construção do pensamento geográfico, esta é efetivamente uma meta que deve ser buscada e para um efetivo trabalho produtivo, que estes possam conseguir um embasamento que servirá de base para seu futuro intelectual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Passando por etapas, que devem ser respeitadas, preservando desta forma a compreensão de cada aluno, buscando desta forma, uma cumplicidade entre os colegas de classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Construção do dicionário de Geografia do Aluno: Reforçando e buscando a conscientização do aluno, mostrando a este como construir seu próprio livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Alfabetização Geográfica: Em que a escola, o professor e o aluno podem ajudar neste processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Temos em vista a atividade iniciada em sala de aula - Como iniciar sua pesquisa: diretrizes para o aluno construir seu próprio Dicionário de Geografia. Posteriormente um trabalho voltado para a pesquisa permanente de conceitos, termos e expressões ligadas a Geografia, tendo com base não apenas a sala de aula e sim, o cotidiano, a vida do aluno. A proposta passa pela esquecida e pouco usual lição de casa, focada no caso, num trabalho de pesquisa permanente e efetivo na qual o envolvimento do aluno possa refletir em frutos consideráveis ao longo de cada ano letivo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Livros didáticos e para-didáticos, Atlas, revistas, jornais, internet, vídeos, conversa com familiares, etc. Todo material pode e deve ser aproveitado para pesquisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Caderno (qualquer tipo), com divisões em ordem alfabética (feitas em sala de aula) para facilitar a pesquisa durante e depois da construção do Dicionário de Geografia do Aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A avaliação passa pela compreensão de cada professor no tocante aos resultados efetivos ao final do ano letivo. Pensado como um processo que deve ser formativo, contínuo, global e adaptado às necessidades que caracterizam os diferentes grupos de alunos. Devem-se valorizar todos os conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais) desenvolvidos em sala de aula e fora dela de modo que o aluno tenha a oportunidade de mostrar, durante o processo de aprendizagem, as dificuldades, para que elas possam ser superadas. Recorrer somente a uma forma de avaliação não é suficiente para que se conheça o que o aluno aprendeu, como aprendeu e como utiliza o que aprendeu.Avaliar se o aluno sabe trabalhar com os procedimentos desenvolvidos, se recorre aos conceitos, dados e fatos para buscar respostas, requer maior dedicação, pois demanda do professor, descobrir o que o aluno já sabe, entender como se dá o processo de aquisição, socialização e sistematização do conhecimento e como ele faz para aplicá-lo em determinadas situações.A avaliação não se restringe a conhecer somente o que o aluno acumulou, mas sim compreender como ele utiliza os conceitos, termos e expressões geográficas que aprendeu, como recorre aos procedimentos e quais suas atitudes diante de situações-problemas.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 Considerações Finais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A Geografia tenta se afirmar como uma disciplina onde o questionamento, a dúvida, o buscar algo a mais, seja parte inerente a formação de nossos alunos desde o ensino fundamental. Em outras palavras, que o aluno seja um agente crítico dentro da sociedade na qual está inserido, que possa ao longo do ensino fundamental e médio angariar subsídios culturais que lhe sejam úteis ao longo de sua vida. A Geografia tem esse papel. O papel de colocar aos olhos desses alunos, pontos de vistas diferenciados, para que este, possa discernir entre o  que no seu parecer crítico seja certo ou errado. Vejo professores que se dedicam mesmo com salários baixos, elevando tanto o seu nível intelectual quanto o de seus alunos, haja visto, nossa turma de ensino de geografia que, vindos de todas as partes de São Paulo( até do interior) buscam se aperfeiçoar numa entidade como a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Colegas que lutam contra adversidades, condições de trabalho precárias, violência nas escolas, porém, que não esmorecem quanto a vontade de lecionar geografia. Professores muitas vezes abnegados que fazem de seu ofício uma perpétua luta contra as adversidades do nosso cotidiano. A forma na qual apresento esta monografia é apenas uma entre várias idéias sobre como melhorar as aulas de geografia em escolas do Estado. Não que este projeto do dicionário de geografia do aluno não seja viável em outras escolas, ao contrário, pode e deve ser analisado como uma atividade cotidiana.    &lt;br /&gt;      O que coloco é a questão na qual estou inserido em sala de aula, eu sinto os problemas das minhas turmas, da minha comunidade, de minha clientela. Sei de minha capacidade e da capacidade de muitos de meus colegas, porém, muitas vezes nos vemos amarrados com resoluções que sempre vêem de cima para baixo, deixando nós professores, na maioria das vezes de mãos atadas ou sem uma resposta convincente a dar a nossos alunos.&lt;br /&gt;     Digo isso, pois em dezembro de 2007, os professores do Estado de São Paulo foram informados pelas suas respectivas diretorias, que, informalmente, uma minuta sobre o ano letivo de 2008 fora discutida em âmbito de diretorias regionais, que vinha diretamente da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Minuta esta que informava que o planejamento para o ano letivo de 2008 já estaria pronto. Sem nenhuma pergunta a nós, professores, direto e objetivo: o Estado impondo sua vontade em nossas escolas. &lt;br /&gt;      Outro ponto negativo a se destacar refere-se à escolha de livros didáticos referentes aos anos de 2008 a 2011. Os livros didáticos foram entregues no final de 2007, livros que não foram os escolhidos em minha unidade escolar. Tivemos 11 livros para escolha, destes, solicitamos 3 que consideramos com um bom nível para o trabalho nos próximos anos. Na chegada, o livro didático que recebemos não era nem a 6ª ou 7ª opção.  Arbitrariamente, a escolha do material de trabalho dos professores não foi respeitada. O planejamento já está pronto para o trabalho dos professores, ou seja, todo o trabalho será pautado pelo Estado. A questão é: este planejamento que já está pronto foi pensando no livro que minha escola recebeu? Ou este planejamento é generalizado a partir dos PCNs?&lt;br /&gt;      Cabe citar que a partir de 2008 a geografia se transformou em projeto e não mais uma disciplina do componente curricular para os terceiros anos do ensino médio.&lt;br /&gt;      Não espero mobilização de sindicatos ligados aos professores, associações de pais, AGB ou dos departamentos de geografia das Universidades de São Paulo, enfim, vejo com resignação esta alteração que novamente colocam nossa ciência em segundo plano. A crítica, a busca pela localização no espaço, princípio básico da geografia, nossa situação como sociedade, e todas as discussões possíveis ligadas à geografia ficarão cerceadas, à margem de qualquer tipo de discussão mais aprofundada.&lt;br /&gt;      Como profissional, professor de Geografia efetivo do Estado de São Paulo, vejo-me na obrigação, como servidor público, de exercer com afinco meu ofício. Vejo, além de uma relação profissional, uma obrigação pessoal de disseminar a geografia da melhor maneira possível. Não quero ser mais um professor, um geógrafo, com ideologias perdidas no tempo, trancado com suas idéias, sobre educação ou ensino, dentro dos muros de uma Universidade, realizando reuniões de grupos de pesquisa uma vez por mês com 5 ou 6 pessoas numa sala mal iluminada. Espero contribuir de alguma forma para o desenvolvimento da geografia na qual aprendi a gostar, a minha geografia. Que nada mais é do que ter uma postura crítica sobre o que o mundo nos mostra a cada dia, seja a opressão de um Estado, de uma religião ou de um sistema. Um passo eu consegui com a publicação do Novo Dicionário de Geografia, o que espero agora é difundir primeiro em minha escola como um projeto permanente o dicionário de Geografia do aluno, depois em âmbito regional via diretoria de ensino de Osasco uma ferramenta para difusão do pensamento geográfico.&lt;br /&gt;      Não foi intenção nem pretensão deste trabalho trazer ou postular conclusões fechadas sobre a alfabetização geográfica a partir do uso de conceitos, termos e expressões de geografia, mas sim, abrir os olhos para alternativas para melhorar o ensino de geografia. Espero ter trazido à tona o fato de que essa forma de ensinar envolve um trabalho conjunto unindo professor e alunos numa complexidade no desenvolvimento do conhecimento que pode ser adquirido ao longo do ano letivo. O conhecimento da linguagem geográfica não surge apenas com o que é debatido e conversado em sala de aula. Procuro mostrar que o professor pode de maneira direta estimular o estabelecimento de vários tipos de relações existentes na alfabetização geográfica em diversos momentos, sejam eles, na escola, em casa, na Internet, nos livros, revistas ou numa simples conversa com seus familiares. É por meio dessa ação em seu cotidiano, no seu espaço, que as interações e conseqüentes reflexões saem da forma abstrata em suas mentes, tornando mais fácil sua concepção e sua organização. Neste trabalho mostramos um exemplo de atividade que provocam o aluno para que este busque um algo mais, um sentido da pesquisa, do querer saber.&lt;br /&gt;      Outras formas de ensinar podem ser mostradas e discutidas, penso que cada professor pode e deve trabalhar de maneira diferenciada, sempre buscando de forma clara a melhoria de aprendizagem de seus alunos, esta é a minha forma de ensinar geografia, busco sempre o aprimoramento profissional para que sempre possa fornecer condições para uma aula melhor. Afinal que o espaço possa ser repensado de várias formas, com muitas cabeças agindo numa ampliação sistemática do saber geográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Efetivamente espero que esta ação (Dicionário de Geografia do aluno) possa contribuir para o processo de ensino-aprendizagem, na qual o aluno seja o agente principal na construção do conhecimento geográfico dentro e fora da sala de aula, para que este possa sim, enfim, ser o protagonista. Pois se o ponto de partida para a construção do saber geográfico passa pela descoberta da espacialidade dos fenômenos, o saber onde estão as coisas, nada melhor que a busca por conceitos, termos e expressões geográficas inseridas no cotidiano de sala de aula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Quanto aos professores, que a possibilidade de uma forma alternativa de trabalho em sala de aula seja ferramenta usual dentro da busca profissional para a efetiva alfabetização geográfica. Mostrando com um trabalho de orientação e sistematização de conhecimentos, sejam eles produzidos dentro ou fora da sala de aula, buscando, com isso, organizá-los de modo que o aluno possa utilizar esse saber na sua vida cotidiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Em relação ao ensino de geografia a proposta para uma alternância no tocante a forma de como se ensinar geografia a partir do ensino fundamental. Buscando uma forma de disseminação do conhecimento geográfico, por intermédio de um trabalho efetivo em sala de aula, onde o envolvimento professor/aluno ocorra dentro de uma cumplicidade visando sempre o aperfeiçoamento da linguagem geográfica a partir de conceitos, termos e expressões ligadas à Geografia. Neste quesito, o método utilizado para ensinar é fundamental na formação do educando. Quando se tem como referencial metodológico uma perspectiva de ensinar aprendendo, o aluno torna-se um produtor de conhecimento, fomentado pelo professor que também se torna um aprendiz. Com isso, os papéis se reorientam e, a partir daí, temos a possibilidade de estimular nos alunos as noções iniciais de pesquisa, com a pretensão de despertar a curiosidade e desenvolver métodos de sistematização de conhecimento, propiciando uma aprendizagem significativa. O ensino de Geografia contribui para o desenvolvimento de habilidades como observar, descrever, orientar-se, argumentar, analisar, falar em público, entre outras. Para tanto, é importante que o aluno seja estimulado a pesquisar. As atividades realizadas fora da sala de aula possibilitam ao aluno aproximar o conhecimento escolar da realidade vivida por ele ou por outro grupo social. Assim, portanto, coloco como válido o trabalho direcionado através do Dicionário de Geografia do aluno, sendo utilizado como um dos recursos didáticos que possibilitam ao aluno o aprofundamento do domínio do conhecimento produzido fora da escola, reorientado e adaptado para as condições escolares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAS, Melhem. Panorama geográfico do Brasil: aspectos físicos, humanos, e econômicos. São Paulo, Moderna, 1980.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALMEIDA, Lúcia Marina Alves de; RIGOLIN, Tércio Barbosa. Geografia: Série novo ensino médio. 1ª ed, São Paulo, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALMEIDA, Rosângela Doin de; PASSINI, Elza Yasuko. O espaço geográfico: ensino e representação. 5ª ed., São Paulo, Contexto, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLOS, Ana Fani Alessandri (org). A geografia na sala de aula. 5ªed., São Paulo, ed. Contexto, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GIOVANETTI, Gilberto, LACERDA, Madalena. Melhoramentos: dicionário de geografia: termos, expressões, conceitos, São Paulo, Companhia Melhoramentos, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUIA DE LIVROS DIDÁTICOS PNLD: GEOGRAFIA. Ministério de Educação. Brasília, MEC, 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOLANDA, Aurélio Buarque de. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2ª ed.,1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IBGE. Atlas Geográfico escolar. Rio de Janeiro, IBGE, 2002. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAROUSSE CULTURAL – BRASIL A/Z. São Paulo, Universo, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAROUSSE ILUSTRADO da LÍNGUA PORTUGUESA, São Paulo, Larousse do Brasil, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MORAES, Antonio Carlos Robert. Ideologias geográficas. 2 ªed, São Paulo, Hucitec, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ______________. Geografia: pequena história crítica. 17ªed., São Paulo, ed. Hucitec, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: GEOGRAFIA. Secretaria de Educação Fundamental-MEC. Brasília, MEC/SEF, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; PEREIRA, Diamantino Alves Correia; CARVALHO, Marcos Bernardino de; SANTOS, Douglas. Geografia: ciência do espaço: o espaço brasileiro, 2ªed., São Paulo, Atual,1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRADO JÚNIOR, Caio. História econômica do Brasil. 46ªimpressão da 1ª ed., São Paulo, Brasiliense, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROSS, Jurandir Luciano Sanches(org). Geografia do Brasil. 4ªed., São Paulo, Edusp, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21ªed, São Paulo, ed.Cortez, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIMELLI, Marie Elena. Geoatlas. São Paulo, Ática, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEIXEIRA, Wet al. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de textos, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEREZO, Cláudio Ferreira. Novo Dicionário de Geografia. São Paulo. Ed. LivroPronto, 2007.&lt;br /&gt;VENTURI, Luis Antonio Bittar (org). Praticando Geografia: técnicas de campo e laboratório em geografia e análise ambiental. São Paulo. Oficina de textos, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERIÓDICOS :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Nova Escola,ed. 139,janeiro 2001&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-2678603365026392915?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/2678603365026392915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=2678603365026392915&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2678603365026392915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2678603365026392915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/05/monografia-ps-graduao-puc-sp.html' title='Monografia Pós-Graduação PUC-SP'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-5734915832583774779</id><published>2008-04-23T18:15:00.001-03:00</published><updated>2008-06-02T15:56:15.566-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;iframe src='http://selos.climatempo.com.br/selos/MostraSelo.php?CODCIDADE=558,107,84,321' scrolling='no' frameborder='0' width='150' height='170' marginheight='0' marginwidth='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-5734915832583774779?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/5734915832583774779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=5734915832583774779&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5734915832583774779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5734915832583774779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/04/blog-post.html' title=''/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-8808823766340366136</id><published>2008-04-23T17:33:00.003-03:00</published><updated>2008-12-09T12:16:33.632-02:00</updated><title type='text'>Terremoto em São Paulo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SA-dqqpVy6I/AAAAAAAAAEk/UA5Iwodh2vk/s1600-h/mapa_terremoto.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SA-dqqpVy6I/AAAAAAAAAEk/UA5Iwodh2vk/s400/mapa_terremoto.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192542251709221794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;UPDATE 21h35: De acordo com o site de monitoramento de terremotos dos Estados Unidos, o US Geological Survey, um terremoto de 5.2 graus na escala Richter foi detectado na costa brasileira, a 270 quilômetros de São Paulo. Segundo o site, o terremoto aconteceu às 21h da terça-feira 22 de Abril de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Novo Dicionário de Geografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TERREMOTO: São tremores ou abalos&lt;br /&gt;causados pela liberação repentina da&lt;br /&gt;energia acumulada durante longos&lt;br /&gt;intervalos de tempo em que as placas&lt;br /&gt;tectônicas sofreram esforços para se&lt;br /&gt;movimentar. Quando o atrito entre elas&lt;br /&gt;é vencido (subducção ou falha&lt;br /&gt;transformante) ou quando partes se&lt;br /&gt;rompem (separação de placas), ocorrem&lt;br /&gt;os abalos. Estes abalos têm intensidade,&lt;br /&gt;duração e freqüência variáveis, podendo&lt;br /&gt;resultar em grandes modificações na&lt;br /&gt;superfície, não só pela destruição que&lt;br /&gt;causam, mas por estarem associados aos&lt;br /&gt;movimentos das placas tectônicas.