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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

VI Semana de Geografia USP

Dia 21 de Outubro no período da tarde, haverá a apresentação do projeto "Dicionário de Geografia do Aluno"na VI Semana de Geografia da USP. O Prof. Claudio Terezo e os alunos da E.E, São Paulo da Cruz, realizarão um trabalho de campo com uma visita ao Museu Geológico e posteriormente a apresentação dos trabalhos.
Caso queira conhecer o trabalho , apareça, contamos com sua presença!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Projeto Árvore na escola 24 de setembro de 2009






Neste trabalho com a 8ª série A, recebemos a visita da Vice-Diretora Roseli Matos e das professoras Regina e Josefa.

Projeto Árvore na Escola 19 de setembro de 2009








Projeto Árvore na escola
19 de setembro de 2009
Coleta de mudas
separação de canteiros
Já está com outra cara o nosso espaço!

Projeto Árvore na Escola 12 de Setembro de 2009






Início da entrega das mudas do Projeto árvore na Escola
Dia 12 de setembro de 2009

colocação das placas de identificação das classes
Separação dos canteiros de mudas

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Por que um vulcão entra em erupção?

Geografia Você Sabia? Site TERRA



Por que um vulcão entra em erupção?
Embora representem grandes catástrofes naturais e provoquem temor em quem resida nas proximidades, os vulcões também são considerados fontes de observação científica sobre o que acontece nas entranhas da Terra. "As lavas, os gazes e as cinzas expelidos durante as erupções fornecem novos conhecimentos de como os minerais são formados e onde recursos de interesse econômico para a humanidade podem se localizar", pondera o professor Claudio Terezo, autor do Novo Dicionário de Geografia e professor da Escola São Paulo da Cruz, em Osasco.
Tecnicamente, um vulcão pode ser descrito como uma estrutura geológica, muitas vezes em formato de cone, que tem origem na emissão de magma, gases e partículas. Segundo o professor Terezo, os vulcões entram em erupção "devido às atividades endógenas (ou seja, do interior da Terra), que são processos e eventos que permitem e provocam a ascensão de material magmático (lavas, gazes e cinzas) do interior da Terra à superfície, numa liberação espetacular do calor interno acumulado através do tempo".


Ainda não existe consenso sobre quando um vulcão é ativo ou não. Em algumas formações, ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos, mas atualmente elas não estão em atividade. Hoje, apenas alguns vulcões encontram-se em estado permanente de erupção, como o Stromboli, nas Ilhas Lipari, próximo da Sicília, na Itália, e o Izalco, localizado em El Salvador. Na América do Sul, o Sangay e o Cotopaxi, ambos no Equador, também têm constante atividade.


Redação Terra



http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/interna/0,,OI3771238-EI8401,00.html

Vai um cafezinho? Segredo de campeão Site TERRA

Segredo de campeão
Segunda, 25 de maio de 2009, 10h18

Vai um cafezinho? Grão cai na prova de História
Um dos símbolos do nosso País, o café tem um dia especial no Calendário Brasileiro de Eventos: 24 de maio, Dia Nacional do Café. Para quem se prepara para o vestibular, a bebida não é apenas uma possível companhia nas longas horas de estudo. A importância política e econômica da cultura do café é um assunto que pode aparecer em provas de História e Geografia.

Os professores de cursinhos pré-vestibular destacam o período entre o século XIX e o começo do século XX como o mais importante historicamente. "Desde o período regencial, o café já propiciava grandes lucros para o País, mas foi no Segundo Império que a produção atingiu seu apogeu", diz Rafael Menezes, professor de História do Elite Pré-Vestibular de Porto Alegre.
Durante esse período, havia duas áreas principais de cultivo do café no Brasil: "O Vale do Paraíba, do qual faziam parte territórios de São Paulo e Rio de Janeiro, e o Oeste Paulista, que era o centro da Província de São Paulo. No Vale do Paraíba, a mão-de-obra era escrava, enquanto no Oeste Paulista, predominava a mão-de-obra livre, de imigrantes europeus", destaca Ciro de Moura Ramos, professor de História do Curso Objetivo, de São Paulo.

No âmbito político, Ramos destaca as políticas do café-com-leite e a de valorização do café: "Depois da Proclamação da República, em 1889, os cafeicultores passaram a participar do governo federal. Como São Paulo era economicamente mais forte, mas Minas Gerais tinha mais expressão política, as oligarquias se uniram. Formou-se o que ficou conhecida como política do café-com-leite. A política de valorização do café começa em 1906, quando os governos de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ¿ Estados mais importantes da cafeicultura ¿ se comprometem a comprar excedentes para manter os preços internacionais do café.