&lt;br /&gt;Existem outras causas que provocam&lt;br /&gt;terremotos, tanto que houve um no&lt;br /&gt;Brasil, que é área geologicamente estável,&lt;br /&gt;ou seja, não está no limite das placas&lt;br /&gt;tectônicas. Nos terrenos sedimentares&lt;br /&gt;pode haver um ajuste de terra nas&lt;br /&gt;camadas mais profundas do terreno e&lt;br /&gt;provocar um abalo sísmico , mas na&lt;br /&gt;escala Richter será de baixa amplitude.&lt;br /&gt;Esses abalos sísmicos são conhecidos por&lt;br /&gt;“desmoronamentos internos”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-8808823766340366136?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/8808823766340366136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=8808823766340366136&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8808823766340366136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/8808823766340366136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/04/terremoto-em-so-paulo.html' title='Terremoto em São Paulo'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cDTUNX-QEsU/SA-dqqpVy6I/AAAAAAAAAEk/UA5Iwodh2vk/s72-c/mapa_terremoto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-2899920870448922920</id><published>2008-04-01T17:52:00.001-03:00</published><updated>2008-04-01T17:56:23.884-03:00</updated><title type='text'>Projeto Dicionário de Geografia do Aluno     Prof. Claudio Ferreira Terezo</title><content type='html'>PROJETO DICIONÁRIO DE GEOGRAFIA DO ALUNO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Um dos problemas encontrados por professores no tocante ao ensino de geografia é a barreira existente quando da chegada dos alunos do ensino básico e sua entrada na 5ª séria do ensino fundamental, quanto ao uso de termos, conceitos e expressões geográficas em sala de aula. Existe a vontade por parte dos professores de mudar este quadro, saindo de uma postura tradicional em sala de aula baseado no trabalho a partir do livro didático e adotando novos conceitos no cotidiano do aluno, seja em sua escala local, regional ou mesmo global. A proposta do projeto do Dicionário de Geografia do aluno, na qual os alunos a partir do ensino fundamental possam conhecer em forma de um trabalho efetivo de pesquisa, conceitos, termos e expressões do conhecimento geográfico, até então totalmente desconhecidas de seu vocábulo usual.  E conseqüentemente podendo auxiliar para que essa etapa na vida do aluno possa ter um acréscimo quanto à linguagem utilizada tanto pelos livros didáticos quanto pelos professores de Geografia. Construindo com o dicionário de Geografia do aluno uma possível e efetiva alfabetização geográfica. Digo efetiva, pois as dúvidas dos alunos são pertinentes aos vocábulos totalmente desconhecidos até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público Alvo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Alunos de Geografia do ensino fundamental a partir da 5ª série (sexto ano). Pois a partir desta série o aluno encontrará um profissional especialista em geografia, saindo muitas vezes do lúdico aplicado na educação básica e partindo para um aprofundamento dentro do conhecimento geográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os alunos possam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Discutir e se expressar sobre o tema geografia. O que afinal estudaremos, o que é geografia, por que devo estudar geografia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Conhecer as etapas de pesquisa de um trabalho a médio e longo prazo, tornando o aluno um protagonista do processo de crescimento intelectual, fazendo com que o aluno sinta-se responsável por algo, no caso um projeto que vai envolvê-lo e a seus colegas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sentir-se como atores principais na construção do pensamento geográfico, esta é efetivamente uma meta que deve ser buscada e para um efetivo trabalho produtivo, que estes possam conseguir um embasamento que servirá de base para seu futuro intelectual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Passando por etapas, que devem ser respeitadas, preservando desta forma a compreensão de cada aluno, buscando desta forma, uma cumplicidade entre os colegas de classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Construção do dicionário de Geografia do Aluno: Reforçando e buscando a conscientização do aluno, mostrando a este como construir seu próprio livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Alfabetização Geográfica: Em que a escola, o professor e o aluno podem ajudar neste processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Temos em vista a atividade iniciada em sala de aula - Como iniciar sua pesquisa: diretrizes para o aluno construir seu próprio Dicionário de Geografia. Posteriormente um trabalho voltado para a pesquisa permanente de conceitos, termos e expressões ligadas a Geografia, tendo com base não apenas a sala de aula e sim, o cotidiano, a vida do aluno. A proposta passa pela esquecida e pouco usual lição de casa, focada no caso, num trabalho de pesquisa permanente e efetivo na qual o envolvimento do aluno possa refletir em frutos consideráveis ao longo de cada ano letivo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Livros didáticos e para-didáticos, Atlas, revistas, jornais, internet, vídeos, conversa com familiares, etc. Todo material pode e deve ser aproveitado para pesquisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Caderno (qualquer tipo), com divisões em ordem alfabética (feitas em sala de aula) para facilitar a pesquisa durante e depois da construção do Dicionário de Geografia do Aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A avaliação passa pela compreensão de cada professor no tocante aos resultados efetivos ao final do ano letivo. Pensado como um processo que deve ser formativo, contínuo, global e adaptado às necessidades que caracterizam os diferentes grupos de alunos. Devem-se valorizar todos os conteúdos (conceituais, procedimentais e atitudinais) desenvolvidos em sala de aula e fora dela de modo que o aluno tenha a oportunidade de mostrar, durante o processo de aprendizagem, as dificuldades, para que elas possam ser superadas. Recorrer somente a uma forma de avaliação não é suficiente para que se conheça o que o aluno aprendeu, como aprendeu e como utiliza o que aprendeu.Avaliar se o aluno sabe trabalhar com os procedimentos desenvolvidos, se recorre aos conceitos, dados e fatos para buscar respostas, requer maior dedicação, pois demanda do professor, descobrir o que o aluno já sabe, entender como se dá o processo de aquisição, socialização e sistematização do conhecimento e como ele faz para aplicá-lo em determinadas situações.A avaliação não se restringe a conhecer somente o que o aluno acumulou, mas sim compreender como ele utiliza os conceitos, termos e expressões geográficas que aprendeu, como recorre aos procedimentos e quais suas atitudes diante de situações-problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Claudio Ferreira Terezo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-2899920870448922920?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/2899920870448922920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=2899920870448922920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2899920870448922920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/2899920870448922920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/04/projeto-dicionrio-de-geografia-do-aluno.html' title='Projeto Dicionário de Geografia do Aluno     Prof. Claudio Ferreira Terezo'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-5793802792890416660</id><published>2008-04-01T17:47:00.002-03:00</published><updated>2008-11-27T08:47:32.259-02:00</updated><title type='text'>Projeto Árvore na Escola</title><content type='html'>PROJETO PEDAGÓGICO&lt;br /&gt;ÁRVORE NA ESCOLA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Claudio Ferreira Terezo&lt;br /&gt; .                 Geógrafo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OSASCO &lt;br /&gt; 2008&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ÁRVORE NA ESCOLA”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias de hoje, um dos maiores problemas encontrados nas grandes cidades é a falta de áreas verdes. Existe à vontade por parte da população para uma mudança neste quadro. Por isso proponho este projeto, no qual os alunos de ensino fundamental e médio possam conhecer as etapas de crescimento e plantio de mudas de árvores. Aliando a isso uma postura crítica dos alunos em relação às questões ambientais em sua cidade e a utilização de materiais recicláveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público Alvo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alunos de ensino fundamental e médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os alunos possam:&lt;br /&gt;• Discutir e se expressar sobre o tema (áreas verdes, árvores).&lt;br /&gt;• Conhecer as etapas de semeamento, crescimento e plantio de uma árvore.&lt;br /&gt;• Sentir-se como atores principais na mudança da paisagem do seu lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Conscientização da Sociedade: Como podemos mudar este quadro (falta de áreas verdes).&lt;br /&gt;• Meio Ambiente: Em que a escola pode ajudar neste processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos em vista a atividade iniciada em sala de aula, árvores em caixas e garrafas plásticas, e posteriormente o recolhimento das mudas das árvores entregues pelos alunos no último bimestre do ano letivo para o respectivo plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cartilha “Agenda 21 Escolar”(Barueri), encartes, jornais e publicações de ONG’s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor de geografia se responsabilizará pelo recolhimento das mudas de árvores e relatórios entregues pelos alunos, acrescentando um ponto à menção do último bimestre do ano letivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cronograma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Abril / Maio – Atividade em sala de aula - árvores em caixas e garrafas plásticas.&lt;br /&gt;• Outubro / Novembro – Recebimento das mudas de árvores entregue pelos alunos.&lt;br /&gt;• Novembro – Plantio das mudas de árvores, realizado por alunos, pais, professores, direção e funcionários da Unidade Escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Referências Bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agenda 21 Escolar&lt;br /&gt;Prefeitura Municipal de Barueri – SEF, SEMA – 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os Jovens e o Consumo Sustentável.&lt;br /&gt;Construindo o próprio futuro?&lt;br /&gt;Instituto AKATU, 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A embalagem e o ambiente.&lt;br /&gt;Tetra Pak, 1998.&lt;br /&gt;-Terezo,Cláudio Ferreira.Novo dicionário de Geografia,Ed. Livro pronto,São      Paulo,2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Árvores em caixas de leite e garrafas Plásticas(PET)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Pegue uma caixa de leite (tipo longa vida)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2- Corte a parte de cima&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3- Faça pequenos furos na parte de baixo (pra água escorrer)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Seu vaso reciclado está pronto!&lt;br /&gt;Você também pode utilizar garrafa tipo PET ou saquinhos de leite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Coloque terra  na caixa.&lt;br /&gt;Deixe sobrando uns quatro dedos na parte superior.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5-  Plante uma semente (árvores nativas, exóticas, frutas)&lt;br /&gt;Dica! Se você lixar sua semente ela crescerá mais rápido! &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Escreva o nome da sua árvore na caixa!&lt;br /&gt;6- Regue regularmente.&lt;br /&gt;7- Espere sua árvore crescer! &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Faça um mundo melhor pra você e seus filhos!&lt;br /&gt;Prof. Cláudio Ferreira Terezo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Relatório final -  Projeto Árvore na Escola&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Osasco 27 de novembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Projeto árvore na escola teve início em maio de 2008 envolvendo as 8ªs sérias A, B, C ,D e E da E. E. São Paulo da Cruz, no período da manhã.&lt;br /&gt;Todos os alunos das 8ªs séries receberam em sala de aula sementes e noções básicas para o plantio de árvores.&lt;br /&gt;Foram utilizadas sementes de Ipê amarelo (Tabebuia Alba) e Leucena ( Leucaena Leucocephala).&lt;br /&gt;Houve a opção de utilização de sementes retiradas de frutas consumidas pelos próprios alunos.&lt;br /&gt;Na última semana de outubro de 2008, durante a semana Cultural da E.E. São Paulo da Cruz, foram recebidas as mudas trazidas pelos alunos, junto com um relatório das etapas de crescimento das mudas.&lt;br /&gt;Foram recebidas 53 mudas, num montante de aproximadamente 200 alunos , o que represente ¼ de efetiva participação.&lt;br /&gt;Julgo satisfatória a participação dos alunos, haja visto, que este projeto teve duração de aproximadamente 5 meses.&lt;br /&gt;As mudas foram plantadas dentro e no entorno da E.E. são Paulo da Cruz, havendo também doações para a comunidade local.&lt;br /&gt;Espero com este projeto ter colaborado,  inserindo nos alunos uma maior preocupação sobre os aspectos e questões ligadas ao meio ambiente, saindo de uma postura passiva e transformando os alunos em protagonistas, em agentes modificadores da paisagem, buscando sempre uma forma direta e objetiva para um mundo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Claudio Ferreira Terezo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5421993359217447728-5793802792890416660?l=novodicionariodegeografia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/feeds/5793802792890416660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5421993359217447728&amp;postID=5793802792890416660&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5793802792890416660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5421993359217447728/posts/default/5793802792890416660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://novodicionariodegeografia.blogspot.com/2008/04/projeto-rvore-na-escola.html' title='Projeto Árvore na Escola'/><author><name>Claudio Ferreira Terezo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5421993359217447728.post-100171516193473057</id><published>2008-04-01T17:36:00.002-03:00</published><updated>2008-04-01T17:46:52.132-03:00</updated><title type='text'>TODO SISTEMA DE EDUCAÇÃO É EDUCAÇÃO AMBIENTAL:Ambiente e inter relação-social-humana-ambiental      Wilson Roderval Lopes Pereira</title><content type='html'>WILSON RODERVAL LOPES PEREIRA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TODO SISTEMA DE EDUCAÇÃO É EDUCAÇÃO AMBIENTAL:&lt;br /&gt;AMBIENTE E INTER RELAÇÃO-SOCIAL-HUMANA-AMBIENTAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OSASCO&lt;br /&gt;2006 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILSON RODERVAL LOPES PEREIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TODO SISTEMA DE EDUCAÇÃO É EDUCAÇÃO AMBIENTAL:&lt;br /&gt;AMBIENTE E INTER RELAÇÃO-SOCIAL-HUMANA-AMBIENTAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                            &lt;br /&gt;Monografia apresentada ao Curso de Pós-Graduação “Lato Sensu” em Educação Ambiental do Centro Universitário UNIFIEO como requisito à obtenção do título de Especialista em Educação Ambiental, sob orientação do Prof. Dr. Ricardo Lopes Crispino.                                                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osasco&lt;br /&gt;2006&lt;br /&gt;WILSON RODERVAL LOPES PEREIRA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TODO SISTEMA DE EDUCAÇÃO É EDUCAÇÃO AMBIENTAL:&lt;br /&gt;AMBIENTE E INTER RELAÇÃO-SOCIAL-HUMANA-AMBIENTAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; APROVADA EM  ____/_____/_____&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; BANCA EXAMINADORA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ___________________________________________&lt;br /&gt; ORIENTADORA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;PROFESSOR (A)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;PROFESSOR (A)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                                                          &lt;br /&gt;                                                                                                                        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epigrafe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser não ambientalista não existe&lt;br /&gt;Se existir ser é ser ambientalista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESUMO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A monografia se propôs a defender a hipótese de que todo sistema de educação é Educação Ambiental, visando uma Educação Ambiental pró-recuperação de recursos naturais. Fazendo uma análise da forma como a Educação Ambiental está sendo ministrada vem demonstrar que está se caracterizando uma discriminação na prática educacional (pedagógica), pois, dá a entender que, a educação tradicional ocorre fora do ambiente, como se isso fosse possível. Demonstra através de reflexões do autor que onde quer que estejamos, estamos no ambiente. Também são temas geradores de discussões neste documento, o vocábulo ambiente e o binômio meio ambiente estimulando o leitor, no sentido da reflexão e interpretação correta sobre os vocábulos em questão, ambiente/meio ambiente. A educação começa no ambiente, lar, igreja, escola, sociedade, etc e, assim sendo, educação formal ou informal somente pode acontecer no meio ambiente, onde estão cercados, educando e educador. Enfoca a Inter-Relação Social – Humana -Ambiental através de pesquisas de interpretações comprobatórias, em dicionários da língua portuguesa, livros didáticos, livros de metodologia do ensino científico, manuais de educação ambiental, assim como a Constituição Federal Brasileira, a Lei 9795/1999 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental e  revistas de divulgação entre outros evidenciando assim que Todo Sistema de Educação é Educação Ambiental. É claro que o homem precisa se descobrir interagindo com o ambiente, atuando como ator e, percebendo o seu papel fundamental. Também é importante que ele se torne o verdadeiro colaborador na recuperação de recursos naturais. Somente assim alcançaremos o objetivo, como contribuinte, na mudança dos métodos para uma educação sem discriminação do meio ambiente, bem como a marcha para a sustentabilidade desejada à nação.               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                          &lt;br /&gt;ABSTRAT  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The monograph if considered to defend the hypothesis of that all system of education is Environmental Education, aiming at an Environmental Education pro-recovery of natural resources.  Making an analysis of the form as the Environmental Education she is being given comes to demonstrate that it is if characterizing a practical discrimination in the educational one (pedagogical) therefore, gives to understand that, the traditional education occurs outside of the environmental, as if this was possible. It demonstrates through reflections of the author who where it wants that let us be, we are in the environmental. Also they are generating subjects of quarrels in this document, word surrounding and the two word environmental stimulating the reader, in the direction of the reflection and correct interpretation on the words in question, environment/environment. The education starts in the environmental, home, church, school, society, etc and thus being, formal education or informal it only can happen in the environmental, where they are surrounded, educating and educator. It focuses the Sociâl-Human-Environmental Interrelation through research of evidential interpretations, in dictionaries of the Portuguese language, didactic, books of methodology of scientific education, manual books of ambient education, as well as the Brazilian Federal Constitution, Law 9795/1999 that it among others institutes the National Politics of Environmental                      Education and magazines of spreading thus evidencing that All System of Education is Environmental Education.  He is clearly that the necessary man if to discover interacting with the environmental, acting as actor and, perceiving its basic paper. Also it is important that it if becomes the true collaborator in the recovery of natural resources. Thus we will only reach the objective as contributing, in the change of the methods for an education without discrimination of the environmental, as well as the march for the support desired to the nation.         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUMÁRIO&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;1          INTRODUÇÃO --------------------------------------------------------------------------------10          &lt;br /&gt;1.1.      OBJETIVOS GERAL -------------------------------------------------------------------------10   &lt;br /&gt;1.1.1.   Objetivos Específicos -------------------------------------------------------------------------10 &lt;br /&gt; 1.2.      JUSTIFICATIVA ------------------------------------------------------------------------------11&lt;br /&gt; 1.3.      HIPÓTESE --------------------------------------------------------------------------------------11&lt;br /&gt; 1.4.      METODOLOGIA ------------------------------------------------------------------------------11&lt;br /&gt;2.         DESENVOLVIMENTO TEXTUAL HIPOTÉTICO ------------------------------------- 12&lt;br /&gt;2.1.      DISCUSSÃO ------------------------------------------------------------------------------------13&lt;br /&gt;2.2.     METODOLOGIA -------------------------------------------------------------------------------17&lt;br /&gt;2.3       ORIGEM DA VIDA  --------------------------------------------------------------------------18&lt;br /&gt;2.3.1.   Experimento de Redi -------------------------------------------------------------------------- 18&lt;br /&gt;2.3.2.   Prestígio Científico ---------------------------------------------------------------------------- 19&lt;br /&gt;2.3.3.   O Papel do Ambiente  -------------------------------------------------------------------------20&lt;br /&gt;2.3.4.   A Moderna Teoria da Evolução  -------------------------------------------------------------20&lt;br /&gt;2.3.5.   A Seleção Natural   -----------------------------------------------------------------------------21&lt;br /&gt;2.3.6.   Transformações Ambientais ------------------------------------------------------------------21&lt;br /&gt;2.3.6.1.Terra Planeta Vivo -----------------------------------------------------------------------------22&lt;br /&gt;2.3.7.   Nutrição  ---------------------------------------------------------------------------------------- 22&lt;br /&gt;2.3.8.   Vida no Mar  ------------------------------------------------------------------------------------23&lt;br /&gt;2.3.9.   As Conseqüências da Agricultura no Período Neolítico e Educação Ambiental ----- 24&lt;br /&gt;2.4.      A OCUPAÇÃO HUMANA   -----------------------------------------------------------------25&lt;br /&gt;2.4.1.   A Destruição dos Ambientes Aquáticos  ----------------------------------------------------26&lt;br /&gt;2.4.2.   Consumo Energético e Poluição --------------------------------------------------------------26&lt;br /&gt;2.4.3.   Revolução Industrial e Educação Ambiental -----------------------------------------------27&lt;br /&gt;2.5.      PRÉ – HISTÓRIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL   --------------------------------------27&lt;br /&gt;2.5.1.   Povos Mesopotâmicos e Educação Ambiental  --------------------------------------------28&lt;br /&gt;2.5.2.   Recursos Naturais e Educação Ambiental --------------------------------------------------29&lt;br /&gt;2.5.3.   História da Educação através dos textos ----------------------------------------------------32&lt;br /&gt;2.5.4.   A Metodologia e o Ensino Científico -------------------------------------------------------34&lt;br /&gt;3.         AMBIENTE QUE ENVOLVE OS SERES VIVOS --------------------------------------35&lt;br /&gt;3.1.      CONCEITOS PARA SE FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL  -----------------------35&lt;br /&gt;3.2.      O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL  ---------------------------------------------------36&lt;br /&gt;3.3.      UM PAÍS PAPAGAIO -----------------------------------------------------------------------37  &lt;br /&gt;4.         CONCLUSÃO ---------------------------------------------------------------------------------39&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ---------------------------------------------------------------40&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR --------------------------------------------------------------42  &lt;br /&gt;ANEXOS -------------------------------------------------------------------------------------------------43   &lt;br /&gt;A.        Primeira Carta Régia do Brasil entre outros    &lt;br /&gt;B.        Desafio a Educação  &lt;br /&gt;C.        A Cultura Universitária &lt;br /&gt;D.        Professor em Sala de Aula  &lt;br /&gt;E.         Explicando o Significado &lt;br /&gt;F.         Referencial Curricular &lt;br /&gt;G.        Direitos Constitucionais e Educação Ambiental  &lt;br /&gt;H.        Decreto 4.281/2002    &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;                                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ação ambiental. Esta é a idéia principal desta monografia para além das contribuições que visam valorizar a inter- relação – Social – Humana -Ambiental.&lt;br /&gt;As seguintes reflexões buscam trazer contribuições que irão sanar as possíveis dúvidas sobre educação, e por isso propor e recomendar a todos uma leitura minuciosa sobre as preocupações levantadas nas descrições dos textos que estarão citados ao longo do trabalho na certeza de que, como estudioso o leitor irá encontrar subsídios para perceber que nas referidas páginas, ocorrem verdadeiras aulas de educação ambiental.&lt;br /&gt;É claro que, para aqueles que ainda não abriram os olhos para a questão proposta na hipótese que gerou esse documentário, os livros consultados são recomendados para aulas de língua portuguesa, ciências, história e geografia.&lt;br /&gt;Reforçando cada vez mais à hipótese, o ambiente onde se aprende e/ou ensina é o meio ambiente escolar ou outro ambiente qualquer, logo não se deve gerar dúvidas sobre o fato que educação ambiental é o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do indivíduo humano e deve ser ministrada num ambiente qualquer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1. OBJETIVO GERAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despertar nos órgãos públicos competentes e nas pessoas intelectuais, providências quanto à interpretação correta no aprendizado dos vocábulos: ambiente e meio ambiente;&lt;br /&gt;Incentivar ao leitor geral e os intelectuais o entendimento de que o espaço geográfico refere-se também ao lugar que as coisas ocupam e onde os fatos ocorrem: o meio ambiente;&lt;br /&gt;Propor disciplina de educação ambiental pró- recuperação de recursos naturais. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 1.1.2. Objetivos Específicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolver no aprendiz, o espírito participativo, no sentido de se incrementar projetos de educação ambiental pró- recuperação de recursos naturais;&lt;br /&gt;Estimular os atores envolvidos, a despertarem-se e descobrirem medidas que possam mitigar, e compensar áreas com degradação ambiental; &lt;br /&gt;Despertar em cada educando brasileiro, o senso de viverem o ambiente e zelarem por ele;&lt;br /&gt;Incentivar professores e alunos, a aderirem a projetos educativos de aprendizagem sobre a coleta seletiva, e do processo de reciclagem; (pró- recuperação dos recursos naturais);&lt;br /&gt;Desenvolver uma discussão acerca da educação pró - recuperação dos recursos naturais. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 1.2. JUSTIFICATIVA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo do pressuposto de que a ausência de um modelo de educação ambiental pró-recuperação de recursos naturais, trazem conseqüências ambientais, tais como a perda de valores no que tange a inter- relação - Social – Humana -Ambiental, a destruição dos recursos naturais, destacando-se a perda da vida animal, florestal e os recursos minerais, deixam bem explícito que o desenvolvimento desta hipótese (monografia) justifica a preocupação com o ambiente, fruto de discussões que permitiram o desenvolvimento no Brasil e no Mundo, de uma visão de uso e degradação ambiental que predomina na sociedade humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.3. HIPÓTESE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todo Sistema de Educação é Educação Ambiental”.&lt;br /&gt;Estas denotações opõe-se ao sistema educacional vigente, pois está claro que neste modelo conservador, o qual vem sendo trabalhado desde a implantação da Educação Ambiental no Brasil, de fato discrimina a E.A. do processo educacional das demais disciplinas pedagógicas do currículo escolar. Daí propõe discussões em autos níveis para solução do problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.4. METODOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da análise e interpretação de textos teórico-científicos e didáticos da prática escolar e dicionários objetivou-se desenvolver uma discussão sobre o binômio meio ambiente com o vocábulo ambiente além de desenvolver uma discussão sobre a educação pró-recuperação dos recursos naturais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 2. DESENVOLVIMENTO TEXTUAL HIPOTÉTICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pressente trabalho propõe-se a discutir e enfatizar as propostas encadeadas nas Conferências de 1972, em Estocolmo, no relatório sobre Educação Ambiental elaborado pelo “Clube de Roma” em 1975, no Encontro Internacional sobre Educação Ambiental em Belgrado 1975 e na Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental de Tbilisi realizada em 1977. Nesta última, foram confirmadas as decisões das conferências anteriores, ou seja, os principais pontos de contribuição da Conferência de Tbilisi são frutos das discussões anteriores que conforme “Genebaldo Freire Dias (2000)” “A Conferência de Tbilisi” – como ficou consagrada – é o ponto culminante da primeira fase do Programa Internacional de Educação Ambiental, (vide anexo).&lt;br /&gt;Educação Ambiental a muito vem sendo palco de discussões, entretanto muitas descobertas educacionais e científicas estão por vir.&lt;br /&gt;No Brasil por exemplo, pode se dizer ser adolescentes em relação ao sistema de implantação da Educação Ambiental, apesar dela ser discriminante no sentido de estar associada somente às disciplinas de Biologia e Geografia e que somente a partir da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio - 1992) é que se incrementou esta questão, a qual constava antes apenas em poucas pautas de discussões junto ao MEC, aos órgãos governamentais e (ONG’s) organizações não-governamentais. &lt;br /&gt;Somente em 1992 o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) criou, no âmbito das Superintendências Estaduais, os Núcleos de Educação Ambiental (NEA’s) para estimularem políticas públicas estaduais no que diz respeito à Educação Ambiental (http://www.mma.gov.br.),(http://www.projekte.org/meioambiente99),(http://www.mec.gov.br).&lt;br /&gt;Em 1993, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) formalizou a implantação o Centros de Educação Ambiental, e conforme preconizava a Agenda 21 no seu capítulo 04, item 4.7. (CASCINO, 1998) “(a) promover padrões de consumo e produção que produzam as pressões ambientais e entendam às necessidades básicas da humanidade; (b) desenvolver uma melhor compreensão do papel do consumo e da forma de se implementar padrões de consumo mais sustentáveis”.&lt;br /&gt;Com estes dados justifica-se cada vez mais à hipótese que denota a opinião proposta, educação somente acontece no ambiente onde estão os seres vivos e as coisas. Este é o ponto “Sine Qua Non” da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1. Desenvolvimento e sugestões &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da hipótese propor questionar o atual sistema educacional, afirmando que todo sistema de educação é educação ambiental e propor a educação ambiental pró-recuperação dos recursos naturais, também propõe uma acareação dos vocábulos: meio ambiente e ambiente  e a discriminação que a caracteriza. &lt;br /&gt;Conforme análises são estes os pivôs de toda confusão, pois vejam bem, em todo tempo da educação escolástica ninguém teve a preocupação de trabalhar os vocábulos aqui questionado, talvez até mesmo por descuido ou por falta de consciência dos graves problemas de degradação ambiental tais como: perda da biodiversidade, poluição atmosférica, alterações climáticas, redução da camada de ozônio, poluição das águas, degradação dos solos, desmatamento florestal e disposição de resíduos, entre outros. Talvez não se esperassem que em convenções e conferências de cunho internacional em pleno século XX, se decidissem com tal displicência, por um sistema de educação ambiental propiciando discriminação, aos demais modelos e disciplinas educacionais. &lt;br /&gt;O leitor, observando o que diz FERREIRA, (1975, p.497). “Ecologia 1. Parte da Biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o meio ou ambiente em que vivem, bem como as suas recíprocas influências; mesologia”.   &lt;br /&gt;Observa-se também nesta referência de Ferreira, o porquê desta hipótese. Está claro, meio ou ambiente é onde acontecem as relações entre seres vivos, por isso esta hipótese sugere-se o brado de basta ao engano, pois o modelo atual de E. A que se vem trabalhando não produz resultado positivo; a experiência e visão do educador precisa melhorar. Ensinar precisa ser sinônimo de coisa séria, senão, para que ensinar? É hora de refletir! Este é o momento para conclamar as pessoas comprometidas na área educacional, bem como todos da sociedade brasileira, a serrarem fileiras em torno de um paradigma, que venha disciplinar com eficiência a Educação Ambiental Pró-Recuperação de Recursos Naturais. Há de se observar que somente um modelo com a proposta acima irá fazer com que todos os atores envolvidos no processo educacional, ao perceberem a problemática da degradação ambiental e o fato de que são seres humanos os próprios a causarem estes danos, hão de se inserir em projetos de recuperação das degradações além de ingressarem-se no processo de recuperação ambiental, e que agindo dessa maneira diminuirão significativamente os prejuízos ambientais mundiais, que estão tão evidentes no dia-dia de todo ser humano. &lt;br /&gt;São desafios: conservar a biodiversidade, garantir a disponibilidade e a qualidade da água potável, controle da poluição de forma geral, coleta seletiva e reciclagem de resíduos sólidos orgânicos e inorgânicos, a importância e controle dos aterros sanitários, preservação de áreas naturais, reflorestamento urbano entre outros. Esta hipótese propõe afirmar que o controle desta situação somente acontecerá quando os professores, em todos os níveis de escolaridade, estiverem conscientes do seu papel quanto à recuperação ambiental, o paradigma proposto oferece a oportunidade de se trabalhar esta questão haja vista que, apesar do Brasil ser adolescente nesta questão, quatorze anos (mais ou menos) nas discussões sobre a degradação do ambiente se for considerado como base à (ECO 92).&lt;br /&gt;Porém este curto espaço de tempo não justifica a discriminação no sistema educacional. Ambiente não é o espaço de nossa inserção? Se o é, como justificar a discriminação no sistema educacional? Aí paira uma preocupação hipotética. &lt;br /&gt;Porém, com o objetivo de despertar no leitor o senso de que todas as vezes que se encontrar frente a um fato novo, procurando entendê-lo estará buscando um novo aprendizado no ambiente aí sim à certeza da consciência adquirida e do papel que se pode exercer na recuperação do ambiente. Com isso o homem educador/educando sem dúvida, consciente do seu papel, passa a agir localmente contribuindo globalmente.                                                                                                                                           &lt;br /&gt;Uma sugestão de alerta se faz necessário; se não se ensinar às crianças que as mesmas estão no ambiente como cobrar dela a ação ambiental adequada ao meio. Assim sendo, é objetivo deste documento propor se trabalhar incessantemente o vocábulo ambiente e o binômio meio ambiente, de forma que o estudioso possa perceber que de fato está havendo discriminação no sistema da educação.&lt;br /&gt;Sendo este um dos principais objetivos do trabalho, além de comprometer a interação natural e cotidiana do indivíduo humano no seu espaço e, é objetivo ainda, difundir a Inter-Relação-Social-Humana-Ambiental.