Essa política estimulou os cafeicultores a produzirem mais, o que gerou uma superprodução de café no final da década de 20. Getúlio Vargas, ao assumir o poder em 1930, manda queimar os excedentes e erradica muitos cafezais, para substituir por outros produtos". O professor ressalta ainda a participação dos cafeicultores no desenvolvimento econômico do País no final do século XIX e começo do século XX, com investimentos em indústrias e bancos.

Ainda hoje, o Brasil é o maior exportador de café do mundo ¿ o que pode ser comemorado, mas também visto com atenção, na opinião do professor Claudio Terezo, autor do livro Novo Dicionário de Geografia, principalmente em relação à questão ecológica, do manejo e preservação do solo nas áreas de plantio. "As áreas produtoras de café, sofrem com a perda de solo provocado pela lixiviação, ou seja, quando a água e as chuvas literalmente lavam o solo, causando degradação com difícil recuperação".

Redação Terra

http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3779839-EI11636,00-Vai+um+cafezinho+Grao+cai+na+prova+de+Historia.html

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Evite erros mais comuns em Geografia no Vestibular

Segredo de campeão
Segunda, 11 de maio de 2009, 14h03


Evite erros mais comuns em Geografia no vestibular

Nas provas divididas tradicionalmente em disciplinas ou naquelas que apresentam conteúdos interdisciplinares, a Geografia trata de uma infinidade de assuntos, do tipo de relevo da sua região aos planetas do Sistema Solar, passando por aspectos políticos e econômicos nacionais e internacionais. "Os temas que possivelmente estarão presentes podem estar distribuídos e embutidos em outras ciências, como conhecimentos gerais. Vale ressaltar que a Geografia fala da realidade e como podemos encarar os fatos ocorridos em determinado momento", diz o professor Claudio Terezo, autor do autor do livro Novo Dicionário de Geografia.

Ao aprender e memorizar tantos conteúdos, os candidatos devem prestar atenção aos mínimos detalhes, sob pena de cometerem deslizes durante as provas que podem comprometer sua aprovação. "As 'pegadinhas', quando ocorrem, não são uma forma direta para prejudicar o estudante, mas para valorizar o aluno que relaciona, compreende os fatos e, principalmente, se mantém concentrado", avalia Terezo.

Confira alguns erros frequentes apontadas pelo professor e que podem ser evitados no vestibular:

- Idade da Terra: de acordo com Terezo, uma das confusões mais comuns entre os vestibulandos é sobre a idade da Terra. Estima-se que planeta tenha surgido há 4,5 bilhões de anos, enquanto o Universo teria entre 9 e 15 bilhões, ensina o professor. Esse assunto costuma aparecer em meio a teorias sobre a origem do planeta e sua formação.

- Tempo x clima: é comum também trocar as definições de tempo e clima. "Tempo é o estado momentâneo do ar, num determinado lugar da Terra. Caracteriza o tempo atmosférico desse lugar", diz Terezo. Enquanto clima pode ser: "1. Conjunto de estados do tempo meteorológico que caracteriza uma determinada região durante um grande período de tempo, incluindo o comportamento habitual e as flutuações, resultante das complexas relações entre a atmosfera, geosfera, hidrosfera, criosfera e biosfera. 2. Conjunto de fenômenos meteorológicos (chuvas, temperatura, pressão atmosférica, umidade e ventos) que caracterizam o estado médio da atmosfera num determinado ponto da superfície terrestre. 3. Sucessão habitual dos tipos de tempo, cujos elementos são a temperatura, a pressão e a umidade atmosférica (diferenciando os climas planetariamente)", detalha o professor. Ele ressalta ainda que os fatores do clima altitude, latitude, proximidade do mar, correntes marítimas (diferenças regionais dos climas).

- Fenômenos naturais: quando se trata de fenômenos da natureza, há quem confunda os problemas com a interferência humana no planeta (ação antrópica), como os envolvendo mudanças climáticas e o tão falado aquecimento global, e os fenômenos que independem da ação humana, como terremotos e vulcões.

- Fusos horários: não precisa viajar para ser afetado pelos fusos horários. As mudanças nos relógio de acordo com a posição no planeta fazem parte das questões mais problemáticas para muitos vestibulandos. Segundo Terezo, os problemas aumentam principalmente quando a questão traz informações em mapas. "Fique atento a todas as informações, como cores, legenda e escala do mapa", sugere o professor.
Redação Terra

http://noticias.terra.com.br/vestibular/interna/0,,OI3757883-EI11636,00-Evite+erros+mais+comuns+em+Geografia+no+vestibular.html