&lt;br /&gt;Que o leitor possa perceber que tão grave quanto à degradação ambiental, são os problemas provocados pelo: analfabetismo, a fome, a pobreza, o sistema de moradia, entre outros.             &lt;br /&gt;Por isso, tais vocábulos proposto para discussões merecem o mesmo trato que a degradação ambiental.&lt;br /&gt;Ao se tratar, por exemplo, do analfabetismo entende-se que isso é um problema de educação e, como só se educa no ambiente, é lógico dizer que nesse processo estará acontecendo educação ambiental.   &lt;br /&gt;Este esclarecimento será válido a todos que usufruírem desta monografia no sentido da reflexão cuidadosa sobre a interpretação do vocábulo ambiente e sinônimos correlatos.&lt;br /&gt;A Inter-Relação-Social-Humana-Ambiental aborda algumas interferências, homem /natureza e para tanto se pesquisou cuidadosamente os vocábulos meio e ambiente no sentido de fornecer melhores contribuições para o modelo educacional vigente uma vez que os responsáveis pelo planejamento educacional assim como a maioria dos professores-educadores não se deu conta em trabalhar esta propositura.       &lt;br /&gt;É transparente à óptica a maioria dos professores-educadores não conseguiram planejar e ou ministrar aulas que ao menos contemplassem a preocupação com os problemas de degradação ambiental, espaço esse em que o ser humano encontra-se a todo o momento, isto é, como denota anteriormente a sala de aula, a casa, o sítio, etc. &lt;br /&gt;O pedagogo/educador sem dúvida irá perceber a falta de reflexão sobre os vocábulos indispensáveis aos processos educacionais e, considerando este fato um lapso sem igual no sistema educacional brasileiro e mundial, tomar a iniciativa de apresentar seus conhecimentos na arte de ensinar, afim, de incrementar essa discussão/aprendizado dos vocábulos meio e ambiente.&lt;br /&gt;Nunca é tarde para se adaptar ou descobrir coisas novas, a ciência não pára e, com esperança no amanhã se poder contemplar o seu fruto. Precisa-se com isso dizer, que os esforços serão incessantes em torno desse acontecimento. Não se pode parar, com essa discussão, propõe-se aos órgãos governamentais competentes a se adequarem a um novo paradigma disciplinar, um modelo que venha contemplar um sistema de educação que atenda às exigências que se fazem necessárias a sustentabilidade desta e das futuras gerações; um modelo de educação onde não haja discriminação no sistema educacional. &lt;br /&gt;A Educação Ambiental como está sendo trabalhada não tem contribuído com nenhum estímulo e tão pouco apresenta propostas para recuperação ambiental. Porém há de observar em tempo, que nem mesmo a Conferência Internacional de Educação Ambiental de Tbilisi realizada em 1977. A qual segundo DIAS, (2000), considera a mais importante das conferências ambientais, aí uma interrogação? Porque se esqueceram que na letra jota, das contribuições? Encontram-se textualmente a determinação de que a Educação Ambiental deve ser um processo contínuo, dirigido a todos os grupos de idade e profissionais, bem como a comunidade, no entanto dá para se perceber isso não vêm acontecendo!                      &lt;br /&gt;Porém, se houver continuidade a esse modelo que se vem trabalhando a E.A. Há de se lamentar, pois o aprendizado não irá concretizar-se sobre os problemas da degradação ambiental, tendo em vista que quando, raramente, se faz menção do problema, não se apresenta um projeto para solucioná-lo. Porém numa disciplina específica de Educação Ambiental Pró-Recuperação de Recursos Naturais onde obrigatoriamente o educador tenha que educar voltado para o problema da recuperação de recursos naturais, não restam dúvidas de que os atores envolvidos certamente viverão o momento e hão de perceber seu envolvimento no processo, surgindo assim à responsabilidade em reparar seus próprios danos. Dentro desta lógica, o corpo docente/discente, será levado ao processo de interação social na busca de uma recuperação de recursos naturais ainda que para essa tomada de consciência leve algum tempo. Os atuais professores apesar do seu tempo escolástico, se tornaram agentes sem prática no ensino do sistema da recuperação ambiental uma vez que a falta do paradigma disciplinar proposto as questões deixou o professor em um beco sem saída. Há de se mencionar isso com tristeza, pois qualquer professor (educador ambiental) perceberá nas conversas e observações do dia-a-dia com seus colegas que é comum ouvir: ambiente é tudo, são as árvores, água, etc. Porém, deve-se observar, não é isto que é definido nos dicionários examinados tais como: FERREIRA, (1975, p. 82); BUENO, (1973, p. 101).; COSTA, (1993, p.89) e HOUAISS, (2002, p.193) aonde estes autores definem meio ambiente como o meio onde vivem os seres, o que há de se concordar em gênero número e grau, vemos ainda ambiente é o meio onde estão seres animados e inanimados. A fauna e a flora são recursos naturais e interagem no ambiente.&lt;br /&gt;Buscando a atenção do leitor para mais um momento de reflexão, sobre reino animal descobre-se, sem medo de titubear, que os humanos com toda capacidade de raciocinar, são por excelência destruidores naturais do meio.  &lt;br /&gt;Porém, voltando aos professores/educadores que, quando crianças, não foram educados voltados aos problemas ambientais, ou seja, esquivaram-se até mesmo de educar sobre os vocábulos meio e ambiente como já mencionado; os mestres não tiveram a preocupação em denotá-los, que o espaço do dia - a - dia é aonde se vive. Com isso fica claro que se não se  aprender como se pode ensinar?&lt;br /&gt;Na realidade isso aconteceu e acontece com os aprendizes em todo tempo de escolaridade e sem dúvida há muitas décadas, porém a menos de duas décadas é que no Brasil se vê a demonstração da preocupação com a natureza se continuar no erro continuará dando atestado de incompetência.&lt;br /&gt;Chegou o momento de todos aqueles que estão compromissados na área educacional se preocuparem em reparar os danos neste sugerido. Lembrando o provérbio popular: errar é humano, persistir no erro é burrice.&lt;br /&gt;Não resta alternativa a não ser a de se trocar experiências e vivências para assim alcançar uma vitória no que diz respeito à recuperação ambiental. Acreditando assim num tempo determinado para todos propósitos, e não desistir de acreditar nesta proposta. Apesar de se estar consciente das dificuldades que se irá enfrentar para contemplar a veracidade da aprovação da proposta desta monografia junto aos especialistas da área de educação e aos órgãos governamentais aonde, salvo um engano, irá enfrentar maiores dificuldades de aceitação. No entanto, há esperança.&lt;br /&gt;Aos profissionais de mídia eletrônica, rádio, televisão, jornais, revistas, entre outros meios de divulgação fica na (divulgação deste como sugestão) na certeza da importância deste trabalho que poderá contribuir no sistema de recuperação ambiental do globo terrestre. &lt;br /&gt;Como sugestão recomenda-se a introdução de programas educacionais que dêem ênfase à Inter- Relação Social - Humana - Ambiental, pois dentro da mais perfeita possibilidade é intenção que o leitor a refletir sobre o Decreto Federal nº 4.281, de 25 de julho de 2000, aonde o Art. 5º faz menção sobre a necessidade da inclusão da Educação Ambiental em todos os níveis e modalidades de ensino, (DF será anexo na íntegra).&lt;br /&gt;Nos Parâmetros e Diretrizes Curriculares Nacionais (PCN) pode-se observar, assim como na Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 (confirmada pelo Decreto 4.281/002 (vede anexos) o qual institui Política Nacional de Educação Ambiental, a importância da inclusão da Educação Ambiental em todos os níveis e modalidades de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2. METODOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a análise da importância do ensino da Educação Ambiental Pró - Recuperação de Recursos Naturais foram extraídos textos de livros elaborados com ênfase em problemas e acontecimentos ambientais, em nosso espaço, onde sempre constarão os seguintes vocábulos: meio, ambiente, espaço, ambiental entre outros... Isso relacionado com o meio onde vivemos e vivem os outros animais e estão as coisas.        &lt;br /&gt;É certo de que com tantas evidências, após esta leitura, o leitor não terá mais a incerteza quanto à necessidade de um paradigma disciplina/modelo de ensino para reestruturar o sistema educacional em todos os níveis a partir da pré - escola.&lt;br /&gt;É considerado condição “Sine Qua Non” que somente com esta reestruturação educacional o processo de degradação do ambiente não ficará alheio a nenhuma pessoa. Desta forma com as citações apresentadas a seguir e anexos, a intenção é de trazer um apanhado de textos com os vocábulos meio, ambiente, espaço, ambiental, entre outros que nos permitirão discorrer sobre as interpletações equivocadas presentes nos livros consultados que, apesar de abordarem as palavras acima, não às contextualizam dentro da ótica proposta nesta Monografia. Educação Ambiental Pró - Recuperação de Recursos Naturais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3. ORIGEM DA VIDA&lt;br /&gt;                   &lt;br /&gt;O homem sempre teve curiosidade de saber, não somente sua origem, como também há quanto tempo existe. A mesma curiosidade ele tem com relação a todos os demais seres vivos existentes. Na Grécia Antiga, um famoso sábio chamado Aristóteles, que viveu de 384 a 322 a.C., afirmava que os animais e as plantas surgiam do próprio ambiente. (grifo nosso) Para ele, sapos e rãs surgiam do solo (grifo nosso) úmido, moscas se formavam a partir da carne apodrecida etc.&lt;br /&gt;Na Idade Média havia até receitas para produzir ratos: bastava colocar grãos de trigo dentro de saquinhos de panos em porões úmidos e sombrios, para que se transformassem logo em ratos. Esse tipo de explicação para a origem dos seres vivos é conhecido como a Teoria da Geração espontânea. Mas, essa teoria foi pouco a pouco sendo combatida, até ser desmentida.  (SILVA, 1996,  p. 49).&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;A intenção ao extrair esse fragmento de texto foi a de propiciar-lhes a possibilidade de uma familiarização com autores que também se preocupam com o ambiente, haja vista que os vocábulos, fruto de nosso questionamento são freqüentes nestas descrições. Neste primeiro fragmento a curiosidade prende-se ao saber da origem humana, no entanto dois vocábulos recebem grifo nosso confirmando nossa hipótese, ou seja, ambiente e solo, neste caso está referindo-se ao meio de vivência de seres. Porém estes autores não tiveram a felicidade de apresentar uma proposta de modelo educacional onde o educando pudesse aprender e compreender a necessidade de praticar projetos para sanar a degradação do meio. No entanto todos eles abordam com muita freqüência o binômio meio ambiente e seus correlatos. Fico preocupado em ser enfadonho tendo em vista terem sido muitos os textos pesquisados e as justificativas a serem sempre as mesmas por isso a paciência de todos é fundamental.&lt;br /&gt;Observem vocês que em 1668, um pesquisador italiano, “Francesco Redi”, (Id., 1996, p.49) demonstrou os resultados interessantes de um experimento seu como pode ser visto a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.1. Experimento de Redi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redi colocou pedaços de carne em dois vidros. Um ficou destampado e o outro foi coberto por uma gaze. Moscas podiam pousar dentro do primeiro vidro, mas não entravam no segundo. Apesar da carne apodrecer nos dois recipientes, só no primeiro apareciam larvas de moscas. Redi queria mostrar que não era a carne que se transformava em moscas. A carne servia de alimento para o desenvolvimento das larvas nascidas dos ovos que eram depositados sobre ela. Nenhum ser vivo consegue se instalar, viver e sobreviver se não tiver uma relação com outro ser vivo e com o ambiente (grifo nosso) onde se encontra. Os seres de uma mesma espécie dependem uns dos outros para o acasalamento, produção de filhotes e perpetuação. Os grupos formados pelos indivíduos de uma mesma espécie, vivendo em um mesmo local, formam uma população. Os ecossistemas são, portanto, o retrato fiel da integração entre os seres vivos e os ambientes em que se encontram. (grifo nosso). A temperatura de uma região é um fator ambiental muito importante na distribuição de plantas e animais pelo planeta. É claro que em cada caso, existem adaptações especiais para suportar o clima predominante.  (Id. 1996, p.49).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fazermos uma comparação Aristóteles/Redi, observamos que o primeiro afirmava que os animais e as plantas surgiam do próprio ambiente o que chamou de Geração Espontânea inclusive apresentando uma receita para se fazer ratos. Porém Redi com seus experimentos deixa transparecer que a afirmação de Aristóteles não tinha fundamento. Na busca da verdade quero assim acreditar que as citações seguintes trarão outras informações a respeito do que se pensava da evolução, e acredito que num determinado instante uma teoria seja dada por aprovada, até que possa surgir uma nova hipótese para questionamento. No entanto o que mais nos interessa nesses contextos é observarmos a confirmação do binômio meio ambiente e do vocábulo ambiente com seus cognatos o que os autores por mim pesquisados não pouparam ao descrevê-los.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.2. Prestígio Científico  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean Baptiste Lamarck foi um cientista francês que viveu 1744 a 1829 e teve muito prestígio em sua época. Lamarck imaginava que os seres vivos se transformavam para se adaptar melhor ao ambiente. (grifo nosso) Veja, como ele explica o fato de a girafa ter o pescoço comprido. Segundo Lamarck, os ancestrais da girafa tinham o pescoço curto e comiam ervas rasteiras. Quando não havia mais ervas rasteiras, as girafas passaram a esticar o pescoço para comer arbustos. Uma geração, depois outra, e o pescoço cada vez maior, a girafa sobrevivia, pois conseguia comer os brotos das árvores mais altas.  Hoje, sabemos que Lamarck estava errado. Mas também, na época dele, não havia nenhuma explicação para as transformações das espécies. Lamarck pensava que o ambiente (grifo nosso) forçava o ser a se transformar para adaptar melhor a ele. (Id, 1996, p.65).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vemos aqui que Lamarck com sua imaginação demonstrou muito prestígio ao explicar o fato de a girafa ter pescoço comprido ou curto e a relação que esse fato tem a ver com o uso feito da estrutura segundo as necessidades impostas a ela pelo ambiente. Porém, sabemos que esta e outras hipóteses foram das primeiras a surgir, sabemos da necessidade destes conhecimentos, sabemos ainda que o acerto somente virá se houver tentativa o que é peculiar, qualquer pessoa que é dedicada a um trabalho científico e isto acontece comigo ao desenvolver minha hipótese que tem como objetivo provar a necessidade de E/A Pró-Recuperação de Recursos Naturais, no entanto nas minhas tentativas para acerto tenho que recorrer a estas obras para observar suas relações com o ambiente na próxima citação, perceberemos uma substancial evolução entre estes pensadores /cientistas que de qualquer forma demonstraram suas preocupações nesta área ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                                  &lt;br /&gt;2.3.3. O papel do ambiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles Darwin (1809 a 1882) é considerado um dos maiores cientistas de toda a humanidade. Em 1831, com 22 anos, Darwin fez uma interessante viagem pelo mundo, observando e colecionando animais, plantas, rochas e fósseis. Durante os cinco anos de viagem, Darwin, teve muitas ocasiões para constatar que as plantas e os animais eram diferentes de um lugar (grifo nosso) para outro. Aos pouco, ele foi se convencendo de que havia uma relação entre os ambientes “grifo nosso” e as diferenças que as plantas e os animais apresentavam. Vamos resumir as idéias de Darwin, a respeito da evolução: *Em seu ambiente (grifo nosso) natural, o número de indivíduos de uma população tem a tendência de aumentar sempre, por causa da reprodução. * Havendo muitos indivíduos, a comida começa a faltar e o espaço (grifo nosso vai ficando pequeno. Nesse caso, a competição entre eles aumenta. *Os indivíduos de uma população não são todos exatamente iguais. Existem pequenas diferenças entre eles quanto à forma, tamanho, cor, etc. *As condições do ambiente (grifo nosso) vão determinar quais as variedades que terão maiores facilidades para se proteger, nutrir, reproduzir, etc. Refletindo sobre tudo o que viu, anotou e estudou, Darwin concluiu que o ambiente (grifo nosso) faz uma seleção natural das variedades que têm melhores condições de sobrevivência. O ambiente natural (grifo nosso) seleciona certas variedades e elimina outras. (Id, 1996, p. 65).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme (Silva, 1996) percebemos que Silva/Darwin trazem a definição aceitável sobre a teoria da evolução, porém chamo a atenção neste trecho para que o leitor perceba que quando Silva/Darwin mencionam: os animais eram diferentes de um lugar para outro ou a comida começa a faltar e o espaço vai ficando pequeno, ou o ambiente faz uma seleção natural, os vocábulos (lugar, espaço e ambiente) referem-se ao meio de vivência desses seres que são os mesmos espaços onde o homem poderá habitar, se educar, danificar e ou recuperar o ambiente, fruto da preocupação deste autor conforme nossa hipótese. &lt;br /&gt;Na seqüência analisaremos a moderna Teoria da Evolução.             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.4. A moderna Teoria da Evolução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Teoria Moderna se baseia em dois pontos principais: *As características de uma espécie de ser vivo sofrem lentas transformações naturais ao longo do tempo e completamente ao acaso. Quando surge uma característica nova, o ambiente (grifo nosso) poderá aceitá-la ou não, isto é, ele faz uma seleção. (Id, 1996, p. 66).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa monografia que se preze faz necessário trazer ao leitor todos detalhes de um fragmento textual onde haja contribuição hipotética, isto porque uma hipótese precisa das várias confirmações possíveis, no texto acima Silva, (1996), o detalhe é: quando surge uma característica nova o ambiente poderá aceitá-la ou não, o grifo nosso parece ser marca registrada, aproveito para dizer que mesmo não estando grifo nosso todas vezes que surgirem os vocábulos meio ambiente ou correlatos, subentende-se que chamamos a atenção, pois esses vocábulos nos fazem lembrar da necessidade do paradigma que discipline urgentemente Educação Ambiental Pró-Recuperação de Recursos Naturais, pois temos evidências da falta desse conhecimento tão constante na vida escolástica da  comunidade mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.5. A seleção natural &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indivíduos de uma mesma espécie podem apresentar bicos de formas diferentes. A população aumenta e muitos indivíduos começam procurar outros locais (grifo nosso) lugar, em que o tipo de alimento existente vai favorecer os pássaros com os bicos que tenham a forma mais adequada. Portanto, não foi o ambiente (grifo nosso) que criou os diversos tipos de bicos, pois eles já existiam bem antes.  ambiente (grifo nosso) fez a seleção dos tipos mais adaptados às condições de alimentação de cada lugar. Com o passar do tempo, outras pequenas mudanças podem ocorrer, alterando características como a cor, o tamanho, a forma da asa, etc. Enquanto isso, o ambiente vai fazendo a seleção dessas novas características.  Milhares e milhões de anos depois podemos encontrar espécies bem diferentes umas das outras, embora todas possam ter se originado de um mesmo antepassado. Espécies atuais diferentes entre si podem Ter evoluído de um mesmo antepassado. (SILVA, 1996, p.67).&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Percebe-se no texto acima que Silva, fala de uma seleção natural que ocorre no meio ambiente onde segundo ele, indivíduos da mesma espécie podem apresentar bicos de formas diferentes além do crescimento populacional de espécies que procuram outro lugar e conforme o tipo de alimento existente haverá um processo de adaptação das espécies nos devidos locais ambiente, vejam bem, quando se refere esses locais estará havendo referência ao ambiente e isso é prova de que minha hipótese está no caminho certo continuaremos nesta tarefa de pesquisas sabendo que assim mesmo é um processo agradável porém requer muita dedicação e amor à arte, vamos continuar a próxima etapa: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.6. Transformações ambientais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Componentes do ambiente, suas interações e transformações.&lt;br /&gt;Esta unidade trata dos fatores determinantes das transformações na hidrosfera, na atmosfera e no solo. É aqui que são discutidas as condições que possibilitaram o surgimento da vida e posteriormente a distribuição dos seres vivos no planeta. Os mecanismos de adaptação dos habitantes do planeta, às modificações surgidas ao longo do tempo, também são tratados nesta unidade. (Id, 1996, p. 98). Vede seqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês hão de convir que as citações de Silva referentes ao cientista Darwin trazem uma noção aceitável sobre origem e evolução da vida, deixando claríssimo que todos estes eventos aconteceram e/ou acontecem no ambiente de vivência dos seres; assim sendo continuarei meu caminho de pesquisa e as citações subseqüentes demonstrarão a própria Terra como ser vivo o que para este autor está muito evidente, pois, é ela (Terra) o único ambiente dos seres vivos, acompanhemo-las com muita reflexão.&lt;br /&gt;                                     &lt;br /&gt;                                                                                              &lt;br /&gt;2.3.6.1. Terra: um planeta vivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida, tal como a conhecemos no planeta Terra, existe e se perpetua por causa de certas condições físicas, químicas, climáticas e nutricionais. Dentre as inúmeras condições, quais seriam as principais?  Luz – Fator fundamental para que haja fotossíntese, processo mais importante para a produção de matéria orgânica tanto no ambiente terrestre, quanto no aquático. (grifo nosso). Temperatura - (calor) a vida se processa de modo normal num intervalo de 0°C até 50°C abaixo e acima dos valores citados, a existência de vida se torna difícil para grande número de espécies.&lt;br /&gt;Oxigênio – Indispensável para todos os seres que fazem respiração aeróbia. O teor de oxigênio no planeta é mantido constante graças à fotossíntese que o libera. (Id, 1996, p. 99).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observa-se que os textos mencionam os ambientes tanto terrestres quanto aquáticos, e aqui chamo a atenção, pois confesso que nas minhas pesquisas é a primeira vez que um autor dá ênfase ao sistema ambiental aquático, detalhes fragmento a seguir. Silva (1996), destaca com muita propriedade este meio espaço natural além do fator referente à temperatura ambiental fundamental para existência vital nestes espaços. Ainda citando o mesmo Silva veremos na seqüência as citações referentes ao sistema de nutrição no ambiente vocábulos que não poderão estar alheios as nossas reflexões.  &lt;br /&gt;                                                                                                                                 &lt;br /&gt;2.3.7. Nutrição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nutrição – Os minerais indispensáveis aos processos biológicos estão dissolvidos na água ou estão presentes no solo. As plantas são os grandes responsáveis pela retirada desses produtos do ambiente (grifo nosso) e de sua “transformação” em matéria viva. Através das cadeias alimentares, as substâncias químicas minerais e orgânicas passam de um ser a outro num ciclo contínuo que garante a manutenção da vida no planeta. Os diversos fatores do ambiente (grifo nosso) não agem isoladamente e sim em conjunto. Desta forma, o planeta oferece espaços cujo conjunto dos fatores permite o desenvolvimento desta ou daquela comunidade. Compare o mapa dos climas com o mapa das formações vegetais e você verá as coincidências em vários lugares de nosso planeta. Oxigênio – Quando a Terra se formou, o oxigênio existente se combinou com os metais, formando óxidos que são abundantes na crosta terrestre, a atmosfera primitiva não tinha oxigênio. No processo da fotossíntese, a água é decomposta em hidrogênio e oxigênio. Enquanto o hidrogênio é aproveitado na produção dos compostos orgânicos, o oxigênio, não servindo para mais nada, é eliminado para o ambiente. (grifo nosso) A fotossíntese é responsável pela oxigenação do planeta. (Id, 1996, p. 100).  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Observamos neste texto que a nutrição depende de fatores biológicos assim como dos recursos minerais indispensáveis ao processo vital. Podemos observar ainda que as plantas são grandes responsáveis pela retirada desses produtos do ambiente ficando evidente que para continuarmos mantendo um ambiente saudável precisamos preservar a natureza em todos os âmbitos possíveis assim como o mar que é considerado o maior ambiente natural de nosso planeta.                                                                                                                                     &lt;br /&gt;Em relação à vida neste ambiente e a discussão no âmbito da Educação Ambiental vemos o seguinte: é notório que a destruição florestal e o crescimento industrial trouxeram grandes ruínas aos ambientes naturais de um organismo ou população, o que não é diferente neste espaço ocupado por ¾ parte do globo terrestre, onde o homem apenas destruiu sem pensar nas conseqüências futuras, ou seja, este ser racional parece ter enxergado apenas o seu umbigo, o que faz com que todos nós paguemos hoje pelo mau que fizeram ontem. Quero com isto dizer que destruíram o ambiente sem pensar nestas graves conseqüências, não raciocinaram a respeito de recuperação de recursos naturais. A esse respeito vejamos o texto seguinte:&lt;br /&gt;                                                                   &lt;br /&gt;2.3.8. A Vida no Mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocupando ¾ partes do globo terrestre, o mar é o maior ambiente (grifo nosso do planeta. O contrário do ambiente terrestre (grifo nosso) que é muito variável, o mar é mais uniforme graças à circulação de suas águas. No mar, como na terra, encontramos seres produtores, consumidores e decompositores. (SILVA, 1996, p.102.). A lula chamada Sepia vive nas proximidades do fundo arenoso, sua capacidade de mudar de cor confundindo-se com o ambiente (grifo nosso) é de extraordinária importância na sobrevivência da espécie, pois, com esse procedimento, evita seus inimigos e não desperta a atenção de suas presas.O ambiente (grifo nosso) e vida se transformam. (Id, 1996, p.104.). Desde que surgiu há cerca de 4,5 bilhões de anos, a Terra não parou de se transformar. No início, a Terra era muito quente, as radiações solares incidiam sobre ela sem nada para filtrar a radiação ultravioleta e, certamente, a vida era impossível. O esfriamento gradual do planeta, o lançamento de vapor d’água pelos vulcões, e formação dos primeiros lagos e oceanos e a realização de importantes reações químicas foram fatores que propiciaram o surgimento de vida na Terra. Pela mesma razão que o surgimento da vida se relacionava com os fatores e as condições oferecidas pelo ambiente, (grifo nosso) é natural que à medida que a Terra foi sofrendo transformações, a vida também foi se modificando, se adaptando e se perpetuando. Considerando que o ambiente (grifo nosso) está em constante e contínua transformação, para que uma espécie sobreviva, é necessário que tenha variedades genéticas que possam produzir características variadas. Se a característica apresentada está de acordo com as condições do ambiente, (grifo nosso) haverá filhotes, a mortandade será pequena e a espécie se perpetua. Os peixes dominam o meio (grifo nosso) aquático. (Id, 1996. p. 107). Há mais ou menos 450 milhões de anos atrás, num período que os continentes denominaram de Ordoviciano, os rios e lagos de água doce da época abrigavam um pequeno animal, cujo tamanho não passava de 30 cm. Seu corpo era envolvido por uma casca feita de material semelhante a osso. Por causa disso, esse animal deixou vestígios fósseis tão bem conservados que até se pode saber que ele sugava a lama do fundo alimentando-se de detritos variados. Os cientistas deram para esse “peixe primitivo” o nome de ostracodermo. A partir do Período Devoniano, há 350 milhões de anos atrás, os ostracodermos foram se extinguindo. (Id, 1996, p.110). Um outro tipo de transformação das comunidades e do ambiente (grifo nosso) se passa num tempo um pouco menor, que se pode medir em algumas centenas ou milhares de anos. É o caso das chamadas sucessões ecológicas. A expressão sucessão ecológica é empregada para referir ao fato de que na natureza, as comunidades vão se substituindo, umas às outras, até que se chega a uma comunidade tão equilibrada com o meio ambiente, (grifo nosso) que se diz que ela é a comunidade clímax, ou, simplesmente, clímax. (Id, 1996, p. 117).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta altura de campeonato o leitor já se pergunta aonde se vai com tantas explicações.  A verdade é que tudo isso vem para justificar a necessidade de um paradigma que venha disciplinar a Educação Ambiental Pró-Recuperação de Recursos Naturais, e que na discussão onde se utilizam os vocábulos: ambiente, meio e seus correlatos, estão evidentes as propostas de: interação social, criação de projetos pró-coleta seletiva entre outros. Ao dizer isso, justifico que uma monografia requer muito embasamento, daí esta busca em autores que demonstram freqüentemente estas escrituras como é o caso de Silva (1996) em minhas citações bastante longas. Porém estou certo que o leitor estará bastante consciente do objetivo deste trabalho principalmente no que se refere ao meio ambiente já que fiz questão de colocar grifo nosso para marcar estes vocábulos e cognatos para que todos percebam meu comprometimento com a natureza e as minhas sugestões para sanear os problemas referentes a E.A. sem discriminação no sistema educacional. Os textos subseqüentes trarão outras citações tão importantes ao esclarecimento de nosso espaço quanto às contribuições anteriores, que denotaram a vida no mar, ambiente tão rico em vida e que ocupa ¾ da Terra e foi berço da expansão comercial.  Assim veremos a seguir o homem sendo o único responsável pelas vidas neste ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3.9. As conseqüências da Agricultura no Período Neolítico e Educação Ambiental&lt;br /&gt;                                                                                                                                    &lt;br /&gt;Agricultura e suas conseqüências&lt;br /&gt;Foi no Período Neolítico (período em que o homem primitivo já usava ferramenta de pedra polida como machados, facas e arpões) que alguns grupos se instalaram em ecossistemas descampados onde havia algumas espécies de plantas e de animais para seu uso. Para uma população pequena, isto era suficiente. Com o tempo, a população aumentou e foi preciso procurar outros ambientes. (grifo nosso) Aos poucos as florestas começaram a ser ocupadas. Como as ferramentas eram muito primitivas, o homem usava o fogo para abrir clareiras na mata e ter lugar para plantar. Em região subtropical, o desflorestamento produz uma área de estepe, árida e seca. Em região tropical, com muita chuva, o desmatamento dos morros apressa a erosão e a agricultura se torna impossível. Sobram os vales encharcados para plantação de arroz. Nas zonas temperadas, mais favorecidas, a floresta foi substituída por campina à base de cereais associados com a criação de vacas, cabras e ovelhas. (Id, 1996, p. 180.). Desequilíbrio da flora. O simples fato de eliminar as espécies naturais, substituindo-as por outras que não são originárias da região, já causa um dano irreparável ao meio ambiente. (grifo nosso) Além do mais, escolhendo o padrão genético das variedades que vai cultivar, o homem altera o chamado “banco de genes” da natureza. (Id, 1996, p. 184.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fragmentos apresentados acima nas referidas citações denotam o uso das ferramentas e há de se perceber que estes eventos aconteceram nos sistemas educacionais, pois me baseio no fato de a educação ser o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social, e sendo assim a aprendizagem é um processo constante. Vemos que o homem fez fogo para abrir uma clareira e essa experiência teve início no Período Neolítico, (Id, 1996, p. 184). O simples fato de eliminar as espécies naturais, substituindo-as por outras que não são originárias da região, já causa um dano irreparável ao meio ambiente vejamos no relato a seguir a descrição sobre a ocupação humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4. A OCUPAÇÃO HUMANA &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;A ocupação humana elimina espécies da natureza&lt;br /&gt;A biodiversidade ou diversidade biológica é a expressão que se usa ao se falar em variedade de espécies existentes, sejam elas de animais, de vegetais, de fungos, de bactérias ou dos microorganismos em geral. O número de espécies, hoje, é de alguns milhões e os cientistas acreditam que só na floresta amazônica ainda existem milhares para serem descobertas. Por enquanto basta saber que existem porque foram selecionadas pelos inúmeros fatores do ambiente. (grifo nosso) Se foram “aceitas”, é sinal de que a relação com o ambiente “grifo nosso” é, no mínimo, harmoniosa. Isto para não dizer que, às vezes são indispensáveis. Durante muitos anos o camponês utilizou-se das espécies vegetais e animais que eram próprias de sua região. Isto ainda pode ser visto nos Andes, onde os animais domesticados em maior quantidade são a lhama e guanaco, típico da região andina. Esta situação começou a mudar quando, necessitando produzir mais alimento em tempo mais curto e com custos menores, houve o desenvolvimento de uma nova tecnologia com o uso de tratores, semeadeiras, colhedeiras, biocidas, fertilizantes, etc. A agricultura se tornou mais produtiva, mas a natureza pagou um preço muito alto: a diminuição gradual da biodiversidade, já que os agricultores, passaram a usar sementes selecionadas de um mesmo tipo.  Aparentemente isto foi muito bom, se olharmos os seguintes exemplos: Hoje, uma mesma região chega a produzir três vezes mais trigo do que há quarenta anos atrás. * Vacas leiteiras selecionadas produzem até 10.000 litros de leite por ano, ou seja, quase 28 litros por dia, ou o dobro do que produzia há 20 anos.  Este progresso quantitativo se deveu a dois fatores básicos: utilização de inúmeros produtos industrializados e padronização das variedades ‘genéticas, com a eliminação das antigas variedades que se desenvolveram em harmonia com o ambiente natural (grifo do autor). (Id, 1996, p.188).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A ocupação humana elimina espécies da natureza e isto é um fato que me deixa muito preocupado sem poder fazer muito (pelo fato de uma andorinha só não fazer verão), porém a alternativa é alcançarmos uma conscientização para o despertar da recuperação de recursos naturais, pois apesar de muito já ter sido destruído ainda vale a pena fazer alguma coisa. Pois bem, o leitor já deve ter percebido que não é o objetivo deste autor estar repetindo palavras dos fragmentos somente para dizer as mesmas coisas dos tais, porque você lendo-os irá entendê-los; minha pretensão é saber se o leitor já entendeu o que quero provar. Quero provar que educação só poderá acontecer num ambiente qualquer porque tudo que nós fazemos onde quer que estejamos fazemos no meio ambiente isto é questão sine qua non.    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.4.1. A destruição dos ambientes (grifo nosso) aquáticos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem não ameaça apenas as espécies terrestres. Sua ação devastadora avança pelos rios, lagos e mares. Os aterros para aumentar as cidades arrasam mangues e baías. Petroleiros que lavam seus tanques próximos ao litoral aniquilam a fauna e a flora litorânea. O lançamento de esgotos industriais e domésticos nos rios e mares, mesmo com tratamento, causa alterações na composição química do “grifo do autor” ambiente, provocando séria poluição, ameaçando as espécies mais sensíveis. O crescimento populacional obriga a uma exploração mais intensa dos recursos do mar e este não tem tempo suficiente para se renovar. A água quente lançada no mar por indústrias, como as de fabricação de sardinhas em conserva, desoxigena a água a ponto de impossibilitar a vida animal nas vizinhanças. Os ecossistemas estão ameaçados. As espécies naturais estão ameaçadas. (Id, 1996, p. 188).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme relatos sobre ambientes aquáticos despertaram nossas atenções o fato de como o ser humano pode ter a capacidade de desenvolver tantas técnicas evolutivas, tanto nas invenções alimentares (inseminação artificial, transgênicos) quanto à tecnologia da pedra polida ao moderníssimo computador. Ainda assim o homem é sabedor da poluição que criou no nosso planeta Terra e muito pouco desenvolveu para salvá-lo, sabemos que os manguezais são soterrados para construção de imóveis e indústrias continuam jogando seus detritos no mar, rios e lagos. Alguns cientistas tentam mostrar que esta degradação traz prejuízos à sobrevivência das pessoas, até os dias atuais parece que este é um assunto sem solução apesar das discussões em conferências sobre meio ambiente.  Preocupado com a vida no mar. Silva (1996), até a mim surpreendeu, quando no fragmento de texto apresentado anteriormente expressou a sua preocupação com esta grande fonte alimentar danificada pelo despejo de esgotos e prejudicada direta ou indiretamente por estratégias humanas de geração energética.        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4.2 Consumo energético e poluição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o desenvolvimento da civilização industrial, em meado do século XIX, as perturbações causadas ao meio ambiente (grifo nosso) eram muito pequenas, o crescimento da indústria determinou o maior consumo de madeira, depois de carvão, mais tarde derivado de petróleo, energia elétrica e, mais recentemente, energia nuclear. A queima de petróleo lança alguns bilhões de toneladas de carbono na atmosfera, intensificando o efeito estufa. O enxofre, também presente no petróleo, é liberado sobre a forma de dióxido de enxofre (SO2), um dos importantes causadores da chuva ácida. Um engarrafamento de trânsito pode causar estragos impossíveis de serem concertados. (Id, 1996.p. 191).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa comparação feita ao antes do meado do século XIX, Silva, descreve sobre o consumo energético e poluição que até o início do desenvolvimento da civilização industrial não causava tantas perturbações ao ambiente porque eram muito pequenas, no entanto a partir do desenvolvimento propriamente dito subentendemos o início desse processo que vem massacrando nosso espaço ambiental, o que começou com o maior consumo de madeiras, carvão e derivado de petróleo como vimos nesse fragmento, como não podia deixar de ser, vemos as conseqüências causadas pelo carbono e pelo enxofre a nossa atmosfera, e ao meio ambiente, vejamos, mas no texto seguinte.                                                                                                                                                                   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4.3. Revolução Industrial e Educação Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do século XXI acelerou o processo de interferência no ambiente. (grifo nosso) As máquinas, fruto de avanços científicos e tecnológicos, permitiram o surgimento de indústrias que consumiam muita energia e lançavam restos nas águas, solo e ar. A partir da Revolução Industrial os avanços científicos e tecnológicos ocorreram com incrível rapidez. Surgiram os sintéticos, os inseticidas, os agrotóxicos, os adubos químicos e outros. Passou a ser moda usar e jogar fora! Agora não é só interferência nos ciclos, surgiu algo terrível para todos os habitantes do planeta a poluição. Aceleradamente as sociedades modernas vão envenenando o ar que respiramos, a água que bebemos e o solo em que plantamos. Parece que o homem não faz parte da natureza! (Id, 1996. p. 209).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este fragmento denota a evolução da Revolução Industrial que no século XXI, tem acelerado o processo de interferência ambiental e com estes eventos o ar que respiremos, a água que bebemos e usamos no nosso dia-dia, e o solo no qual plantamos sem dúvida grande parte, estão envenenados; aí Silva exclama, (parece que o homem não faz parte da natureza!) Aqui eu faço questão de trazer a definição de Natureza descrita por Ferreira (Natureza; 1 todos os seres que constituem o Universo). O que quero aqui é uma reflexão dos leitores, e entendam que se tratando do que chamamos de Natureza relativa ao espaço ambiental precisamos, subentendemos observar: somos seres, fazemos parte do todo, logo então somos Natureza e estamos interagindo no ambiente. &lt;br /&gt;Finalizo aqui as bastantes contribuições de Silva, partindo para outros contribuidores.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.5. PRÉ HISTÓRIA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Heródoto Barbeiro, (1976). História Geral&lt;br /&gt;“O homem do neolítico exercia maior domínio sobre meio que o cercava. (grifo nosso) A obtenção de alimentos melhorou com o desenvolvimento do pastoreio e da agricultura que abria perspectivas para uma nova era de transformações conhecidas como a Revolução Neolítica. Esta foi a idade das grandes migrações, com o homem dispersando-se por toda a Terra, procurando melhores condições de sobrevivência. Assim, a cultura neolítica distinguiu-se pela fiação, cerâmica, construção de habitações e a fazer fogo artificialmente. O trabalho obrigou o homem a uma maior divisão das tarefas as instituições sociais começaram a solidificar-se. A família deixou de ser apenas um composto biológico para ser a segurança da sobrevivência, ocorrendo tanto a poligamia (um homem para várias mulheres) como a poliandria (uma mulher para vários homens). O pensamento pré-lógico do homem do paleolítico inferior levou-o a praticar, mais por temor que por crença, as primeiras centelhas da religião. . . (BARBEIRO, p. 12.). A evolução religiosa influiu poderosamente na organização do clã, da tribo e mesmo do Estado, no entender de Freud. Os tabus proliferavam, considerava-se como possuidor de um espírito e os rituais serviam para aplacar a ira de um rio ou de um animal tomado como totem. Na evolução neolítica, a existência de divindades passou a ser considerada e os rituais tomaram forma de súplicas e pedidos. Além das instituições familiar e religiosa. O Estado delineou-se no Neolítico, surgindo da necessidade de se organizar e congregar todos os membros da tribo, no sentido de defesa e ataque e manutenção de áreas de caça. Em um estado de crise, o líder assumiu o controle político e passou, muitas vezes, a ser considerado quase um deus. Nas sociedades hidráulicas, como no Egito, o chefe político valeu-se do controle das águas e dos canais de irrigação para dominar os demais. Membros do Estado dependiam a ordem e a preservação dos direitos adquiridos pelos elementos que o compunham. (Ibid,  1976,  p. 13).      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fragmento que hora denoto traz em seu conteúdo esclarecimentos importantes ao nosso trabalho monográfico ao começar, percebemos que o autor dá um esclarecimento sobre a nova área de transformação conhecida como Revolução Neolítica, idade das grandes migrações além do enfoque no pensamento pré-lógico do homem do Paleolítico inferior, vemos denotado, que o homem se espalha por toda Terra este ambiente comum a todos nós que formamos a natureza está no fragmento, construções de habitações manutenção de áreas de caça, o que mais preciso para firmar que Barbeiro, também contribui em minha hipótese, (esta manutenção de área) é prova viva de aprendizado creio que estou cada vez mais convencido que estamos no caminho certo basta cada um pegar seu bastão e fazer sua parte neste processo de educação ambiental pró-recuperação de recursos naturais, veja que contribuição quando ele diz  exercia maior domínio sobre o meio que o cercava (este meio que o cercava ) é sem dúvida referente o ambiente habitat  das pessoas ou seja dos seres, e seres também são os humanos então o entendido deverá ser preservar para não precisar recuperar,   vamos a mais um fragmento desse grande contribuidor.                                                                                                                                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5.1 Povos Mesopotâmicos e Educação Ambiental  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O Ambiente (grifo nosso) dos Povos Mesopotâmicos. &lt;br /&gt;“Costuma-se dizer, geograficamente, que a Mesopotâmia é a região da Ásia Menor que está compreendida entre os dois rios Eufrates e Tigris, onde predominam condições semelhantes ao Egito, pois os dois rios fornecem facilidades excelentes ao transporte de mercadorias, à irrigação das terras,  além de ervas ribeirinhas e peixes serem abundantes. O regime dos rios está preso ao derretimento de neves das grandes altitudes do interior do continente asiático, inundando as terras, propiciando a aberturas de canais de irrigação e a construção de diques. Apesar da presença das enchentes periódicas dos rios, a Mesopotâmia apresentou certas dificuldades ao estabelecimento das populações ribeirinhas. Essas cheias eram poucas regulares, além do clima seco e das doenças tropicais, o que tornava o trabalho do solo mais difícil, apesar de sua fertilidade.                                                                                               &lt;br /&gt;Povo Mesopotâmico e a Propriedade Privada.&lt;br /&gt;“Civilização como a dos Sumérios, Acades, Amoritas, Elmitas, Caldeus, Assírios e mais um sem número de tribos lutaram pela posse das terras Ásia Menor que está compreendida entre os rios Eufrates e Tigris, onde aráveis, o povo das planícies, os agricultores, viviam assediados desde as épocas dos primeiros estabelecimentos humanos na área. As civilizações próximas aos rios puderam se desenvolver mais, sendo mais notáveis nos aspectos econômicos e culturais, originando sociedades hidráulicas com a instituição de um Estado baseado na posse da água, das terras e na proteção dos Totens. (BARBEIRO, 1976, p.29).&lt;br /&gt;                                                                                                                                                                                                                                                                             &lt;br /&gt;Então o livro consultado e recomendado ao aprendizado de história geral como no meu ponto de vista só se aprende num ambiente qualquer e como estamos aprendendo num ambiente esta educação é por excelência ambiental, o leitor está entendendo creio que sim, pois meu objetivo nesta hipótese é de não deixar nenhuma dúvida prefiro ser enfadonho que não dar segurança as minhas idéias, tudo isto para denotar que no começo desse fragmento vem o (Ambiente dos Povos Mesopotâmicos), preciso dizer mais alguma coisa para provar que a Mesopotâmia é o meio ambiente de moradia e aprendizado daquele povo, seria muita incompreensão não entender meu raciocínio não é então busquemos mais contribuidores desta vez uma contribuição na geografia.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5.2. Recursos Naturais e Educação Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O espaço terrestre é a fonte de recursos naturais e, no entanto, é danificado. O que são recursos naturais? Recursos naturais são todos os bens fornecidos pela Natureza: os solos, os minerais, a água, o sol (como fonte de luz e calor), os animais o ar etc. Existem dois tipos de recursos naturais: - os renováveis; - os não renováveis. Os recursos naturais renováveis, como o próprio nome diz, são aqueles possíveis de renovação através de certas práticas ou técnicas. Vamos citar um exemplo. Podemos utilizar um solo através da agricultura, durante muito tempo e desgastá-lo, isto é, empobrecê-lo. Entretanto, há possibilidades de recuperá-lo através da adubação e de outras técnicas. O solo volta a ser fértil. O solo é um recurso natural renovável. Mas, quando os “estragos” são grandes, a sua recuperação exige grandes técnicas e dinheiro, fatores que nem todas as sociedades possuem.   Os recursos naturais não - renováveis correspondem aos recursos naturais que são destruídos pelo uso. Não apresentam a possibilidade de renovação. É esse o caso, por exemplo, dos minerais *, do petróleo, do gás natural e do carvão mineral. Uma vez utilizados, eles não se renovam, e a Natureza, no entanto, “gastou” milhões de anos para formá-los. (ADAS, 1984, p. 61).&lt;br /&gt;A falta de conhecimento e o desejo de lucro levam muitos homens a danificar* os recursos naturais. a) A Natureza é formada por um conjunto de elementos interdependentes. Para facilitar a compreensão, podemos distinguir vários elementos que compõem a Natureza: as rochas e aos minerais, o solo, os rios, oceanos, mares e lagos, o clima, a vegetação, as aves, insetos, peixes e todos os outros animais, Inclusive o homem. Entre todos esses elementos existe uma interdependência, isto é, um depende do outro. Se um desses elementos se modifica ou se altera, todo conjunto também se altera. Vejamos um exemplo. Com o aumento da população, muitos espaços terrestres “grifo nosso” foram ocupados pelo homem. Nesse processo de ocupação do espaço, muitas áreas florestais, por exemplo, foram desmatadas. O desmatamento provocou, em certas áreas modificações importantes nos elementos naturais.                                                                                                          &lt;br /&gt;De que forma isso ocorreu?  Sabe-se que as plantas, através de suas raízes, retiram água do solo e, através de suas folhas, a transpiração (perda de água sob a forma de vapor, através das folhas). A água resultante da transpiração é evaporada pela ação do vento ou do calor, indo para a atmosfera. Esse vapor de água forma as nuvens e estas as chuvas. (Ibid. 1984. p. 62). &lt;br /&gt;Desse modo, ocorrendo o desmatamento, esse processo de transpiração/evaporação será interrompido, o que dificultará a formação da chuva e modificará o clima local.&lt;br /&gt;Entretanto, o desmatamento não alterará apenas o clima. Provocará alterações em outros elementos da Natureza. Quais alterações serão produzidas? *Erosão do solo, pois sem a cobertura vegetal o solo é mais facilmente erodido pelas águas, pelo vento ou pelas geleiras. *Migração (deslocamento de um lugar para outro) de animais, pois haverá modificação no habitat (lugar em que vivem). (grifo nosso). *Modificação no nível das águas dos rios, por causa da diminuição da chuva. Percebe-se, assim, que a Natureza é um conjunto interdependente. Nada é isolado, tudo se relaciona. Se alterarmos um dos elementos, outros poderão ser alterados.b) Nem os homens compreendem que a Natureza é a fonte de recursos ou de vida A maior parte das pessoas não percebe que a Natureza deve ser respeitada e compreendida (grifo nosso) em seu conjunto, pois assim, poderiam ser tomados certos cuidados para não danificá-la em benefício da própria sobrevivência da nossa civilização e das gerações *futuras. No entanto, há muito o homem no seu relacionamento com o ambiente, (grifo nosso) vem “agredindo” brutalmente a Natureza. Tal fato tornou-se mais intenso após a Revolução Industrial, isto é, quando na Inglaterra, a partir de 1750, surgiram as primeiras máquinas e com elas a atividade industrial moderna. Posteriormente, isto é, durante o século XIX, a Revolução Industrial espalhou-se para outros países (França, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Japão, Bélgica e Rússia), ampliando as agressões dos homens ao meio ambiente. (grifo nosso). Com a Revolução Industrial, ocorreu uma grande urbanização (fundação e crescimento de cidades). Os homens passaram a viver mais aglomerados em cidades. Isso provocou de forma mais intensa, problemas de onde depositar o lixo, de abastecimento de água, de rede de esgoto, de habitação e muito outros. As fábricas se multiplicaram e passaram a poluir a atmosfera com fumaça carregada de substâncias prejudiciais a saúde.  Os detritos resultantes do processo de fabricação de certos produtos começaram a ser jogados nos rios, poluindo as águas límpidas e cheia de peixes. (Idib. 1984. 63).                                                                                                                                    &lt;br /&gt;A poluição de origem industrial e doméstica constitui uma ameaça. O rio “morre” quando suas águas se tornam tóxicas *, sem dispor de oxigênio para a vida animal e vegetal. A busca do lucro ignora os prejuízos causados ao meio ambiente. (grifo nosso) O crescimento populacional exigia maior produção de alimentos. Para tanto, derrubavam–se matas para o plantio de alimentos ou para a criação de gado ou ainda para o plantio de vegetais, como o algodão, que fornece a fibra para a fabricação de tecidos. Com isso, transformava-se o ambiente, (grifo nosso) através da erosão do solo, da expulsão de animais, pois nenhum cuidado era tomado em relação à Natureza. A necessidade de produzir energia elétrica levou o homem a construir barragens e usinas hidrelétricas, modificando profundamente o curso dos rios e a vida animal neles existente. Principalmente o desejo de desenvolvimento material ou de lucro tem levado as sociedades humanas a danificarem a Natureza de forma drástica. Muitos homens têm esquecido ou não têm se importado com o fato de na Natureza tudo se relaciona. Que ela é um conjunto formado de elementos interdependentes. Só se interessam pelo que a Natureza pode lhes fornecer de lucro material, isto é a quantidade de dinheiro. (ADAS, 1984. p.65).                                                                                           &lt;br /&gt;O homem transforma o espaço terrestre (grifo nosso) através do trabalho.,O homem diferencia-se dos outros animais, principalmente porque produz através de seu trabalho. Podemos distinguir os homens dos outros animais através de várias criações: o ato de pensar ou criar idéias, a comunicação através da palavra e, principalmente porque produzem seus meios de existência através do trabalho. Você poderá ficar em dúvida quanto à afirmação de que os homens se diferenciam dos outros animais porque produzem o que necessitam através do trabalho. Isso poderá lhe ocorrer porque, observando, por exemplo, a abelha, verá que ela produz sua colméia, ou que a aranha constrói sua teia, ou, ainda, que certos passarinhos constroem seu ninho. Entretanto, é importante saber que o que diferencia o trabalho do homem do trabalho de outros animais é que o homem, da produção, elabora ou constrói o objeto ou o que deseja produzir em sua mente, isto é, ele pensa.                                                                     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Como disse as contribuições contidas neste texto são para aprendizado em aulas de geografia, no entanto tenho-o adotado para contribuir neste trabalho por ter considerado um dos autores mais compromissados em advertir a respeito dos problemas ambientais causados nos espaços do nosso Planeta a Terra, veja bem as denotações são de 1984 quando muito pouco se falava em degradação do ambiente, no entanto, Adas com muita propriedade denota o que o leitor leu no texto acima e que não haverá necessidade de estarmos repetindo, porém se faz necessária a atenção a alguns trechos e vocábulos, proposto para  questionamento; vamos lá: (o espaço terrestre é a fonte de recursos naturais, os recursos naturais renováveis e não renováveis, espaço terrestre habitat lugar em que vivem, erosão do solo, migração dos animais, modificação no nível das águas dos rios, Natureza um conjunto interdependente). Na certeza que se tenha meditado na leitura acima e tenha meditado sobre tudo que o magnífico Adas denotou a respeito do meio e tenha entendido que esta é uma verdadeira aula de educação ambiental, e ficou evidente a necessidade da recuperação de recursos naturais, veja.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                &lt;br /&gt;Numa comparação entre as escrituras de Silva, Barbeiro e Adas, vemos uma oportunidade precisa; e estamos certo de que os estudiosos deste documentário jamais terão dúvidas quanto à corroboração da nossa hipótese idéia principal nesta monografia. &lt;br /&gt;Além da proposta de Inter. Relação-Social-Humana-Ambiental. Que o leitor se familiarize nesta leitura e observe que desde a preocupação com a origem da vida o homem pré-histórico demonstrou-se preocupado em preservar o ambiente. Com esta ótica está claro; porém somente hão de enxergá-la pessoas que porventura se preocupem com o meio onde vivem e isto os três atores demonstraram muito bem haja vista tantas vezes que mencionam preocupações com meio, acredito que como eu despertaram para os problemas ligados com a degradação da natureza reforçando esta idéia recomendo, estudem repetidas vezes os textos acima e os que hão de vir, pois farão parte na preocupação deste autor vou lhes proporcionar o melhor conteúdo possível. Creio que o leitor haverá de entender o porque desses que apesar da Ciência, da Geografia e da História deixarem claro que o espaço onde o homem vive é meio o ambiente. Digo mais os vocábulos que destacam grifo nosso, reafirmam nossa preocupação hipotética.&lt;br /&gt;Adas além de citações por várias vezes ao espaço meio ambiente em seus escritos (1985, p. 24) “Se somarmos as forças regulares e as forças paramilitares no mundo inteiro, existem muito mais pessoas com uniforme militares que professores”.   &lt;br /&gt;Considero essa posição de Adas, uma crítica ao sistema governamental por não propiciar soluções aos vários problemas ambientais existentes; na ótica deste autor neste documentário se registra uma variedade de problemas ambientais causados no espaço e na natureza. Contextualizo nesta, uma preocupação no sentido de se passar vinte anos, das preocupações de Adas, no entanto hoje, 28/07/2005 no programa jornalístico, da Rede Globo, Bom Dia Brasil, foi exibida uma reportagem, referente ao lixão de Aracaju, cuja deu destaque a mais de mil (1000) crianças e adolescentes que retiravam seus sustento na coleta seletiva de material reciclável, porém isso, acontecia da forma mais desumana imaginável; uma (ong), organização não governamental está realizando um trabalho de resgate a cidadania, sendo destaque do dia, Ana Leide e Ana Lúcia, mãe e filha, sendo que a mãe aprendeu a costurar, e a filha se dedicou como bailarina.&lt;br /&gt;Este é mais um exemplo, dos tantos que observamos no nosso dia a dia em pleno século XXI, é uma prova que somente a educação consciente será capaz de mitigar e resolver para sempre estes problemas ambientais que mais uma vez afirmo: depende do paradigma de nossa proposta.  &lt;br /&gt;Neste texto a atenção é voltada para o ambiente de aprendizado da criança e do rapaz onde Montessori, personagem conhecida na pedagogia como uma das mais brilhantes educadoras de todo tempo da educação dá ênfase ao ambiente de aprendizado da criança com um mobiliário adequado à faixa etária da criança, vejamos o texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5.3. A História da Educação Através dos Textos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início, depois de ter decidido aplicar o método às crianças normais MOTESSORI/DE Rosa fê-lo apenas na faixa da idade pré-escolar; depois o estendeu à segunda infância. Mais tarde, em alguns países, outras experiências foram feitas e o método foi aplicado até mesmo a adolescentes. É o caso da Dinamarca, onde DE ROSA/ MONTESSORI, (1984) ganhou notável penetração, chegando o método a rapazes de até quinze anos. É o caso ainda, do Liceu Motessori de Amsterdã, onde foi aplicado a jovens entre doze e dezoito anos. Hoje ninguém mais ignora Montessori no campo da educação. É sempre lembrada, quer para ser enaltecida, pelas inúmeras contribuições que trouxe à pedagogia, quer para ser criticada por aqueles que não acreditam mais nos frutos de seu método. Entre as obras mais conhecidas de Montessori, destacam-se: Pedagogia Científica, A criança, e Etapas da educação.                                                                                                                     &lt;br /&gt;Elementos para o comentário do texto&lt;br /&gt;“Maria Montessori” procura demonstrar, através do artigo o que é seu método. Enaltece a importância do “grifo do autor” ambiente no que se refere tanto ao “grifo do autor” local, quanto ao mobiliário. Fala também, sobre educação para idade mais avançada, propondo-lhe o respectivo programa de estudos. Demonstra que o fim de seu método é a busca da “saúde psíquica e, através dela, a possibilidade de satisfazer as necessidades espirituais da alma humana”. Método que visa a libertar o menino do professor; o aluno, através de atividades pessoais, descobrirá o que lhe é necessário e possível obter. Criar condições para agir e conhecer liberdade para manifestar-se eis o caminho certo para o menino.                                                                                                                                                                                                                                                                                               &lt;br /&gt;O método DE ROSA / MONTESSORI, e a educação moderna. O método Montessori é a resolução prática de muitos problemas pedagógicos que hoje apresentam nas questões educativas: como o problema da educação individual, da educação espontânea, da liberdade, do desenvolvimento da vontade etc. Todos estes problemas principais juntos resolvem-se, ou melhor, as questões desaparecem ante o novo plano que abre assim, de um modo simples, o caminho real. O menino teria, por sua natureza, a capacidade de desenvolver-se espontaneamente, desde o ponto de vista psíquico; mas encontra duas dificuldades: uma é o ambiente, (grifo nosso) incapaz de oferecer os meios necessários ao seu desenvolvimento; a outra é o trabalho do adulto, que involuntariamente constrói obstáculos que impedem o desenvolvimento do menino. Criar um ambiente (grifo nosso) apropriado ao menino é o estudo “científico” mais importante do método Montessori. O  ambiente (grifo nosso) refere-se tanto ao local e ao mobiliário, como aos objetos que conduzem diretamente ao desenvolvimento mental (material didático). Neste  ambiente, (grifo nosso) criado para ele, e determinado sobre larga e exata experiência o menino pode desenvolver sua vida, não sofrer uma educação no sentido que se entende ordinariamente. Os móveis, em dimensão e peso apropriados à sua atividade motriz, os objetos úteis em uma casa onde possa desenvolver múltiplas ações, exigem uma atividade ordenada e inteligente. O que, em outros tempos, foi um campo de jogo e ficções para o menino, converte-se aqui em campo de trabalho e realidade. O menino pequeno tem um armário pessoal para suas próprias roupinhas, guarda-louças verdadeiros, mesas para comer, pratos e vasos com os quais pode preparar a mesa. Veste-se, desveste-se, sacode-se, escova-se, põe e tira a mesa e realiza, não por jogos, mas verdadeira e utilmente, as ações necessárias à vida”. ( DE ROSA, 1984, p. 307). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vimos nos textos De Rosa: Maria Montessori traz em seu projeto científico a preocupação com o meio ambiente das crianças e dos adolescentes aprenderam está evidente os destaques que Montessori atribui ao meio ambiente de aprendizado que segundo ela deverá ser preparado para um atendimento adequado faixa etária com objetos ao alcance da criança no seu ambiente de aprendizado daí vemos mais uma confirmação do ambiente como espaço onde nos encontramos.&lt;br /&gt;Chamo a atenção ao artigo, (Montessori, apud De Rosa 1984, p. 307). Seu método enaltece a importância do ambiente no que refere tanto ao local quanto ao ambiente. O que chama a atenção nesta autora, é que, “Montessori”, demonstra-se preocupada com o ambiente da criança interagir, aprender, com esse entendimento, o meio ambiente escolar, quer creche, quer EMEI, (Escola de Educação Infantil). O ambiente de aprendizado, e educação da criança. O que deixa este autor satisfeito. Prova concreta de que em 1907 na Itália “Montessori”, já defendia que a criança necessitava de meio ambiente confortável para um desenvolvimento saudável.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5.4. A Metodologia e o Ensino Científico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática nas diretrizes da documentação&lt;br /&gt; “Assim sendo, uma informação bastante completa de sua área de especialização e razoável nas áreas afins, assim como uma certa cultura geral, é uma exigência inevitável para qualquer estudante universitário, cujos objetivos signifiquem algo mais que um diploma. E esta informação só pode adquiri-la através da documentação. Mas esta deve ser bem feita. Infelizmente, o didaticismo da facilidade acabou criando uma Série de vícios que se arraigaram na vida escolar dos estudantes desde a escola primária, esterilizando os resultados do ensino. Não adianta hoje ouvir aulas, por mais brilhantes que sejam, não adianta ler os livros mais clássicos e mais célebres. Isto só terá algum valor na medida em que se traduzir em documentação pessoal, ou seja, na medida em que estes elementos puderem estar à disposição do estudante, a qualquer momento de sua vida intelectual. A prática da documentação pessoal deve, pois, tornar-se uma constante da vida do estudante: é preciso convencer-se de sua necessidade e utilidade, colocá-la como integrante do processo de estudo, criando um conjunto de técnicas para organizá-la. A documentação de tudo que for julgado importante e útil em função dos estudos e do trabalho profissional deve ser feita sobre Fichas. (SEVERINO, 1982, p. 73).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me chama a atenção em Severino é exatamente a preocupação de como adquirir informação, o que deverá ser feito através da documentação (o que eu chamaria de documentação para o trabalho do professor? Sem dúvida estes documentos somente poderão ser conteúdos a serem trabalhados). Neste ponto estou de pleno acordo, pois a falta de documentação sem dúvida tem deixado nosso professor sem passar conhecimento a população despreparada, ninguém tem se preocupado com a recuperação do nosso meio por isso não há ousadia em projetos de recuperação ambiental por este motivo fui buscar em dicionários abaixo vocábulos que comprovam sem deixar sombra de dúvida que o ambiente é qualquer espaço onde se encontram os seres a as coisas aí estão à confirmação de que apenas nossa hipótese demonstra mais uma vez que apenas Educação Ambiental Pró-Recuperação de Recursos Naturais será a solução para equacionar tão grande problemática ambiental que é esta confusão de não se ensinar nossa criança da importância dos vocábulos que questionamos neste documento.&lt;br /&gt;Quanto à (Severino, 1982, p. 73). A documentação de tudo que for julgado importante e útil em função dos estudos e do trabalho profissional deve ser feita sobre fichas. Porém, acredito que hoje, Severino; iria incluir em sua proposta, a memória e o disquete do computador. O que proponho, a partir desta leitura.     &lt;br /&gt;Continuarei na intenção de estar lhe fornecendo subsídios e conteúdo para seu desenvolvimento intelectual no decorrer do sucesso por você esperado. &lt;br /&gt;3. AMBIENTE QUE ENVOLVE OS SERES VIVOS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ambiente. Que cerca ou envolve os seres vivos e ou as coisas, (grifo nosso) por todos os lados; envolvente: meio ambiente; Agitam as palmeiras no ar ambiente / Os grandes leques que encontrados soam: (Alberto de Oliveira, poesias, 2ª série p. 341). OLIVEIRA/ FERREIRA, (1975) Aquilo que cerca ou envolve os seres vivos ou as coisas; meio ambiente. 3. Lugar, sítio, espaço e recinto: ambiente mal ventilado. (FERREIRA 1975, p. 82). Meio 5. Situação de permeio: O homem sumiu-se no meio da multidão, 6. Lagar onde vive, com suas características condicionamento geográficos; ambiente: No séc. XX o homem saiu do seu meio, lançando-se ao espaço sideral. (FERREIRA, 1975,  p. 906).      &lt;br /&gt;Dicionário Silveira Bueno, Ambientar, v.t. E p. Adaptar ou adaptar-se a um meio, criar ambiente favorável a. Meio, s.m ponto eqüidistante dos extremos, posição intermédia; centro; condição; intervenção; maneira; possibilidade; ambiente em que se realizam certos fenômenos; (BUENO, 1973, p. 101.) &lt;br /&gt; Dicionário Língua Portuquesa J. Almeida Costa. “ambiente, acj. 2 gén. Que rodeia os corpos por todos os lados; s.m. O ar que se respira; meio social em que se vive; conjunto das coisas que nos cercam. (Do lat. Ambiente, que anda em volta de (COSTA, p. 89). &lt;br /&gt;Dicionário da Língua Portuguesa HOUAISS. “ambiência 1 qualidade do que é ambiente, do que nos rodeia os seres vivos.  2º meio físico, material, em que um animal ou vegetal meio ambiente. (HOUAISS, p. 183). &lt;br /&gt;                                                                                                                                                         &lt;br /&gt;Foram quatros os autores de dicionários consultados, percebam que todos eles têm a mesma definição para os vocábulos de nosso questionamento, isto prova que estamos no caminho certo e sabemos que onde há erro precisa haver conserto. A partir deste momento trabalharemos textos de caderno de E/A Descrito por Suzana Machado de Pádua (Secretária do Meio Ambiente de Estado São Paulo), chamo a atenção dos leitores pedindo aos mesmos que comparem o contexto com nosso questionamento, pois denoto que este comentário está muito próximo do que falamos em nossa hipótese, até acho que Handi só faltou propor a mesma, pois nosso pensamento confesso, é um só vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.1. CONCEITOS PARA SE FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Conceitos para se fazer educação ambiental. Como um todo, nós, a humanidade, não temos cuidado bem do planeta, nem dos seres que vivem nele. Estamos desperdiçando e usando mal os recursos, além do que, as necessidades básicas continuam não satisfeitas. O resultado tem sido perda econômica, empobrecimento ambiental e sofrimento. No entanto, isso não é necessário. A Terra possui recursos e riqueza, para satisfazer as necessidades de todos os seus habitantes e, em vários pontos do planeta, há pessoas, comunidades e nações que atuam, no sentido de preservar e ampliar esses recursos, com a finalidade de usá-los de forma produtiva. Como estas, existem outras constatações que parecem contraditórias: por um lado problemas graves e por outro um panorama de riquezas, que talvez muitos de nós desconheçam. Não será missão do educador ambiental construir a ponte entre esses pares de realidades. Vejamos alguns deles: * Diariamente cerca de 35 mil pessoas no mundo morrem de inanição, principalmente crianças o que equivale à queda e destruição diária sem sobreviventes, de 100 grandes aviões lotados. E, também todos os dias aumentam em 220 mil o número de bocas a serem alimentados no planeta. No entanto, a cada ano a produção mundial de alimentos é suficiente, rica em nutrientes e variada, para alimentar a população do mundo todo, calculada em pouco mais de 6 bilhões, no ano 2000.                                                                                                           &lt;br /&gt;Diariamente perdem-se centenas de milhões de toneladas de terra da camada superficial do solo, devido à erosão. Isto equivale à perda anual de uma área como a de Portugal ou Hungria. (PADUA, 1997, p. 12). &lt;br /&gt;* As regiões desérticas, nas diversas partes do mundo, aumentam a cada quatro anos, equivalente à Grã-Bretanha ou a Gana.                                                                                                                              &lt;br /&gt;* Todavia, a quantidade total de alimentos produzidos pelos agricultores dobrou nestes trinta anos. Existem, já são conhecidas e aplicadas, tecnologias que permitem alta produção sem degradação do solo, das águas ou da vida silvestre do entorno.&lt;br /&gt;* Um quarto total da água doce que circula no globo, tornou-se inaproveitável, devido á poluição gerada pelo homem. Nos países em desenvolvimento, apenas 40% da população bebe água limpa e saudável.                                                                                                                                                               &lt;br /&gt;* Mas, a quantidade de dinheiro necessário para obter água limpa para o mundo todo é muito menor do que o montante gasto com o consumo de supérfluos.&lt;br /&gt;As florestas tropicais sofrem uma perda anual equivalente à área da Áustria, e essa degradação causa inundações e secas, erosão do solo, assoreamento das barragens, perda de espécies, além da destruição de estradas, campos assentamentos humanos e culturas nativas*. Metade das florestas da Europa Central estão morrendo devido à poluição do ar e da chuva ácida, o mesmo acontecendo na China e na América do Norte. (Ibid. 1997, p. 13).&lt;br /&gt;Porém, em alguns pontos do globo existem ações que têm mostrado competência para administrar uma produção florestal capazes de gerar suprimento para décadas e mesmo séculos; planos de reflorestamento estão recuperando árvores, solos, rios e toda vida silvestre que essas florestas abrigam. Concluindo, a história da cultura humana e da sua interação com o planeta físico que a suporta é a história de um potencial ainda não concretizado. Para ter idéia do potencial deste magnífico planeta chamado Terra e da raça humana que nele habita, todas  as  nações e povos precisam compreender como funcionam os sistemas naturais; precisam ter acesso à informação sobre a real situação do planeta e precisam  de técnicas e instrumentos para um gerenciamento ambiental criterioso, eficiente e produtivo. É necessário comprometer-se a usar os recursos terrestres com sensibilidade, de modo a permitir a todos o acesso justo às suas riquezas. E aí chegarmos à tarefa fundamental da educação ambiental: desenvolver esta compreensão, difundir a informação, os instrumentos e as técnicas, e ainda inspirar o engajamento. (Ibid. 1997, p.14.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.2. O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para HARDIN/PADUA, (1997), Um cidadão do mundo moderno precisa:&lt;br /&gt;* ler e escrever;&lt;br /&gt;* compreender e usar os números; e&lt;br /&gt;*compreender e usar de modo sustentável os complexos sistemas ambientais dos quais fazemos parte.&lt;br /&gt; Há muitas maneiras de definir a educação ambiental:&lt;br /&gt;*educação ambiental é a preparação de pessoas, sua vida enquanto membros da biosfera;&lt;br /&gt;* educação ambiental é o aprendizado para compreender, apreciar, saber lidar e manter os sistemas ambientais na sua totalidade;&lt;br /&gt;* educação ambiental significa aprender a ver o quadro global que cerca um problema específico – sua história, seus valores, percepções, fatores econômicos e tecnológicos, e os processos naturais ou artificiais que o causam e que sugerem ações para saná-los;&lt;br /&gt;*educação ambiental é a aprendizagem de como gerenciar e melhorar as relações entre a sociedade humana e o ambiente, de modo integrado e sustentável; educação ambiental significa aprender a empregar novas tecnologias; aumentar a produtividade, evitar desastres ambientais, minorar os danos existentes, conhecer e utilizar novas oportunidades e tomar decisões acertadas. (PADUA, 1997, p. 16).                                                                                                                                                                                                                                                                    &lt;br /&gt;Educação ambiental é fundamentalmente uma educação para a resolução de problemas, a partir das bases filosóficas do holismo, da sustentabilidade e do aprimoramento. A sua meta é a resolução de problemas de modo global, permanente, de forma a encontrar soluções melhores. A educação ambiental não substitui ou ultrapassa as disciplinas acadêmicas precisa e aplica a todas elas. Frente a um problema ambiental qualquer, é provável que precisamos de subsídios de história, economia, geologia, engenharia, estatística, ciência política e sociologia. E os profissionais envolvidos podem contribuir com idéias, combinando-as de forma criativa, integrando-as sob novas perspectivas e dando-lhes novas aplicações. Quem se engaja no processo acha-o intelectualmente excitante e diretamente útil na solução real de problemas urgentes. Descobre uma área nova, super abrangente, que abarca a compreensão da complexidade, da beleza e da coerência do todo. (Ibid,  1997, p.17).&lt;br /&gt;                                                                                                                                                                                                                                             &lt;br /&gt;Segundo Pádua (1997, p.11), Educação Ambiental é fundamentalmente uma educação para a resolução de problemas, a partir das bases filosóficas do holísmo, da sustentabilidade e do aprimoramento. Como autor do texto percebo nesta escritura bem como nos demais escritos por Pádua, que este raciocínio é lógico e que essa lógica possa acontecer no novo paradigma, que julgamos racional, a recuperação dos recursos naturais, proposto em nossa monografia.                 &lt;br /&gt;Espero que o leitor tenha assimilado que os textos descritos acima principalmente este por Pádua trazem no contexto as preocupações deste autor, bastando para tanto terem levantado nossa hipótese o que para minha felicidade não a fizeram, porém se a tivesse feito provavelmente a mudança que espero acontecer na recuperação de recursos naturais já estivesse num estágio de adiantamento, mais nada tarda quando chega. &lt;br /&gt;A carta que denoto em seguida demonstra a insatisfação de um pai que a professora de seu filho o obrigou a participação de um evento do qual nada tinha a ver com sua matéria este autor tomando conhecimento deste evento medita de fato como a coisa está: Continuamos a ser Um País de Papagaios.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.3. UM PAÍS PAPAGAIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Bernardo do Campo.&lt;br /&gt;Querida Professora Paula.&lt;br /&gt;Tomei conhecimento através do meu filho, que a senhora sendo professora de português, está preparando uma festa de “Halloween” e exigiu que seus alunos fizessem convites e outras coisas relativas à mesma. Disse-me também, meu filho, que quando ele e outros colegas que não gostariam de fazer tais atividades, a senhora disse que eles teriam que fazer, pois se tratava de trabalho da matéria, sobre os quais seriam avaliados. Perguntei-lhes se foi assim também com o dia 21 de abril, dia de Tiradentes, ele me disse que não. Não teve festa, nem trabalhos alusivos. Perguntei: “e quanto ao dia 7 de setembro à Sexta-feira da Paixão?” Ele me respondeu igualmente, não. Não houve nada. Não foi feito nada relativo a essas datas. Tal fato causou-me tal indignação que estou escrevendo esta carta. Pareceu-me um grande absurdo, que uma educadora, que é professora de português, esteja promovendo festa de “Halloween”. Se ao menos fosse uma professora de inglês, poderia ter até algum cabimento, embora mínimo e igualmente execrável, pois tal educador estaria sendo um instrumento de expansão colonialista de outra cultura em cima de uma nação acéfala e sem identidade própria. Eu sei que a senhora não é a única professora a fazer isto neste imenso Brasil céu de anil, nação que já aprendeu a ser papagaio, a apenas repetir o que a outra América está fazendo. Por isso faço-lhe esta carta e vou mandar algumas cópias para diversos setores da sociedade, porque ainda está na hora de revertermos este quadro. Precisamos começar, nesta nação, a mudar nossos valores, e cultivar o bem e a verdade, o amor e a bondade, a sinceridade, a seriedade e a dignidade. É preciso que esta geração seja educada e espelhada, não em heróis maléficos como bruxas e ou “bichos”, mas precisamos de educadores que possam conduzir a próxima geração, a valores como verdade, amor honra bondade e nobreza de caráter. Este país precisa deixar de ser um país papagaio. Precisamos começar a sair do fosso da mediocridade em que estamos caídos. Para tanto precisamos que os nossos educadores usem um pouco da sua capacidade racional quando prepararem os currículos de suas matérias. Só através de uma educação sadia, poderemos começar a ter esperança na próxima geração.  preciso parar com este genocídio intelectual que está sendo praticado nesta nação. Este belo país tropical, ainda pode mudar seu rumo em direção a grandeza. Já será um grande começo poder contar com educadores que preparem nossas crianças para serem amanhã, verdadeiros heróis, brasileiros do bem, cidadãos com honradez e hombridade, que aprenderam desde cedo, sobre Tiradentes, Duque de Caxias, Ayrton Senna e outros bons exemplos. Na certeza de sua acolhida e compreensão pela minha justa indignação, espero que a educação tome melhor rumo, não apenas na sua classe, mas em toda esta escola, em todo Brasil. (OLIVEIRA,1999, p.165).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta acima não é fictícia por isso mais uma vez chamo sua atenção! Estamos no mundo da globalização, tudo que julgamos útil e queremos adquiri-los às vezes conseguimos até com muita facilidade, porém difícil é saber o que não nos é útil, parece filosofia, mas tudo isto é para lhe despertar sobre nossa maneira de ver as coisas neste mundo do consumismo tudo que julgamos de bom queremos para nós, a melhor ferramenta que destrói o ambiente a melhor roupa, o melhor carro, o melhor brinquedo e o melhor tudo... Porém esquecemos da melhor qualidade de vida futura. Mas vivemos num País de papagaios, quem ler entenda. &lt;br /&gt;Leitores estou partindo para a conclusão desta monografia não porque os assuntos se esgotaram, mas porque estou certo que vocês já entenderam a mensagem. No entanto gostaria que os anexos fossem estudados com o mesmo carinho que estudaram até aqui, pois cujos foram por mim selecionados e digitados na intenção de estar lhes fornecendo subsídios para reforçar o seu trabalho como estudante em qualquer ciclo da sua vida escolástica estou certo destas contribuições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4. CONCLUSÃO&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Foram várias tarefas, até chegar a conclusão, desta dissertação; [monografia], de Pós-Graduação em Educação Ambiental é, preciso lembrar que, somente um ininterrupto exercício me levou à formação de hábito de estudo, definitivo e espontâneo.   &lt;br /&gt; Minha primeira monografia, creio que bem redigida, bem feita, e que o conteúdo acredito ter alcançado o objetivo; é uma garantia de que o próximo trabalho será ainda mais perfeito, mas bem feito, e ao mesmo tempo, mais fácil e mais agradável de se fazer, apesar do propício (favorável) tempo exigir mais rigor nas tarefas, de se orientar, estudar e se preparar.&lt;br /&gt;É preciso frisar que não se trata de se perder em questões formais de detalhes, ou de pormenores de citação, de redação e coisas semelhantes, o que importa é realmente adquirir a capacidade de se organizar e de se estruturar logicamente. Toda atividade pensante, seja ela qual for, exige que saiba expressá-la, numa linguagem que facilite a transmissão do conteúdo, pensado assim, procurei observar em todos os momentos do desenvolvimento textual, que, a implantação do novo paradigma disciplinar baseado no, modelo pró-recuperação de recursos naturais. É, e será a única maneira da conscientização cidadã.      &lt;br /&gt;Caro leitor: finalmente, quero tranqüilizá-lo a respeito desta monografia. Você pode verificar na dissertação que trata-se apenas da discriminação do sistema educacional, e da equivocada interpretação de vocábulos especiais, no processo de ensino aprendizado. Que a leitura não o tenha deixado exaurido, porém sim, uma leitura prazerosa e que você tenha entendido o contexto, (digo), minha preocupação com o meio ambiente (nosso ambiente), pois igualmente ao leitor, tenho família; e não sendo egoísta, desejo um futuro melhor para as pessoas que nos hão de suceder; vamos a busca da educação pró-recuperação dos recursos naturais. Eliminando com isso, a discriminação no sistema educacional, propiciando aos órgãos governamentais. (ONGs.) organizações não governamentais; educador / educando, e pesquisadores uma melhor reflexão sobre os temas. Acredito assim incentivar o processo multidisciplinar e interdisciplinar diante do exposto neste documento; resta a meu ver a ação humana, dos atores envolvidos principalmente a ação governamental. Estou finalmente otimista, sem dúvida, pois já estudei muitos trabalhos semelhantes a este, porém na minha modéstia; nenhum deles trouxe a proposta de: Educação Ambiental Pró-Recuperação de Recursos Naturais, que em minha óptica será sem dúvida a melhor contribuição no sistema educacional do Brasil despertando na humanidade, o senso da colaboração no sentido da preservação e recuperação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABREU, Maria Célia de; MASETTO, Marcos Tarciso. O professor universitário em aula: prática e princípios teóricos. 8.ed. São Paulo: MG Editores Associados, 1990. 130 p.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADAS, Melhem. Geografia: Geral e do Brasil. v. 1. São Paulo: Moderna, 1984. 152 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________. Geografia: Geral e do Brasil. v. 3. São Paulo: Moderna, 1985. 110 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALMEIDA, Costa (Ed.). Dicionário da Língua Portuguesa. 6.ed. Porto: Porto, 1975. 1810 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARBEIRO, Heródoto. História Geral.  São Paulo: Moderna, 1976. 456 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRASIL, Constituição (1988) Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Atlas, 1988. 199 p. &lt;br /&gt;                                                                                                                           &lt;br /&gt;___________________. Decreto 4.281/2002. Regulamenta a Lei nº 9.795/ANO. Institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. 1 de 4 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BUENO, Francisco da Silveira. Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. 8.ed. Rio de Janeiro: FENAME-Fundação Nacional de Material Escolar, 1979. 1488 p.                                                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE ROSA, Maria da Glória. A História da Educação Através dos Textos. 8.ed. São Paulo: Cultrix, 1984. 315 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIAS, Genebaldo Freire Dias. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. 6.ed. São Paulo: Gaia, 2000. 551 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. São Paulo: Nova Fronteira, 1975.  1494 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOUAISS, Antônio.(Ed.) Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva/ Instituto Antônio Houaiss de Lexicografia e Banco de Dados de Língua Portuguesa S/LTDA. 1982. 2922 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MASETTO, Marcos Tarciso. Aulas vivas. São Paulo: MG Editores Associados, 1992.  104 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OLIVEIRA, Sandoval R. de. Metodologia Cientifica: O Desafio da Atualização. Rio de Janeiro: Enéas Tognini, 1999. 190 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASQUARELLI, Maria Luiza Rigo. Normas para a apresentação de trabalhos acadêmicos [ABNT/NBR 14724, agosto 2002]. 2.ed. Osasco: [EDIFIEO], 2004. 60 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEMA. Secretaria de Estado do meio Ambiente/Coordenadoria de Educação, meio ambiente e cidadania. Reflexão experiências Fabio Cascino, Pedro Jacobi, José Flávio de Oliveira Organizadores (orgs.), pelo texto Marcos Reigota. 1998. Impressão e acabamento BC Gráfica e Editora LTDA. 121 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico: diretrizes para o trabalho didático-científico na universidade. 7.ed. São Paulo: Cortez, 1982. 195 p.       &lt;br /&gt;                                                                                                                                                  &lt;br /&gt;SILVA, Ambiente: componentes e interações: ciências, v. 4 /Paulo Maurício Silva, S. R. Fontinha. Companhia. São Paulo: Editora Nacional, 1996. 264 p.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SMA. Secretaria do Meio Ambiente. Conceitos para se fazer educação ambiental.. In: PÁDUA, Suzana Machado. Coordenadoria de Educação Ambiental. 2.ed. São Paulo: A Secretaria (Série educação ambiental, ISSN 0103-2658), 1997.  112 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZABALZA, Miguel A. O ensino universitário: seu cenário e seus protagonistas. Tradução de Ernani Rosa. Porto Alegre: Artmed, 2004. 239 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ALVES, Francisco E. O desafio do saneamento. In Revista Saneamento Ambiental. São Paulo: Signus, 1997. 82 p.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALDERONI, Sabetai. Os Bilhões Perdidos no Lixo.2. ed. São Paulo: Umanitas Editora/ FFLCH/USP, 1998. 348 p.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTADO de São Paulo: Secretaria do Meio Ambiente. Instrumentos Econômicos e Financeiros. 1998. 263 p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FEDERAÇÃO de Órgãos para Assistência Social e Educacional Rio de Janeiro: Editoração de Artes e Ilustração, 1987. 53 p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HORIZONTE Geográfico. ano 14. n. 75.UDICHROMO Editora, 2001. 82 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MMA/IDEC. Consumo sustentável: manual de educação. Brasília: Consumers International. Produções Gráficas Editoriais, 2002. 144 p.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OLIVEIRA, Sônia Maria de Lima. Resíduos urbanos: um problema global. Secretaria do Meio Ambiente / Coordenação de Educação Ambiental. São Paulo. 1998. 63 p.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARDINI, Lávia. Centro de Estudos de Cultura Contemporânea. SP.Brasil (CEDEC), 1999. Gráfica da Universidade Ítalo-Brasileira. 32 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIBAS, Otto; NOVAES, Pedro da Costa (Coord.). Agenda 21 Brasileira: Bases para discussão. Brasília: MMA/PNUD, 2000. 196 p.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado do Meio Ambiente. Fauna ameaçada no estado de São Paulo. Secretaria do Meio Ambiente. São Paulo: SMA/CED, 1998. Ficha Catalográfica (preparada pelo Setor de Biblioteca da  CETESB). 60 p.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECRETARIA de Estado do Meio Ambiente. Do Rio as Ruas 92 – 97. A inserção da agenda 21 no cotidiano paulista - Imprensa Oficial São Paulo. 1997. 103 p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECRETARIA do Meio Ambiente. Guia Didático Sobre o Lixo no Mar - Programa de Educação Ambiental - Programa Consumidor e Meio Ambiente/Programa de Resíduos Sólidos. São Paulo. Secretaria do Meio Ambiente.1997. 117 p.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(SMA) ASSIS, Neuza Marcondes Viana (org). Planejamento e participação: construindo o &lt;br /&gt;futuro juntos. São Paulo: Secretaria do Meio Ambiente, 1998. 94 p.&lt;br /&gt;                                                                                                                                          &lt;br /&gt;SVIRSKI, Enrique. Entidades Ambientalistas não Governamentais em Conselhos do Meio Ambiente. São Paulo: CETESB: Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEM), 2002. 109 p. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANEXOS  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANEXO A - Primeira Carta Régia do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1942. A Primeira Carta Régia do Brasil estabelece normas disciplinares para o corte de madeira e determina punições para abusos vêm sendo cometidos. p 26. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1934. O Professor Felix Rawitscher introduz a pesquisa e o ensino de ecologia no Brasil, e suas idéias representam as pessoas pioneiras do atual movimento ambientalista nacional.&lt;br /&gt;O Decreto 23793 transforma em lei o anteprojeto do código Florestal de 1931. Em decorrência é criada a primeira unidade de conservação do Brasil, o Parque Nacional do Itatiaia.&lt;br /&gt;Realiza-se, no Museu Nacional, a 1ª Conferência Bra
